:: ‘Espaço do Leitor’
ESCULHAMBOU GERAL II
BANDIDAGEM
No meio da bandidagem
Não existe tanta lealdade
Vale mais a liberdade
Não há o que temer
Doa a quem doer
Se Rocha Loures abrir o bico
Temer será destituído
Agora tem cadeia para rico
Brasil sendo reconstruído
Quem se deu muito bem
Foi o Joesley Safadão
Entregou o Presidente
E foi para os States
Onde agora é residente
Mas… não sei não…
O mundo dá voltas
Outras brechas surgirão
Tem sua vaga reservada
Numa cela de prisão
Pode ser por pouco tempo
Pode durar um tempão
O principal é a justiça feita
Junto com o fim da impunidade
Para orgulho e glória dessa Nação.
Nilson Pessoa
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) PRESENÇA DE JOSÉ LEITE NA ABIÓTICA – 2017.
2) OS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA REGENERAÇÃO SUL BAIANA (Parte 9).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
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Agrissênior Notícias – Nº 623 – 06 de junho de 2017
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
MALANDRAMENTEEE…

Olha o malandro ai !!!! Imagem/internet
Lá nasceu a “cultura” da malandragem brasileira na figura folclórica do tal “malandro carioca”. Aquele mesmo, do século passado, camiseta listrada, chapéu-palheta, cheio de gíria, ginga, malemolência, papo envolvente, cuja razão de viver era boemia, diversão, driblar todo mundo e levar vantagem em tudo, certo? Esse personagem foi oficializado, carimbado, tomou o Brasil e varreu o mundo – principalmente América do Norte e Europa – virou propaganda turística e tornou-se uma referência do povo brasileiro (que referenciazinha, hein?), além de figura pitoresca, por ser algo que não existia naquelas bandas estrangeiras, da mesma forma que uma favela também é algo pitoresco e chega a ser ponto turístico para os gringos.
O tal malandro ficou tão conhecido mundo afora a ponto de inspirar os estúdios Disney na criação do personagem dos quadrinhos Zé Carioca.

Papagaio levou a fama. Imagem/internet
E não pense que só o Zé Carioca é mocinho na história. O malandro que lhe serviu de inspiração lá atrás também era mocinho no imaginário de todos, bem ao estilo herói bandido. Pode?
Aí o tempo foi passando e veio o malandro Gerson com sua maldita lei. O também malandro Bezerra da Silva conseguia explanar perfeitamente a essência da malandragem nas suas músicas. Mais recentemente, veio o malandro-corrupto-criminoso Cabral e.. vupt! Surrupiou o que pôde e o que não pôde, o que deu e o que não deu, e fechou a tampa do caixão com chave de ouro maciço, literalmente. Quebrou, faliu o estado do Rio de Janeiro.
Hoje, tramita no Senado uma sugestão de lei (SUG 17/2017, www.senado.leg.br) elaborada por um cidadão de São Paulo, cujo objetivo é criminalizar o gênero musical denominado “funk carioca”. Seus argumentos são de que esse estilo de música não tem nada de cultura e só incita crianças e adolescentes à malandragem, violência, criminalidade, pedofilia, pornografia e consumo de drogas.
Só que essa sugestão de lei caiu no colo de qual senador-relator? Adivinhe: simplesmente Romário. É lógico que não vai passar e já estou até imaginando qual será a argumentação do baixinho: “É uma manifestação cultural, faz parte da cultura do Rio de Janeiro e do Brasil”.
Sim, senador Romário, a velha malandragem brasileira resiste, sobrevive e se perpetua das mais variadas formas, muitas vezes acobertada pelo oportuno e intocável disfarce de “cultura”, “traço cultural” ou “manifestação cultural”, desde aquele folclórico personagem lá do século passado que, malandramente, ainda nos representa. Queiramos ou não.
Nilson Pessoa
Heckel Januário em: NUMA CORDA BAMBA
Diante dos escândalos noticiados, o mais sensato seria o comandante –de um governo que galgou o poder pela porta do fundo– pedir penico e, se desculpar à nação. No entanto insiste em querer se equilibrar numa corda bamba com o apoio de um Congresso Nacional esfacelado moralmente.
Vale lembrar que o atual staff governamental e o entrado Presidente da República quando ainda percorriam há pouco mais de um ano a trilha do Planalto, não hesitavam com empáfia dizer –como a anexar mais uma peça chave ao processo– que dinamizariam a economia e, debelariam a crise. – Crise provocada por um governo incompetente e desacreditado, acrescentavam. Resultado: o desemprego disparou para os incríveis 14 milhões de desempregados e só agora o crescimento econômico veio a dar, depois de continuada tenebrosa travessia, o ar da graça, mesmo assim, todo envergonhado.
O objetivo consiste em realizar Projetos que promovam qualificação técnica e científica da categoria
Representantes da Polícia Civil e o Secretário de Ciência e Tecnologia da Bahia, José Vivaldo Lima, discutem a possibilidade de uma parceria institucional que promova qualificação técnica e científica da categoria. O objetivo do projeto consiste em realizar ações que fomentem um maior acesso dos policiais civis às novas tecnologias a partir da integração dos diversos Programas de inclusão digital que são implementados pelas Secretarias do Estado.

SINDPOC
O Secretário de Ciência e Tecnologia, José Vivaldo Lima, parabenizou a categoria pela iniciativa e cogitou a possibilidade de uma parceria que envolva a SECTI, FAPESB, SESI e SENAI com o intuito de promover uma maior inclusão dos policiais às tecnologias. “Para nós é um orgulho fazer um trabalho de valorização dos profissionais que são responsáveis pela nossa Segurança Pública. É fundamental executarmos ações que fomentem a inclusão digital de quem luta todos os dias no combate à violência!”, pontuou o gestor da pasta.
Para o Diretor Jurídico do SINDPOC, Cláudio Lima, a adesão dos policiais às novas mídias vai melhorar a qualidade do serviço prestado à sociedade. ” Esse projeto vai ser fundamental! Vamos ter profissionais mais aptos a trabalhar com as plataformas digitais!”, comemorou o sindicalista. Na ocasião, o Secretário da SECTI convidou a categoria para participar do maior evento tecnológico do Brasil, Campus Party, que será realizado em Salvador, na Arena Fonte Nova, de 9 a 13 de agosto.
ÉTICA E MAÇONARIA
Por Leonardo Garcia Diniz
Ética é palavra derivada do grego ethos, empresta ela à maçonaria o seu melhor e mais profundo significado; o “BOM COSTUME”.
Leonardo Garcia Diniz
Na maçonaria, constituímo-nos, pretendemos ser, homens de bons costumes, homens éticos, possuímos um comportamento reto, linear, que se confia, que não muda estejamos nós onde estivermos; a ética está unida a conduta humana, moral, que está diretamente ligada a aquele cidadão que empresta a si e a sociedade em que vive um estilo ilibado que, bem forjado, trouxe de “casa”, moral nasce no seio familiar.
Ética é um valor de atitude, comportamental, comum de todos, que dimensionou a Maçonaria durante toda a sua existência; somos respeitados mundialmente, por igual sermos, em aspectos éticos.
Não podemos confundir ética com lei, pois que ética é uma aliança com normas de conduta, é coisa que não pode ser confundida com leis, pois que uma regra/norma social pode não estar declarada em lei, mas pode estar eticamente caracterizada como atitude fora da conduta padrão ou moral de determinada sociedade.
Durante séculos teve a maçonaria, em seus calcanhares, como contra, governos ditatoriais e diversas ordens religiosas, fanáticos, que desferiram golpes contra nossa instituição, até hoje somos agredidos por diversas origens.
Um maçom quando se conduz dentro da ética ou contra ela, devemos, a maçonaria deve reagir tanto a favor do ato ético como, por outro lado, quanto contra o ato amoral, ou seja, um ato imoral, precisamos reagir de forma proporcional e com idêntica intensidade; A maçonaria deve estar preparada para se expor tanto quando a ética impera, no seu divulgar e mostrar a sociedade o seu valor, quanto quando ela for atingida, reagindo, assim, para se manter limpa e pura. Se o maçom é limpo e puro nos representa, mas se prova o contrário deve ser extirpado do nosso meio.
DIEESE / NOTA TÉCNICA
A reforma da previdência e os servidores públicos: retrocesso nas aposentadorias e pensões
BSPF – 28/05/2017
O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulga a Nota Técnica nº 181 – A reforma da Previdência e os servidores públicos: retrocesso nas aposentadorias e pensões. O objetivo do estudo é mostrar a dificuldade cada vez maior dos servidores públicos em manter os direitos ao longo do tempo, mesmo aqueles que foram considerados “direitos adquiridos” em reformas anteriores.
Confira aqui a Nota Técnica na íntegra
Enviada por José Rezende Mendonça
No Céu!
Vou escrever algumas linhas sobre minha querida e saudosa Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus.
EUGÊNIA SILVA
Com aquele convite não tive outra alternativa e aceitei; o Prefeito me nomeou imediatamente.
Para mim ela deixou um legado administrativo de fazer inveja a muita gente. Ela se destacou com várias ações culturais e ao deixar o cargo deixou grande quantia de saldo positivo nos bancos. Infelizmente a vida tem dessas coisas, dentre as quais, o inesperado.
Talvez estivesse precisando dela para promover algumas ações culturais espirituais lá no céu.
Adeus minha amiga Presidente. O céu é a morada certa de todos aqueles que fazem o bem aqui na terra. Meus sentimentos para meu amigo Dr. José Lourenço e filhos.
Luiz Castro e família.
Texto dedicado a Dona Eugênia Silva (Ex-Ptesidente da Fundação Cultural de Ilhéus)
ESCULHAMBOU GERAL I


























































