:: 19/jun/2013 . 21:09
Legião da Boa Vontade (LBV)
Globalização e pluralismo
Paiva Netto

Paiva Netto
Na obra “Reflexões da Alma” (2003), escrevi que — em um mundo que se globaliza, tantas vezes esmagando tradições respeitáveis, é prudente não desconsiderar o pluralismo que existe em cada povo, até mesmo em pequenas tribos, enquanto labutamos em favor do espírito solidário, altruístico, preconizado pelo Ecumenismo Irrestrito, que é Boa Vontade em marcha. Isto é, a vontade decidida, generosa; universal vontade de viver em paz, como, por muitos anos, pregou o escritor e poeta brasileiro Alziro Zarur (1914-1979). O autor do “Poema do Deus Divino” lançou, já na década de 1940, a Cruzada de Religiões Irmanadas, sob a invocação de um Brasil melhor e de uma Humanidade mais feliz. O espírito de Fraternidade entre os religiosos deve servir de exemplo aos demais. (…)
O Ecumenismo nos eleva à procura de soluções globais, dentro do espírito universal de Fraternidade, pregada por grandes pensadores e inspirados líderes de religiões. Ela é o “fio de Ariadne”, que, seguramente nos conduzindo pelos caminhos escuros e tortuosos das cavernas do Minotauro, pode levar-nos à esplendorosa claridade do Sol, livrando-nos das trevas dos ódios sectários. (…)
O estágio de fragilidade moral do mundo é tão avançado, apesar dos progressos atingidos, que, para acabar com a violência, só existe uma medicina forte: a da escalada da Fraternidade Solidária, aliada à Justiça, na Educação. Por isso, ecumenicamente espiritualizar o ensino é um poderoso antídoto contra a agressividade. Por falar na “Senhora de Olhos Vendados”, aqui um ilustrativo pensamento do ensaísta francês Luc de Clapiers, Marquês de Vauvenargues (1715-1747): “Não pode ser justo quem não é humano”. Por conseguinte, também não pode ser feliz.
PROJETOS/PACTO/RESPONSABILIDADE
Será que a ficha veio cair agora? Devemos acreditar no chamamento do nosso alcaide? Aqui com meus botões muito coisa passa pela minha cabecinha de cidadão.
Para a nossa sofrida cidade chegar a receber um convite do Gestor Público pedindo arrego à sociedade, com aceno de um pacto visando a repensar a situação caótica do município, onde segundo o próprio, as receitas não são suficientes para cobrir as despesas, devemos voltar ao passado e fazer algumas reflexões.
Segundo os estudiosos em administração, para o dono saber como anda sua empresa necessário se torna que o dito cujo fique sentado do outro lado da rua olhando o que acontece no seu ramo de negócio.
Esse olho crítico com certeza vai vislumbrar inúmeras situações interessantes.
Será que algum prefeito dos últimos anos teve o cuidado de olhar a nossa cidade dessa maneira?
Heckel Januário em: SIMPLESMENTE ESCOLHERAM UM LADO DA MOEDA
Muitos têm o futebol como uma paixão nacional, outros tantos, como um ópio.
Estou com os patrícios passionais, apesar de este sentimento ter me impedido constantemente de ver o outro lado da moeda. Só via o do futebol e fim de papo. Em Copa do Mundo, Seleção esta, Ave Maria! era sagrada! Não queria nem saber…
De mais nada, claro, pois só coroa me bastava, esquecia cara. Hoje, calejado de outros carnavais, a vida me impôs enxergar a ponderar primeiro e em seguida decidir, mesmo com a paixão permanecendo em cima. Portanto a escolher as emoções de uma Copa do Mundo preferiria um governo atentado para as nossas prioridades. Decisão tomada quando percebi um jogo amarrado e improdutivo no meio-campo: Como este eleitor de maior idade, torcedor sim, mas já vacinado, seria a favor de Copa do Mundo num país onde as necessidades básicas do cidadão estão longe de serem supridas? Como aplaudir a dinheirama pública na construção de estádios e ver capengando, desorganizados, serviços públicos como o de Saúde, de Educação?
Mantenho-me ainda acreditando no propósito da presidente Dilma de resolver os problemas cruciais do país. Mas aí camarada, se o assunto for futebol, uma entidade chamada FIFA entra em cena e toma as rédeas. Rapaz! onde ela se instala, pode escrever: atua como um governo paralelo! E dita às regras sem a menor cerimônia: “baianas, acarajés e tabuleiros”, símbolos incontestes de nós baianos, deveras, dos brasileiros, só se safaram do raio de 2 quilômetros da Fonte Nova a muito custo, depois de uma lengalenga danada. Já as “caxirolas” de Carlinhos Brown, solenemente aprovadas e reconhecidas no Palácio do Planalto como simbolizadoras da torcida brasileira tal como as “vuvuzelas” foram na África, não tiveram igual sorte, foram empombadas por aquela entidade poderosa sem maiores discussões.
É o tal caso: mesmo que o governo de Brasília –se defendendo– argumente que os da papoula não aceitam a Copa por não levarem em conta as particularidades do povo brasileiro, cai do cavalo ao aprovar a imperiosidade da FIFA e, sua miopia perante os nossos problemas é uma confissão de alienação. Indiferentes à vitória do Brasil sobre o Japão os protestos pipocando em várias capitais a princípio motivados pelo aumento das tarifas de ônibus, meio a Copa das Confederações, o aperitivo de todo Mundial, são sinais evidentes de que não são poucos esses problemas.
Sim, é “paixão”, e defendo esse time, mas não nos iludamos de que os bonitos estádios construídos foram para premiar o torcedor que tem o futebol correndo no “sangue”, foram para aqueles componentes chamados de ‘galerão’. Longe disso! longe disso! E tudo nos leva a crer que as autoridades brasileiras nem tentaram enganar a torcida jogando –como fazem os árbitros em início de partida– a moeda pra cima e, dizerem: Ó, não tivemos culpa, foi no sorteio, foi no sorteio! Não, simplesmente escolheram um lado da moeda sem dar bolas para o outro.
Heckel Januário
Sejamos Exemplo
por Barão de Popoff

Barão de Popoff
Oh/Vós
Que/ides
Nessa/Quinta
Passeata/Fazer
Depredação
Não/façais…
Não/façais…
Não/façais…
Pois/Certo/Estais
Cuidado/Tivessem
Governos/Com
Saúde/Educação
Segurança/Estradas
Navegação
Campo/Criação
Teríamos/Não
Favelização
Ai/Nesta/Quinta/
Não/Haveria/Caminhação
Mas…
Como/Cuidado/Não/ Houve
Vamos!
Vamos/Caminhar
Sem/Depredar.
PORTADORES DO VÍRUS HIV PEDEM AJUDA PARA SAIR DAS RUAS
O casal Magnólia de Jesus e Vanderlei da Silva, contrairam o vírus do HIV e precisam tomar o coquetel numa tentativa de aliviar os sintomas da doença. Segundo Magnólia, há cerca de dois anos ela não faz uso dos medicamentos, deixando-a debilitada para as atividades habituais. Além de ter contraído o vírus, encontra-se também com tuberculose.
Vanderlei necessita dos mesmos medicamentos e fazer um exame na cabeça, onde levou uma martelada provocando um profundo buraco e que vem trazendo muitas dores.
A família clama por ajuda, passam fome, frio e estão a mercê do abandono nas ruas de Itabuna!
Onde estão os políticos, empresários, qualquer Poder Público que seja para mudar essa realidade? Alguém precisa enxergar essas pessoas, agir!
Essa é a nossa cidade, “construindo com você um novo tempo”.
CIPE-Cacaueira apreende grande quantidade de munições em Ilhéus
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito)
























































