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:: ‘Espaço do Leitor’

ESCULHAMBOU GERAL VIII

A história da terra brasilis é triste e complicada. Ela foi marcada  pela imposição de costumes , pelos ditames do se portar. Na formação da nossa identidade,  a submissão é a  palavra de ordem. O brasileiro é um bundão.
Só isso  explica  a apatia dos viventes da  terra tupiniquim. Não há reação a presidentes do executivo, da câmara e do senado, que comandam um podre  governo. São ministros,deputados e senadores denunciados pelo poder judiciário que se portam como se nada acontecesse na terrinha.
Que vergonha sentimos  quando  o Michel, passeou pela Rússia e Noruega,chamando  os russos de soviéticos, e anunciando  almoço com o rei da Suécia.Agora, o cagão participa do G-20, e , entrevistado diz que o governo promove o desemprego.Esse cara é o presidente do Brasil !!!!!!! Acorda povo…..
 Quem nossos meios de comunicação apontam como responsáveis pelo nosso desenvolvimento, pelo aumento do PIB,pela queda da inflação,pela diminuição dos juros, etc, etc. O sistema financeiro, empreendedores industriais, agronegócio, serviços, etc, etc. Os responsáveis por nossas desgraças, Já foram apontados?
Seria o trabalhador, como diz a imprensa? Em manchetes quase que diárias, é dito, a solução estão nas reformas propostas pelo governo, principalmente a trabalhista e previdenciária.Um trabalhador chinês é mais caro 14%  que um Brasileiro, trabalhador tupiniquin custa o equivalente 17% do trabalhador americano. Nó somos  culpados de que? E a previdência quem quebrou? ? Esse povo imbecil não sabe se perguntar?
E a lava jato, parece se desintegrar, eu cantei essa bola aqui,eles saíram da mídia, isso foi péssimo  para o ego do judiciário populista.Eles não defendem o povo.
Um tal de crovis  revolver, diz numa comparação idiota, que como a operação mãos limpas(italiana), a nossa corre risco também de se desintegrar. O Crovis , é desonesto a mãos  limpa  não se desintegrou, ela sofreu abalos como sofre a lava jato.Ela não pode seguir o caminho traçado pelos donos do poder.Ele é os do que pensam que a corrupção começou em 2003.
Os brazilianistas,cientistas políticos,economistas,etc.opinam como salvar  a terrinha.Quero dar um pitaco, quem sabe,posso desenganchar essa bosta. Vou seguir a linha do MP, seria dez medidas
A 1ª Expulsar todos os  congressistas, claro, com dialogo, caso não haja dialogo, vai na porrada mesmo. Me cobrem as outras….
Finalmente, um recado para o STF, caso não achem o dono da mala, permitam que eu me aposse dela. Desde já, agradecido……….
TONHODEMACUCO/JULHO/2017

VII:

Alfredo Amorim da Silveira

Alfredo Amorim da Silveira

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE (ESPECIAL)


1) FLASH DOS 483 ANOS DA CIDADE DE ILHÉUS.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Nº 628 – 11 DE JULHO DE 2017

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VIROU DEBOCHE

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Toda vez que olho essa placa, bate uma mistura de revolta e indignação, não só pela obra social abandonada que deixa de acolher crianças e, em muitos casos,  impede mães de trabalhar por não terem com quem deixar os filhos, mas também quando constato que meu suado dinheiro de impostos está sendo desperdiçado, literalmente jogado no mato.

A própria placa, em si, passou a ser uma afronta aos cidadãos – acabou virando um grande deboche, uma brincadeira de mau gosto – por continuar expondo o valor e a data para término da obra, como se nos gozando, tirando um sarro. Um enorme desrespeito da parte do Governo Federal e Prefeitura de Ilhéus, parceiros nessa lambança.

Pra quem ainda não sabe, esse absurdo de creche escola inacabada e abandonada fica ali na Faelba/Heranani Sá,  mesmo lugar das ruas enlameadas e sem pavimentação, cantinho esquecido da zona sul.

Pois é, tudo errado, até o endereço na placa.

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Nilson Pessoa

Um grande susto! Sorte que evitou tragédia…

Em 05 07 2017

PSICOMUNDO <> GANÂNCIA QUE AFASTA A CONFIANÇA DAS PESSOAS <>

Nosso comentário de hoje, foi inspirado por uma conversa com uma senhora, ilheense, sobre os grandes perigos que corremos todos os dias por falta de prevenção da saúde humana em locais do nosso país! Foi relatada que começava em nossa casa a grande ação defensiva contra as inúmeras doenças, causadas pela má formação social, humana e alimentar. O exagero de quantidades de alimentos que são ingeridos pela população, sem o devido controle da fiscalização sanitária, destinada a coibir as mazelas, principalmente os que são adquiridos em alguns supermercados.

É enorme a carência de o povo sentir a proteção dos seus administradores, pois existe sempre a ausência de atos do governante para oferecer de fato e de direito, meios visando à correção dos constantes abusos contra a saúde dos seus munícipes. São muitas vezes deficientes os postos médicos, escolas e a segurança pública! E quando surge uma manifestação de apoio, é apenas visando eleger-se para continuarem suas novas conquistas em seus próprios benefícios, como fazem muitos políticos em suas caminhadas na maioria das vezes incoerentes.

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Alfredo Amorim da Silveira

NICE DAS NEVES, A RAINHA DO MINGAU

Guilherme Albagli de Almeida

Quando a minha bisavó Ana chegou em Ilhéus, em 1872, o atual bairro do Pontal era um grande matagal de pitangueiras e araçás, ali morando apenas o barqueiro que transportava viajantes entre as duas bandas do Cachoeira.

O barqueiro João das Neves, – o primeiro morador do “Pontal de São João da Barra do rio Cachoeira” -, ficou registrado na História como o primeiro pontalense a cobrir a sua casa com telhas cerâmicas, por volta de 1875, quando aqui chegaram os pescadores de Sauípe e suas familias.

Já Nice das Neves, bisneta do nosso barqueiro pioneiro, mantém um sempre crescente e lucrativo ponto comercial, aberto todos os dias, desde as seis horas da manhã, na esquina da rua Coronel Pessôa (rua do Carro) com a rua D. Pedro II, ao lado da praça São João, no Pontal.  Ali ela serve três tipos de mingaus honestíssimos, mungunzá e, todo dia, um petisco-surpresa salgado.

Nessas madrugadas e manhãs que congelam até carangueijo em riba do pau, a pedida real é o mingau da Nice das Neves, que também vende licores e conservas feitos em sua casa. Quem ali acorrer ainda encontra agora o mingau quentinho temperado com pouco açúcar e muito leite de côco ralado. Uma das panelas tem mingau sem açúcar, que pode ser consumido com adoçante.

Luiz Castro em: DECOLORES

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MEU IPTU NA LAMA

Difícil. É difícil pra caramba. Nunca vi nada tão difícil assim.

Parece até que o local nem está no mapa. Mas está, e está também no cadastro municipal do IPTU, embora passe despercebido.

A localidade existe há mais de vinte anos e suas quatro ruas nunca foram pavimentadas porque nossos gestores (espero que só os do passado) jamais se dispuseram a fazê-lo.

Entra prefeito, sai prefeito, volta prefeito, muda prefeito e nada, absolutamente nada é feito nas ruas da Faelba, o cantinho esquecido da zona sul de Ilhéus, no bairro Hernani Sá.

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Ao longo de duas décadas, moradores pedem, imploram, suplicam, se mobilizam, se reúnem, reivindicam, exigem, protestam, fazem abaixo assinados, pintam faixas, escrevem matérias em blogs de notícias, postam relatos em redes sociais e… NADA!

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Poeirão sob o sol e lamaçal sob chuva, sem falar da farta buraqueira que, se quase já impossibilita o trânsito de veículos, imagine pedestres.

É revoltante, cumprir meu dever de cidadão e contribuinte do IPTU enquanto o poder público municipal não exerce seu papel primário de disponibilizar uma infraestrutura urbana básica que proporcione mobilidade para chegar e sair de casa dignamente.

Em período eleitoral sempre aparece algum candidato a alguma coisa pra “passar uma patrol”, medida paliativa ridícula e tapeadora que só dura alguns dias.

Lembro-me de certa vez ter reivindicado, pessoalmente, a uma figura do alto escalão da gestão municipal anterior, um calçamento de paralelepípedos. A resposta foi: “Que paralelepípedo que nada, temos uma usina de asfalto! Se botar na ponta do lápis, asfaltar vai sair até mais barato! Vamos fazer!”.

Hoje, deve estar se dedicando à arte do ilusionismo (ou já estava).

As fotos a seguir mostram – para quem quiser ver – a situação de descaso e abandono do lugar, num completo antagonismo à atual realidade de desenvolvimento e expansão que a cidade vivencia naquelas imediações da zona sul.

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Nilson Pessoa





















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