A “sociedade humana” foi quem, para mim, desde os primórdios, teceu a necessidade de existir “homens de bem e de bons costumes” para que pudessem eles elaborar, professar, praticar e respeitar as Leis e costumes que intuíam provocando a sua própria evolução. (Leonardo Diniz)

Leonardo Garcia Diniz
Durante séculos a Maçonaria vem contribuindo de forma eficaz e eficiente no combate aos vícios sociais.
Da Maçonaria Primitiva que abrange o conhecimento de nosso passado mais remoto, passando pela Maçonaria Operativa onde se consolidou os conhecimentos filosóficos e doutrinários, chegando a Maçonaria Especulativa, moderna, que é a por nós hoje praticada, ainda, eternos aprendizes, estudamos a ARTE REAL.
Tenho me questionado sobre o atropelamento que sofremos nos últimos 20 anos provocado pelos avanços tecnológicos, pela velocidade da informação, pela ausência de limites no informar e de sobre a falta que faz uma maior conectividade da Maçonaria com o meio social.
A Maçonaria vem, a passos largos, perdendo seus membros para outras diversas associações, LIONS, ROTARE, RELIGIÕES várias e etc… por motivações esdrúxulas e inverídicas, provocado por Padres Católicos, Pastores de diversas origens e, pior, por milhares de membros da nossa própria ORDEM que a abandonam por falta de experiências e de uma inteiração mais ativa e efetiva com a sociedade a que pertencem.
A Maçonaria atual vem revelando-se por ser uma “aventura” a viver restrita em Templos, sem emoções, sem aventuras, sem louros, sem derrotas, distante da sociedade a que ela, em sua história, se propôs, num passado recente a ser norte, bússola.
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