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:: ‘Espaço do Leitor’

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) COMEMORANDO: 50 ANOS DE SÃO PAULO.

2) EXPO ABIÓPTICA 2018.

3) DIVULGANDO SEU LUNGA EM SÃO PAULO.

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Luiz Castro em: DECOLORES

CAUSOS DO ZEQUITO – O seu nome verdadeiro era José Pereira da Silva, conhecido por Zequito por todos os moradores do Distrito do Iguape, onde seu genitor exercia a profissão de Juiz de Paz e era proprietário de uma area agricola naquela região. Além dos afazeres na agricultura, Zequito gostava de ajudar seus pais no  armazem que ao lado da residencia oficial. Lá vendia de tudo, afinal era distante da cidade e os moradores circuvizinhos gostavam de adquirir suas mercadorias de genero alimenticios e algumas miudezas lá mesmo, pois existia o sistema da cardeneta “anote aí depois meu pai paga”.

Zequito foi crescendo e não fez progresso nos estudos fez até o primeiro ano primario, apesar daquela epoca esse cur4so valia pela quinta série ginasial hoje. Ele preferiu se aperfeiçoar na tocagem da roça, nas coisas corriqueiras da agricultura e ser um comerciante considerado prospero. Lá no armazem era bastante movimentado, em epocas de eleições os politicos iam procurar apoio de seu pai que tiha muito prestigio. Alguns fazendeiros ao passar por aquelas bandas também não deixavam de fazer suas paragens para tomar uma dose de bituri (cachaça da epoca) ou então ingerir um caldo de cana ou refresco de graviola que tinha de fartura.

Os tempos foram passando e Zequito começou a mudar de “pato” pra “ganso” ou seja começou a frequentar o Distrito do Iguape onde se concentrava os amigos e as paqueras. Nos novenários ele tirava até de oficial da festa, pois sempre utilizar o vocabulo portugues com maestria. Certa ocasião houve um espertalhão que na calada da noite roubou o sino da Igrejinha e até hoje não descobriram quem foi, dizem que o sino encontra-se numa fazenda de um cidadão alemão que na epoca era colecionador de reliquias religiosas. Isso foi motivo da espionagem procedida por Zequito e seus comparsas. :: LEIA MAIS »

O CONVITE

O CONVITE

Oriah Mountain Dreamer

 

Por Anísio Cruz

Não me interessa saber como você ganha a vida. Quero saber o que mais deseja e se ousa sonhar em satisfazer os anseios do seu coração.

Não me interessa saber a sua idade. Quero saber se você correria o risco de parecer tolo por amor, pelo seu sonho, pela aventura de estar vivo.

Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com sua lua. O que eu quero saber é se você já foi até o fundo de sua própria tristeza, se as traições da vida o enriqueceram, ou se você se retraiu, e se fechou, com medo de mais dor. Quero saber se você consegue conviver com a dor, a minha e a sua, sem tentar escondê-la, disfarçá-la, ou remediá-la.

Quero saber se você é capaz de conviver com a alegria, a minha ou a sua, de dançar com total abandono e deixar o êxtase penetrar até a ponta dos seus dedos, sem nos advertir que sejamos cuidadosos, que sejamos realistas, que nos lembremos das limitações da condição humana.

Não me interessa se a história que você me conta é verdadeira. Quero saber se é capaz de desapontar o outro para se manter fiel a si mesmo. Se é capaz de suportar uma acusação de traição e não trair a sua própria alma, ou ser infiel e, mesmo assim, ser digno de confiança.

Quero saber se você é capaz de enxergar a beleza no dia-a-dia, ainda que ela não seja bonita, e fazer dela a fonte da sua vida.

Quero saber se você consegue viver com o fracasso, o seu e o meu, e ainda assim pôr-se de pé na beira do lago e gritar para o reflexo prateado da lua cheia: “Sim!”

Não me interessa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem. Quero saber se, após uma noite de tristeza e desespero, exausto e ferido até os ossos, é capaz de fazer o que precisa ser feito para alimentar seus filhos.

Não me interessa quem você conhece, ou como chegou aqui. Quero saber se vai permanecer no centro do fogo comigo, sem recuar.

Não me interessa onde, o que, ou com quem estudou. Quero saber o que o sustenta, no seu íntimo, quando tudo mais desmorona.

Quero saber se é capaz de ficar só consigo mesmo, e se nos momentos vazios realmente gosta da sua companhia.

AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Nº 34 – 24 de abril de 2018

MORTE DO VELHO CHICO AMEAÇA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO

ASA Brasil – Articulação Semiárido Brasileiro :: LEIA MAIS »

MARIONETES LOUCAS E VAZIAS

Anísio Cruz – abril 2018

As notícias do meio político brasileiro, estão me enjoando. Os fatos constantemente repetidos, os fakes que circulam pela internet, vídeos com discursos de políticos contra, e a favor da prisão do Lula, e os fatos que diariamente acontecem no Planalto Central, estão minando a minha resistência, e me deixando com uma imensa vontade de me isolar numa ilha, distante de tudo. Até da internet, evidentemente. Fico me imaginando vivenciando aventuras como a de Robson Crusoé, sem maiores preocupações que viver o dia a dia, conversando comigo mesmo, e buscando as minhas respostas para questionamentos simples, nada além de filosofia barata acerca das coisas que nos cercam. Lembrei-me agora da querida e saudosa mestra Valdelice Pinheiro, na minha passagem pela antiga FESPI, hoje UESC, lá pelos anos de 1980. Ela tentando nos ensinar a pensar, com a liberdade dos grandes pensadores, como o Sócrates, o Platão, e tantos outros que me fogem à lembrança, enquanto nós, seus discípulos, resistindo apegados ao concretismo do nosso quotidiano, recalcitrantes a ensinamentos puros, que da nossa mestra emanavam. Lembro-me perfeitamente da frágil figura, a desfilar pelos corredores, carregando pastas repleta de papéis. A filosofia fluía daquela doce poeta, e pensadora, que tanta falta nos faz, nos dias de hoje, quando repetia amiúde, com a sua voz mansa: “não tenham medo de penar. Pensar não dói”- afirmava. Como ela nos faz falta, nas salas de aula de hoje, fomentando o pensamento crítico, e a capacidade de lidar com situações como as citadas acima…

Voltando ao nosso medíocre quotidiano, chego à conclusão de que nós, simples mortais, não passamos de marionetes, joguetes políticos, em mãos de hábeis prestidigitadores, a nos fazer agir, dessa, ou daquela forma, diante das jogadas engendradas, para que eles galguem posições nos seus tabuleiros. :: LEIA MAIS »

E NO FUTURO, COMO SERÁ?

Anísio Cruz – abril 2018

As imagens que circularam na grande rede, no dia de ontem, me deixaram estarrecido, e triste, ao mesmo tempo. Um garoto de uns 12, ou 13 anos, mais ou menos, sacaneando com uma funcionária de uma escola pública, talvez uma professora, deixaram expostas as feridas de um sistema educacional falido, sob todos os seus aspectos. Os desafios, as provocações, as palmadas, e toques no corpo da mulher, evidenciam o tipo de situações semelhantes que acontecem Brasil a fora, lamentavelmente. As professoras, e professores, reféns de um sistema permissivo, em que eles não podem ser rigorosos com seus agressores, sob pena de serem acusados, e enquadrados no Estatuto da Criança e do Adolescente, e submetidos a processos punitivos, na área cível, como também administrativamente, com a perda das suas carteiras de docentes, ficando marcados profissionalmente, de forma cruel, para todo o restante da sua vida profissional. Não se pode ignorar, também, as agressões físicas perpetradas por pais, ou responsáveis, quando providências mais rígidas são tomadas.

Paralelamente, o critério adotado, de não haver reprovações para os maus alunos indisciplinados, e de péssimos aproveitamentos escolares, que além de tudo, perseguem aqueles que possuem uma maior aplicação nos seus estudos, demonstrando cabalmente que, a célula adoecida, como no câncer, espalha-se por todo o organismo, comprometendo, perigosamente, o futuro das nossas crianças, se algo não for feito. Aliás, esse quadro doentio, é o reflexo de uma política equivocada, que de há muito foi sendo articulada nos frios gabinetes governamentais, mascarando números estatísticos, e apresentando uma eficiência que, todos sabemos, jamais aconteceu nos últimos anos. Lembro-me, muito bem, de uma enganosa publicidade dos números do IDE, em que uma moça bem falante e bonita, subia elegantemente uma escada, em cujos degraus eram assentados números percentuais animadores, como se tudo estivesse maravilhosamente bem. Propaganda enganosa, bem sabemos, e as provas aí estão, nas redações do ENEM, e nas universidades para onde são levados pelas quotas, onde os baixos rendimentos são a tônica. E fico a me perguntar, que tipo de profissionais estarão atuando no mercado de trabalho, multiplicando as suas dificuldades pessoais, e atingindo a todos, indistintamente? Serão eles que, além de tudo, estarão cuidando da nossa saúde, construindo edifícios, cuidando da aplicação das leis, e sobretudo, da formação de novos indivíduos geração após geração. :: LEIA MAIS »

PSICOMUNDO <> CARENTES PRINCIPIOS SOCIAIS E FAMILIARES <>

É comum se ouvir falar que só lamentamos a perda de um homem honesto, digno, sensato e humano quando morre uma criança! É que mundo de todas as crianças é feito de sonhos e esperanças. Esses pequenos e nobres habitantes terrestres desconhecem o que poderá encontrar no cotidiano de suas existências! No sentimento de uma criança o pai é sempre um velho guerreiro, um herói. A mãe é um porto seguro de proteção e uma ponte que coloca seus entes queridos para o outro lado do mundo mostrando o poder da imaginação do bem transformador de fé e esperança de que tudo vai bem. Não é por acaso que para os pais, e principalmente, “para as mães” os filhos são joias raras intocáveis e sem nenhum defeito físico ou moral.

Essa explanação narra minuciosamente, simplesmente um assunto consumado, aí residindo à força do amor na sua essência de integralidade das criaturas que formam as famílias pela vida a fora. Uns com desvelo na busca pelos reais objetivos, e outros negativamente com os aberrantes graus de inúmeras degradações mentais, se debandam na sua singular capacidade viver e vencer. Existem até os que bradam com suas entranhas opiniões arremessando um pensamento caótico, fazendo calar a todos que os cercam: “não tenho nada com isso, a humanidade que se dane”!

Verificamos em nossa humanidade os sérios desvios de espírito, de ideias, de juízo, usado de forma inconsequente à extravagância de falsos conceitos. O poder das pessoas são atividades internas provocando uma atuação do ser onde a existência humana realmente existe. Porém, é fundamental e está o estado de atividade iminente dos seres organizados. E, olhando bem, quantas crianças são jogadas no mundo, a grande escola maculada, numa correnteza de pensamentos vazios! Surgem grandes contratempos e desajustes sociais, assim vêm os lamentos, passando uma esponja e nada é feito evidenciando criar novas fórmulas para transformar às vezes, tristes acontecimentos que são envolvidos pessoas inocentes. Quem sabe, renovar os alicerces arcaicos a fim de criar uma nova estrutura humana. :: LEIA MAIS »

CONTRADIÇÕES INSTITUCIONAIS

À crise político-econômica por que passa o Brasil as autoridades não cansam em exaltar à Constituição Federal.

Mas, se se considerar que o Supremo Tribunal Federal em 2016 mudou a interpretação do inciso LVII de seu artigo 5º que diz “que ninguém será considerado culpado até o transito em julgado de sentença penal condenatória”, ficando a favor da condenação em segunda instância, a prática adotada pela instituição que mais devia respeita-la, contradiz a louvação. A contradição se dá meio a Lava Jato visualizando culpados por crime de corrupção e com isso a euforia por justiça da turba nas ruas. Os arrazoados da mudança como entendidos por este cidadão na época, numa análise miúda, se basearam fundamentalmente na prescrição de processos como causas de impunidades e, na proposição de que prisões antecipadas não rescindem o requisito do “trânsito em julgado”, porque um outro, o LXI do referido artigo, ao rezar que ninguém será preso a não ser “por ordem escrita da autoridade judiciaria competente”, entendeu o Supremo como um credenciamento ao ente judicial. A primeira alegação atribui à defesa o motivo da morosidade nos julgamentos dos processos, embora, como exposto na mídia, esse ‘modus operandi’ da justiça brasileira esteja mais vinculado aos seus ‘engavetamentos’ nos tribunais do que pela ação defensora, haja vista sua limitação de prazos. A outra, bom, a outra é como o magistrado superior vê a constitucional presunção da inocência.

No ano seguinte (2017), noutra decisão, a Corte Suprema votou por somente poder afastar um parlamentar de seu mandato com a anuência do Congresso Nacional, quando indicava imperativo ela tomar a responsabilidade para si. Esta sessão decisória foi decorrente do badalado caso de quebra de decoro por um Senador da República em que rolara grana alta e até ameaça de morte a um delator. Então, torna-se plausível se dizer, com relação a esse fato, que o Corte se “apequenou”? Este termo foi usado pela sua presidente quando lhe perguntaram se poria de novo o ‘documento da infidelidade’, vamos dizer assim, na mesa, diante da Ação Declaratória de Constitucionalidade impetrada pela Ordem dos Advogados do Brasil. Como ministros da Corte Suprema possuem a prerrogativa de mudar de entendimento –uma ministra, por exemplo, declarou sua convicção pelo ‘trânsito em julgado’, mas era obrigada a seguir o juízo do colegiado–, seria mais uma oportunidade da Corte, numa análise mais acurada, ratificar o ato de desprezo à Carta Magna ou corrigi-lo. Arredondando, na ocasião a presidente respondeu que pautar tal tema novamente seria “apequenar” o Supremo. :: LEIA MAIS »

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) 2º ENCONTRO DE CARROS ANTIGOS DE ILHÉUS (FINAL).

2) QUEM DIRIA, CACAU NO CEARÁ.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS- Nº 33 – 16 de abril de 2018

Edição 663 – ANO XIV   Nº 33 – 16 de abril de 2018

ENCONTRO CEPLAQUEANO, 2018.

Luiz Ferreira da Silva :: LEIA MAIS »

AS MÚSICAS DAQUELES TEMPOS

Anísio Cruz – abril 2018

Na manhã de hoje, como sempre faço, busco uma boa coletânea no Yutube, e ouço-a enquanto leio as principais notícias, os posts dos amigos, e se for o caso, respondo alguns. Rotina adotada, desde que me aposentei, e fiquei sem muito o que fazer. Daí a inquietação com que encaro o meu dia a dia, escrevendo, pintando as minhas telas, e assistindo futebol, quando passa um bom jogo, ou filmes de aventuras, e ficção científica, que me instigam. Nada muito emocionante, pois a vida já me trouxe muitas emoções, e reservou uma velhice calma, para o final dos meus dias. Hoje, especialmente, encontrei uma coletânea de MPB, dos anos 60 e 70, ou seja, no verdor da minha juventude, quando saí menino daqui de Ilhéus, e fui estudar na Capital, buscando uma vaga na Faculdade de Arquitetura, como muitos contemporâneos fizeram, com propósitos semelhantes, de concretizarmos os nossos sonhos de futuro. Tempos difíceis, em plena efervescência dos atos institucionais, geradores de fortes movimentos estudantis nos quais, como sempre, na vanguarda dos protestos, travávamos batalhas campais, enfrentando a polícia, braço forte da repressão.

Participei de muitas escaramuças, aspirei gás lacrimogêneo, e cuidei de sobreviver, correndo quando necessário. Vi companheiros de jornadas serem espancados, levando bordoadas dos soldados, sangrando pelo corpo, e pela alma, com a desesperadora sensação de impotência, que nos acometia, ao vê-los capturados, pois intuíamos que nunca mais seriam vistos. E assim foi, com muitos deles. Disso tudo, ficaram as amargas lembranças que me acompanham pelos meus dias, mas também a consolidação de fortes amizades, muitas das quais perduraram até os dias de hoje, transcorridos tantos anos. Assim é que ouço, em meio às músicas da coletânea, a épica canção do Geraldo Vandré, Prá Não Dizer Que Não Falei De Flores, que se tornou um verdadeiro hino da nossa geração. Até hoje guardo o pequeno Copacto (como eram chamados os pequenos discos de trabalho dos cantores), rapidamente retirado do mercado pelas forças repressivas, pois foi considerada subversiva pelos governantes militares. Mas eu logrei adquiri-lo, e guardá-lo, junto a outras lembranças. Ouvi-la então, me traz uma imensa saudade daqueles tempos aventureiros, e quase sempre algumas lágrimas teimam em rolar pela minha face. :: LEIA MAIS »

ESPERO APENAS ESTAR EXAGERANDO

Anísio Cruz – abril 2018

As notícias da pressão feita pelo MST, CUT, e movimentos sindicais, além de políticos ligados ao presidiário Lula, estão chegando a um limite aceitável, por parte das autoridades constituídas que cuidam do assunto. A intenção de tumultuar a vida organizada, e segura da capital paranaense, dão mostras claras do que está sendo articulado, pelos seus líderes, criando a chance de, no caudal dos protestos, fincar pés nos seus propósitos de dominação que os movem, e que pretendem para a nação brasileira, como de resto, para toda a América Latina, incluindo-se os países do Cone Sul, e do Golfo do México. Não se trata de alarmismo, como muitos poderão pensar, mas de uma ânsia de poder, gestado no Foro de S. Paulo, contando com a conivência de políticos, intelectuais de esquerda, e até, pasmem, de igrejas cristãs, inclusive a Católica.

Há alguns anos, intuindo que tais fatos poderiam ocorrer, escrevi aqui mesmo, no R2CPRESS, um artigo intitulado A URSA VEM AÍ, no qual manifestava a minha preocupação, desde aquela época (e são decorridos cerca de 10 anos), com coisas que agora estão ocorrendo às claras, sem qualquer pudor. E que seria a URSA à qual me referia? Algo como UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOCIALISTAS DAS AMÉRICAS – URSA, que está hoje sendo designada por outra sigla. Pena que os arquivos do velho e bom R2CPRESS dos primórdios, em boa hora criado pelo pioneiro da blogosfera ilheense, o saudoso jornalista ROBERTO RABAT, não mais possam ser resgatados, perdidos que foram num desenlace ocorrido com o hospedeiro da época. Eu não tive o cuidado de manter o original, para testemunhar tal publicação, o que faço hoje, sob os cuidados da minha querida NAIANA RABAT. Os céticos de então, taxaram de louca premonição aquilo que escrevi, e não deram o crédito devido. Agora confirma-se, e está estampado nas páginas dos jornais, e nos noticiários televisivos.

E porque faço esse registro? Sem qualquer resentimento pelo descaso dos amigos que leram o artigo, sinto que apesar da mobilização patriótica que ora ocorre, fruto das inconsequentes decisões de alguns magistrados, e autoridades, a quem caberia coibir os abusos que se alastram país a fora, e o engajamento de personalidades de notória expressão nacional, as respostas e as reações proporcionais, tardaram em demasia. Agora já se fala em derramamento de sangue, principalmente de inocentes, ecoando nas casernas, e repercutindo entre a população que denomino de VERDE E AMARELO (para diferenciá-la dos vermelhos). Assisto, revoltado, aos ultrajes, e a queima da nossa bandeira, praticados por inconsequentes, alem de vandalismos em monumentos que fazem parte do nosso Patrimônio Histórico, incentivados por políticos irresponsáveis e oportunistas, e por professores universitários, vestidos e travestidos com estrelas vermelhas, e emblemas de movimentos sociais, que encontram nos jovens, o necessário caudal de cultura para fazer proliferar os seus ideais políticos.

Já se conhecem alguns manifestos militares, que se colocam firmemente contra esse estado de coisas, e que advertem sobre a possibilidade, muito evidente, de lutas fratricidas, que infelicitarão muitos lares brasileiros, de norte a sul, fragmentando famílias, e até mesmo colocando em risco a integridade do território pátrio. Espero estar apenas exagerando.





















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