POUCO O QUE COMEMORAR, MUITO POR FAZER
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, a Maramata realizou diversas atividades de conscientização ambiental.
Como todos sabem a Maramata foi criada pelo Professor Soane Nazaré de Andrade, incontestavelmente um nome que se destaca no cenário educacional da Bahia.
A Maramata fez a sua parte para celebrar este dia, dentro das suas limitações em cinco meses de novo governo, mas acredito que muito mais tem que fazer.
É válido ensinar e promover atividades em salas de aulas abordando temas voltados para a preservação do meio ambiente.
Bem ao lado da Maramata temos o início da bela Baía do Pontal, cartão postal da cidade e que está sendo agredida diariamente por vândalos que ali jogam lixo doméstico, entulho, eletrodomésticos, monitores de TV, computadores, colchões, garrafas pet, enfim, está se tornando mais um ponto de lixão, numa área terminantemente proibida desse tipo de ação criminosa.
Salvo melhor juízo, neste dia a direção da Maramata deveria promover uma caminhada desses alunos em toda a extensão da orla da Baía do Pontal, dando uma oportunidade prática de se ver in loco o que é um começo de uma devastação ambiental e de como as pessoas tratam o meio ambiente.
Estou me tornando insistente nesse assunto da Baía do Pontal, mas espero um dia que o poder público veja o que está acontecendo e, junto com os órgãos de proteção ao meio ambiente, venha a tomar alguma atitude para combater o sério problema.
Muito em breve as grandes árvores e os manguezais estarão escondendo a beleza da baía, será que não é possível pelo menos podar e espaçar a quantidade de árvores existentes? Será que vai provocar impacto ambiental? Com a palavra a prefeitura, IBAMA, Comitê Orla, CREA e, claro, os ambientalistas.
Na Baía do Pontal, na invasão do Fundão (perto da rodoviária) e em outros locais da cidade, temos pouco a comemorar e muito por fazer com relação ao trato com o meio ambiente.
ZÉCARLOS JUNIOR




















































