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:: ‘Espaço do Leitor’

SERENIDADE, JUSTIÇA E RESPEITO HUMANO

“As Trincheiras”, na outra guerra; depois um matadouro municipal que lhe deixou a alcunha “morro do Urubú”, hoje recoberto pelo Iate Clube. Bem ali em baixo do atual deck, ao nível da preamar, fica uma fenda natural, a “pedra do Aú”, que os supersticiosos diziam chegar ao convento das freiras, “escavado pelos jesuítas”.

Foi em cima desta pedra do Aú ( < Tupi = comer, engolir, beber, deglutir ) que estava, certo dia, com sua vareta de pescar piaba, na mão, o meu colega Pisquila, neto do fotógrafo Grandson. Foi nesse dia, com onze anos de idade, talvez, q percebi o nosso desamor nacional nas piadas q o amigo Pisquila contava, denegrindo, diminuindo, ridicularizando a nossa realidade nacional.

Depois disso, foram inúmeros os exemplos desta visão deturpada, nem sendo necessário De Gaulle, mais tarde, dizer não sermos um país sério…

PQP, nos rebelemos contra esse autodesamor que vemos, aqui e ali, com frequência, pensando não temos mais jeito. E que temos que soltar todos os ladrões, “pois ninguém é honesto”.

Nem todo roubo registrado nas delegacias tem nota de compra, escritura, registro em cartório, e levam o larápio pobre à cadeia…

Não podemos ser, eternamente, um país da grife Ali Babá (“meu deus é pai”, vixe) – um homem pobre e honesto que descobre o esconderijo dos  40 ladrões e se vê tentado a os roubar, pensando naquele infame provérbio que aqui não o repito -.

Basta de humilhações ao Povo Brasileiro. Respeito Humano, fora e dentro da cadeia,  até para os que não o praticaram.

Atenciosamente,

 Guilherme Albagli de Almeida

SEM JAMAIS PERDER A TERNURA

Anísio Cruz – abril 2018

Aguardei um pouco, para que a poeira baixasse, e pudesse refletir um pouco acerca dos últimos acontecimentos políticos. Não serei hipócrita e negar que fiquei feliz, melhor dizendo, felicíssimo com a prisão do Lula. Ele fez por merecer o triste final de sua carreira política, a julgar pelos comentários que tenho lido na grande imprensa, emanados de grandes formadores de opiniões, que tratam o assunto como fato consumado. Bem sabemos que o agora presidiário Luiz da Silva, é ladino, escorregadio, e conta com muitos, e caros advogados, a buscar desconstruir a sua condenação. Não sei se é possível que isto venha a acontecer, uma vez que a sentença do Dr. Sérgio Moro foi confirmada, com sobras, nos tribunais por onde transitou, e as tentativas de livramento através de HCs, não lograram êxito. Mas eles continuam insistindo, buscando brechas na legislação, vírgulas mal colocadas, o escambau, como diziam os antigos. Mas é sabido que ainda existem outros processos em andamento, cujas sentenças poderão sair a qualquer momento, e pelo que temos lido, possuem graves acusações, como no caso do famoso sítio de Atibaia.

É preciso que se diga, que a maioria dos Ministros do STF, foram nomeados por ele, Lula, e mais alguns pela Dilma, e ainda assim ele vem perdendo os recursos nas oitivas, desde o início das investigações. Suponhamos que consigam obter o seu intento, e derrubem alguns dos processos propostos pelo Ministério Público, agora sob as mão firmes da Dra. Raquel Dodge, de olhar carinhoso, e voz adocicada, mas de inquestionável competência. Claro que é possível, sim, mas pouco provável. Ainda assim, restarão outros que seguirão tramitando, e que também podem redundar em novas condenações, complicando ainda mais a precária situação dele, já está enquadrado na Lei da Ficha Limpa, impedindo-o de disputar cargos eletivos, e ocupar cargos públicos, por alguns anos. :: LEIA MAIS »

TROVANDO O SAPÃO 51

Anísio Cruz – 2018

Para escapar da cadeia,
O véio “sapão” inovou,
Tomou banho, calçou meia,
Um bom perfume usou.

Até cabelo penteia,
E prá mostrar sua dor,
Fez a missa que incendeia,
Com sua prece de louvor.

E estando de cara cheia,
Da cachaça que tomou,
O seu corpo se bambeia,
E por pouco não tombou.

Só a Gleise não entonteia
No cangote que cheirou.
Mas de baixo a plateia,
Viu que a Dilma se abanou.

Se essa trova sacaneia
Até quem nunca rimou,
A cachaça remedeia
O “sapão”que se enraivou

PSICOMUNDO <> (I) A FORÇA QUE EXISTE DENTRO DO SER HUMANO <>

O homem inseguro tem uma forte sensação de ser incapaz. Em geral, procura uma profissão em que seu desempenho está aquém de suas capacidades. Talvez pudesse fazer muito mais, mas, por insegurança, prefere o caminho mais firme das coisas mais fáceis. O homem inseguro convive com a inveja, quase sempre disfarçada dos outros homens que conseguem se aproximar das boas oportunidades das quais não têm medo de lutar para conquistar. Frequentemente, aparentam indiferença, quando, na verdade, está morrendo de medo de uma aproximação de outras pessoas, temendo que não seja real a sua competição que o levará a alcançar o seu ideal.

E dentro de qualquer do profissionalismo o homem deve saber as reais atribuições e medir suas responsabilidades por saber fazer aquilo que lhe foi posposto. Torna-se a aí a fundamentação que o homem nunca pode determinar que outro executasse tarefas que ele próprio não sabe fazer. Assim de que forma poderá saber as qualidades desses trabalhos e os benefícios que trarão para determinada empresa? Quem sabe mandar deve saber o que está ordenando nesse parâmetro de mando!

É oportuno afirmar, que o homem precisa de ilusões para conquistar o seu ideal. Quando queremos ter uma profissão rendosa e de destaque, nosso primeiro passo é com essa habilitação iludir, digamos, como se fala comumente “gamar”. Temos que gostar daquilo que desejamos ser, do contrário jamais chegaremos nem na metade do nosso ideal. Portanto, por ilusões lutamos, sofremos e fracassamos também. O certo é que verdade e ilusão são coisas distintas, uma não está ligada à outra, mas, está no mesmo caminho que é o homem. :: LEIA MAIS »

QUE ASSIM SEJA!

Anísio Cruz – 05/04/2018

O resultado da votação do HC pretendido por Lula, junto ao STF, não me surpreendeu. Esperava um placar apertado, e cheguei a manifestar essa minha opinião em conversas com amigos. Lula achou que tinha sob os seus pés, todos os membros daquele colegiado, não contando com a soberania das ministras Carmem Lúcia, e Rosa Weber, além da indignação patente nos últimos pronunciamentos dos ministros Luiz Fux, e Roberto Barroso. O voto técnico do Ministro Alexandre Moraes, veio em boa hora, acompanhando o relator Édson Fachin, que se pautou contra a concessão do HC, de forma inequívoca. 6×5 foi o placar final, com o voto soberano da Ministra Carmem Lúcia, contestado pela defesa do impetrante, já no apagar das luzes. Ao colocar em votação a sua participação, ela não deu margem a qualquer interpelação jurídica, goleando o Advogado de defesa. por 8×2, já que se eximiu nesta votação. Venceu a maioria simples, mas a vitória foi, principalmente, do povo brasileiro que, nas ruas exigiu a punição ao ex-presidente, conforme a sentença nas alçadas inferiores.

Mas não se enganem, meus amigos que me honram com a leitura. Há ainda muita água a passar sob a ponte da democracia, antes que esta, e as outras punições que se seguirão, cheguem a termo, como é o desejo da grande maioria do povo. Haverão muitos recursos protelatórios, pagos regiamente aos ilustres juristas que patrocinam a contenda, antes que alguma providência prática venha a ser tomada. Condenar, é uma coisa, nas circunstâncias em que o apenado se meteu. Porém, colocar atrás das grades, é outra coisa muito diferente, neste mar de lama em que o nosso país está. Fazer prevalecer a Justiça, como nós, simples mortais entendemos, neste país do “faz de conta”, apenando os maiorais, é fato raríssimo, apesar do esforço individual de uns poucos, como os procuradores da “lava jato”, e o Juiz Sérgio Moro. Além de romper paradigmas arraigados no seio dos poderosos, aqueles que se julgam “donos da pátria”, os nossos justiceiros precisam, também, possuir “aquilo” roxo, para superar com honra, as ameaças recebidas. E nesse tempo de escuridão em que vivemos, vários já tombaram por não se curvarem perante um suposto “semideus”, que sonhou dominar a nossa nação, e expandir o seu domínio sobre outras nações do nosso continente. :: LEIA MAIS »

Luiz Castro em: Decolores

Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente – tinha 70% da capacidade respiratória comprometida – não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé.

Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, professor da Faculdade de Odontologia, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, ao nascer em 26 de maio de 1914 em Salvador, Irmã Dulce recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Aos 13 anos, ela já havia transformado a casa da família, na Rua da Independência, 61, num centro de atendimento a pessoas carentes. É nessa época que ela manifesta pela primeira vez o desejo de se dedicar à vida religiosa, após visitar com uma tia áreas onde habitavam pessoas pobres.

A sua vocação para trabalhar em benefício da população carente teve a influência direta da família, uma herança do pai que ela levou adiante, com o apoio decisivo da irmã, Dulcinha.

Em 8 de fevereiro de 1933, logo após a sua formatura como professora, Maria Rita entrava para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Pouco mais de um ano depois, em 15 de agosto de 1934, era ordenada freira, aos 20 anos de idade, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe.

A primeira missão de Irmã Dulce como freira foi ensinar em um colégio mantido pela sua congregação no bairro da Massaranduba, na Cidade Baixa, em Salvador. Mas, o seu pensamento estava voltado para o trabalho com os pobres. Já em 1935, dava assistência à comunidade pobre de Alagados e de Itapagipe, também na Cidade Baixa, área onde viriam a se concentrar as principais atividades das Obras Sociais Irmã Dulce.

Os primeiros anos do trabalho da jovem missionária foram intensos. Em 1936, ela fundava a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário da Bahia. Em 1937, funda, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, o Círculo Operário da Bahia, mantido com a arrecadação de três cinemas que ambos haviam construído através de doações – o Cine Roma, o Cine Plataforma e o Cine São Caetano. Em maio de 1939, Irmã Dulce inaugurava o Colégio Santo Antônio, escola pública voltada para operários e filhos de operários, no bairro da Massaranduba. :: LEIA MAIS »

QUE PRESERVEM A PAZ

Anísio Cruz – março 2018

Amanhã haverá a definição da novela HC DO LULA. Os protagonistas principais serão, naturalmente, os 11 Ministros do STF, liderados pela eminente Ministra Carmem Lúcia. No primeiro tempo do tal julgamento, o placar registrado foi de 6×5 para o molusco, contando com o “voto de Minerva” da Ministra que, a contragosto (pelo menos deu a entender), emitiu a sua opinião contrária ao adiamento da seção, solicitada pelo Ministro Marco Aurélio Mello, que exibindo um bilhete de viagem programada para aquela noite. Assim sendo, criou-se no seio dos brasileiros de corpo e alma, um mau pensamento acerca de uma possível armação para livrar o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, sabidamente um paladino das maiores negociatas que este país já presenciou.

A apreensão dos brasileiros verdes e amarelos, é altamente justificada, pela composição daquela corte, onde a grande maioria dos seus membros, foi indicada pelo citado senhor da Silva, ou sua sucessora, D. Dilma Vana Roussef, durante as suas passagens pela Presidência da República. Os outros, indicados por José Sarney, Fernando Collor de Mello, F. H. Cardoso, e Michel Temer, todos aliados, ou ex aliados de Lula, e, portanto, com vínculos bem definidos num passado recente, o que coloca sob suspeição o resultado do pleito, qualquer que seja.

A convocação dos brasileiros para comparecerem às ruas, na tarde desta terça feira, tem o aval, pelo menos velado, dos Oficiais das Forças Armadas, que já emitiram alertas bem incisivos, a todos os que conduzem o processo, considerando a possibilidade de uma intervenção que, a grosso modo, repetiria o fato ocorrido em 1964, quando tomaram o poder dos civis, e permaneceram por cerca de 25 anos administrando o país. Naquela ocasião, como hoje, a ameaça comunista existe, e é o pretexto considerado pelos Comandantes militares, avessos a ideologias de esquerda, como bem sabemos. :: LEIA MAIS »

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE ESPECIAL

1) ENCONTRO DO GRUPO RM (ILHÉUS) COM O GRUPO RC (CANAVIEIRAS) PARTE 1.

2) 2º ENCONTRO DE CARROS ANTIGOS E MOTOS DE ILHÉUS.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

A ÁRVORE DO PEQUENO PRÍNCIPE

Luiz Ferreira da Silva, 81.

Engenheiro Agrônomo e Escritor

luizferreira1937@gmail.com

Quem leu o livro de Antoine Saint Exupéry se lembra da majestosa árvore africana, o Baobá. Não é que, aqui, perto de minha residência (Ponta Verde, Maceió/Al), descobri um secular representante, plantado pelos escravos!

Gosto muito de andar pelas ruas, sobretudo na orla, apreciando a paisagem, oportunizando-me admirar árvores seculares, remanescentes da mata atlântica, sobretudo. Foi assim, que descobri e até escrevi sobre duas delas – O Oitizeiro da Pajuçara e a Gameleira dos pescadores. Ambas, com mais de 100 anos.

Recentemente, na chamada Praça dos Skates, deparei-me com um baobá, também secular. Há três meses que lança belas flores que não duram mais de 24 horas.

Em sua homenagem, já que ninguém o reverencia e os órgãos públicos do meio ambiente e as fajutas ongs ecológicas nem estão aí e, talvez, nem sabem da sua existência, resolvi saber dele, numa linguagem “fito-telepática” que desenvolvi para falar com as plantas. Não sou maluco, não!

ODE AO BAOBÁ DE MACEIÓ

Vim de longe, lá do continente africano,

Plantado pelos escravos, trabalhadores sem destemor.

Fincado no chão duro sob o sol nordestino

Adaptei-me, vicejei e cresci com esplendor.

A minha arquitetura provida de um caule expansivo

A sua cor esverdeada e vigor despertam atenção

Foi o que aconteceu com Antoine Exupéry

Inseriu-me no seu belo livro O Pequeno Príncipe, então.

Na nova Pátria, ainda sou uma criança de menos de 400 anos.

Enquanto meus ancestrais do Senegal ultrapassam os 5 mil.

Em Maceió, na Praça Muniz Falcão, chamada do skate

Reino sozinho e olhando de cima emano energias de modo sutil.

Mas, essa minha visão angular alcança também o mar.

Da bela praia, infelizmente me chegam odores, poluídos com certeza.

O descaso ambiental, a insensatez do homem e a carência pública.

Lamento informar: ninguém ficará impune ao contrariar as Leis da Natureza.

Por muitos e muitos anos poucos nem se aperceberam da minha pujança

Tampouco procuraram saber o meu nome e até me ferem com tolas inscrições

Eis que, para minha alegria, um Agrônomo me reverenciou, divulgando-me.

Passei a ser visitado e admirado, e até percebi o amor vindo de seus corações.

(Maceió, Al, Ponta Verde, 29 de março de 2018)

PSICOMUNDO <> BUSCAR O MUNDO DE PAZ PELA COMPREENSÃO <>

O universo em suas voltas cheias de limites de ansiedades, espalha no mundo das crianças recém-nascidas a imensa amostra para que muita gente tenha cuidado com uma realidade muito chocante. Tudo se refere aos anseios de muitas criaturas alcançarem uma felicidade justa e plena. E essa passagem da vida humana é sem dúvida a existência de tantas crianças abandonadas pelos pais e jogadas nas sarjetas. E o constrangedor é que são atos tão friamente praticados por seres humanos geradores dessas espécies.

Incrível informar que as autoras ou mesmo os autores desse desesperado ato, desconhecem ou assumem em todos os aspectos as suas consequências. Podemos caracterizar porque algumas mães dessas crianças, não medindo sua inconsequente insensatez, simplesmente porque transformou o sexo que seria um ato de amor, provocou atos calculados e deliberados, e que foi dada uma fórmula de prazer com atrocidade, sadismo, com enorme requinte de maldades ilimitadas, surgindo dois caminhos chamados “abandono e solidão”.

E como fazer para retroceder no tempo e no espaço essa trajetória, saber o que foi programado para uma criança de vida humana tão indefinida, porque afinal quem arquitetou esse universo desconhecido não assume suas consequências?

Como viverão essas crianças abandonadas em nosso mundo? Chamarão seus pais para acalentar suas necessidades básicas e ouvirá de quem esse aconchego? Toda criança tem o direito de crescer num ambiente saudável. Há uma unidade em direção à libertação acompanhada da determinação em desenvolver sua própria identidade. E no futuro bem próximo como serão tratadas pela tão esmagadora sociedade que tudo pede e pouco oferecem em tais circunstancias? :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS- N°661 – 02 de abril de 2018

O IMORTAL MARCELO CÂMARA

Luiz Ferreira da Silva

O nosso estimado colega ceplaqueano, em Sessão do último dia 15 de março, teve o seu nome aprovado, por unanimidade, pela Assembleia Geral da ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS – AFL, para integrar, na Classe de Letras, a centenária Instituição Cultural, a fim de ocupar a Cadeira 37, que tem como Patrono o genial RAUL D’Ávila POMPEIA, angrense, considerado, internacionalmente, o maior escritor da Literatura Brasileira, ao lado de Machado de Assis.

A eleição foi fundamentada em Parecer, também unânime, da Comissão de Admissão, que analisou e a recomendou ao Plenário, com base na sua biografia, obras publicadas e curriculum cultural.

A sua alegria multiplica-se porque ocupa a Cadeira nº 1, patronímica do mesmo escritor, no Ateneu Angrense de Letras e Artes – AALA, desde a sua fundação, na sua terra, Angra dos Reis.

Em toda a história da Instituição, orgulhosamente, Marcelo é o terceiro angrense a ingressar na AFL: na primeira metade do século passado, brilhou o teatrólogo e jornalista Quaresma Júnior; na segunda, pontuou o jornalista e historiador Alípio Mendes, fundador do AALA.

Fundada em 1917, a Academia Fluminense de Letras é, na sua categoria, o mais antigo sodalício do gênero, a mais antiga Casa de Letras estadual em atividade contínua no Brasil. Também é considerada pela Academia Brasileira de Letras – ABL “a Academia de Letras oficial do Estado do Rio de Janeiro”, e reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, órgão da ONU. No ano passado, foi celebrado o Centenário da AFL, quando um amplo programa cultural foi cumprido (eventos de arte, encontros de instituições culturais, concursos etc.). Destaques para: a Sessão Solene em comemoração à Efeméride realizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por iniciativa dos Deputados Comte Bittencourt e Waldeck Carneiro; a realização em Niterói do I Congresso Brasileiro de Academias de Letras; e um estande que homenageou a AFL na abertura da Bienal do Livro 2017.

Pela AFL passaram grandes personalidades da Literatura, do Jornalismo, do Direito, da História, das Ciências Sociais, da Política, da Ciência, enfim, da Intelectualidade fluminense e nacional. Entre estes, podemos citar: Olavo Bastos, Múcio Paixão, Carlos Maul, Elói Pontes, Adelino Magalhães, Oliveira Viana (membro da ABL)

Ao Marcelo, os cumprimentos da família ceplaqueana. :: LEIA MAIS »

CUMPRA-SE A CONSTITUIÇÃO

Anísio Cruz – março 2018.

O TR 4 deu ontem uma inequívoca demonstração de que o STJ terá que rebolar para arrumar um jeito de passar ao arrepio da nossa Constituição, e conceder o HC pretendido pelo ex-presidente Lula. O placar de 3×0, não deixa margem para duvidar das decisões anteriores, proferidas pelo eminente Juiz, Dr. Sérgio Moro, e pelos próprios membros daquele Tribunal. Evidente que ainda cabe recursos ao STF, e ao próprio STJ. Contudo, acredito que no âmbito do STF, cujos membros são, reconhecidamente inflexíveis, os advogados quixotescos não buscarão guarida. Irão, sim, ao STJ, onde há um mar de lama a exalar mau cheirosas decisões, como todos sabemos. Há insidiosas relações, e comprometimentos, entre alguns dos seus membros, e aqueles que, durante o seus governos, exerceram a prerrogativa de nomeá-los. Não há como negar.

Acredito, piamente, que há necessidade de se modificar o sistema sucessório das cortes de justiça brasileiras, retirando-se das mãos dos governantes de plantão, o grave encargo de nomear os seus membros, pinçando-os em listas tríplices, frutos de conchavos perniciosos. Em sendo assim, que independência pode haver nos seus julgamentos, se há entre eles, e os seus nomeadores, infindáveis dívidas de gratidão, mesmo que imperceptíveis aos nossos “olhos que o chão há de comer”, como se dizia antigamente. Há casos, inclusive no atual momento, em que Ministros que atuaram como advogados durante as suas vidas profissionais, agora estão prontos para emitirem seus votos, sob alegações inconsistentes, confusas, e parciais. Agindo assim, evidentemente, quebrarão os seus juramentos solenes, proferidos durante as suas posses, diante do povo brasileiro. Mas, pelo que temos sabido, e visto, eles não estão muito preocupados com isso, e sim, com os seus bilhetes de voos, convenientemente agendados. :: LEIA MAIS »





















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