:: ‘Espaço do Leitor’
PONTAL/SAPETINGA – DENTRO OU FORA DA LEI?
No dia-a-dia, passamos despercebidos de certas leis, códigos, etc., que fazem parte de uma cidade, nos três níveis: Municipal, estadual e federal.
Chega um determinado momento, que a situação ocorre ali na nossa vista. Neste caso, não temos como notar, que alguma coisa está errada.
Ontem ao trafegar no sentido bairro da Sapetinga/Av. Lomanto Júnior, paramos exatamente na faixa (“meio apagada”), limitando a nossa espera, até o semáforo permitir o nosso deslocamento. Nesse instante, um coletivo dentro da legalidade de trânsito manobra da Av. Lomanto Júnior/Sapetinga e a situação foi inédita para nós, tivemos que engatar a ré, para que o coletivo pudesse executar a sua manobra, ou seja, teve que invadir a pista da esquerda, pois o que se apresenta naquela esquina, pelo que entendemos, é a edificação do prédio ora em construção indo além do limite permitido, ou a prefeitura aprovou um projeto dento de um novo código que desconhecemos. Se for assim, está tudo certo. Nem a construtora tem culpa de nada, e nós é que estamos errados.
Vejam pela foto, que o outro prédio da esquina, construído na década de 70 ou 80, obedeceu por certo, rigorosamente o que o código ou lei municipal exigia naquela época, ou seja, fez o devido recuo. “Angulando” o muro e a calçada que, além disto, ainda deixou uma largura de mais ou menos 3,00m, para maior visibilidade e circulação dos pedestres.
Agora vejam pela foto, que o prédio em construção, não seguiu a mesma regra. Volto a dizer se é que existe um novo código ou lei, que permita isto. Se isto existe, nós em vez de avançarmos na mobilidade urbana, retrocedemos há mil anos.
Só me resta ficar na minha dúvida e deixar, que se alguém tem resposta pra isso, que o faça, para que a maioria possa entender e compreender, “o inexplicável”!
Rezende
Não vai ser por falta de aviso …
A situação do General Osório já é por demais conhecida. O abandono do prédio público por parte da administração é um fato inquestionável. Por conta desse abandono a coisa saiu do controle, ele foi invadido e a quantidade de “moradores” no local está de dar medo. Se você passar por alí vai ficar com o coração na mão. Acendem fogueira, usam drogas, dividem o espaço por voz de comando, enfim, o medo dos passantes e dos residentes naquela área (Bento Berilo e Visconde de Mauá) está demais.
Os gritos e gestos amalucados indicam que é arriscadíssimo passar por alí. Quem tem necessidade de pegar ônibus (alí tem um ponto) fica com o coração na mão e os que já foram assaltados estão indignados porque nenhuma providência foi/é tomada.
Fica mais um registro para se somar aos tantos outros já feitos tanto aqui quanto em outros veículos.
Infelizmente nossas autoridades passa por alí de carro …
PRECISAMOS FORTALECER NOSSAS INSTITUIÇÕES
Ao tomar como ponto de partida a crise que toma conta de nossas instituições, inicio a minha reflexão por “dentro de casa”, ou seja, pela Guarda Civil Municipal de Ilhéus. O estopim desta crise sem precedentes e de conseqüências enormes, em um futuro próximo, para os seus representantes, se inicia quando uma decisão judicial destituiu toda a diretoria do SINSEPI – Sindicato dos Servidores Públicos de Ilhéus, determinando a inelegibilidade dos atuais diretores e estipula prazo de 30 (trinta) dias para convocação de novas eleições. O Sindicato tem em seu presidente uma referência na luta e conquistas para os servidores. No tocante a GCMI – Guarda Civil Municipal de Ilhéus, liderou de forma brilhante conquistas como: a unificação da escala, o aumento no Vale Alimentação e a histórica Batalha da Regulamentação. Muitos servidores indagam: “o que seria do SINDGUARDAS-BAHIA sem o SINSEPI na cidade de Ilhéus?”. Entretanto entendo que, o principal problema em nossas instituições não é apenas ético, mas também estrutural. As instituições precisam refletir sobre diversos assuntos como: a qualidade de vida do trabalhador, a saúde, o lazer, a qualificação profissional, as condições de trabalho e acima de tudo sobre a transparência com a coisa pública.
Hoje à noite, os Guardas Civis Municipais de Ilhéus se reunirão em Assembléia para fundar o SINDGUARDAS-ILHÉUS – SIGMI, fruto da inércia do Sindicato atual. A insatisfação dos Guardas Civis Municipais com as instituições que diz nos representar (AGMI e SINDGUARDAS-BAHIA) gera um forte sentimento de mudança entre seus integrantes, sejam eles, participativo dos debates ou não.
Os servidores e a população de Ilhéus como um todo, precisam entender que uma cidade com instituições fortes e uma sociedade civil organizada, conseguem obter resultados significativos e duradouros. A necessidade de fortalecer nossas instituições para que sejam valorizadas e respeitadas, é um dever de todos. Só assim o “eu”, do Sindicato, da Associação, ou da Prefeitura de um homem só, passará a ter um papel secundário na nossa cidade.
GCM Nascimento – Guarda Civil Municipal de Ilhéus
www.gcmnascimento.blogspot.com.br
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Conterrânea de Jorge Amado, nasceu em Ferradas, Itabuna, em 24 de abril de 1931, filha de Aristides José de Santana e Rita Alves da Rocha. Tinha cinco irmãos: Iraci, Josefa, Maria, José e Maria Valdecir. Ficou órfã de sua mãe aos doze anos e foi morar com a avó materna, Lídia, na roça.
Nunca freqüentou uma escola, teve uma professora que lhe ensinava em casa.
Casou-se, aos 21 anos, com Valdomiro Lima dos Santos com quem teve sete filhos: Maria Inês, Ronaldo, Everaldo, Valter, Luis, Maria Rita e Vilma Maria. Criou todos com o fruto do seu trabalho, os seus deliciosos acarajés, que no começo vendia na esquina do colégio General Osório, depois no outro lado, na esquina da Praça Castro Alves e depois no centro da mesma, em baixo de uma gôndola. Na época do Prefeito João Lyrio, Irene construiu uma barraca no local da gôndola, no segundo governo de Antônio Olímpio foi decidido que ela não deveria ficar sozinha na praça, só tinha ela e a banca de revistas da Neuza, a prefeitura derrubou sua barraca, e construiu a atual praça de alimentação. O sucesso foi tanto que a praça com o tempo ficou conhecida como a Praça da Irene, a praça de alimentação e bate papos, local dos encontros do fim de tarde da cidade.
Irene era baiana, mas não pertencia a nenhum terreiro, era católica, admiradora de Cosme e Damião, aprendeu a fazer seus deliciosos acarajés com Dona Roxa, em Itabuna, seus acarajés ficaram famosos, todos os turistas que chegavam à cidade queriam ir à praça degustá-los. Certa vez cheguei na praça e tinha uma fila enorme de turistas para comprar acarajé, dei-lhe boa tarde e ela me perguntou o que eu queria, pedi um acarajé, um dos turistas reclamou que eu estava furando a fila, ela lhe respondeu que eu comprava acarajé todos os dias e ele só aparecia uma vez por ano, que eu tinha o direito de furar a fila, que eu tinha preferência.
Irene participou de vários congressos nas cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Faleceu no dia 24 de abril de 1997, aos 65 anos, seu corpo está enterrado no cemitério São João Batista, no bairro Nelson Costa.
DIA DO RADIALISTA
Agentes de Trânsito
Sr. Rabat,
Boa Noite!!!
Ainda não fomos apresentados, mas qualquer hora dessas isso vai acontecer.
Desde sábado os Agentes de Trânsito de Ilhéus estão sendo duramente criticados, mas infelizmente a população não sabe da nossa situação.
Temos muito que melhorar, mas as mudanças tem que acontecer de cima para baixo.
Vou relatar algumas coisas que você mesmo pode constatar a veracidade das informações.
Infelizmente tenho que ficar no anonimato para não ser perseguido.
Vamos começar sobre fardamento:
Os agentes novos só receberam uma camisa amarela e um apito, sendo que o apito nem todos receberam.
A prefeitura fez uma licitação para fardamento no ano passado (Setembro ou Novembro), esta na prestação de contas, mas infelizmente pagou sem receber o produto.
O Secretário sempre dizendo que vai notificar a empresa, que fica em Itabuna, para que entregue o material, mas até hoje nada.
Os agentes novos que estão fardados foi porque compraram o coturno, boné e a camisa azul foram os agentes antigos que deram, mas não tem para todos, por isso algum ainda continuam de amarelo, calça jeans e tênis. A secretária deu apenas a calça, que diga-se muito mal feita. Até o final da semana passada estavamos sem protetor solar.
O colete foram os agentes que pagaram para fazer, assim como o cinto.
A escala:
Estavamos trabalhando na escala de 12 por 36 horas, das 07 às 19hs, com isso o municipio tinha 26 (Incluindo 2 das escla de 24 horas e 2 do transporte) agentes de Trânsito todos os dias, inclusive feriados e final de semana, mas o secretário alegando ordem do Prefeito mudou a escala, com isso sábado depois das 11horas Ilhéus só tem 2 agentes trabalhando (escala de 24 horas), inclusive domingo e feriados.
Por isso que sábado no dia do Enem só tinham 2 agentes trabalhando.
Esperamos que no próximo governo Ilhéus possa ter uma secretária mais organizada para atender melhor a população, pois esse é o desejo dos agentes de trânsito.
Você pode chegar as informações e quando tiver novas me comprometo a passar para você, mas espero que não divulge sua fonte.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (8ª PARTE)
Dentro de uma filosofia definida, ninguém é obrigado a contrair matrimonio contra a sua própria vontade. Se agir com muita cautela e diplomacia, fugindo dos erros que as leis corrigem, será agraciada por uma concepção real e perfeita. As preparações pré-nupciais foram esquecidas, os conselhos paternos e maternos, extraídos das experiências adquiridas ao longo do tempo, poucos são aceitos. E muito embora ainda exista família que por ignorância, prendam seus filhos ao invés de fornecer as informações detalhadas do tamanho de tal responsabilidade social, podemos salientar que quem boa cama faz nela se deita! Se for criado erro, logo em seguida as consequências dos erros, trarão futuramente frutos espinhosos, em vidas que poderiam trazer esplendidas felicidades.
Relatamos assuntos dessa natureza, evidenciando fatos que surgem em nossos dias atuais, de jovens inexperientes contraindo laços matrimoniais, completamente despreparados para dar continuidade à criação da espécie humana dentro da sociedade. Como um homem se sentiria dois meses depois de ter casado com uma mulher que ama e descobriu que ela teve varias relações com outras pessoas antes dele? Já provoquei essa resposta através de uma pergunta que fiz a um jovem. Fiz essa mesma pergunta a uma jovem se no mesmo caso, como se sentiria se após seu matrimonio descobrisse que seu marido teve relações sexuais com outras mulheres? Eles simplesmente me responderam: – eu me sentiria mau, perdoaria claro, mas me sentiria mau.
Muitos dos que se comportam bem em circunstâncias normais se desmantelam numa crise. O profeta Jeremias, disse que “aquele que se afadiga correndo com homens, se digladiando, como poderá competir com cavalos?” Se as pessoas acham que só poderão viver numa terra de paz, como subsistirá na enchente do Jordão? Tais fatos são lembranças do passado. Existindo uma contradição entre dois seres que se propuseram viver juntos decentemente, a melhor aplicação é procurar a união e a felicidade mesmo diante de sacrifícios.
Dissabores e contratempos se existem, são para ser enfrentados com determinação e garra. Vencendo as adversidades sem apoquentar-se, seremos agraciados pela serenidade da nossa paz interior.
Joãozinho continua muito inteligente!!!!!!
Joãozinho qual é o seu problema?
Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!
A professora, vendo que não vai conseguir resolver este problema, o manda para a diretoria.
Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que vai fazer um teste com o garoto.
Como é certo que ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano
A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita. O Diretor pergunta para o Joãozinho:
Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
– 9.
E quanto é 6 vezes 6?
– 36.
O diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder. Joãozinho não comete erro algum. O diretor então, diz para a professora:
– Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.
A professora diz:
– Posso fazer algumas perguntas também?
O diretor e o Joãozinho concordam.
A professora pergunta:
– O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas? Joãozinho pensa um instante e responde:
– Pernas.
Ela faz outra pergunta:
– O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?
O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper…
Heckel Januário em: RECORDANDO
Os alaridos da Copa do Mundo 2014 me fizeram buscar nos arquivos, “Carnaval de um mês”, um velho escrito meu de novembro de 2007 que surgiu fomentado pelas opiniões do doutor Sócrates (o “magrão” da Democracia Corintiana) sobre esse evento. E escolher trechos como o:
“Ora, já que bem se noticia a nossa irresponsável improvisação a exemplo do recente Mundial de Basquete Feminino em Barueri (SP) e do XV Jogos Pan-Americanos no Rio, e o efeito negativo pós-festança esportiva com as instalações construídas deixadas ao léu e não aproveitadas em benefício social algum, nos resta torcer para que até lá, [até 2014, explicando] as cabecinhas pensantes da Organização, governamental ou não, estejam com as mentalidades mudadas”; e como: “A infra-estrutura esportiva, ou seja, estádios estruturados e confortáveis tornam-se prioridade absoluta; sem eles nada feito. Aqui, o governador baiano abriu o leque e disse que se precisar, construirá um novinho em folha. O Presidente da República a respeito alertou da necessidade de 12. Num país onde é notória a carência de empregos, a construção ou as reformas dessas praças de esporte obviamente movimentaria a economia.”. Que conectei com:
“Então, reformar ou construir novos estádios? O tema é polêmico. A questão é que, como entra governo e sai governo, e não se vê melhorar um tiquinho assim o nível de organização, de planejamento, e sempre há um jeitinho para o desvio de dinheiro público e outras corrupções…”. E concluía este parágrafo inserindo que novas arenas construídas teriam o destino de se tornarem “mausoléus”, como achava o ex-craque do escrete canarinho.
DEMARCAÇÃO: FUNAI SE QUEIXA DAS AÇÕES JURIDICAS IMPETRADAS PELOS AGRICULTORES.
por Edgard Siqueira
A Presidente de FUNAI, Marta Maria Azevedo, se queixou nesta quinta 1º/11 que uma das maiores causas de conflitos entre fazendeiros e índios, são os constantes questionamentos na justiça contra as demarcações de terras indígenas feitas pelo governo federal.
“Temos diferentes realidades. Terras que já estão demarcadas, mas que estão judicializadas e terras homologadas que estão suspensas na justiça…”. Afirmou Marta em audiência publica no Senado para tratar da questão.
As declarações da Presidente da FUNAI consolida de uma vez por todas a estratégia que desde sempre defendemos. Que é a de não deixarmos o nosso processo avançar. Temos dito que neste processo não cabe soluções inéditas. Que temos que copiar a única maneira viável usada Brasil afora. Pelas declarações da Presidente da FUNAI ficou evidente que os agricultores estão usando todos os mecanismos jurídicos disponíveis para não deixar os processos avançarem. Não importando em que estagio o processo se encontre. Como vimos, não acreditam em “solução politica”. Fazem o que é possível fazer, a parte jurídica. Depois, se cair do céu uma “solução politica” será bem vinda.
Hoje, a grande maioria tem o entendimento que a lei de demarcações, viola o Estado Democrático de Direito, mas, é a lei. Os mais justos argumentos usados com coerência nos julgamentos de demarcações chegam a sensibilizar os julgadores, mas, não o levam em conta e são obrigados a recuarem aos ditames da famigerada lei de criação de reservas indígenas. Aqueles que se aventuraram na esperança de uma decisão favorável no Supremo, amargaram derrotas acachapantes. Será se os nossos companheiros de Pau-Brasil tivessem condições de paralisar o processo evitando o seu desfecho no Supremo não teria sido melhor? Lá, como aqui, alguns têm pressa. Lá, com certeza, já se arrependeram, aqui, estão dormindo em berço esplendido.
Luiz Castro em: DECOLORES
AO MESTRE JOSEVANDRO NASCIMENTO
COM CARINHO
Faz tempo que assisti ao filme AO MESTRE COM CARINHO, cuja película retrata a história de um jovem Engenheiro e professor que resolve dar aulas em Londres, no bairro operário de East End. Neste filme refletiu alguns dos problemas e medos dos adolescentes dos anos 60. Sidney Poitier tem um de suas melhores atuações. Tempos depois o jovem professor enfrenta o desafio tratando os alunos como jovens adultos que breve estarão se sustentando por conta própria, quando recebe um convite para voltar á engenharia. O professor deve decidir se pretende continuar, quando subitamente toda classe manifesta-se para que o mesmo continue.
Hoje, refletindo sobre esse filme, lembrei-me do mestre Josevandro Nascimento ainda quando estudante Colégio da Faculdade de Direito de Ilhéus, onde sempre se destacou como exímio aluno, tornando-se um excelente profissional. Tempos passaram e além de ser Advogado, tornou-se Mestre em Direito Público, Professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e da Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna (FTC), é Membro da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA) e da Academia de Letras de Ilhéus (ALI). Recentemente implantou o Curso de Direito da Faculdade Madre Thais.































































