:: ‘Espaço do Leitor’
Agrissênior Notícias – Nº 600 – 30 de novembro de 2016
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) AMIGOS SÃO SEMPRE BEM VINDOS.
2) VISITANDO AMIGOS EM JUAZEIRO DO NORTE (FINAL).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
EXPERIENCIA NO JAPAN INTERNATIONAL COOPERATION AGENCY – JICA
No ano de 1987 tomei conhecimento da existência do programa acolhido pelo Ministério da Indústria e Comércio do Governo Japonês – Japan International Cooperation Association – JICA.
Busquei informações no Consulado do Japão do Recife que mandou-me prospectos sobre o citado programa, seus cursos e formulários para a seleção a uma possível adesão. Iniciava então a minha experiencia didática no Centro de Ensino Tecnológico da Universidade do Estado da Bahia, no seu Curso de Desenho Industrial onde, apesar de haver sido selecionado para o trabalho com História da Arte, ministrava aulas de Desenho Técnico e Projeto Industrial. Um dos cursos oferecidos pela JICA, naquele ano, fora o “Industrial Design Training” -Treinamento em Desenho Industrial, com aulas teóricas e visitas a escritórios de projeto, na capital, Tóquio, além de visitas a outras cidades, incluindo Yokoama, Kawasaki, Nagóia e Kioto -.
A imensa vontade de ser escolhido para aquele programa me gerou forças descomunais para organizar e argumentar o meu pleito. Antes mesmo da chegada do positivo resultado, intensifiquei o estudo da língua daquele país, iniciado dez anos antes. Um telefonema do Recife avisou-me a minha aprovação, sendo convocado a seguir a Pernambuco para entrevista com o pessoal do consulado. Saí uma noite de Salvador, lá chegando na metade da manhã seguinte, indo direto ao antigo endereço daquele consulado, no centro da cidade. Ali, todos me acolheram gentilmente e riram de mim, pois viajara com a informal roupa do corpo: tênis, bermuda e camisa esportiva. No almoço, me levaram a um restaurante japonês das vizinhanças, logo retornando a Salvador. Chegou a passagem na classe executiva de um avião gigante da JAL, num compartimento no andar superior do avião para apenas dezesseis passageiros com uma aeromoça exclusiva para aquele setor. Doze horas de vôo e uma escala de três horas, em Los Angeles.
TEATRO POPULAR DE ILHÉUS NO FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL
O grupo Teatro Popular de Ilhéus viajou na quarta-feira, 23, rumo a Recife, onde participará da 18ª edição do Festival Recife do Teatro Nacional, que traz ao público pernambucano dezessete espetáculos de companhias de seis estados brasileiros.
Único grupo da Bahia a participar do Festival, o Teatro Popular de Ilhéus apresentará duas peças: “Medida Por Medida” (uma comédia baseada na obra de William Shakespeare) e o divertido “Teodorico Majestade – As Últimas Horas de Um Prefeito”, que completa nesta semana 10 anos em cartaz e encerra com chave de ouro o Festival.
As apresentações do Teatro Popular de Ilhéus acontecem no sábado (26) e domingo (27), sempre às 20h30, no Teatro Luiz Mendonça.
O Teatro Popular de Ilhéus é uma das 15 instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).
TRIO PARADA DURA
O garotinho traquina aprontou e, ao ser pego de calça curta, esperneou e escandalizou, na malandragem de angariar dó e compaixão.
O desbravador do além-mar (EUA e Paris) e descobridor de tesouros valiosos como dinheiro, joias, lancha e luxo, calou e encolheu, já sabedor de que, cedo ou tarde, sua hora chegaria.
O ultrapassado truculento do passado (e presente) nega de pés juntos ter espremido o demissionário até o último fio de cabelo para ter atendidos seus interesses privados, às custas do Público.
E ainda há – e como há – quem se sinta representado por essa gente.
Nilson Pessoa
Luiz Castro em: DECOLORES
ESCADA DA VIDA
Subitamente um senhor se aproximou e veio ao meu encontro perguntando-me meu nome. Ao responder fui agraciado por um aperto de mão e ele apresentou-se por Homero Silveira ou melhor, Dr. Homero (odontologo). A emoção tomou posse do meu ser, pois estava diante de um grande escritor que teve uma grande inspiração de criar uma grande obra literária intitulada “VIVER 70 ANOS OU + COM SAÚDE E PAZ”. Imediatamente após um grande abraço ele me presenteou com uma edição do seu novo livro intitulado DEGRAUS “ESCADA DA VIDA”, o qual retrata as varias fases da vida desde o renascer, infância, puberdade, adolescência, maturação, velhice e retorno. “ Renascer (Renascença) – Nascer de novo, Crescer e Germinar de novo. Ressurgir. Rejuvenescer. Renascente. Tornar a aparecer. Vir para a vida nova. Infância – Período de crescimento no ser humano que se estende do nascimento até a puberdade (meninice). O primeiro estágio físico da vida humana até os sete anos, mais ou menos. Puberdade – Idade em que os indivíduos se tornam aptos a procriação. Tornam-se púberes criando barba ou pelos finos que pré anunciam a adolescência. Adolescência – Período na vida do ser humano entre a puberdade e a virilidade (dos l4 aos 25 anos). Maturação – Ato de amadurecer. Quanto se acha maturado, sazonado. Idade de tornar-se sisudo. Circunspecto pelo estudo, namoro ou pela experiência (trabalho). Velhice – Estado ou condição física de muitos anos de vida. Idade avançada. Tempo de vivência e de muitas experiências. Retorno – Viagem de volta. Regresso ao eterno lar. Tornar ao ponto primitivo. “Segundo os pesquisadores cientistas, podemos comparar a nossa vida como escalar uma montanha. Atingir o cume é atingir um objetivo. Depois irão aparecer outras montanhas com cumes bem mais altos, mas com a experiência de já termos escalados pequenos cumes, vamos subindo.
6º DESAFIO DOS CALANGOS – VITÓRIA DA CONQUISTA
01
02
03
04
05
Maelson Souza
Ameaçada… Afff
Você publicou meu email e as tietes do Deus de lábios carnudos me atacaram, fizeram ameças e parece ato de fã clube. Deletei o email antes que Tião soubesse.
Tinho, não sei se te contei, aprendi a pilotar motos na minha passagem pela Espanha. Quando chegamos no Brasil, Tião meu fazendeiro, me deu uma Kawasaki.
Sai no domingo para passear e quando passei pela Ponta da Pedra, fiquei angustiada e saudosa lembrando dos tempos de pobreza, no quadro da bicicleta de Clodoaldo o pedreiro daqueles tempos.
Não divulgue esse novo email.
Mil beijos gato.
ITABUNA / MUTIRÃO DO DIABÉTICO – PEDALADA AZUL
By Rafael Andrade e Enault Freitas
























































