:: ‘Espaço do Leitor’
O FERIADÃO? É COISA NOSSA!
Luiz Ferreira da Silva, 81
luizferreira1937@gmail.com
Neste 1o de maio/2018, dia do trabalhador, vale a pena se confrontar a produtividade do trabalhador brasileiro em comparação com a dos países desenvolvidos que é, em média, 3 a 4 vezes mais baixa. Isto é: um patrão no Brasil precisa contratar 4 servidores para fazer as tarefas de 1 americano, aumentando os custos da sua produção.
O Brasil fica atrás do Japão e países da Europa Ocidental, como Alemanha, Reino Unido, Itália ou França. E dos trabalhadores do México, que têm 36% da produtividade de um americano, segundo dados da consultoria internacional Conference Board.
São vários fatores desta defasagem, dentre os quais, o treinamento, a tecnologia, a infraestrutura de transporte, o incentivo, o analfabetismo/ensino fundamental, a saúde, a gerência e o comprometimento institucional.
Mas, ultimamente surgiu um novo antagonismo à produção e à produtividade, que tem custado muito caro a toda a sociedade da Nação brasileira, inexistente nos países que investem na sua capacidade de produzir com eficiência. Refiro-me ao feriadão.
O Brasil é o país dos feriados. Antigamente se falava em ponto facultativo que saiu de moda. Agora, o chamado “enforcar”. O que é isso? Todo feriado que cai na terça ou na quinta promove o enforcamento da segunda e da sexta, respectivamente. É o famoso feriadão. E a coisa pegou de tal forma que passou a constar, mesmo informalmente, no calendário nacional. :: LEIA MAIS »
POR GUILHERME ALBAGLI
A Biblia é uma divina mistura de verdades históricas, reais, “com materialidade”, com doces fantasias passadas de geração em geração, milenios antes dela ser escrita.
Nela, o real e a fantasia se unem para ensinar Vida, como preservá-la e expandi-la.
Embora não haja qualquer referência escrita sobre o Rabino Yehoshua BenYosef, no seu tempo,
o seu nome era então o mais comum na Judéia;
as cruzes foram feitas aos milhares, destruindo uma foresta, para trucidarem os filhos de Israel se opondo ao jugo romano;
alguns dos seus seguidores escreveram sobre ele, alguns com pontos convergentes, outros contraditórios.
Não duvido da existência terrena do rabino Yehoshua.
Seguia exemplarmente a religião dos seus pais,
organizada por Moisés, para seu povo, mil e trezentos anos antes.
Como as virtudes desta legislação,
com 613 mandamentos, servia a outros povos,
traduziram as escrituras hebraicas ao grego antigo, latim e, depois, às nossas linguas atuais. :: LEIA MAIS »
PSICOMUNDO <> (I) A SOBERANA FACE DA EDUCAÇÃO <>
Os brasileiros passam a vida inteira assistindo fantásticos espetáculos insuportáveis com tantas artimanhas dos nossos administradores públicos, e em sua maioria não resolvem nada em beneficio da Nação Brasileira. Seria ignorância de nossa parte, afirmar que os nossos governantes não sabem qual é a importância da educação dos brasileiros. A educação a nosso ver tem impacto em todas as áreas de nossa vida. O acesso a uma Educação de qualidade pode fazer também muito pelo Brasil. Além do mais, trata-se de um direito fundamental que ajuda não só no desenvolvimento de um país, mas também a cada individuo. Vale uma reflexão individual acerca dos momentos de tantas pessoas sobre o ontem, o hoje e o amanhã sem a presença da Educação.
Perguntar qual a real importância da educação seria como indagar que a necessidade básica do ar para todos nós, seres humanos necessitados de olhar o mundo com maior confiança e projetar uma vida de busca da prosperidade. E vai além do aumento da renda individual ou mesmo das chances de se obter um emprego, tão desvalorizado nos momentos em vive atribulado nosso país. É pela Educação que aprendemos a nos preparar para a vida, apesar dos grandes desencontros de ideias e ideais jogados ao canto sem a devida percepção humana.
Ganhamos e garantimos nosso desenvolvimento social, econômico e cultural por meio da Educação. Como as pessoas poderão saber que têm o direito à saúde e bem-estar social e humano, ao meio ambiente, adquirir meios de condições adequadas de trabalho, ou mesmo a ser tratada com dignidade? Somente a Educação Básica de qualidade geram esses benefícios porque assegura o cumprimento de outros direitos. Porém, a ausência de conhecimentos ou acessos às informações dessas lógicas do direito, nada ajudará um cidadão ao convívio de saúde mental e harmonia interior.
No Brasil atualmente, segundo as estatísticas, metade da nossa população está desempregada, outras vivendo de bolsa família, e um num estado de extrema pobreza. E tudo que observamos são as faltas de projetos sérios que venham manter inestimáveis fórmulas para tornar os brasileiros dignos dos seus destinos de construir honestamente as suas próprias riquezas básicas. E, os administradores públicos, acham que interessa apenas combater aos nefastos crimes espelhados em toda a nação brasileira, oferecendo paliativos para a segurança, contudo, a causa da violência jamais foi tratada pelas suas origens. A Educação pode corrigir os mais difíceis problemas trazendo os conhecimentos dos deveres e direitos, exterminando assim as desigualdades sociais, tornando o homem um ser humano e não um bicho criminoso e feroz. :: LEIA MAIS »
Edivaldo Pinheiro Negrão em: DECOLORES
A FERIDA DO PAI AUSENTE
Um dia desses eu peguei um Uber e comecei a conversar com o motorista. Conversa vai. Conversa vem. Eu falei da minha relação como pai com as minhas filhas. Falei do quanto erámos abertos uns com outros. Falei que sempre tive em mente o fato de que não queria torná-las ansiosas, por isso o diálogo, entre nós, era fundamental. Também falei que cresci sem pai (meu pai morrera ferrado de arraia quando eu tinha um ano de idade), longe de minha mãe, até os 18 anos. Portanto, teria tudo para não ter sido um bom pai, ou exercer a função de pai para quem precisa, quando necessário.
Ele começou a falar sobre o fato de ter pai, mas não sentir qualquer afeto ou carinho por ele, embora o respeito e o atendimento às necessidades deste sempre estiveram presentes. Ele disse que, sempre que precisou de alguma coisa de seu pai, ele usava sua mãe como meio de chegar até ele. Embora seu pai sempre o tratasse muito bem na área material, nunca se sentiu amado por ele e, quando conseguia dar-lhe um abraço era somente em datas especiais como aniversário e ano novo, mas apenas por pura formalidade, pois não sentia nada em fazer isso – era apenas por obrigação.
Chegando em casa ao ler as mensagens de meu ZAP, li o pedido de um amigo meu – o Paulo, de Minas Gerais , que pediu – me para escrever um texto com o titulo em epígrafe. É o que estou fazendo agora.
É comum alguns livros de psicologia e algumas correntes psicológicas mencionarem que toda criança, para a formação de sua personalidade, precisa de pai e mãe para que possa se transformar em uma criança saudável emocionalmente. Penso diferente, ainda que a presença destes seja de extrema importância, mais do que pai e mãe o ser humano precisa de quem o aceite, aprove e ame. :: LEIA MAIS »
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.
1) A ILHÉUS QUE EU QUERO PARA O FUTURO (PARTE 1).
2) VISITANDO A EXPOSIÇÃO “O NORDESTE É AQUI”, EM SÃO PAULO.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »
PEDRAS CAÍRAM NA RUA AMÉLIA NUNES COLOCANDO MORADORES E CONDUTORES EM PERIGO
Condutores e moradores, das proximidades da rua Amélia Nunes, aquela que dá acesso ao bairro Pontal, na cidade de Ilhéus procuraram a redação do R2CPRESS, para denunciar o perigo enfretado pelos mesmos, nesse período de chuva.
Pedras voltaram a cair, exatamente onde passam os carros e as pessoas que residem no local.
Eles afirmam já ter procurado os órgaos responsáveis outras vezes que o mesmo incidente aconteceu, ficaram de fazer uma encosta para evitar esses acidentes, mas até agora nada foi providenciado.
AS RATAZANAS ESTÃO À ESPREITA
Anísio Cruz – abril 2018
As ratazanas estão à espreita. São grandes o suficiente para abocanhar a vontade de toda a nação brasileira que, por instantes (meros instantes), sentiram-se vingadas pelas punhaladas recebidas nos últimos anos, com a prisão do poderoso chefão que, sorrateiramente, se apoderou da alma da nossa gente. São ladinos, frios, calculistas, e se acham incólumes, inatingíveis, já que possuem o martelete da Justiça, que brandem contra todos os que erguem a voz contra as suas mazelas. Mas, em que pese tudo isso, posso afirmar, com todas as letras, que são leais aos que os nomearam, provavelmente sob enojantes comprometimentos das próprias almas. Negociadores sagazes, transitam nas altas esferas políticas, e delas são servis escravos, e a um só tempo, achacadores, colhendo benefícios pessoais inconfessáveis, sempre com o sorriso cínico que os caracterizam. Vestem as togas da Justiça, e delas se prevalecem, escondendo suas torpes intenções. Não são todos, é verdade. Mas em suas mãos, as sujas e as limpas, nós brasileiros de todas as matizes, devemos colocar as nossas melhores expectativas, nossas aspirações daquilo que entendemos por Justiça.
É certo de que, em meio ao caudal ideológico que permeia a nossa brasilidade nagô, há considerável massa de esquerdistas, ou esquerdizados, a vibrar com a mínima possibilidade de soltura do seu ídolo, preso em Curitiba, a promover transtornos à população daquela capital, sabidamente ordeira, e pacífica. Aliás, a desorganização causada por centenas de cidadãos manobrados por eles, chegaram às raias do desrespeito aos níveis de civilidade, minimamente aceitáveis, pelos moradores da região próxima à sede da PF, adaptada para “hospedar”, por alguns dias, o ilustre presidiário, mantendo-o em acomodações excepcionais, diante dos demais presidiários, inclusive muitos dos seus comparsas, encarcerados no andar inferior. Uma regalia, certamente, proporcionada pela autoridade judicial, de quem partiu a ordem de aprisionamento. :: LEIA MAIS »
BAILANDO NA CHUVA
Anísio Cruz – abril 2018
Dançando em êxtase entre poças d’água,
Com os pingos frios a lhe lamber o corpo desnudo.
Sorria zombeteira ante olhares ávidos,
Que a seguiam por detrás dos vidros.
Na noite molhada que lentamente escorria,
Da sua alma penada.
Dançava rindo, e sozinha girava.
Cantava a música que só ela ouvia.
Inebriada, ainda bailava,
Quando a luz do dia a amanheceu mulher.
LUIZ CASTRO EM: DECOLORES
História de Ilhéus
A história de Ilhéus remonta a época das capitanias hereditárias, quando D. João III doou vasta extensão de terra, 50 léguas de largura, ao donatário Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da corte real. Instalada em 1535 na Ilha de Tinharé, antigo domínio da Capitania de Ilhéus, a sede administrativa logo se mudou para a região da Foz do Rio Cachoeira, a chamada Baía de Ilhéus. Ainda que se falasse da terra as maiores maravilhas, o donatário da Capitania preferiu o luxo e o fausto da corte, enviando o déspota espanhol Francisco Romero para representá-lo na admini- stração da capitania, ademais, enfrentar e depois pacificar a bravura dos índios tupinambás.
Vila de São Jorge dos Ilhéus Logo, a amizade dos colonizadores com os nativos tornou possível a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus, que se transformou em freguesia em 1556 por ordem de D. Pero Fernandes Sardinha. Considerada por Tomé de Sousa como “a melhor coisa desta costa, para fazenda” a região se tornou produtora de cana-de-açúcar e ganhou muitas construções. Mas, com a chegada dos ferozes índios Aimorés, que passaram a atacar as plantações, Ilhéus sofreu o declínio econômico que resultou em decadência. No século XVIII com a importação de mudas de cacaueiros da Amazônia e sua notável adaptação à condições climáticas da região, Ilhéus viu brilhar diante de si um novo eldorado. O cultivo do cacau passou a gerar um número sem fim de histórias, receadas de cobiça, amores e lutas pelo poder, formando um terreno fértil para os romances de Adonias Filho e Jorge Amado, onde narram as paixões desenfreadas dos coronéis por dinheiro, mulheres e terras.
Doação da Capitania de Ilhéus – 1534 A carta da doação da Capitania de Ilhéus a Jorge de Figueiredo Correia foi assinada em Évora a 26 de junho de 1534. O donatário mandou em seu lugar o preposto Francisco Romero, que primeiro se instalou na ilha de Tinharé, onde fica o Morro de São Paulo e depois, quando descobriram o que seria mais tarde a Baía do Pontal, se encantaram e fundaram a sede da capitania, dando o nome de São Jorge dos Ilhéus, uma homenagem ao donatário Jorge e Ilhéus, devido à quantidade de ilhas que encontraram no seu litoral. Além das que existem ainda hoje, como a Pedra de Ilhéus, Ilheusinho, Pedra de Itapitanga e a Ilha dos Frades, os morros de Pernambuco e o atual Outeiro de São Sebastião também eram ilhas. :: LEIA MAIS »
COMO VENCER NA VIDA FAZENDO FORÇA.
Luiz Ferreira da Silva
Engenheiro-Agrônomo e Escritor
luizferreira1937@gmail.com
Em 1964, Shephered Mead publicou o livro – Como vencer na vida sem fazer força – mais tarde transformado em peça teatral de sucesso. Por ilação, deve ser o manual de cabeceira da maioria dos políticos brasileiros. Mas com certeza, jamais o foi de Maurício de Sousa, “bipai” da Mônica.
Digo isso depois de ler o livro – Maurício, a história que não está no gibi – gentilmente a mim enviado no final de 2017. Uma leitura gostosa de ler; uma lição de vida para se aprender; um manual para a juventude se orientar.
Peço permissão ao Maurício de Sousa, doravante Maurício, para socorrer grande parte dos jovens que se encontra desnorteada, idolatrando Neymar e Aniita, sem se aperceber o mundo exigente e cada vez mais requerente de pessoas mais capacitadas.
Para se vencer na vida é preciso ter talento. E Maurício possuía nas mãos – habilidade – e na cuca – criatividade, dando ao desenho uma vida ao gosto, sobretudo das crianças, incentivando-as à leitura.
Mas esse dom é importante, porém não é suficiente. Seu pai o tinha, entretanto lhe faltava o que o filho dispunha de sobra. É preciso a decisão, traduzida em força de trabalho – suor, persistência e foco. Talento sem vocação não provoca efeitos positivos. São interdependentes e convergem ao foco fixado. Maurício nos prova com maestria.
Além desses dois “inputs”, há que se munir de uma base para alavanca-los, facilitando a sua sinergia. E o Maurício não perdeu tempo, buscando conhecimentos através de uma base literária e desenvolvendo a arte da escrita, que lhe permitiu atuar em jornais e desenvolver textos para o seu objetivo de ser um profissional de qualidade. :: LEIA MAIS »
PSICOMUNDO <> ENCONTROS PELOS CAMINHOS DA VIDA
O que significa ter “vida independente” em uma sociedade produtiva e caracterizada, dentre outros atributos, como a “sociedade da comunicação”? Não importam os desenlaces entre o amor e a ausência da paz, ou mesmo, os desencontros entre a verdade e a mentira, pois os caminhos são os mesmos para se chegar ao denominador comum das necessidades humanas. O certo na observação da necessidade pessoal de cada pessoa, não é somente aos deficientes, mas também aos que pouco acredita na prosperidade da vida. Necessitam manifestar a força na busca do seu próprio ideal, embora tenha alguns que acham difícil!
Existe sempre a fórmula de levar uma vida com autonomia de poder fazer escolha em todas as esferas da vida, desde a roupa que quer vestir, a comida que deseja comer e até exercer seu papel de forma ampla e irrestrita, com manifestações magníficas dando suportes de qualidades da sua harmonia, tirando a individualidade nas ajudas que devem ser recíprocas e verdadeiras na sociedade em que vivemos. Lamentar que os artifícios das incompreensões humanas vivessem inesperadamente nas patologias mentais de seres humanos, pouco vale. É preciso a sustentabilidade das nossas boas ações no sentido de fazer a nossa parte salutar que traga sustento ao Universo do qual nascemos e vivemos.
Na prestação de serviços e pela tecnologia assistiva, podemos verificar as diferenças entre dependência e independência, quando vemos mais ainda, muitas pessoas sem deficiências físicas nada fazer em beneficio da sociedade em que vive! É muito significante quando podemos observar a salutar vida de pessoas que alcançam o milagre da independência física. E assim como exemplo, verificamos quantos atletas em diversas modalidades de esportes, profissionais liberais, administradores de empresas, e em outras atividades, estão tendo continuidade em sua vida trabalhando e trazendo benefícios para si e para o mundo. :: LEIA MAIS »




























































