Ponte Salvador- Ilha de Itaparica foi idealizada em 1967
Este foi o início da palestra do secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, na noite de ontem (10), durante o debate na Universidade Federal da Bahia (Ufba), promovido pelo professor da pós-graduação da Faculdade de Educação (Faced), Nelson Pretto.
De acordo com Gabrielli, os críticos do projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica, que integra o plano de desenvolvimento das regiões citadas, se apoiam em outro projeto que tem como um dos pilares a própria construção da ponte. “As propostas sugeridas, ditas como alternativas, são o mesmo projeto de Sérgio Bernardes, com um detalhe: além de omitirem a construção da ponte, a via envoltória no fundo da Baía de Todos-os-Santos (BTS) era considerada apropriada para o trânsito leve por Sérgio Bernardes, mas inadequada para o fluxo de veículos pesados, por isso existiam duas outras vias”, afirma Gabrielli, que aponta a BR-324 como uma dessas rotas.
Segundo o titular da pasta do Planejamento, o solo ao fundo da BTS é o massapê, que é inapropriado para a construção de rodovias de alta capacidade, mesmo com a tecnologia atual, além da região possuir muitos manguezais. “Esse solo foi um dos responsáveis pelo declínio da economia baiana na região do Recôncavo na década de 50, visto que não foi possível mecanizar a cultura fumageira e a cana-de-açúcar”, pontua o secretário.
Durante o debate, Gabrielli informou que uma das possibilidades em estudo é a criação de uma faixa central a ser utilizada para implantação de trilhos (VLT), que se conectaria à rede de metrô na capital e, deste modo, interligaria a ilha e Salvador com um transporte de alta capacidade.
______________________________
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia





















































