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:: ‘Espaço do Leitor’

Alfredo Amorim da Silveira

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) JOÃO ALENCAR ARARIPE, UM GRANDE CIDADÃO ILHEENSE.
2) DA SÉRIE: EU ERA ASSIM, FIQUEI ASSIM!
3) OS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA REGENERAÇÃO SUL BAIANA (Parte 8).
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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Agrissênior Notícias – Nº 622 – 30 de maio de 2017

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

“OS FUZIS DA SENHORA CARRAR” ESTREIA NO SÁBADO, DIA 27

Os fuzis da senhora Carrar – Foto Lucas Vitorino – Divulgacao

Estreia no próximo sábado, dia 27, às 20h, na Tenda (espaço cultural localizado na Avenida Soares Lopes), “Os fuzis da senhora Carrar”, espetáculo do grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI), com classificação indicativa de 12 anos.

Da obra do alemão Bertolt Brecht, o espetáculo conta a história de Teresa Carrar (personagem interpretada pela atriz Tânia Barbosa), uma mãe que tenta manter a integridade dos filhos em meio à guerra civil espanhola.

Os ingressos para a estreia podem ser adquiridos, em horário comercial, na Papirus Livraria (Shopping It’art) e na bilheteria da Tenda, a partir das 19h do sábado.

O texto, escrito em 1937, durante o conflito, provoca o público a pensar sobre a estupidez das guerras, a desumanização e impotência a que são submetidas as sociedades. Este é o primeiro espetáculo da ‘Trilogia da Guerra’, projeto cênico do TPI, que apresentará ainda mais dois espetáculos nos próximos meses.

Os fuzis da senhora Carrar tem música ao vivo e utiliza recursos audiovisuais, tornando o espetáculo ainda mais atrativo. A montagem contou com o financiamento do próprio público, a partir da campanha on-line “sua contribuição vale um espetáculo”, desenvolvida pelo TPI e com a mobilização de artistas de diversas regiões do Brasil.

Uma das contrapartidas da campanha foi a doação de ingressos para estudantes da rede pública de ensino de Ilhéus, que através de um trabalho de mediação, também foram convidados pelo grupo ilheense a desenvolverem atividades sobre o contexto da história apresentada no espetáculo. O material desenvolvido pelos estudantes terá publicação on-line.

Tenda

A Tenda é administrada pelo Teatro Popular de Ilhéus, uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

TRADICIONALÍSSIMA

MARIA RITA

MARIA RITA E A SUA JANELA.

FIGURA ILUMINADA E DAS ANTIGAS NA RUA DO CAFÉ.

BJO, TIA E MANDE VER NAS ORAÇÕES PORQUE A COISA

ESTÁ COMPLICADA.

GUY VALÉRIO!, NADA DE CIÚMES, VIU?

MUSIQUINHA SUSPEITA

A música fez grande sucesso quando lançada, há mais ou menos 15 anos, mas creio que passou despercebida aos atentos olhos e ouvidos dos organismos de proteção à mulher.

Eu explico. A canção de que falo se chama “Maionese” e fez imenso sucesso na voz da cantora Gilmelândia. Lembro que, à época, tomei um susto ao escutar pela primeira vez e achei aquilo meio esquisito; interpretei como sendo uma história de violência contra a mulher, cuja vítima acabou gostando… e tudo isso cantado por uma mulher, caramba!

Dia desses, essa música foi executada pela mesma cantora num programa de TV, acho que relembrando a carreira, e a mesma impressão negativa que tive há 15 anos voltou, dessa vez em plenos tempos do tão falado empoderamento feminino. Resolvi procurar e ler a letra da música, para desmistificar essa murrinha que eu carregava. Só fez piorar.

Posso estar enganado, posso até ter desaprendido a interpretar textos, mas imagino que Chocolate seja o apelido de um cara reconhecidamente violento, frequentador dum lugar onde tem dança (bar, boate, similares). A garota da história estava interessada nele e transmitiu isso numa troca de olhares. Ele a puxou, já com violência,  para a pista de dança. Inexplicavelmente, talvez alcoolizado, surtou (típico de sujeitos violentos) e começou a espancá-la… Ao que parece, ela gostou.

Leia atentamente e tire suas conclusões:

“Batendo palmas pra baixo e pra cima
o coro levanta e canta e grita
Bate que bate
lá vem o chocolate
Bate, que bate!
Bate, que bate lá vem o chocolate!
No ombro uma tatuagem
camisa desbotada e um bermudão
misterioso ele dançava
e eu de olho nele desde que chegou

De repente o seu olhar nos meus olhos penetrou
Sustentando a olhada, se chegou sem dizer nada
me pegou com suas garras e
pra pista me arrastou

Maionese… ele me bate, bate feito maionese
e o que eu tinha tomado, subiu direto e foi pra cabeça

Maionese… ele me bate, bate feito maionese
nem sei mais como me chamo (e onde eu vivo)
e onde eu vivo já não interessa

Me contaram alguns amigos
que me encontraram ainda dançando tonta e sozinha
sou maionese”.


Nilson Pessoa

 

Luiz Castro em: DECOLORES

ESTRADA DE FERRO

Recordo-me da época que a Estrada de Ferro de Ilhéus funcionava em nossa cidade. Vez em quando viajava para Pirangy com meu saudoso pai  para  visitar minha avó e meus tios. O horário da partida do trem era pontualmente às 7:00 horas. O Chefe da estação soava o apito anunciando a partida. A viagem era uma delícia, o trem passava por diversas estações e havia embarque e desembarque de passageiros.    Existiam dois tipos de locomotivas a óleo e a lenha que costumava soltar faíscas (labaredas) que além de entrar nos olhos,  provocava forte ardor como também  queimava as roupas dos passageiros. Sempre aos domingos havia partida de futebol nos distritos e nas cidades de Poiri, Pirangy e Agua Preta,  e as equipes de Ilhéus iam disputar a peleja amistosa. A locomotiva era ornamentada com folhas de pitanga e palhas de coqueiros. A viagem era animada com batucadas e cantarolas alegrando a todos. Em cada estação aproveitávamos para  comprar cordas de caju, laranjas e beijus gostosos. Ao aproximar-se dos distritos e cidades o maquinista da locomotiva apitava anunciando a chegada do trem. .

Havia também um tipo de locomotiva conhecida  por “mutriz”  que fazia a linha urbana dos Bairros do Malhado, Barra e Iguape.

Na plataforma de passageiros da Estrada de Ferro  existia um serviço de bar explorado pelo saudoso Garangau. Lá, os roceiros “capiais” e pequenos  agricultores após fazer suas compras no comércio e na feira livre da Avenida Dois de Julho,  se reuniam para trocar idéias sobre a produção de cacau e contar suas proezas  no mulheril da cidade.

HISTÓRICO DA ESTRADA DE FERRO –  A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendendo-se até Pirangy (Itajuipe) e Poiri (Ubaitaba), aonde chegou em 1934. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo pelo fato de já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com as linhas existentes. O Governo por sua vez mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista. Em 1963 a E.F.I. já estava decadentissima e  em 1965  não mais funcionava.”

Infelizmente não temos nenhuma relíquia das estações de passageiros e das locomotivas.  Até mesmo a locomotiva que estava na área do Detran não existe mais devido o corrosão do tempo.  Infelizmente  nossos jovens não tiveram conhecimento sobre a existência em nossa cidade da Estrada Ferro que trafegava em pleno centro da cidade. Ficaram apenas  lembranças de um passado histórico dos meios de transportes existente na época:   Trem,  lanchas marítimas  e os ônibus da  Sulba .

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

Av. Lomanto Junior Pontal

ANTONIO DANTAS (acmagnavita@bol.com.br)

Avenida Lomanto Junior (Getúlio Vargas) margeia a Baia do Pontal, numa extensão de 2100 metros, indo da ponte do Pontal até a Via Litorânea oferecendo um bonito cartão postal para os que aqui residem e aos que chegam a Terra de São Jorge dos Ilhéus.
Avenida de Ligação do Centro com Bairros da Zona Sul e acesso à rodovia BA-001  acessando  as cidades de Una, Canavieiras e outras cidades da região.
Devido a sua posição estratégica margeando a  baia do Pontal, com clima agradável, diariamente é praticado “Footing” por moradores do bairro .  A pavimentação do passeio deve estar em perfeita condições de utilização permitindo a movimentação das pessoas, cidadãos da terceira idade, gestantes, portadores com dificuldade de locomoção   com  conforto e segurança.

Próximo da sinaleira da Sapetinga existe uma Amendoeira bonita e frondosa que seu tronco obstrui parte calçada dificultando a movimentação das pessoas, principalmente com deficiências de locomoção. Deve-se proteger a Amendoeira planejando a calçada no entorno da arvore e permitindo uma boa movimentação das pessoas.

Desejamos uma cidade organizada permitindo Mobilidade Urbana, com eficiência e segurança para seus Cidadãos.

Antônio Dantas. 21/Maio/2017.

AMENDOEIRA OBSTRUI PARCIALMENTE A CALÇADA DIFICULTANDO A MOVIMENTAÇÃO DE PESOOAS.

O BRASIL FICTÍCIO?

Luiz Ferreira da Silva, 80.

Engenheiro Agrônomo e Escritor

luizferreira1937@gmail.com

Depois do depoimento do presidente da Odebrecht não sobrou pedras sobre pedras. Seguiu-se a JBS e estas se transformaram em britas. Em quem acreditar neste país? Os tentáculos da corrupção se estenderam alhures por diversos segmentos da sociedade brasileira. É para chorar de vergonha. Tanto pelo país como por nós mesmos, acreditando num Brasil fictício.

Houve a época da Revolução, quando se investiu no patriotismo, reativando o nosso tempo escolar, eivado de um puro sentimento, através de símbolos como a nossa bandeira e o hino nacional, ufanando-nos da Pátria Amada.

Terminado o período militar, depois de uma campanha com o povo clamando pelas diretas já, vem a Nova República. Só se falava em democracia; uma Pátria igualitária, com direitos e deveres sem variações sectárias, contemplando do mais humilde ao mais afortunado.

E o que aconteceu? O Brasil se desfigurou e a nossa bandeira, ao invés de tremular, treme de medo. Com a era petista, o nosso país deixa de ser a República Federativa do Brasil, para se transformar em outra Nação. Que tal, República Corruptiva Brechtboi?

Só agora, os “portentosos” empresários, Emílio Odebrecht e Joesley Batista nos contaram sem qualquer cerimônia. Todos corrompidos sob as suas ordens, do alto do seu pódio, como reis poderosos de tempos pretéritos.

E ninguém sabia de nada. A mídia, a OAB, os Clubes de serviços, os Sindicatos, os Magistrados e tantas outras Instituições que são pagas para salvaguardar a democracia, protegendo-nos.

Então, como hoje nos classificamos? Somos brasileiros, como desde 1500? Nascemos no Brasil? A nossa bandeira é aquela colorida, com várias estrelas? E o nosso hino pode manter: “Mas, se ergues da justiça a clava forte”? Perdemos a nossa Brasilidade? O que somos então?

E, ante a essa estapafúrdia situação, o povo não se “assuntou”, não se apercebeu da sua realidade e da morte do Brasil, continuando de boca aberta comendo moscas. Por outro lado, ignora o custo a pagar por muitos anos, comprometendo a sua geração e a de seus filhos.

NOSSA PISCINA

Tinho my love.

NUDE.

Encontramos a casa de nossos sonhos.

Piscina com privacidade total. Podemos nadar nuzinhos em pelo.

Eu e Tião, na fogueira da paixão.

Tião, coitado, vive nervoso cm a máquina fotográfica que comprou. toda computadorizada.

Nada de fotografar bem.

Esqueci tudo de Ilhéus menos você é claro, meu amigo de fé.

Mil beijos

Sarita

PSICOMUNDO <> REFLETINDO ASSUNTOS QUE O POVO DEVE SABER <> 

Bastante impressionantes certas delações premiadas e a postura da nossa população, sobretudo desconhecendo os modelos dessas artimanhas de muitos indivíduos para não irem residir nas celas dos presídios, locais escolhidos por eles mesmos. São tantos golpes premeditados contra a Nação Brasileira que não dá para entender quanta morosidade da Justiça. Os brasileiros não encontram as cabíveis soluções para corrigirem as insuperáveis anarquias que mexem profundamente com os seus legítimos direitos de cidadão. São tantos os desmandos que surgem diariamente que provoca a falta de confiança nos julgamentos dos poderes judiciais, tornando a nossa sociedade realmente promovida a ré.

Estamos perdendo a oportunidade de sair às ruas a fim de dar um basta em tantos golpes generalizados e neles estão os políticos mais famosos em denegrir a imagem do nosso País. São fúnebres manobras contra nossos direitos, e pagamos afinal tantos impostos que viram propinas para enriquecimentos ilícitos de criminosos burlando as leis do Brasil. São verificadas muitas notícias, alertando a opinião pública sobre as enfermidades do corpo político numa demonstração da urgente necessidade de mudanças das pessoas que dirigem o nosso país. São desconhecidas coisas visando melhorar aquilo que a razão diz que deve ser evidenciado sempre no respeito a todas as pessoas espalhadas em nossa nação.

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Alfredo Amorim da Silveira





















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