PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 90ª PARTE
Muitos estudiosos no assunto sobre responsabilidades penais, afirmam que “Reduzir a maioridade penal é jogar de uma vez por todas o adolescente para a criminalidade colocando-o em conflito com a lei”. Alguns políticos dizem “que estudos revelam que a maioria dos adolescentes sofre mais violência do que as praticam, por isso deve ser colocadas em práticas políticas públicas para tirar o menor da rua e da criminalidade”. Por que atualmente existem jovens que estão assaltando e matando sem dó nem piedade? O fator financeiro, fundamental apanágio para dar condições no ingresso da educação aos jovens, deixa de oferecer meios para que eles frequentem bons colégios, transformando numa chaga a vida de muitos que querem estudar e viver de forma honrada, e assim saírem das malignas rédeas da criminalidade.
O mais lamentável de todos os acontecimentos é que quanto mais cresce a carceragem no mundo mais cresce a violência em geral entre os homens por toda a humanidade. A criminalidade ocupa espaços inusitados e não existem mais idades para as pessoas manipularem as suas práticas delituosas e aberrações criminosas. O crime não compensa, porém, aos degenerados adultos vale a utilização da alienação perversa que eles oferecem aos jovens. A situação da educação passou a ser bastante complicada no Brasil atual, e faltam as condições que ofereçam benefícios iguais aos nossos brasileiros de classe pobre, com base nos direitos humanos, a fim de que tenham um aprendizado básico, criando uma sociedade regularmente digna e salutar. São tantos os reclamos sobre a elevação do bem necessitando ultrapassar o mal, tendo ficado muito caro e inconcebível chegar a uma solução imediata.
Basta analisar e observar que de forma cruel e desumana as penitenciárias são as escolas dos crimes, e com isso os países mais civilizados já aprenderam. Não sabemos se as autoridades governamentais brasileiras e o poder da Justiça entendem quais os meios fundamentais que encurtam as distâncias entre o bem e mal. Países com sistemas mais educativos e humanizados tem menos violência. O que é importante na ação eminente dos homens mais experientes é sair do seu egoísmo e entender que os jovens estão precisando de bons exemplos e precisam ser motivados para assumir o seu lugar na transformação das coisas projetadas no seguimento de uma nova qualidade de vida.
A lei emanada pelos desígnios de Deus para a sobrevivência da existência humana tem como base a gratidão entre as criaturas para que sejam simples e humildes de coração. Fica bem claro que o poder da solidariedade entre as pessoas resume em “dar com liberdade e receber com gratidão”, assim conhecemos através de discípulos de Jesus Cristo, a exemplo, São Paulo. Todavia, na face da Terra tem gente oferecendo coisas às outras pessoas apenas naquela maneira de generosidade de aparência, entretanto, no momento da oferta não se preocupam em observar que no fundo do seu intimo se deixou transparecer sentimentos de superioridade diante daquele ser necessitado! A vida tem instantes proporcionados por questões de amor e generosidade recíproca que deve fazer benefícios entre quem dar e quem recebe.
Os sábios e pensadores nos oferecem fartas ideias acerca das boas descobertas que renovam as pessoas e modificam o mundo com suas ideias, explicando sobre o porquê das preocupações humanas nas evoluções de suas idades extraídas da fonte da experiência, e assim relatam que: “Temos que agradecer a nossa idade, pois, a velhice é o preço de estarmos vivos”. “Para o profano a terceira idade é inverno, para o sábio é a estação da colheita”. Devemos gostar da idade adulta que nos oferece a linha da nossa existência, pois, olhando bem: “A maturidade é a arte de viver em paz com o que é impossível mudar”. O tempo passa e não damos conta que: “Amamos as catedrais antigas, os móveis antigos, as moedas antigas, as pinturas antigas, e os velhos livros, mas esquecemos de por completo do enorme valor moral e espiritual dos anciãos”, Lin Yutang. E no fundo de todas as nossas conclusões sobre a vida, segundo Victor Hugo, “nos olhos dos jovens vemos chamas, mas, é nos olhos dos mais velhos onde vemos a luz”.
O mundo não para e a vida continua, sendo apenas questão do conhecimento do o ser humano perceber os seus limitados caminhos que o leva à sua luz própria, delineando uma conexão refletida pela fé e confiança em si mesmo! O entendimento acerca do convívio social individualizado sem o compromisso com a arte da cultura oferece razões que determinam grandes desconfortos à nossa sociedade. As medidas mais importantes e poderão trazer benefícios: são as medidas socioeducativas. É um caminho correto para integrar a maioria dos jovens novamente à sociedade através de oportunidades, como por exemplo, o aprendizado do convívio com as responsabilidades recíprocas na sociedade em que nasceu para viver sentindo a sensatez de trabalhar, possuir o lazer e cultivar a educação, é assim que as famílias se tornam um bem grandioso nos caminhos de luz e paz no seio da humanidade.
Eduardo Afonso (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia
89ª PARTE:
http://www.r2cpress.com.br/v1/2017/02/11/psicomundo-paz-pela-compreensao-89a-parte/


























































