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:: ‘Espaço do Leitor’

PSICOMUNDO <> CIDADE DO FAZ DE CONTA 2º ATO <>

Se o mundo fosse uma brincadeira de “faz-de-conta” faríamos de conta que tudo que acontece em toda a nossa Nação Brasileira é sempre bonito, agradável e promissor! Todos nós temos que admitir que sempre sejamos pertinentemente enganados por falsas e irônicas promessas. Assim vamos fazendo de conta que está tudo bem. E chega um dia onde não encontramos mais saída. E a gente se aborrece e vai ficar sentindo que estamos perdidos mesmo quando queremos fazer de conta que não. Entretanto, apesar de muitas proibições e Leis que os homens são obrigados a cumprir, ainda temos a liberdade de escolha. Somos nós quem escolhe os nossos representantes nas comunidades e associações, por exemplo, e com os políticos jamais foi diferente.

Somos adultos e donos da nossa vida, das nossas vontades, embora intimamente sintamos a necessidade de pedir que alguém decida por nós para nos livrar do peso da nossa responsabilidade de provocar uma mudança no destino de nossa Terra. É preciso enfrentar a realidade, mesmo que doa; é preciso ter a coragem de tomar uma decisão e fazer escolhas, mesmo se daqui a muitos anos percebamos que nos enganamos de caminhos num erro de percurso!

É isso que os nossos representantes querem que a gente pense? Então faz de conta que eles estão muitíssimo preocupados com a população brasileira, não existem tantos desmandos, vão resolver todos esses inusitados estados de coisas ruins, são amigos do seu povo, adoram vê-los satisfeitos na comunidade em que residem e essas chamadas autoridades promotoras de tudo isso, são homens bem intencionados e fieis trabalhadores!

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XXV)

                  Realizações e História da CEPLAC – 1957-2014

 2003 – C E P L A C  –  A  UNIÃO  COM  A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ

 

                         Foi a vida universitária, como estudante e como profissional, que despertou em mim o grande papel que tem uma Universidade, no processo de desenvolvimento social, cultural, econômico, tecnológico e institucional da sociedade regional.

Influência que, às vezes, atravessa fronteiras estaduais ou mesmo internacionais, transferindo novos conhecimentos científicos ou atraindo profissionais líderes em suas áreas de estudo e pesquisa e estudantes na busca do saber.

Foi na Universidade Federal de Viçosa, nos anos cinqüenta, que esta experiência foi vivida. Mais tarde, em visitas a inúmeras Universidades estrangeiras, completei a confirmação desta visão universitária, como a instituição mais completa, mais competente e isenta de quaisquer tendências sectárias em benefício da sociedade.

Para muitos, as Faculdades e Universidades nada mais são, que o local para formar os filhos, através da graduação em algum curso. Hoje, a abertura governamental para criação de novas instituições de ensino superior, de caráter privado, tem unicamente este objetivo, respaldado por um maior interesse financeiro dos proprietários das  faculdades.

O sonho da região cacaueira e de muitos líderes educadores e visionários, pode-se dizer, “foi realizado”. A UESC está aí, com mais de 6.000 alunos, com 23 cursos, inclusive de pós-graduação e com uma equipe de profissionais do mais alto gabarito científico.

O sonho de agora é torná-la uma grande instituição, líder no processo de desenvolvimento regional, capaz de realizar as mudanças, preparando a sociedade para um futuro muito mais empresarial, tecnológico, informatizado e competitivo. Assim,  imaginamos a Universidade de Santa Cruz galgando um status federal, permitindo uma maior abrangência de suas funções, de sua atuação e dos seus enlaces nacionais e internacionais.

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VENDENDO UMA CASA

Vende-se uma casa residencial, localizada na Ladeira da Vitória, centro de Ilhéus.
PRÓXIMO AO HOSPITAL SÃO JOSÉ
Compõe o imóvel:

5 (cinco) quartos (sendo uma suíte);
Garagem;
Porão;
Terraço;
Vista panorâmica (para a praia da avenida Soares Lopes e zona sul da cidade de Ilhéus;
Quintal;

Documentação devidamente registrada.

Área do Terreno:

geraldo terreno

Tratar com Geraldo:

73 8869 – 3408
9140 – 2814
3231 – 4967

Luiz Castro em: DECOLORES

O SONHO DO REI

Há mais de dois mil anos que aconteceu esta história ou outra parecida com a que eu vou contar. Mais de dois mil de anos depois, vai-se lá saber.

O rei Nabucodonosor, imperador dos caldeus, senhor da Babilônia, conquistador do Líbano, dominador da Fenícia, protector da Judéia, cobria com o seu manto e mando meio mundo. Ou quase…

Os muitos escravos, que trouxera das suas expedições guerreiras, eram a sua ostentação, quando o cortejo real percorria as ruas e alamedas da Babilónia, ladeadas de lanças, ramos de palmeiras e aclamações. Escolhera-os um por um, de entre os mais jovens, nobres e bem apanhados. Vestidos com túnicas debruadas a ouro, pareciam príncipes. Mas eram escravos.

Um deles, proveniente da Judeia, chamava-se Daniel. Os companheiros devotavam-lhe uma grande amizade e respeitavam-no como o melhor de todos, porque ele era o mais inteligente e o mais generoso.

Aconteceu que, numa manhã tempestuosa, o rei acordou em cólera. Tinha tido um sonho esquisito e apavorante, que se desvanecera, à luz do dia. Do que se tratava? Donde viera? Como findara? Do que se tratava? Donde viera? Como findara? O rei tentava a todo o custo recordar-se, mas sem sucesso.

Estava convencido que o sonho lhe trazia um aviso urgente. Mas qual? Por mais esforços que fizesse, o rei não conseguia lembrar-se.

Mandou chamar os sábios do reino e exigiu-lhes:

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XXIV)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014

 2003 – CEPLAC – TRANSFORMAR EM  INSTITUTO  OU EMPRESA PÚBLICA

                         Desde 1972, a preocupação com o futuro da Ceplac era uma constante na mente de alguns idealistas, preocupados com o amanhã institucional. As idéias surgiram e as tentativas de concretizar algumas delas frustaram-se. De um modelo colegiado (Comissão Executiva), a Empresa Brasileira do Cacau até a uma Autarquia, denominada Superintendência do Plano da Lavoura Cacaueira.

                   Projetos de Lei, aliados à idéia de Fundação e as tentativas de Agência Executiva não tiveram qualquer resultado concreto. A Ceplac, nestes últimos vinte anos de uma existência quase cinqüentenária, tem constatado o desinteresse governamental, tem sido marcada por deficientes administrações e pouca participação e defesa dos produtores de Cacau e suas organizações representativas.

                   Agora no novo Governo, de princípios diferentes do anterior aparecem as expectativas e as idéias para o futuro institucional. Incrível, mas as sugestões, propostas e mesmo o projeto de lei foram gerados por ceplaqueanos aposentados. Aqueles que têm amor à região e ao programa que tanto benefício fizeram aos produtores e à sociedade sul baiana. Nada oriundo dos dirigentes passados, sinalizando uma situação de acomodação ou perda total da esperança.

                   Tropical – Empresa Brasileira de Desenvolvimento dos Cultivos Perenes e Tropicais.  É o nome da mais nova proposição para salvar a Ceplac de um triste fim ou manutenção de um desempenho insatisfatório. Documento completo, pronto e entregue aos dirigentes políticos, contendo justificativas, medidas e procedimentos a serem tomados. Apesar de uma exposição entusiasta e repleta de dados e informações sobre o passado, presente e futuro da Ceplac, as reações dos responsáveis pelo destino político da organização não representaram ações e iniciativas para concretizar a proposta apresentada.

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EXEMPLO DE ZELO

Até parece, mas não se trata de um preposto da administração municipal cuidando exemplarmente da praça do Santo Antônio de Pádua.
O fotografado é um morador antigo das proximidades da praça, triste e inconformado com a situação de abandono do aprazível local.
Esse cidadão (no sentido real da palavra) não tem nenhum vínculo com a Prefeitura de Ilhéus, possui seu próprio equipamento e faz regularmente a limpeza e roçagem da praça, há anos e por conta própria. Faz porque quer e nada almeja em troca do seu tempo, seu equipamento, seu trabalho, seu suor. Faz, por consciência e zelo, o trabalho de que o poder público municipal poderia poupá-lo, se cumprisse com a devida atribuição.

EXEMPLO DE ZELO

EXEMPLO DE ZELO

Parabéns,  Sr. Paulo.

Nilson Pessoa

Atenção, Leitores!

AVISO MIGRAÇÃO 06 04 2014

Saudações Roberto,

Iniciamos a migração de seu site para o novo servidor. A partir deste momento, guarde as
matérias que for postar pois, após a conclusão, poderá ter que republicá-las.

Pela natureza da migração, seu site poderá ficar fora do ar por alguns instantes.
Assim que todo procedimento for concluído, na noite de hoje, informaremos.

Cordialmente,
Marcelo T. Guerra
falecom@webtiva.com.br

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XXIII)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC 1957-2014

 2003 – CEPLAC – ABSORÇÃO  PELA  EMBRAPA

 

                    Esta foi mais uma tentativa. Momentos de irritação pelo descaso e falta de cumprimento da “promessa feita” pelo Presidente Fernando Henrique e Ministro Pratinni de Moraes. Em visita à região do Cacau, rápida, política e cheia de seguranças, os aproximadamente 170 presentes à reunião ouviram a promessa de resolver os problemas do funcionalismo da Ceplac. Isto é: incluir no chamado PCC – Plano de Cargos e Carreira, os desesperados servidores públicos do Cacau.

Diga-se de passagem, até hoje três de abril, NADA foi feito. Os poucos funcionários incluídos no plano de carreira, foram por uma decisão, ajuizada, séria e correta, da justiça federal brasileira.

Foi neste período de incertezas e insatisfação que os técnicos, em especial os pesquisadores da Ceplac, manifestaram o desejo de passar para o quadro de servidores da Embrapa.  Reuniões e até a busca de uma liderança científica foram aventadas, no sentido de fortalecer a idéia e resolver o angustiante problema dos ocupantes do Centro de Pesquisas do Cacau.

Logo, logo os pesquisadores começaram a sentir que as funções desempenhadas pela Ceplac não se restringem apenas às áreas de estudos e pesquisas agro-econômicas. A transferência de novos conhecimentos tecnológicos – via Extensão Rural – e a formação de uma mão-de-obra especializada – via Escolas Profissionalizantes –   representavam uma grande parcela dos objetivos institucionais.

Verificou-se que na Embrapa também existiam problemas salariais e funcionais e seu interesse institucional restringia-se à área de pesquisas – Centro de Pesquisas do Cacau, – com seus projetos técnicos científicos, seus respectivos autores e o importante patrimônio físico das áreas experimentais.

Outro aspecto considerado foi o fato de os servidores da Ceplac serem regidos pela legislação do serviço público federal e a Embrapa, tendo seu funcionalismo vinculado à CLT, o que diferencia significativamente quando o tema é aposentadoria.

Imaginava-se que esta absorção tinha algo de positivo. Talvez mais recursos financeiros para as pesquisas, facilidades de utilização da estrutura científica da Embrapa (laboratórios e equipamentos), melhoria salarial e o relacionamento com uma equipe técnico-científica das melhores no Brasil.

Finalmente, chegou-se a um consenso, que esta não era a melhor solução para o futuro da Ceplac. Melhor seria manter um enlace institucional, permanente, intenso e cooperativo visando à busca de soluções para os problemas da economia e da produção de Cacau.

Brasília, DF – abril 2003.

    Jorge Raymundo Vieira, Eng. Agrônomo MS – aposentado CEPLAC.


PARA LER O ARTIGO Nº 22 CLIQUE AQUI.

PSICOMUNDO <> CIDADE DO FAZ DE CONTA 1º ATO <>

Não podemos conceber que uma cidade tão visitada e com bastantes movimentações de pessoas e principalmente veículos, os semáforos esteja queimados ou desligados provocando uma insensatez tacanha contra a segurança da sua população! No centro da cidade e no bairro do Pontal se encontra assim há muito tempo, e nada se faz por parte da administração pública municipal para resolver um problema tão pequeno.

Imaginem os problemas maiores que estão por ai sem nenhuma solução, como por exemplo, a rede de esgoto que quando acontecem fortes chuvas a nossa Praça Caírú e adjacências ficam parecendo oceanos de águas impuras com lama contaminada, e que com certeza causarão enfermidades às pessoas que por aqui vivem e transitam. Não sabemos que são os responsáveis, então faz de conta que sejam a Prefeitura e a Embasa, que se transformaram em corpos estranhos ao desenvolvimento da nossa cidade.

A população de Ilhéus precisa acordar desse trágico sono cheio de inercia e viver a plenitude da sua coragem de defender sua Terra e obrigar aos inconsequentes algozes que estão destruindo-a, e obrigá-los a desocupar esse espaço demolidor criado por eles. Há muitos anos a nossa população não ouve ou ver a prefeitura anunciar obras de grande vulto concluído com recursos próprios.

São cobrados impostos e não observamos a transparência na informação aonde foram investidos. E os prejudicados somos nós mesmos, porque a maioria dos nossos políticos, principalmente, os vereadores nem sempre estão preocupados com o bem-estar social, querem apenas o poder de aparecer nas colunas sociais, se locupletarem, agindo como os mocinhos da corte, sem nenhum propósito de ver nossa cidade com dinamismo e prosperidade.

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O cara é bom … rs


Enviado por Marcelo Ribeiro.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) AGORA É PRA VALER! SEU LUNGA PAROU DE TRABALHAR.
2) O ILHEENSE GOSTA DE DANÇAR, MAIS DE COMER TAMBÉM.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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O MAESTRO E O QUINTETO DESMIOLADO

25 de março de 2014 – o dia da acusação.

Não estou por aqui querendo defender o vereador Sr. Cosme Araújo, inclusive não o conheço pessoalmente. Mas o referido edil deu um show jurídico na entrevista que concedeu hoje à Rádio Santa Cruz no Programa Alerta Geral, por sinal, este programa está prestando um grande serviço à nossa sofrida cidade, não deixando que a poeira abaixe nesse caso que ainda repercute gravemente em toda a comunidade.

Todos esperam ansiosos que o presidente da gloriosa câmara de vereadores defina com urgência pela implantação da CEI, para mostrar a toda população que a mesa diretora está em plena consciência e querendo colocar tudo em pratos limpos, trocando em miúdos, amenizar os estragos causados pelas denúncias do ex-prefeito.

Não está sendo fácil o silêncio dos inocentes, dos culpados ou não. Todos querem saber com detalhes o que fez esses dois senhores subirem o morro e fazer esta visita inesperada até a casa do acusador.

Afinal foram fazer o que? Acertar o que? Propor o que?  Foram apenas fazer uma visita de amigos?

São pontos importantíssimos no esclarecimento dos fatos que envolveram cinco vereadores.

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