:: ‘MAÇONARIA’
ULTRAPASSANDO FALHAS
Desbasto a pedra!,…
Supero defeitos!,…
Ando com irmãos!,…
Tolero com humildade!,…
Particular é meu crescimento!,…
Coletivo é a Vitória!,…
Maçonaria!
Somos um!,…
Sul, Norte, Oriente e Ocidente, a solidão nos atinge e o crescimento impera; a romã, mais, uni seus caroços.
Aprendemos!,…
Fora o afrontamento!,…
Fora o imoral!,…
Fora vícios!,…
Em silencio, subjugado a LEIS e a seus livros, sem desordens, caminhamos em silencio, que ululante marca para todo o sempre a humanidade; em nome do G.’.A.’.D.’.U.’.
Leonardo Garcia Diniz
Aug.’. e Resp.’. Loj.’. Simb.’. Vigilância e Resistência – Ilhéus
MAÇONARIA & COLETIVIDADE
A “sociedade humana” foi quem, para mim, desde os primórdios, teceu a necessidade de existir “homens de bem e de bons costumes” para que pudessem eles elaborar, professar, praticar e respeitar as Leis e costumes que intuíam provocando a sua própria evolução. (Leonardo Diniz)

Leonardo Garcia Diniz
Durante séculos a Maçonaria vem contribuindo de forma eficaz e eficiente no combate aos vícios sociais.
Da Maçonaria Primitiva que abrange o conhecimento de nosso passado mais remoto, passando pela Maçonaria Operativa onde se consolidou os conhecimentos filosóficos e doutrinários, chegando a Maçonaria Especulativa, moderna, que é a por nós hoje praticada, ainda, eternos aprendizes, estudamos a ARTE REAL.
Tenho me questionado sobre o atropelamento que sofremos nos últimos 20 anos provocado pelos avanços tecnológicos, pela velocidade da informação, pela ausência de limites no informar e de sobre a falta que faz uma maior conectividade da Maçonaria com o meio social.
A Maçonaria vem, a passos largos, perdendo seus membros para outras diversas associações, LIONS, ROTARE, RELIGIÕES várias e etc… por motivações esdrúxulas e inverídicas, provocado por Padres Católicos, Pastores de diversas origens e, pior, por milhares de membros da nossa própria ORDEM que a abandonam por falta de experiências e de uma inteiração mais ativa e efetiva com a sociedade a que pertencem.
A Maçonaria atual vem revelando-se por ser uma “aventura” a viver restrita em Templos, sem emoções, sem aventuras, sem louros, sem derrotas, distante da sociedade a que ela, em sua história, se propôs, num passado recente a ser norte, bússola.
Leonardo Garcia Diniz em: HUMILDADE

Leonardo Garcia Diniz
Virtude silenciosa, “sentimento”, que traz em seu cerne somente aqueles que, ainda no século XXI, conseguem perceber a grandeza que há na modéstia de se reverenciar a nobreza alheia e que para, além disso, conseguem respeitar aqueles que por serem pobres, submissos pela situação social que ocupam, fracos e carentes, com a devida deferência HUMANA que merecem.
Sem ser notada, sem alaridos, a “humildade” segue por dentro, dirige, define, todas as demais e fundamentadas virtudes que norteiam o comportamento dos homens que praticam a ARTE REAL; que entre tantas nomeio:
Tolerância, mais enfatizada.
Ética, cimento na construção da sociedade.
Justiça, para se manter a liberdade e o direito.
Caridade, doar em causa da aflição.
Ser “Humilde” não significa ser servil.
Ser “Humilde” não significa ser fraco.
Ser “Humilde” não significa crer em depreciação própria.
A Humildade é a única virtude que jamais caminhará sozinha, ela estará sempre acompanhada, de mãos dadas, com a Tolerância, com a misericórdia, com o amor, com a caridade, com a verdade e, principalmente, com a consciência e o reconhecimento de “DEUS”.
Ao possuir HUMILDADE pode o Homem reconhecer em si a força da razão que a guia, produzindo nele (homem) a alegria, paz e serenidade que tanto necessita.
“Quem é bom, é livre, ainda que seja escravo. Quem é mau, é escravo, ainda que livre”
Santo Agostinho.
Leonardo Garcia Diniz
Rito Brasileiro / 1º Seminário Regional em Riachão do Jacuípe
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

































































