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:: ‘Espaço do Leitor’

Flashes da Nossa Aldeia

Guilherme Albagli de Almeida

Ontem, na minha caminhada diária matinal,  no Pontal, vi uma dona de casa, de robe vermelho, na rua do 5 Estrelas, varrendo a areia do seu passeio e a jogando sem qualquer cerimônia no passeio vizinho.

Parei e fiquei só observando, quando o marido, que estava dentro da casa, foi chegando. Saí dali e, vinte metros mais abaixo, outra cena idêntica: uma coroa, também de robe, fazia o mesmo q sua vizinha.

Parei, de novo, a olhando, mas entretida, não me viu logo. Olhei para trás e vi o primeiro casal em pé na sua porta, parado e indignado com a minha intromissão na sua privacidade e no seu sagrado direito de serem tabacudos, ignorantes, incivis.

Infeizmente, o Novo Brasil não vai rolar nos meus dias.

Clube de Pesca de Ilhéus

ERA UMA VEZ!…  

ABANDONO DA COISA!…

DESCASO COM O BEM PÚBLICO

Era uma vez um clube de pesca, que imaginado foi, por idealizadores sonhadores, ser construído a partir de recursos de seus prováveis futuros sócios “pescadores”.
Alguns abnegados, lançadores de anzóis ao mar, foram ter com um prefeito Ilheense, Antonio Olímpio, ainda no seu primeiro mandato, também pescador, para se ajustar/conseguir uma forma legal de o Município Ilheense vir doar uma área onde se pudesse, num futuro próximo, poder vir sediar a entidade destinada a ser, um dia, sede e reduto daquela classe.
Antonio Olímpio, dentro da lei, enviou projeto de doação de uma área, beira-mar, que foi conseguida para este fim, localizada num lugar conhecido por “Porto da Lancha”, local perto de onde seu amigo, Vice Prefeito de Ilhéus (duas vezes) ” BÁ “, possuía uma pequena fazenda, lugar conhecido como praia do PORTO DA LANCHA – local existente na Rodovia Ilhéus-Canavieiras, Km 12 – Bairro de Olivença.
Assim foi feito!,… projeto enviado à Câmara de vereadores e aprovado pelos Edis com a finalidade especifica de ser utilizada para a construção da sede do CLUPESIL – Clube de Pesca de Ilhéus – ressalva de que num determinado espaço de tempo o clube se obrigaria a construção de uma sede, se o clube não a construísse, dentro do terreno hora doado, teria por força da lei, que naquele ato se criava este direito, ser devolvido o terreno ao patrimônio público.
Nunca os sócios do clube criado para receber o terreno doado conseguiram se cotizar ou amealhar recursos outros para a construção da tão necessária sede, sede que daria, definitivamente a posse do patrimônio recebido de graça via povo de Ilhéus.
Eis que o tempo, mais de trinta anos depois, sem que nunca o clube de pesca tivesse, de fato, assumido a área, pois que ali jamais se construiu sua sede, inúmeras invasões depois, teve por fim um trágico final; proprietários, inimagináveis, grupo de fora de Ilhéus, hoje, construindo um condomínio, cometendo, segundo o IBAMA, crimes ambientais, comprovados em relatório já enviado ao MPE – Costa Cacau Leste.
A área jamais foi devolvida ao Município de Ilhéus como a própria lei que o criou afirmava ter ser feito; muito pelo contrário, uma parte foi invadida por pequenos invasores, construtores de bares, casas particulares e outras, a outra parte, perto de 15.000 metros² que está legalizada a toque de caixa, com documentos falsificados, fotos montadas, escrituras realizadas em cidade distante de Ilhéus, no mínimo estranho, sem que nada disso tenha sido devidamente reconhecido/analisado profundamente pela justiça por real ABANDO DA COISA PUBLICA, por desinteresse daqueles que, verdadeiramente, responsáveis pela coisa pública. Perdemos um grande patrimônio!… que poderia ter uma finalidade mais nobre para o município que o de um condomínio particular.
Incrível!… nunca conseguimos doar uma área para fazermos um “Hotel Escola” e, tai, perdemos este nobre terreno, mais de 15.0000 metros quadrados, para um condomínio particular…. Coisas e histórias que só será contada abaixo da linha do Equador.
Pior, os construtores, além de agredirem a natureza, taparem um olho d’agua, fecharem toda uma enorme extensão de área de marinha, telamento com postes de concreto armado, impediram o acesso ao mar de todo um loteamento, o Praia de Vila Rica, que em frente a área do antigo clube de pesca, centenas de moradores, ficaram sem poder ir à praia pelo fechamento referido acesso, servidão, ali existente há mais de trinta anos, mantido limpo e trafegável por todo os moradores do local que se cotizavam para manterem a acessibilidade em bom estado de trafego.
Como se prova a existência de tal servidão?…
Fácil!,…
Documentos existem de sua existência, há mais de vinte um anos, independentemente de ter sido dada a uma pessoa, como o foi, o documento assinado pelo clube de pesca na pessoa de seu eterno presidente, Roberto Mendonça, com firma reconhecida, datada de 21 anos atrás, serve, de forma inconteste, tão somente, singelamente, para provar a sua existência e manutenção desde aquela época. Claro que, também, temos inúmeras fotos anexadas a esta historieta para comprova-la.
Já que não fomos capazes de evitar que o bem público fossem transformadas em propriedades particulares, que sejamos, então capazes de fazer valer a lei de acessibilidade a praia, que está, sim, ainda, um bem público.
Com a palavra os que detém dever, por força de sua investidura em cargos públicos, de fazer respeitar o que diz a lei sobre o direito acesso ao mar, pois que existem leis especificas para tanto.

Leonardo Garcia Diniz

ESPAÇO ABERTO PARA A DIRETORIA  DO CLUBE DE PESCA – QUERENDO – SE MANIFESTAR.

CLUBE SOCIAL DE ILHÉUS / CARNAVAL 2017

BANDA DESCARGA ELÉTRICA

REVIVENDO

Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.

Barão de Popoff

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Não é sempre que temos a oportunidade de juntar o passado com o presente. Desta vez estou aqui para fazer uma homenagem a uma grande figura de Ilhéus, descendente de uma das famílias mais tradicionais desta cidade, e também contar, em parte, como foi a emigração dos alemães para esta terra querida de todos nós.

Os Krushewsky vieram para Ilhéus entre 1822 e 1823, trazidos por Pedro Weyll (Holandês) e seu sócio (?) Saueracker. Junto com os Kruschewsky vieram também para Ilhéus os alemães, Sellmann, Schaun, Meffe, Lafit, Ninck, Hohlenwerger, Prezewodowski, Berbert, Steiger.

Estabeleceram-se em uma Sesmaria em terrenos à margem esquerda do rio Cachoeira adquirida em 1818 por Pedro Weyll e seu sócio, onde fundaram um pequeno núcleo chamado de Colônia de São Jorge da Cachoeira de Itabuna. Estes alemães tinham profissão de ferreiros, padeiros, relojoeiros, alfaiates, carpinas, maquinistas, etc.

Uma segunda leva de colonos chegou de Rotterdam na galera hamburguesa Anna Luiza em 1823. Por imprevidência de Saueracker, sócio de Pedro Weyll, que não providenciou com antecedência abrigo, ferramentas e instrumentos agrícolas para o trabalho, passaram os emigrantes por muitas necessidades muitos se retirando para a vila de Ilhéus, sendo amparados pela Câmara Municipal, para não morrerem de fome, sendo também amparados pelo Imperador D. Pedro I, que era protetor dos imigrantes alemães no Brasil.

Muitos deles se deram bem na política, na administração pública, na advocacia, na imprensa, nas letras, nas armas, na agricultura e na indústria.

Bem, terminado aqui as explicações da descendência do Barão de Popoff, vamos agora contar a sua história.

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CEPLAC 60


Em fins de dezembro de 1962, recém-formado (UFRRJ/Escola Nacional de Agronomia), fui até à sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organização, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe de Pedologia (MAPA) que iria iniciar os estudos de solos na região cacaueira, marco inicial das pesquisas do recém-criado CEPEC, contratado por aquela. Conversei um bom tempo com o Secretário-Geral, Carlos Brandão, que me colocou uma série de exigências e dureza no trabalho, enfatizando por diversas vezes um tal “espírito de corpo”.

Não sei por que, preferi o desafio, mesmo com a passagem nas mãos enviada pela SUDENE que, inclusive, ficaria mais perto de casa, Maceió/AL, minha origem.

Cheguei à região no dia 22 de janeiro de 1963, com o furor da juventude, ávido em aprender e crescer na ciência que escolhera a do solo, conseguindo tal intento a expensas dos “frutos de ouro”, a quem sou grato eternamente, abençoado por esta ESCOLA-CEPLAC.

E em pouco tempo, a Instituição se agigantou, abriu novos escritórios de extensão, edificou o CEPEC, treinou seu pessoal e passou a prover a região de informações e apoio, repercutindo as suas ações em produção e produtividade para a lavoura, além das melhorias infraestruturais.

Além da disponibilidade e flexibilidade dos recursos, a CEPLAC contava com cabeças pensantes, tanto vindas do Banco do Brasil, Organização que primava pela decência e ética profissional, como os iniciantes na Casa e, sobretudo, a vinda do Dr Paulo Alvim, que estabeleceu a Doutrina da Excelência Profissional, facultando treinamentos, viagens e congressos àqueles com vocação para a Pesquisa. E, capitaneando, tudo, Zé Haroldo, a quem a agricultura brasileira tanto deve, mesmo sem ele nunca ter frequentado uma Faculdade de Agronomia.

Dessa forma, a CEPLAC passou a ser um exemplo Institucional, que norteou a implantação da EMBRAPA e até foi “carimbada” em livro pelo IICA/OEA.

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NOVA PONTE ILHÉUS/PONTAL: SONHO OU PESADELO?  SEGUNDO TRECHO – SÓ PESADELO.

POR EDGARD SIQUEIRA

Na publicação anterior analisamos as inconsequentes DISTORÇÕES do projeto no trecho das imediações da cabeceira da pista do aeroporto. Vamos analisar o segundo trecho da obra que vai do retorno em frente à Rua Salgado Filho, indo até a Rua Castro Alves. Vejam quanta ESTUPIDEZ estão projetadas para este trecho

 

Ponte

1º – Neste texto constatamos o maior absurdo que o MONSTRENGO do projeto da Nova Ponte irá causar. Ele simplesmente ISOLA o Bairro do Pontal, só deixando uma entrada e uma saída de quem vem ou vai pra Zona Sul. Se uma carreta quebrar ou acontecer um acidente no S que dá acesso a Rua 13 de maio, ninguém entra e nem sai do Pontal.  Se quiser, vão ter que dá a volta pelo Centro da Cidade pela Velha Ponte e retornar pela Nova Ponte.  Um Bairro do tamanho do Pontal só com um ACESSO pra Zona Sul é uma JÓIA da engenharia que não se envergonha e ainda é aplaudido por ilheenses INCAUTOS. Confesso que não tinha percebido este detalhe escabroso do projeto. Nem eu nem nenhum PONTALENSE tínhamos percebido este INACEITAVEL isolamento.

Agora uma coisa é CERTA: Ninguém pode mais dizer que não sabia. O ventilador foi ligado.

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DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) JOSÉ LEITE NO CARNAVAL ANTECIPADO DE ILHÉUS.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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PSICOMUNDO <> RESULTADOS INESPERADOS DE FARRAS E FOLIAS <>

No Brasil a alegria das festividades carnavalescas criaram rumos de intensas preocupações entre os foliões, especialmente na Bahia, Terra bastante fluente do carnaval em que foi escolhida pelos acessos de grande massa de brasileiros e estrangeiros vindos de vários Estados e Países do mundo a fim de pular o tradicional carnaval com aglomeração de muita gente. Surgem aí às participações de blocos e suas fantasias organizando a festa. Entretanto, sofrendo preocupações ao setor de segurança com influencia do lado negativo que foi instituído pelos marginais ligados aos crimes de apropriações de objetos alheios e agora o “ABADÁ”, vendido por preços exorbitantes, virou o produto mais valioso para os famigerados ladrões oportunistas perambulando na Capital Baiana.

Durante as preparações para os festejos carnavalescos, fixamos o nosso pensamento nas pessoas frágeis, notadamente, aquelas que ainda imaginam que fazer carnaval é necessário muito dinheiro nos bolsos e pronto. As recomendações do setor de policiamento do Estado da Bahia são solicitações rotineiras, como por exemplo, não levar muito dinheiro e cartões de créditos. Não comunicar as pessoas estranha que vai adquirir abadá; sempre procurar estar acompanhado por outras pessoas da família ou amigos; evitar vendedores clandestinos; ter muito cuidado em observar se não está sendo seguido por bandidos disfarçados em folião; nunca se esquecer de procurar falar com um policial da Policia Militar em caso de qualquer agressão ou roubo.

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Agrissênior Notícias – Nº 608 – 21 de fevereiro de 2017

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

REFLEXÕES SOBRE O MUNICÍPIO DE ILHÉUS.

UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (XXIII)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

Procurando algo um tanto inabitual para sequenciar esta série, mergulhei no passado e trouxe à tona Manoel Mendes Bandeira, ou simplesmente Salvinho Bandeira como era conhecido na cidade, ou ainda Seu Salvinho, como os mais novos o reverenciavam, um aficionado pelo Integralismo, movimento que se inseriu na história política de Bebel através da Ação Integralista Brasileira –AIB.

O prestígio e a alcunha lhe renderam o mimo da charada “Na cozinha tem tempero; na sala de visita, vinho, e no mastro, o símbolo da pátria. Duas e uma”. Oriundo de Santo Amaro da Purificação onde nasceu, Seu Salvinho chegou a Belmonte (já não está neste plano) no início do século XX em tenra idade juntamente com os irmãos João, Godofredo, Francisco, Pedro e Adolfo (este aportara em Canavieiras); todos constituíram famílias e deixaram inúmeros descendentes. A título de curiosidade tem-se que o visconde Francisco Ferreira Bandeira, seu pai, era dono de escravos e, verdade ou não, teve 116 filhos.

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NOTÍCIAS DA AVEP

NA 1ª RODADA CAPITÃES SLAIBI E TABOSA GANHAM,

CAPITÃES PAULO GOIS E MARCONI PERDEM

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Na 1ª rodada de “babas de praia” da Temporada 2017 realizada domingo (12) pela manhã as equipes dos capitães Slaibi e Tabosa venceram a dos capitães Marconi e Paulo Gois pelos respectivos escores de 5 a 2  e 4 a 2. Sena(2), Ralio, Luís Eduardo e Garrancho marcaram para o time do Cap. Slaibi; Luís Humberto e Wendell conferiram para o de Marconi. Marcaram para Tabosa: Paulô da Bitway(3) e Danilo; para Paulo Gois: Paulô da Bitway(contra) e Larocca.

Os dois “babas” foram realizados como de costume na praia da Avenida Soares Lopes, ali nas proximidades da Tenda Teatro Popular de Ilhéus. Juízes: Wilson Salviano e Mateus Sá(Campo Grimaldo). Atuações boas, segundo os olheiros de árbitros. Receberam cartões Luís Eduardo, Zugaib e Zé Eduardo(Amarelo); Larocca (Vermelho)

Equipes no Campo Grimaldo

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