:: ‘Espaço do Leitor’
ATLETA DE ILHÉUS É SEGUNDA COLOCADA NA PRIMEIRA CORRIDA DO ROTARY CLUB JUAZEIRO-BA
Não deu zebra na primeira corrida de rua realizada pelo o Rotary Club Juazeiro-BA. Inscritos entre os quatrocentos atletas da prova, os corredores Edson Amaro Arruda, de Juazeiro-BA e Marily dos Santos, que mora em Salvador, confirmaram o favoritismo e chegaram na frente na corrida realizada ontem pelas ruas de Juazeiro.

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1º Lugar – Edson Amaro Arruda – Juazeiro-BA
2º Lugar – Inácio Souza – Várzea Nova-BA
3º Lugar – Hélio Cássio dos Reis – Camaçari-BA
Resultado geral dos 15 km feminino:
1º Lugar – Marily dos Santos – Salvador-BA
2º Lugar – Edielza Alves – Ilhéus-BA
3º Eliene – Florêncio – Petrolina-PE
Os organizadores distribuíram 18 mil reais em dinheiro como premiação, além de troféus e medalhas. Sendo que para o primeiro lugar geral masculino e feminino foi pago R$ 2.500,00 a cada um, para os segundos colocados foi pago R$ 1.500,00 e para os terceiros colocados foi pago um prêmio de R$ 1.000,00. Dinheiro que foi entregue aos atletas ainda no pódio.
Para José Carlos Santana, um dos coordenadores da corrida, essa prova veio trazer um grande presente não só para Juazeiro, mas também para todo o Vale do São Francisco. “Uma corrida que veio pela primeira vez organizada com uma excelente premiação, um nível de voluntarismo muito grande. Então, as pessoas participaram, o percurso foi bem trabalhado pela Polícia Militar, pela CSTT, pela Guarda Municipal, enfim, houve um apoio muito grande dos rotarianos e por isso foi sucesso total.” Destacou Santana.
Seis pontos de hidratação foram colocados no decorrer do percurso, caixas de som foram instaladas por onde os atletas passavam além de um carro tocando música eletrônica a frente dos primeiros colocados para incentivar os atletas. Sessenta pessoas trabalharam voluntariamente. Para o presidente do Rotary Club Juazeiro, Rosemberg Araújo, a corrida vai entrar para o calendário esportivo do município e ele já pensa em dobrar a premiação para o ano que vem.
“Nós estamos satisfeitos pela realização do evento. Temos que agradecer a participação do público, da imprensa e principalmente dos atletas, que vieram de várias partes do Nordeste. Tivemos corredores de Feira de Santana, Salvador, Aracajú, Garanhuns, Petrolina, Juazeiro, Ilhéus, Camaçari, Juazeiro do Norte, enfim, de vários lugares. Se Deus quiser no ano que vem nós estaremos realizando mais uma vez essa corrida porque com certeza ela vai entrar para o calendário esportivo de Juazeiro e do Brasil.” Prometeu Rosemberg Araújo.
Por Josenaldo Rodrigues
ESCULAMBOU GERAL III
TONHODEMACUCO
JUNHO/2017
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ESCULHAMBOU GERAL II
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) COMEMORANDO A SEMANA DO MEIO AMBIENTE.
2) OS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA REGENERAÇÃO SUL BAIANA (Parte 10).
3) PRONTOS PARA CONHECEREM JUAZEIRO DO NORTE, A TERRA DO PADRE CÍCERO.
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
ADEUS, PASSA-RÉGUA
Por Guilherme Albagli de Almeida
Às seis e vinte desta manhã, atravessando a Lomanto para pegar o ônibus ao meu trabalho, passava pela faixa de pedestres diante da entrada da Coronel Pessôa. Os carros pararam; duas motocicletas enlouquecidas, em alta velocidade, não pararam, passando uma delas bem próxima a mim.
Após uma aula, voltei ao Pontal, quando soube que, no meio da manhã, outra moto alucinada matara, ali bem perto, o meu querido amigo, anãozinho Genivaldo “Passa-Régua”.
Ser humano inofensivo e sempre sorridente, ajudava a ensacar as verduras no sacolão da Rita, sendo querido por todos da nossa área. Se orgulhava de ter se recuperaido, há tempos, de um inveterado consumo da cachaça e, quando lhe punham uma dose, no boteco, ordenava que enchessem o seu copo até a beirada, ali passando uma régua para nivelar a altura da bebida.
Um dos últimos remanescentes da antiga população do Pontal, vivia sempre feliz, cantando na volta à sua casa, quase sempre carregando um saco com as verduras que ganhava da patrôa.
Embora cem anos de cadeia não paguem uma Vida Humana, quero ver a moral da nossa polícia para encaminhar o assassino à Justiça para que esta venha a punir exemplarmente este elemento madito que, pelo excesso de velocidade, não conseguiu frear a sua máquina mortal.
Embora cem anos de cadeia não paguem uma Vida Humana, eles alertam à necessidade de respeitarmos, sempre, a dignidade do próximo. Não vi a cena, mas sei que este não foi um mero acidente; foi assassinato, como os muitos que ocorem no trânsito, por desatenção e desrespeito.
Luiz Castro em: DECOLORES
FUNDAÇÃO CULTURAL DE ILHÉUS
Tudo começou com o saudoso Pedro Matos (Pedrinho Matos), entusiasmado pela cultura fundou a SACI – Sociedade Artística Cultural de Ilhéus, que muito realizou em prol da cultura da nossa cidade, promovendo Teatro ao Ar Livre, Oficinas de Dança, violão, concurso de fotografia, poesias, redação, festivais de música a exemplo do projeto seis e meia, entre outras atividades artísticas e cultural. Vale salientar que Pedrinho Matos não tinha nenhuma renumeração por parte do governo municipal, vindo a falecer no ostracismo cultural. (Coisas de Ilhéus)
Com a evolução da cultura o Governo do então prefeito JR criou o projeto de lei denominando Casa da Cultura de Ilhéus, através da Lei 1183 de 26/05/78 e posteriormente mudou para a razão social de Fundação Cultural de Ilhéus, cujo objetivo era incentivar, fomentar as diversas manifestações culturais e artístico, propriedade que fundamente sua função pública.
A situação de Celso Andrade
Por Eduardo Antonio Souza Carvalho
Este Senhor é o Celso Andrade de 84 anos, sua esposa tem 86 anos, morava em sua propriedade ha 60 anos, vivia do pequeno cultivo, mas hoje vive na feiras do Guanabara, Urbis e Malhado vendendo pimenta.

Celso Andrade
Suas terras foram invadidas pelos “indios”, nao deixaram retirar nada, nem o pouco de cacau que estava no coxo, tambem seus utensilios, animal e moveis. Hoje espera justiça. Quando voce ver este senhor andando pelas ruas de Ilheus, com chapeu preto, uma cesta enrolada com pano branco, ja encardida pelo tempo, der sua contribuição. Ele nao que esmola, ele quer justiça e se puder compre sua pimenta para ajudar no seu sustento. Conversando com ele, me disse: que a maior dor é ver sua mulher de 86 anos, triste, chorando e esperando justiça de DEUS pois a dos nossos governantes ele nao acredita mais.
Sarita matando saudades
Tinho my love.

E-MAIL INDISPONÍVEL
Coisa rara um dia de sol forte perto do verão na Suíça.
Estou matando saudades da civilização.
Ilhéus continua a mesma porcaria?
O mondrongo da Sapetinga continua vivo tenho pesadelos com ele.
Quando voltar para Espanha mando mais notícias.
Mil beijos
Sarita
Insatisfação dos agente de trânsito
Superintendente de trânsito Rogério Buralho cria um nova escala de serviço que contempla 60 horas extras fixas para uns 24 agentes de trânsito selecionados que ajudarão na campanha de um vereador (Jerbson Moras) que comanda a secretaria de trânsito com mão de ferro; só ele que decide tudo e a insatisfação é grande dos demais agentes. Espera-se que o prefeito tome providencias.
……………
ESPAÇO ABERTO PARA OS CITADOS – QUERENDO – SE MANIFESTAR
O PRESENTE DE GREGO
POR LEONARDO GARCIA DINIZ
Há algum tempo atrás, durante uma de nossas sessões, no grau de aprendiz, um de nossos irmãos, ir.’. PROFETA, presenteou a nós e a nossa Loja, A.’.R.’.L.’.S.’. Vigilância e Resistência n° 70 – Ilhéus – BA, com um apagador de velas, presente que entendi inusitado, desprovido de utilidade, que de cá, durante a oficina, exercendo meu papel de chanceler, com os meus canecos, fiquei a me perguntar qual o motivo do nosso irmão dar de presente à Loja um objeto tão desprovido da necessidade de seu uso quanto aquele.
Em toda a minha vida maçônica, de Aprendiz a Mestre, ocupando diversos cargos em Loja, havia eu presenciado ou escutado falar da necessidade do uso de um “apagador de velas”, do seu costume ou, ainda, do seu significado e importância no ele existir e poder estar sendo utilizado na ritualística de nossos trabalhos.
Refleti!,…
Presente de Grego!,…O Venerável Mestre a aceitou!,…Engavetou-a!,…
Vida que segue!
Nunca mais se falou da beleza daquele APAGADOR DE VELAS, prateado, menos ainda da generosidade oculta na doação do ir.’. PROFETA, nem, à guisa de instrução, do porquê da necessidade de sua existência em uma loja maçônica.


























































