Quem iria imaginar … rs
—
Enviado por Marcelo Ribeiro.
Premiação do Festival Anual da Canção Estudantil encerra encontro estudantil com Saulo Fernandes
Depois de três dias intensos de exposições, oficinas, cursos, competições esportivas, produções literárias para mais de 20 mil alunos da rede estadual, a realização da sétima edição do Festival Anual da Canção Estudantil (Face), na noite desta quinta-feira (29), concluiu a programação do 3ª Encontro Estudantil Todos Pela Escola, organizado pela Secretaria estadual de Educação (Sec). Os selecionados para a final, que aconteceu em um palco montado no gramado da Arena Fonte Nova, apresentaram suas músicas e o público que participava do evento ainda pôde curtir um show do cantor Saulo Fernandes, enquanto os jurados escolhiam os melhores da noite.
Foram 15 canções selecionadas para serem apresentadas em Salvador e o grande destaque da noite ficou com o estudante de 19 do município de Teixeira de Freitas, Roberto Clarisseau Marcial Neto. Acompanhado do seu violão, ele tocou e cantou a música “O jovem nordestino”, de autoria própria. Para o jovem, essa experiência vai além de ter sido escolhlido em primeiro lugar. “Eu não ganhei aqui no palco, eu ganhei muito antes, desde quando cheguei aqui em Salvador para os ensaios, conhecer todo mundo que participou, a diversidade cultural da Bahia, chegar aqui e poder aprender tudo isso foi o real prêmio”, explicou o vencedor.
As apresentações da noite foram abertas por volta das 19h desta quinta (30) na Arena Fonte Nova com shows dos vencedores do Face do ano passado, para depois passar os microfones para os competidores do festival, que em 2014 completa sete edições. Enquanto os jurados decidiam os ganhadores da noite, o público formado por estudantes, professores e profissionais da educação assistiram a um show do cantor Saulo Fernandes. Saulo chegou um pouco antes e acompanhou parte das apresentações e elogiou os estudantes. “Eu estou encantado, principalmente com o texto, essa é uma oportunidade de encontrar esse elo entre a arte e educação, e eu acredito nisso, no poder transformador da música”.
3º Encontro Estudantil Todos Pela Escola – A iniciativa da Secretaria estadual de Educação reuniu, entre os dias 28 e 30 de outubro, projetos das mais diferentes expressões artísticas e intelectuais com mais de vinte mil alunos da rede estadual em espaço que foi montado na Arena Fonte Nova, em Salvador. Durante os três dias do evento os estudantes participaram de uma programação que incluiu exposição da 7ª Mostra do Artes Visuais Estudantis (AVE), Terceira Aventuras Patrimoniais do Educação Patrimonial e Artística (EPA), 6º Sarau Estadual do Tempos de Arte Literária (TAL). entre muitas outras ações.
Fotos do festival neste link: http://www.secom.ba.gov.
Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia
ESCOLA SANTA CECÍLIA
À mestra com carinho!
Professora UZULEIKA SILVA.
100 anos de vida.
Quantos anos se passaram. Lembro-me perfeitamente do meu primeiro dia de aula na Escola Santa Cecília. A sala de aula ficava logo na entrada da casa. As mesinhas com quatro cadeiras, estavam todas arrumadas para receber os pequenos alunos, início de uma vida escolar.
A escola funcionava na casa das Silva, à Rua Manoel Vitorino, 189, hoje Rua D. Valfredo Tepe, e está gravado na parede da frente o ano de 1929.
Para nos receber à porta estava a mestra UZULEIKA SILVA. Corpo franzino e atenta a todos os alunos para o início do ano letivo.
Ninguém conhecia ninguém, todos olhando um para o outro, mas a mestra estava por perto animando o ambiente.
Não me lembro de nenhum colega chorando após o pai deixar na escola, ficamos todos quietos, como se estivéssemos aguardando o que viria a seguir.
Mas o que ficou de verdade, foi o meu primeiro contato com uma professora, com uma mestra da qualidade da Professora Uzuleika Silva.
Filha de Augusto Juvenal da Silva e Maria Alves da Silva.
Como irmãos e irmãs: Mário, Álvaro, Sílvio, Osvaldo, Alina, Rosa, Isaura, Georgina, Urânia, Thilda, Maria Augusta.
Dessa turma tive já como adulto contato mais próximo com o amigo de meu pai SÍLVIO SILVA, eram como carne e unha, andavam juntos, participavam das entidades sociais juntos, enfim, eram grandes amigos e parceiros.
Sílvio Silva foi funcionário da Receita Estadual, diretor do Clube dos Comerciários, presidente da Liga Ilheense de Futebol e diretor do Tiro de Guerra 240. Até hoje guardo a minha carteira de atirador com a sua assinatura.
Neste 01 de novembro, minha primeira professora UZULEIKA SILVA, faz 100 anos, grande parte da vida dedicada ao ensino e que teve participação na formação escolar de inúmeras pessoas da nossa cidade.
As Silva, como eram carinhosamente chamadas as irmãs de Professora Uzuleika, também tiveram importante presença na vida social de Ilhéus.

A ESCOLA.
Tentei fazer uma visita à minha professora, infelizmente não logrei êxito, mas o sentimento não pode parar e fui até a porta da minha primeira escola – Santa Cecília, e lembrei-me das mesinhas e das quatro cadeiras e, claro, da minha mestra Uzuleika.
A casa onde funcionou a escola fica bem ao lado da Praça Castro Alves, ou Praça da Irene como também é conhecida.
Agradeço a DEUS ainda por ter a oportunidade de escrever algumas linhas sobre esta importante cidadã ilheense.
OBRIGADO minha mestra! Parabéns pelos seus 100 anos.
ZÉCARLOS JUNIOR
A festa de Todos os Santos, uma chance para testemunhar a esperança cristã
O grande número de mártires que a perseguição de Diocleciano produziu, fez que a Igreja instituísse uma festa para comemorar os santos ‘anônimos’
Em uma sociedade que tende a evitar a questão da morte, a festa pagã do Halloween pode ser uma ocasião propícia para testemunhar a alegria do Evangelho e da esperança cristã.
Assim, em países de tradição católica, a solenidade de Todos os Santos é comemorada no dia 1 de novembro para destacar a vocação universal dos cristãos à santidade. Neste dia a Igreja comemora todos os santos que não têm uma festa própria no calendário litúrgico.
O grande número de mártires cristãos que a perseguição de Diocleciano produziu (284-305) levou a Igreja no século IV a estabelecer um dia para comemorá-los, já que o calendário não era suficiente para dar a cada um o seu. A primeira data era 21 de fevereiro.
Mas em 610 a festa litúrgica dos Santos mudou para 13 de maio, dia em que o Papa Bonifácio IV consagrou o Pantheon romano, onde se honravam os deuses pagãos, como templo da Santíssima Virgem e de Todos os Mártires.
Há pouco mais de cem anos depois, Gregório III (731-741) a transferiu para o 1 de novembro, em resposta à celebração pagã do Ano Novo celta ou “Samagin” – agora chamada Halloween – , na qual se festejava a noite do 31 de outubro, acreditando que ocorria a abertura entre o mundo material e o das trevas, e que os mortos viessem visitar os vivos.
Mais tarde, Gregório IV (827-844) estendeu a celebração do 1 de Novembro para toda a Igreja. Neste dia os cristãos homenageiam os santos “anônimos”, pessoas que viveram a serviço de Deus e de seus contemporâneos.
Neste sentido, é a festa de todos os batizados, que são chamados por Deus à santidade. A celebração termina, portanto, com um convite à experimentar a alegria daqueles que colocaram Cristo no centro de sua vida.
(Fonte: Zenit.org)
Em movimento contra a homofobia, homens vestem saia na Uesc
A hora do almoço na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) nesta quinta-feira foi diferente! Unidos por uma luta necessária, vários estudantes realizaram o Movimento Pró-saia, em que homens e mulheres vestiram saias, e proclamaram palavras de ordem.
O ato, organizado pelo Coletivo Aqui Há Voz, pelo Coletivo LGBT Flores Astrais e pelo Centro Acadêmico de Comunicação Social, se intensificou após a morte violenta de Lucas Fortuna, militante das causas LGBT, em 2012. O objetivo é dar um basta à homofobia, que mata uma pessoa a cada 26 horas no Brasil.
Na realização do movimento, que aconteceu no Restaurante Universitário e nos principais pavilhões da instituição, das 12h às 13h, diversos casos de crime por homofobia foram gritados, além do cobrança imediata da aprovação do Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia no país.
“O ato de vestir saia é se propor a estar no lugar do outro, transgredir o próprio gênero, desfazer padrões impostos pela sociedade, e se colocar no lugar das vítimas de LGBTfobia que recebem olhares e comentários maliciosos todos os dias”, disse Suama Reis, uma das organizadoras do movimento.

Fotos: Centro Acadêmico de Comunicação Social.
por Pablo Brandão
Aprendeu com a prefeitura?
Ontem o transformador aqui da frente pipocou.
Foi um susto danado de grande.

Mais de 12 horas depois.
Os vizinhos começaram a ligar. Uns conseguiram e outros desistiram.
Acontece que foi, se não me falha a memória, um pouquinho depois das 20 horas de ONTEM (30 10 2014).
O movimento de noite, aqui na rua, cai muito. Tem horas que demora uma semana para passar um carro. Os ônibus que circulam são aqueles de horário ‘cravado’ e nada de horários intermediários.
Assim como a Prefeitura escolhe os piores dias da semana e os horários mais inconvenientes para mexer nas coisas da cidade (lembrem do asfaltamento numa sexta feira, na direção da ponte) a tal da empresa terceirizada da COELBA deixou para trocar o transformador hoje pela manhã. Desnecessário dizer os transtornos para os moradores que ficaram sem a energia elétrica de ontem até agora, motoristas, transeuntes que gostariam de começar o dia em paz etc etc etc …
Praticamente (se não estiver errado) mais de 12 horas sem energia.
Por que CARvALHO não fez essa troca ontem? Não adianta alegar segurança porque já fizeram o mesmo serviço, pela noite, sem nenhuma dificuldade e todo mundo aqui da rua gostou.
Apenas para registrar: Os funcionários que trabalharam na troca do transformador são bons pra caramba principalmente o que fica guiando o ‘muque’ do caminhão.
PISEAGRAMA LANÇA CAMPANHA DE FINANCIAMENTO COLABORATIVO
Primeira revista sobre espaços públicos no Brasil completa três anos, lança número sobre agricultura e meio ambiente e inicia campanha no Catarse.
PISEAGRAMA é uma revista sobre espaços públicos: existentes, urgentes e imaginários.
Semestral, a revista articula e reúne as artes, a política e a vida cotidiana, publicando boas histórias, ensaios críticos, jornalismo literário, proposições e práticas espaciais, para discutir nossas cidades, sua relação com o meio ambiente, a maneira como vivemos e nos relacionamos.
Financiamento colaborativo: um novo modelo de viabilidade
Apesar dos centros urbanos estarem cada vez mais em pauta, não há, no país, nenhuma outra revista inteiramente dedicada aos espaços públicos, à relação que estabelecemos entre urbanidade e recursos naturais e, de forma mais ampla, à vida compartilhada na cidade. “A reflexão sobre o espaço público costuma ficar restrita às ciências sociais, ao urbanismo e às reclamações cidadãs nos cadernos sobre cidades dos jornais locais, o que talvez diga algo sobre a falta de imaginação com que são produzidas e geridas as cidades no Brasil”, afirmam os editores em sua página no Catarse, mecanismo de financiamento colaborativo que vem tornando possíveis muitos projetos culturais pelo Brasil.
“Acreditamos estar preparados para dar um salto e continuar a revista em estreita relação com os leitores”, afirma Roberto Andrés, professor de arquitetura na UFMG e um dos editores da revista. A proposta é simples: o apoiador é mais que um simples apoiador. Ele se torna assinante, recebendo as duas próximas edições em casa com 20% de desconto. “Foi a maneira que encontramos não só para viabilizar a revista, mas também para consolidar uma rede de leitores que garantam nossa existência a médio prazo”, explica Fernanda Regaldo, também editora. Muito mais do que recursos, a campanha no Catarse gera o público necessário para que a publicação aconteça e possa seguir adiante.
Cultivo: a cidade o meio ambiente
CENTRO MÉDICO DE ILHÉUS / RETRATAÇÃO PÚBLICA
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
SOU VASCAÍNO
Aos meus amigos vascaínos!
E toda galera ilheense!
A nossa amiga DANI SENA, bela ilheense, empresária da moda e candidata ao título de MUSA DO VASCO.
Os vascaínos que quiserem apoiar a Dani é só entrar no face e votar no seu nome.
Com certeza vai ser uma representante à altura da tradição vascaína.
No próximo domingo estará se apresentando no programa Domingo Legal do SBT.
ZÉCARLOS JUNIOR
Cabarés dos anos 30 são tema do novo espetáculo de Sôanne Marry
A Cia. de Dança Sôanne Marry traz a atmosfera sensual e boêmia dos cabarés da década de 1930, em seu novo espetáculoMaria Moçoila. A estreia está marcada para as 20 horas do próximo dia 21 de novembro, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus. No dia 22, o musical será reapresentado no mesmo horário. Segundo a diretora e coreógrafa Sôanne Marry, o musical recria o glamour das noites de um bordel, através de coreografias de balé moderno.
A inspiração para Maria Moçoila veio das biografias de Noel Rosa, Dalva de Oliveira, Nelson Gonçalves entre outros cantores e músicos que misturavam romantismo e boemia. Outra base para o espetáculo foi o filme L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância do diretor francês Bertrand Bonello. “O musical mescla ficção e realidade, o antigo e o contemporâneo, retratando o cotidiano das ninfetas”, adianta a diretora.
Entre coreografias românticas e sensuais, Maria Moçoila revela ainda os amores da casa de tolerância, onde alguns homens se apaixonam, enquanto outros se tornam viciosamente dependentes. O musical ainda mostra como as garotas chegam tímidas e logo aprendem o ofício, dividindo seus segredos, medos e dores.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
|
||||
|
||||
|
Plano Estadual de Cultura será votado na próxima terça, dia 04, na Assembleia Legislativa da Bahia































































