Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Filho de Firmino Eloy de Almeida e Alice Amorim de Almeida nasceu em Ilhéus em 4 de fevereiro de 1924, era o sétimo dos irmãos: Luiza (Lizette) casada com Pedro Ribeiro Filho, Gastão, Amilton, Avaní (Nani), Euler, João Alfredo, Dion, Maria Luiza, Henrique e Cesar.
Criança ainda foi estudar com D. Gió, que se tornou sócia de D. Zefa, e fundaram o colégio “Ateneu Fernando Caldas”, estudou também no General Osório e no Colégio Afonso de Carvalho, estudou até o 5º ano primário, anos depois foi estudar na Escola Comercial, mas por motivo de audição não concluiu o curso.
Aos doze anos foi trabalhar com Davi Barbosa depois com Ruy Dória, ambos proprietários de armazéns de secos e molhados, trabalhou no Banco do Distrito Federal, com Indalício O. Tavares e na Firma Brandão Filhos na compra de cacau e por fim na Copercacau onde se aposentou.
Seu avô, Alfredo Navarro de Amorim, foi quem lavrou a ata de emancipação política de Ilhéus.
No dia 8 de setembro de 1953 casou-se com Sarah Albagli de Almeida com quem teve sete filhos: Guilherme, Isaac, Eleonor (Lolô), Maria Alice, Mirian, Reneé e Carlos Eloy.
Ocupou a cadeira 33 da Academia de Letras de Ilhéus no lugar de Jorge Medauar em 2006, publicou em 1995 o livro “Porto de Ilhéus e etc., etc., etc., escreveu por mais de sessenta anos em jornais de Salvador e Ilhéus, depois de sua morte a família lançou outro livro seu “Os Maximilianos e outras histórias”, uma coletânea de ensaios e artigos publicados nos jornais “A Tarde” de Salvador e “Diário de Ilhéus”.
Um grande lutador por Ilhéus, lutou pela manutenção do nome de Ilhéus na denominação do porto internacional da cidade, pela industrialização do cacau em Ilhéus e pela criação do Distrito Industrial, fundou a “Sociedade de Proteção ao Patrimônio Histórico de Ilhéus” (SPPHI), a “Ação Solidária Viver Ilhéus” (ASVIL) associação sem fins lucrativos cujo único interesse era lutar pelas causas da cidade, grande defensor do Estado de Santa Cruz, um dos fundadores e também Presidente do “Instituto Histórico e Geográfico de Ilhéus”, foi quem acrescentou o “Geográfico” ao Instituto.
Faleceu em 17 de fevereiro de 2009, seu corpo está sepultado no Cemitério de Nossa Senhora da Vitória.




























































