:: ‘Notícias’
Calendário de vacinação
Calendário de vacinação
Tem um ditado popular que diz que “prevenir é o melhor remédio”. Pensando nisso, a ANABB presta um serviço aos associados com informações sobre as principais vacinas recomendadas a diferentes faixas etárias.
Com base nas cartilhas elaboradas pelo laboratório Sabin e distribuídas gratuitamente, os associados terão acesso ao calendário de vacinação para crianças, adultos, adolescentes e mulheres.
São informações úteis sobre as principais vacinas que devem ser tomadas para prevenir contra doenças como hepatites, HPV, febre amarela e outras. A vacina contra a gripe, por exemplo, é anual. Ela é recomendada para todos os indivíduos com mais de 6 meses de idade.
Fique atento sobre quando se vacinar. Torne isso uma rotina.
Calendário de vacinação da mulher
Calendário de vacinação do adolescente
Calendário de vacinação do adulto e do idoso
Calendário de vacinação da criança
Calendário de vacinação ocupacional
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Enviada por Reynaldo Rabat Chame
PALESTRAS – CURSOS – OFICINAS

PALESTRAS
CURSOS
OFICINAS
Capitão PM Edgar Cardoso dos Santos graduando em Geografia pela UESC, Coordenador mentor e instrutor do PROERD- Programa Educacional de Resistência às Drogas, Conselheiro para Liderança Comunitária.
CONTATO:
CELULAR-73.88428225 claro
“Tão importante ouvir alguém com os olhos e com coração os ouvidos.”
(Martin Buxbaum)
¨NOSSAS CRIANÇA DE BEM COM A VIDA¨
Santa Casa de Misericórdia de Itabuna
Olá,
PAZ e LUZ
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Encontrei, recentemente, uma boa ‘barca’ de Itabuna. Uma galera letrada, conceituada e de credibilidade inquestionável. Foi uma festa. Rever essas feras grapiunas é SEMPRE muito legal.
Depois de resolvermos todos os problemas da net e velox o papo descambou para o que tem pautado as conversas por lá: A eleição da nova provedoria da Santa Casa de Itabuna.
É evidente que depois dos meus piripaques (dois e daqueles!!!!) vivo com os olhos lá. Quer dizer: é um assunto que desperta (e muito) o meu interesse. Aquilo lá tem que ser visto e administrado com amor e dedicação. Ser por ser não vai dar em nada que preste. Aliás, os exemplos estão aí …
Perguntei sobre a disputa e fui informado que com o anúncio dos candidatos Silvane Chaves para provedor e Samuel Guimarães para vice os outros concorrentes esfriaram porque a bagagem dessa dupla é muito grande e nela reside a redenção daquela Casa. Outro ponto preponderante é que os dois circulam com desenvoltura entre médicos, enfermeiros, enfim, com aqueles que fazem rodar, com profissionalismo e desvinculados de interesses outros (que não sejam o de bem servir) aquele complexo hospitalar.
O trabalho desenvolvido por Silvane na 7ª Dires, na condição de diretor reflete, até hoje, positivamente, na cidade de Itabuna e com reflexos na região. Samuel é conhecido professor da UESC e, lá, implantou o curso de educação fisica. Pesa bstante o fato dele ter sido venerável da Loja Maçônica 28 de Julho e isso por duas vezes. Justo e perfeito.
Foi com entusiasmo que ouvi essas considerações sobre o pleito. Se for feita, tecnicamente, uma avaliação sobre essa conversa/informações essa chapa será vencedora. Isso foi voz corrente e, arriscam dizer, com muitos votos de frente.
Vou acompanhar e abusar a galera para que vá informando as coisas de lá.
Abração pra todos os amigos/colegas de Itabuna e fiquem com DEUS (Sempre!).
Roberto Rabat Chame
À beira do colapso
Antonio Carlos Lopes*
A saúde suplementar no Brasil está à beira do colapso. Entre os agentes do setor, apenas os planos de saúde parecem satisfeitos, mesmo sem reconhecer publicamente. Tem mesmo de estar felizes: em recente audiência pública na Câmara dos Deputados, a Fenasoft divulgou que em 2010 as 15 operadoras por ela representadas tiveram receita de R$ 73 bilhões e despesa de R$ 58 bilhões. Um saldo de 15 bilhões.
Enquanto isso, do outro lado do balcão, pacientes e prestadores de serviço, como os médicos, pagam a conta desta mercantilização, da busca de lucros a qualquer custo. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar dão conta de que de dezembro do ano passado a abril último, o índice oficial que mede o número de reclamações dos usuários passou de 0,29 ponto para 0,62; ou seja, dobrou. Só no primeiro bimestre, foram 28.318 registros.
A queixa maior é sobre negativa de cobertura; vêm depois as cláusulas contratuais abusivas e reajustes injustificados da mensalidade.
Prefeitura Municipal de Ilhéus
Ilhéus comemora aniversário com eventos cívicos culturais e esportivos
Prefeito inaugura obras em Inema
Milhares de pessoas curtiram o “São João é Praia e Forró”
Prefeitura de Ilhéus e Bahiatursa comemoram parceria do São João
O “São João É praia e Forró” contagiou ilheenses e turistas
DIVALDO FRANCO E O PADRE
Certa vez, fui a um padre confessar (antes de tornar-me espírita). Contei-lhe sobre minhas comunicações com os mortos. Para ele eram forças demoníacas tentando me afastar da Igreja. Veio-me uma mágoa de Deus e comecei a questionar:
– Sou um bom católico, bom sacristão, adoro a Igreja, faço jejum, passo a semana da Páscoa sem comer até o meio-dia. Se Deus não pode com o diabo, eu vou agüentar? O diabo vai me vencer. Como um garoto de 17 anos, do interior, ingênuo, pode vencer o diabo se nem Deus consegue?
Entrei em depressão e fiquei com mágoa de Deus. Confessei-me ao padre:
– Eu vou me matar. Nossa Senhora do Carmo vai ter pena de mim, vai me colocar o escapulário e me tirar do inferno.
Ele me olhou demoradamente e respondeu:
– Não tome nenhuma atitude agora. O demônio às vezes nos perturba para testar a nossa fé; quando não consegue, abandona. Volte para a Igreja.
Era um homem honesto, acreditava piamente em suas idéias.
Um dia, ao confessar-me a ele, vi aproximar-se um Espírito. Tive outro conflito:
– Como pode o diabo entrar na sacristia?
Aliás eu via sempre os Espíritos. no momento da eucaristia a hóstia tornava-se luminosa quando colocada na minha boca. Às vezes, em Feira de Santana, via o cônego Mário Pessoa aureolado. No meu entendimento (católico), ele era um santo. As pessoas na hora da fé se iluminavam e eu julgava tudo alucinação.
Quando o Espírito entrou, exclamei:
– Olha, o diabo está vindo, e é mulher!
– Você vê algum sinal particular no rosto dela? – indagou-me o padre.
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A mercantilização dos serviços públicos
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Vivemos duas décadas de uma espécie de tentativa permanente de desconstrução das propostas social e politicamente avançadas, que passaram a fazer parte integrante da famosa Constituição Cidadã, resultado da Assembleia Constituinte de 1988.
Paulo Kliass/Carta Maior
Ao longo dos últimos anos, o Brasil começou a se acomodar, de forma passiva, com um processo lento, mas contínuo, de transformação profunda em alguns de seus valores republicanos mais carregados de simbolismo e conteúdo. A Assembléia Constituinte de 1988 havia sido fruto de muita luta na caminhada rumo a um país mais democrático e menos desigual, onde os direitos sociais básicos passaram a estar assegurados no próprio texto da Carta Magna.
Enquanto os postulados ortodoxos do Consenso de Washington já começavam a se fazer presentes em uma série de países ao longo dos anos 80, aqui tentávamos superar o ciclo do regime militar, com a construção de uma nova ordem social, política e econômica. No entanto, o tempo foi curto. Os resultados políticos da virada ideológica que o Brasil sofreu a partir dos anos 90 passaram a comprometer seriamente as conquistas obtidas na década anterior.
A eleição de Collor e toda a seqüência política que se seguiu marcaram o início do retrocesso. Apesar do sucesso político representado pelo impeachment do Presidente acusado de corrupção, a verdade é que a orientação das mudanças rumo a uma ordem mais liberal, mais voltada para o mercado e assumidamente contra a “coisa pública” tornou-se hegemônica. Vivemos duas décadas de uma espécie de tentativa permanente de desconstrução das propostas social e politicamente avançadas, que passaram a fazer parte integrante da famosa Constituição Cidadã.
































































