:: ‘Mensagem’
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
EQUILÍBRIO
Não perca seu equilíbrio interno.
Por maior que seja a tempestade que o envolve, não perca seu equilíbrio.
Todas as tempestades passam.
E se soubermos recebê-las com serenidade, nenhum mal nos causarão.
Jesus dormia no fundo da barca…
Quando os discípulos o chamaram, nervosos, ele acalmou tudo.
Faça o mesmo.
Recorra ao Mestre Divino, para que as tempestades se acalmem a seu lado.(C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
A surpresa …
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Enviada por DUDU PITA.
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
SIMPLICIDADE
Viva com simplicidade.
Por que complicar as coisas?
Você acabará atrapalhando sua própria vida, porque as complicações nos atrasam.
Seja simples e eficaz.
A simplicidade olha a natureza sem colocar óculos.
Quando puder resolver as coisas sem complicá-las, faça-o em seu próprio benefício.
Busque na simplicidade a solução de todos os seus problemas. (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
Concílio Vaticano II : sob o signo da alegria e da esperança

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus
Neste mês de outubro de 2012, exatamente no dia 11, se completam 50 anos da inauguração oficial do Concílio Vaticano II, acontecida a 11 de outubro de 1962.
No dia 25 de janeiro de 1959 o papa João XXIII surpreendeu o mundo com o anúncio do Concílio e desencadeou todo o processo conciliar.
A convocação se deu no dia 25 de dezembro de 1961. Com o documento “Humanae Salutis”, o papa João XXIII, no natal de 1961, convocava o Concílio, e estabelecia o ano de 1962 como o ano da abertura oficial do Concílio. Não demorou muito para o papa escolher uma data bonita e simbólica: o dia 11 de outubro, em que lembrava a conclusão do Concílio de Éfeso, acontecido no ano 451.
Como os peregrinos sentiam alegria ao ver Jerusalém às portas, depois de longa caminhada, assim foi naquele dia tão esperado, em que finalmente começaria o Concílio proposto pelo papa João XXIII.
No Ano da Fé, convocado pelo papa Bento XVI, somos convidados a descobrir quais foram os motivos de tanta alegria. E ver se conseguimos também hoje, depois de 50 anos, reencontrar caminhos de esperança, para a Igreja e para a humanidade.
Na abertura do Concílio, ficou famoso o discurso do papa João XXIII. Ele transmitiu a certeza de que o Concílio era fruto de inspiração divina, e que tinha chegado a hora da Igreja se renovar, se aproximar do mundo de hoje, e se colocar a serviço da humanidade, com a qual queria assumir solidariamente suas grandes causas, e a ela oferecer a luz do Evangelho.
Ele começou seu discurso com a bonita expressão: “Gaudet Mater Ecclesia”, “Alegra-se a Mãe Igreja”. Foram as primeiras palavras do Concílio.
Quatro anos depois, terminava o Concílio com as mesmas palavras de alegria e de esperança. O último documento aprovado do Concílio foi a constituição pastoral sobre a Igreja no mundo de hoje. Ele começa com as palavras: “Gaudium et Spes”, “As alegrias e as esperanças”.
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
POLÍTICA
Se você enveredou na senda da política, saiba que não foi por acaso.
Deus colocou em suas mãos o destino de sua pátria, de sua cidade.
Desperte sua consciência íntima, para assumir essa tremenda responsabilidade.
Muito lhe foi dado e, por isso, muito lhe será pedido.
Não deixe que a vaidade e os interesses pessoais o desviem da missão que o trouxe ao mundo.
Conduza a pátria, a sua cidade à felicidade e à paz. (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
Olhe sempre !
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Enviada pelo amigo sumido Professor Maciel.
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
DÚVIDA
Quando a dúvida o assaltar, mantenha firme seu coração, no desejo sincero de perseverar até o fim.
Se a mágoa e a calúnia o ferirem, não fique a lamentar-se inutilmente: gaste seu tempo em trabalhos construtivos, auxiliando a todos os que necessitam de seu apoio.
Não se deixe desfalecer pelas dores!
Ao contrário: eleve seu pensamento confiante, pedindo o socorro do Alto. (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
VASO “DEFEITUOSO”
Para ver em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).
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Enviada pelo AMIGO/IRMÃO Da Rin.
Política, com ofensas à Igreja, não!
por Cardeal D.Odilo P. Scherer
Na atual campanha eleitoral para os cargos do Poder Municipal, a Arquidiocese de São Paulo tem procurado manter uma postura coerente com as disposições canônicas da Igreja Católica e com suas próprias orientações pastorais. Instruções foram passadas ao clero, para que os espaços e os momentos de celebrações religiosas não sejam utilizados para a propaganda eleitoral partidária, nem para pedir votos para candidatos. Estas orientações também estão sintonizadas com as próprias normas da Justiça Eleitoral.
Entretanto, a mesma Arquidiocese, através de seu Arcebispo e dos Bispos Auxiliares, também deu orientações e critérios sobre a participação dos fiéis na campanha eleitoral e na vida política da cidade e sobre a escolha de candidatos idôneos, embora sem citar nomes ou partidos. Essas orientações estão amplamente divulgadas. Entendemos que o voto dos cidadãos é livre e não deve ser imposto aos fiéis, como por “cabresto eleitoral”, pelos ministros religiosos; nem devem nossos templos e organizações religiosas ser transformados em “currais eleitorais”, reeditando práticas de uma política viciada, que deveriam estar superadas. A manipulação política da religião não é um benefício para o convívio democrático e pluralista e pode colocar em risco a tolerância e a paz social.
Também com este propósito, enquanto organização presente de maneira capilar na cidade, a Arquidiocese de São Paulo convidou os 5 candidatos, atualmente mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais, sem distinção de partido, para um colóquio com o clero e os religiosos, no próximo dia 20 de setembro, para que os candidatos tenham a ocasião de apresentar seus projetos e propósitos de governo e, da parte do clero e dos religiosos, possam ouvir os questionamentos sobre assuntos que interessam muito o povo de São Paulo e dizem respeito a realidades e questões, nas quais as organizações da nossa Igreja estão profundamente inseridas e envolvidas.
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
EQUILÍBRIO
Mantenha seu equilíbrio.
O equilíbrio depende da serenidade da mente.
Jamais se aborreça nem se exalte.
Não ligue importância às coisas passageiras que lhe vêm de fora.
Não se impressione com o que os outros dizem.
Siga a conduta ditada por sua consciência, e não perca seu equilíbrio.
Caminhe para a frente, alegre e certo de que há de vencer, por maiores que sejam as dificuldades do caminho. (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
ELE TEM FEITO BEM TODAS AS COISAS:
AOS SURDOS FAZ OUVIR E AOS MUDOS FALAR” (Mc 7,37)

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus
No Brasil, há vários anos, a Igreja Católica dedica o mês de setembro para a reflexão e o aprofundamento do conhecimento da Bíblia. É conhecido como o Mês da Bíblia.
Muitos católicos pensam que basta participar da celebração da missa. A Igreja ensina que a liturgia “não esgota toda a ação da Igreja” (SC 9). Para se celebrar eficazmente a Liturgia, o cristão católico precisa ser primeiro evangelizado, precisa crer, precisa mudar de vida, pois “como invocação Aquele em quem não creram? E como crerão sem ter ouvido falar d´Ele? E como ouvirão, se ninguém lhes anunciar? E como se anunciará se ninguém for enviado?… (Rm 10,14-15). Importa que nos empenhemos, pessoal e comunitariamente, para um encontro com o Cristo na Palavra. Reunidos em Aparecida os nossos bispos afirmam: “A Palavra de Deus não são meras palavras. A Palavra é uma pessoa que fala e fala a outra pessoa. E, por ser pessoa, busca estabelecer uma relação…” (Discípulos e Servidores da Palavra de Deus na Missão da Igreja, Documentos da CNBB, n. 97, introdução).
Devemos nos perguntar: na minha vida pessoal e na minha comunidade o que podemos fomentar em termos de estudo e celebração em torno da Palavra de Deus.
Muitos católicos ainda têm grande dificuldade de participar da celebração da Palavra de Deus dirigida por leigos e leigas, ministros extraordinários da Palavra. Por que essa resistência? Há cinquenta anos da realização do Concilio Vaticano II muitos só querem a celebração da missa feita pelo padre. Pensam que a celebração apenas da Palavra não vale tanto quanto a missa.
A Igreja sempre teve consciência de que na celebração litúrgica a Palavra de Deus é ação do Espírito Santo que opera, age no coração dos fiéis. “Na realidade, graças ao Paráclito é que a Palavra de Deus se torna fundamento da ação litúrgica, norma e sustentáculo da vida inteira” (Verbum Domini, n. 52).
À maneira de introdução fraterna
Dom Pedro Casaldáliga
Bispo Emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia
Adital – 11.09.12 – América Latina e Caribe
Na Agenda de 2012 nos perguntávamos que Humanidade podemos e queremos ser, que vida podemos e queremos viver, que convivência almejamos. Esta Agenda de 2013 aterriza no campo de batalha da Economia, onde se decide a vontade e a possibilidade de viver e de conviver toda a Humanidade com verdadeira dignidade humana.
Emmanuel Mounier nos recordou que tudo é política mesmo não sendo a política tudo. Muito antes e depois ideologias e poderes têm reduzido tudo à Economia. Churchill dizia que«no fundo de toda questão há uma libra esterlina».
A Agenda aborda a Outra Economia. Que não é um tema novo em absoluto, senão que conecta com a luta utópica de tanta Humanidade, em movimentos e revoluções, com diferentes nomes, porém na procura da justiça, contra a fome e a escravidão, contra todos os regimes políticos que têm negado o sol e o pão à imensa maioria da Humanidade una.
Falamos da Outra Economia, outra de verdade, radicalmente alternativa, não simplesmente de«reformas econômicas. De reformismos baratos nos livre o Deus da Vida.
A Outra Economia não pode ser somente econômica. Há de ser integral, ecológica, intercultural, a serviço do Bem Viver e do Bem Conviver, na construção da plenitude humana, desmontando a estrutura econômica atual que está exclusivamente a serviço do mercado total, apátrida, homicida de pessoas, genocida de povos. Sonhamos com uma mudança sistêmica que atenda às necessidades e aspirações de toda a Família Humana reunida na casa comum «Oikós». «Oikós-nomia» é «a administração da casa» que tem como lei a fraternidade/sororidade.
Esta outra economiasó se pode dar a partir de uma consciência humana e humanizadora que se negue à desigualdade escandalosa em que está estruturada a sociedade atual. Uma economia para todas as pessoas e todos os povos, em comunhão de lutas e esperanças, como sonhava o camponês para seus nove filhos: «mais ou menos para todos». Em nível de família, de vizinhança, de cidade, de país, de continente, de mundo. Sempre a partir dos pobres e excluídos, construindo da terra do povo, do seu suor, do seu grito e seu canto, do sangue derramado por multidões de mártires testemunhas.



























































