:: ‘Notícias’
Chocolate Groove vai dar um sabor regional ao III Festival Nacional do Chocolate
Greve impede avanço do governo contra Autonomia Universitária
Em abril, os professores das quatro Universidades Estaduais da Bahia (UESC, UEFS, UNEB e UESB), deflagraram greve com os objetivos de assegurar que seus direitos fossem respeitados, de afirmar a autonomia universitária e de garantir o bom funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas universidades, que vêm se precarizando nos últimos anos.
Em 2009 foram iniciadas as negociações salariais dos docentes com o governo, pela incorporação da gratificação CET (Condições Especiais de Trabalho) ao salário base. Contudo, no dia da assinatura do acordo, em dezembro de 2010, o governo surpreendeu os professores incluindo no documento uma cláusula que congelava os salários por quatro anos, demonstrando mais uma vez sua indisposição com a categoria.
Em seguida, em fevereiro deste ano, o governo publicou o Decreto 12.583/11 e a Portaria complementar 001/11, que impediam a contratação de professores substitutos, a mudança de regime de trabalho e as promoções e as progressões na carreira docente. O decreto inviabilizava, ainda, a realização de eventos científicos, bancas de pós-graduação e de concursos, a realização de obras e retirava recursos para a permanência estudantil.
A intransigência e a arrogância do governo Wagner empurraram a categoria docente para uma greve nas quatro universidades estaduais. O governador, então, mostrou sua face truculenta, cortando os salários dos professores, inclusive os dias trabalhados. Reconhecendo tal abuso, a justiça – tanto no âmbito estadual quanto federal – obrigou o governo a pagar os salários retidos, mesmo com a greve ainda em andamento.
Com a ampla cobertura da imprensa local, regional e nacional, após 67 dias de intensas manifestações por toda a Bahia, inclusive com a ocupação da Assembléia Legislativa por sete dias, o governo recuou e se viu obrigado a voltar a negociar, assinando, no dia 15 de junho, dois acordos: um que garante a incorporação da CET ao salário base dos professores e outro que diminui os impactos negativos provocados pelo Decreto 12.583/11 nas universidades.
Com isso, a greve na UESC chegou ao fim com importantes conquistas para a comunidade acadêmica e para a sociedade, ao garantir a manutenção dos direitos constitucionais necessários para o bom funcionamento do ensino superior público na Bahia.
Gostaríamos de agradecer aqui à comunidade universitária, que foi valente ao confrontar o governo e exigir dele a adequada manutenção das universidades, entendendo que o sacrifício feito foi necessário para defender este inestimável patrimônio do povo baiano. Agradecer à imprensa, cumpridora do seu dever de bem informar, e à população como um todo, que sempre apoiou os professores e que jamais permitirá que lhe seja tirado o direito a uma educação superior pública, gratuita e de qualidade.
Ilhéus, 04 de julho de 2011.
EM DEFESA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA E DE QUALIDADE!
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ADUSC
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Wagner estará na abertura do III Festival do Chocolate da Bahia
O governador Jaques Wagner, confirmou presença na abertura do III Festival de Chocolate da Bahia, que acontece em Ilhéus, sul do estado, entre os dias 06 e 10 de julho. Além do governador, diversos secretários estaduais, parlamentares baianos da Assembléia Legislativa da Bahia e do Congresso Nacional, também participarão da solenidade de abertura, que acontece no dia 06, às 19 horas, no salão principal do Centro de Convenções do município.
Uma palestra de Ernesto Harald, diretor da Harald, empresa que produz 70.000 toneladas de produtos destinados unicamente a mercados industriais e food service, abre oficialmente o festival que este ano promete reunir, além de políticos de todo o estado, empresários e especialistas em chocolate do Brasil e do exterior e, para o governo da Bahia, servirá como o lançamento oficial da 1ª edição do Salão do Chocolate de Paris no Brasil, que acontece na Bahia em julho de 2012.
Durante a solenidade de abertura, o governador Jaques Wagner será homenageado por produtores de cacau e de chocolates finos do sul da Bahia, pela contribuição que tem dado ao processo de revitalização da principal lavoura da região. O Festival do Chocolate acontece este ano, em Ilhéus, com um grande desafio: ganhar sua verdadeira dimensão pelo território nacional. Na Bahia, o evento já conseguiu se consolidar. Agora, parte para conquistar o Brasil e já começa a ganhar olhares de admiração da mídia de outras regiões do país. Repórteres de veículos de circulação nacional, a exemplo de o Correio Braziliense, Estado de Minas, Jornal de Turismo, Mercado e Eventos e Jornal do Commércio, de Pernambuco, confirmaram presença e farão a cobertura do evento.
BURACOS, ATÉ QUANDO?
De: Diego
Assunto: BURACOS, ATÉ QUANDO?
Corpo da mensagem:
Hoje estive passando de carro pela rua Barao do Rio Branco, e me deparei com um buraco que quase engoliu a roda do carro. O susto foi grande, sem falar a batida que a roda e o carro levou, que por ser a noite não pude constatar se ouve danos maiores. Mas venho aqui cobrar do secretário de transportes de Ilhéus quando será que os buracos da cidade enfim terão fim. Estarei essa semana tirando fotos de alguns buracos já bem velhinhos de nossa cidade. Tem um do lado do muro do aeroporto, perto da entrada da Proa que já tem séculos e até agora nada foi feito, outro perto do boleros do mar, que já faz mais de anos. Então eu pergunto, porque a industria de multas de Ilheus funciona e a industria de infraestura nao? Porque nao e feito o recapeamento das vias?? Se meu carro foi danificado pelo buraco, voces irao custear os prejuizos?? Certamente nao!
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Marli Gonçalves em: Deve ser moda. Deve ser. Só pode ser
Lembro sempre do coelho da Alice, aquele que comemora desaniversários todos os dias. Mas no caso falaremos é de deselegâncias, que o povo anda fazendo a torto e direito todos os dias. Tem também umas manias…
Encontros marcados e desmarcados em cima da hora, como se não fizéssemos mais nada a não ser sempre estar à disposição, com um tapete vermelho, pronto a ser estendido. Respostas prometidas que nunca chegam. Projetos solicitados para “ontem” que se desintegram no ar junto com quem pediu. Ando notando e anotando que – digamos – a “etiqueta”, a mínima, a básica, a da educação, virou mesmo uma coisa fora de moda.
Se isso ocorre habitualmente no mundo empresarial, onde sempre há algum dinheiro envolvido, deve andar muito pior ainda no convívio social. Nem é mais o caso do tal telefonema do dia seguinte que as mulheres (como se não acontecesse com os homens) tanto esperam. Esse já virou mito. Lembro que chegava a ficar tirando o telefone do gancho toda hora para ver se ele estava funcionando mesmo, queria ouvir o barulho da linha, e era capaz de brigar feio se alguém ousasse “ocupar” o aparelho. Sempre achava que exatamente naquela hora a pessoa ia ligar, ia dar ocupado, e baubau. Quando não havia tanta tecnologia nos sujeitávamos a cada uma! E nem vem: você também já fez isso. Apenas admita.
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Maria Regina Canhos Vicentin em: Olhar para ver e ouvir para escutar
Faz algum tempo, li uma entrevista em que uma famosa atriz de televisão dizia ter tomado conhecimento que seu filho estava envolvido com drogas somente após quatro anos de uso. Lembro-me de ter ficado chocada na época. Uma década depois, continuo perplexa com essa situação, analisando como é possível viver ao lado de alguém sem olhar para os seus olhos ou ouvir suas estórias. Isso é algo muito sério.
Por incrível que pareça, esse quadro está se repetindo nos dias de hoje com mais frequência. Os pais não veem, não ouvem, não percebem nada que possa desalinhar a ideia de família perfeita. Eles sentem que algo não vai bem, mas preferem ignorar a sensação de incômodo que, volta e meia, insiste em cutucar. Costuma ser complicado olhar para as lacunas da educação decorrentes do comodismo, ou justificadas pela ausência de tempo. A família risonha agora chora. É tarde demais para evitar o que já aconteceu.
Residência do ex-prefeito invadida por atirador em Ibicaraí
Segundo relata o ex-prefeito Henrique Oliveira, além dele e de Baby também estavam na casa sua filha, Juliana Oliveira, e três netas menores de idade. A PM de Ibicaraí foi acionada imediatamente, e logo depois, com ajuda de policiais de 15º Batalhão de Itabuna, apreendeu em flagrante o atirador, no trevo de entrada do município de Barro Preto, portando a arma que utilizou para tentar matar a esposa. Bruno ficou detido na delegacia de Barro Preto. Na manhã de hoje, sábado, 2, foi transferido para a delegacia de Ibicaraí, aguardando abertura de inquérito policial. Peritos da polícia civil já estiveram na residência do ex-prefeito para realizar a perícia técnica, e recolherem os projétis disparados pelo atirador, além da arma do fogo que já estava apreendida na delegacia de Ibicaraí.
Henrique Oliveira, que por quatro vezes administrou o município, também lamenta o descontrole emocional e a crise de violência do rapaz, mas acentua a atitude ligeira e corajosa de Baby que ficou na frente de Bruno para que ele não conseguisse chegar até a esposa, evitando uma tragédia maior. “Ela salvou a vida de Carla e do seu filho, pois o marido dela estava incontrolável”, diz o ex-prefeito.
Outro fato importante foi a atitude de populares e vizinhos que se aglomeram nas esquinas e nas ruas próxima à residência de HO, chamando a atenção para o que estava acontecendo e se mobilizaram para comunicar o ocorrido à Polícia Militar. “A presença deles foi também muito importante para evitar a tragédia”, diz o ex-prefeito.





























































