:: ‘Espaço do Leitor’
Notícias de BEZERRA
Mandei um ‘i-meio’ pra Bira buscando notícias sobre a recuperação do nosso querido Bezerra.
Fiquei muito feliz com as informações.
Veja o que Bira disse:
Olá Rabat,
Obrigado pelo cuidado e carinho com o Bezerrão.
Ele está em Ilhéus, em sua residência, fazendo fisioterapia e acompanhamento médico aqui em Ilhéus.
Foi a Salvador, onde fez uma revisão.
Retornará ao Sara em Salvador em data a ser marcada pela equipe médica.
Ele está ótimo, se recuperando muito bem.
Quando quiser, apareça para fazer uma visita.
Abraço e obrigado.
Ubiratan
Ilhéus precisa de um novo aeroporto?
De: Brazileiro
Assunto: Ilhéus precisa de um novo aeroporto?
Corpo da mensagem:
Sim. Não temos dúvidas que Ilhéus e toda região precisa de um novo aeroporto (internacional) Entretanto, vebho aqui para repudiar, na condição de morador do pontal e cidadão ilheense, a postura da empresa que administra o aeroporto de ilhéus – INFRAERO.
A INFRAERO, de forma egoísta, fincou barras de ferro e acorrentou as cerca de 25 vagas do estacionamento externo que fica ao lado do aeroporto, na via pública. Dessa forma, pessoas que usam o terminal ficam sem ter onde estacionar. Sendo obrigados a deixarem seus carros em ruas distantes e seguirem com suas bagagens nas mãos, quando consegui.
Gostaria de solicitar aos orgãos competente que tomassem uma providencia pois tal atitude tem prejudicado e muito os usuários do aeroporto assim como toda sociedade Ilheense além de obrigar aos que podem e querem pagar estacionarem em um estacionamento particular em frente ao aeroporto onde uma hora custa cerca de R$5,00.
Agradeço antecipadamente a todos!
Brazileiro.
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Família Abandonada
De: Anonimo
Assunto: Denuncia::: Família Abandonada
Corpo da mensagem:
RETIFICANDO….
Boa Noite!!
Prezado, fiquei sabendo hoje, que nas condições climáticas atuais, foi abandonada embaixo da Ponto do Pontal, uma familia oriunda (a princípio) da cidade de Camacan, tal familia é composta por um casal e 8 (oito), isso mesmo Oito crianças, inclusive de colo.
Segundo informações essa família foi abandonada em Ilhéus por pessoas a mando da Prefeitura de … (cortado/Rabat – necessita confirmação).
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Regulamentação da categoria dos tecnólogos
De: Erbs Cintra
Assunto: Regulamentação da categoria dos tecnólogos
Corpo da mensagem:
Prezado amigo, sou tecnólogo em Fruticultura Irrigada, e meu curso está vinculado ao CONFEA/CREA. Gostaria da sua ajuda no sentido de nos informar se teremos ou não atribuição de assinar Certificado Fitossanitário de Origem e Permissão de Transito de Vegetais (CFO e PTV), que são documentos essenciais para o exercício da profissão. Tenho colegas formados em Tecnologia em Horticultura e passamos pela mesma situação. O CREA não libera a emissão do registro. Agradeço pelo apoio e pabenizo pelos informes.
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COMO VAI O NOSSO PREFEITO?
Olá,
Aqui na lateral esquerda tem uma perguntinha sobre a administração do nosso prefeito Newton Lima.
Dê um “pulinho” lá e diga, clicando, o que você está achando.
UGA e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.
A NECESSIDADE DO ESPORTE
Ontem assisti entusiasmado a reportagem no Jornal do Globo sobre a formação de novos atletas e esportistas.
Não fiquei muito impressionado porque já convivi nos USA parte da educação de alguns dos meus netos. Na escola deles além da organização, da seriedade e da competência dos professores (todos especializados e muito bem pagos pelo trabalho importante que realizam) tinha uma estrutura com dependências especiais para a prática de esportes e também para o ensino de artes e música.
Mas, vamos ao tema da reportagem da TV. Países que têm problemas internacionais de natureza política, econômica e social estão conscientes da importância da preparação dos seus jovens. Dedicam tempo, recursos financeiros e programas especiais na formação de uma elite esportiva.
São escolas, Universidades ou Centros de Especialização dedicados especialmente na seleção de jovens, rapazes e moças e do seu preparo acadêmico e esportivo. Objetivam a formação na educação física e obtendo futuros campeões e lideres nas competições internacionais. Todos esses programas sem privilégios e distinção entre os jovens; estabelecem critérios de ética e espírito competitivo. Tudo é ofertado pelo governo para os mais variados tipos de esportes com o desejo de formar os atletas campeões mundiais.
Assisti à exposição sentindo aquela inveja e até certo ponto, tristeza pela falta de sensibilidade e visão dos nossos dirigentes políticos. Somente veem o futebol. Quase diariamente dezenas ou talvez centenas de rapazes, no desejo de exercitar o corpo, encontram-se na praia em um “baba” sem qualquer orientação técnica. Quantos poderiam desenvolver outros esportes, alcançando índices que permitiriam uma participação nas competições nacionais ou mesmo internacional?
Mas, no município somente existe o “Centro Esportivo” que a natureza lhe concedeu – A PRAIA e que ela própria cuide da sua limpeza. E as crianças nas escolas públicas e particulares, que orientação técnica existe para a prática da educação física e o despertar para esta profissão, dedicando-se no futuro ao basquete, à ginástica, à natação, ao vôlei, ao atletismo com suas inúmeras provas e tantos outros esportes?
Alguns campeões brasileiros tiveram que desenvolver seu treinamento em outros países devido à deficiência existente no Brasil.
Busquei em meus arquivos, o artigo que fiz em setembro de 1974, exatamente a 38 anos passados falando sobre este grande problema da formação dos jovens de nossa terra e utilização melhor do Estádio Mario Pessoa. E hoje, como se encontra este Estadio?
Vamos rever o artigo, pois os jovens de hoje ainda não tinham nascido.
AS GRANDES IDÉIAS REGIONAIS
CENTRO ESPORTIVO PARA A JUVENTUDE
Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”
Encomendado na Europa em 1900, quando ocupou pela 1ª vez o posto de Intendente Municipal o Coronel Antônio Pessoa da Costa e Silva (1899 – 1900), só chegou após o seu afastamento do cargo.
O chafariz media cerca de cinco metros de altura, de uma elegância extraordinária, da base ao ápice, tendo no seu alto uma figura de mulher abraçando uma bilha.
Escondido pelos seus opositores políticos só foi encontrado em 1924, no Governo de Mário Pessoa, o chafariz se encontrava encaixotado e abandonado, entregue a ação destruidora do tempo. A recuperação da peça, de ferro fundido, foi confiada ao mecânico Mário Virolli, sob a direção do engenheiro, Diretor de Obras da Cidade, Durval Olivieri.
Ao redor do chafariz foi adaptado um aquário, sendo encomendados peixes em Salvador para melhor caracterizá-lo. O chafariz também servia para irrigar o jardim da praça.
Foi inaugurado em fevereiro de 1925, um domingo, na administração de Mário Pessoa, filho do Coronel Antônio Pessoa.
O grande projeto e ecologia
De: Raymundo Santos
Assunto: O grande projeto e ecologia
Corpo da mensagem:
Li um artigo na página “Mercado do Cacau” a respeito do Porto Sul, então resolvi emitir minha opinião naquele espaço:
Senhor redator:
Vem aí o Porto Sul.
Todos os argumentos emitidos são válidos, no que diz respeito à preservação ambiental nesta diminuta área da Floresta Atlântica. O impacto ambiental é a questão. Todavia, não há desenvolvimento de uma parte, sem trazer, de alguma forma, prejuízos para a outra, felizmente isto acontece.
É válido que se faça duras exigências aos governos (estadual e federal) no cumprimento de normas compensatórias e preservativas à ecologia regional.
Próximo do mar, em qualquer região do Brasil, vão ocorrer distorções. Ninguém quer em nenhum lugar um porto dessa grandeza. Como ficará a situação? No Brasil não se instalará os eventos projetados, particularizando o sul da Bahia, repito como vai ficará a situação? Ilhéus FOI o eldorado do Teobroma, não é mais e não será tão cedo. Hoje o desenvolvimento municipal é menos zero e a comunidade pobre cresce muito bem graças a Deus. Só me expressando assim!
A resistência à instalação de uma ferrovia, um porto e um aeroporto mudaria em muito a Capitania de São Jorge dos Ilhéus. Aliás, hoje Ilhéus, sem amparo das administrações (estadual e municipal). Por falar em administração municipal, ela tem sido um caos a cada gestão e ninguém tem feito quaisquer manifestos para cobrar os cuidados que se deve ter com as comunidades urbanas e rurais, a fim de não continuar uma cidade e um município carentes de infraestrutura e outros serviços. Ninguém olha para as necessidades dos menos pobres, ninguém observa o aeroporto mais perigoso do país. Alguém argumentará: eu não viajo de avião! Tudo bem, e as comunidades próximas a ele, estão tranquilas?
Precisamos unir forças na busca de instalações que trarão o emprego e renda para milhares famílias que habitam e habitarão próximas ao novo projeto. Nós empregados que ganhamos o necessário para viver, não podemos protestar contra este projeto para o sul da Bahia.
Vamos procurar agir de forma sensata, exigir o cumprimento efetivo das normas ambientais, acompanhar com mais rigor, o que já não se faz com a sofrida Ilhéus. O curioso é que os reativos defensores da ampla ecologia, não protestam contra o desleixo a que estão submetidas as comunidades ilheenses! Isto é grave!
É bom que se trate o grande projeto com a devida sensatez e que haja equilíbrio no desempenho das ações, para não haver destruição do meio ambiente em todos os seus aspectos. Nós defendemos a natureza sem impedir que o desenvolvimento seja relegado ao segundo plano porque aí sim, será instalada a desordem econômica e social de um povo que luta , com dignidade, pela própria sobrevivência. O veto abrupto aos projetos porto, aeroporto e ferrovia trarão resultados negativos aos homens que precisam de empregos para a manutenção de sua gente. Volto a dizer é necessário sensatez para discutir a implantação do projeto. Ilhéus tem que sair desta posição de “o balneário das cidades vizinhas”. Também é preciso que Ilhéus projete uma ação turística forte de excelente qualidade. A cidade tem tudo para deslanchar, mais não acontece! Aí chega o turista, visita a cidade e arredores e vai embora envergonhado pelo que viu. Vale salientar que quem fica com vergonha é o visitante!
Peço desculpas aos leitores se fui veemente. É a opinião de quem mora em outra cidade e tem residência também em Ilhéus.
Grato.
Raymundo.
rymundovet@ig.com.br
MOÇÃO DE APOIO AOS ÍNDIOS DE OLIVENÇA
Embora não tenha formação de jurista ou antropólogo, o avô da minha avó era neto de uma Tupinambá do Buquim e, por isso, me intrometo neste assunto.
Todos sabemos, desde a escola primária, que até Abril de 1500 toda esta terra pertencia aos índios, aqui chegados em diferentes levas há muitos milhares de anos.
É claro que, como seres humanos, estes não viviam em plena harmonia e entendimento. Lutavam entre si, contra grupos próximos ou distantes, mas a terra era só deles.
Chegaram os europeus com suas armas de fogo e a sua promessa na salvação, no paraíso, essas coisas. É claro que os trouxeram costumes mais evoluídos, como o de não comer carne humana, mas, no geral, parece que as suas perdas foram maiores que os seus ganhos. Foram quase totalmente dizimados como povo e como gente. Aqueles já cristianizados, para se distinguirem dos parentes que ainda viviam nas matas, caçando a arco e flecha, adotaram a identidade de “caboclo”. Afinal, este termo era originado da mais pura língua tupinambá: “karaíba-oka”, isto é: “casa do homem mau”. Assim chamavam os curumin que saíam das ocas habitadas pelos homens brancos que, no início do contato, viviam em muitas aldeias do litoral (kara=homem; ayba=mau; oka=casa). Daí, a palavra “curiboca”, que depois virou “caboco” ou “caboclo”, como se pronuncia no português erudito do sul do país.
A IMPORTANCIA DA VALIDADE DO ÓLEO
O casamento de um velhote (+ de 80) com uma rapariga de 20, foi o motivo de todas as conversas na cidade…
Um ano depois do casamento, o casal apresenta-se no hospital para o nascimento do seu primeiro filho.
A parteira sai da sala de partos para felicitar o velhote e diz-lhe:
«- É espantoso!.. Como é que o Sr. consegue na sua idade?…»
O velho sorri e diz :
«- Tem de se manter o motor a trabalhar….
No ano seguinte, o casal aparece de novo no hospital para o nascimento do segundo filho.
A mesma enfermeira acompanha o parto e sai para felicitar o nosso velhote, dizendo-lhe:
«- O Senhor é incrível!…. Como é que consegue?…»
O velho sorri e diz :
«- Tem de se manter o motor a trabalhar….
Mais um ano e o casal aparece no mesmo hospital, para o nascimento do terceiro filho.
A mesma enfermeira acompanha uma vez mais o parto e, após o nascimento, vai de novo ter com o velhote, sorri-lhe e diz:
«- O Sr. é mesmo incrível!… Como é que consegue?…»
O velho sorri e diz:
«- É como já lhe disse… tem de se manter o motor a trabalhar…»
A enfermeira continua a sorrir… dá-lhe uma pancadinha nas costas e diz-lhe :
«- É bom trocar o óleo… este já saiu bem preto!…»
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Enviada pelo Rei CAK (diretor do hospital).































































