:: ‘Espaço do Leitor’
PONTE – NEM UMA NEM OUTRA
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REZENDE.
VENDENDO UMA CASA

5 (cinco) quartos (sendo uma suíte);
Garagem;
Porão;
Terraço;
Vista panorâmica (para a praia da avenida Soares Lopes e zona sul da cidade de Ilhéus;
Quintal;
Documentação devidamente registrada.
Área do Terreno:
Tratar com Geraldo:
73 8869 – 3408
9140 – 2814
3231 – 4967
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XVI)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1990 – UMA OPÇÃO PARA A CEPLAC
A ideia não é nova. Em artigo publicado no Diário da Tarde (06.06.72) visualizava a CEPLAC após seus 15 anos de existência, associada a uma Universidade Regional, em busca de soluções para os problemas técnico-agrícolas, econômicos e socioculturais.
Mais tarde, no desenrolar do tempo e das ações, na descoberta do potencial da região sul baiana, vieram o diagnóstico socioeconômico, os primeiros planos de diversificação agropecuária, as atividades de apoio à infraestrutura regional, o projeto da Universidade de Santa Cruz.
Nestes anos, sedimentaram-se conhecimentos, experiências e enlaces sentimentais a esta região, ampliando cada vez mais, a visão do futuro.
Apesar de separados, a CEPLAC, a Universidade de Santa Cruz e o Instituto de Cacau da Bahia-ICB, davam seus passos, tentando realizar seus objetivos, mantendo os níveis de aspirações e idealismo dos seus dirigentes.
E nesta visão de futuro regional, por várias vezes, voltava a discussões, a ideia de uma interação total das instituições, visando um mesmo objetivo.
Os enlaces entre Ceplac e Fusc cresciam, pressionados pelo sentimento regional, onde aqui e acolá, se ouvia uma voz, a sugerir esta união institucional em benefício da racionalidade do uso dos recursos, benéficos à sociedade.
Até tentativas de intercâmbios internacionais existiram, quando se buscou a elaboração de um projeto entre a Pensilvânia, estado irmão da Bahia, a grande fábrica de chocolate Hershey e a “Penn University”, visando o apoio técnico e financeiro, para um amplo programa na montagem de uma “Land Grand College”, a Universidade da Terra, compreendendo o ensino, a pesquisa e a extensão rural.
AGENDA E PROMESSAS
Aviso aos navegantes e aos que ficam em terra:
Não faço oposição por fazer oposição, não sou filiado a NENHUM partido e nem a NENHUM grupo político, sou apenas um cidadão livre e de bons costumes, procurando cumprir meus deveres e cobrando e exigindo a contrapartida que são os meus direitos, nada mais além disso.
A minha oposição a qualquer prefeito se prende unicamente ao que não está sendo feito, principalmente as necessidades básicas, as coisas mal feitas, a falta de cuidado com os recursos públicos, a falta de atenção com os reclamos da população e a falta de compromisso com a cidade.
Não devemos falar no momento na falta de amor, pois esta palavra é muito forte para o que está acontecendo com a nossa sofrida cidade.
Nestes QUINZE meses de mandato do nosso alcaide, a sua agenda é repetidamente divulgada e com a mesma pauta: ponte, Intermodal, ZPE, saneamento do Pontal, duplicação da rodovia, revitalização das centrais de abastecimento, novo hospital, urbanização da Zona Sul, 3.300 unidades do Minha Casa, Minha Vida, modernização da Avenida Dois de Julho com o projeto Porto das Artes, Centro de Iniciação ao Esporte, falta de recursos, necessidade de fazer demissões em massa, blá, blá, blá.
Luiz Castro em: DECOLORES
O MUNDO E O HOMEM DE HOJE
São bastante marcantes as diferenças entre o nosso mundo de hoje e o mundo de antigamente. Com a chamada comunicação de massa, sabe-se tudo o que ocorre no mundo, em questão de minutos.
A moda acabou com a idéia das coisas duráveis. Diminuíram-se as distâncias, o amanhã tornou-se hoje mesmo, o futuro, o próprio presente. As guerras , o assalto a cada esquina, a chantagem a cada passo, o esporte violento, a violência no esporte: A violência anda a solta.
A competição cada vez maior por um lugar ao sol, por um emprego, pela saúde, pela educação, pelo abrigo, por um pouco de alimento para sobrevivência. As filas kilometricas, as mãos estendidas, os olhos pedintes tropeçam na gente.
A população cresce demais, a concentração da riqueza nas mãos de pessoas, a pobreza, o alto custo de um filho, a mortalidade infantil: A injustiça social não foi corrigida.
As brigas e separações de casais, conflitos de gerações, novas doenças que aparecem, a maconha, os conflitos sociais. São tão complexos os problemas.
Esse mundo de hoje, ameaçador, feroz, competitivo, violento, do salve-se quem puder, vai gerar um tipo de homem profundamente medroso e inseguro.
O homem de hoje é infeliz, perplexo, indeciso, cheio de dúvidas e interrogações.
O homem no mundo de hoje é um ser que foge, que busca, procurando respostas a problemas e situações angustiantes que ele próprio, homem, criou.
Na verdade, nós homens fazemos parte e nos confundimos com o mundo de hoje.
Assim, somos nós que nos castigamos, nos punimos a nós mesmos, criamos infernos de medo, de traumas de insegurança, de suicídio-lento, de morte em prestações.
Temos medo de errar, de sermos mal interpretados, de abrir a boca, de pensar, de confiar, de novas amizades, medo do silêncio e do barulho, medo de assumir responsabilidade, de olhar para dentro de nós mesmos, medo de nos entregar e até mesmo de amar.
Muitos de nós perdemos muita chance da nossa vida, por não termos coragem de assumir, seja na nossa família, seja no nosso trabalho.
Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
NO DOS OUTROS É REFRESCO
Será que ninguém teve a ideia de promover a Marcha da Família quando Collor confiscou o dinheiro da população, num ato pra lá de “comunista”?
Tudo bem, o impeachment o extirpou do poder. Só que, entre o confisco e o impeachment, se passaram dois longos anos.
Os tempos mudam. Os cenários também. Algumas cabeças, só por conveniência.
Nilson Pessoa
Milho Bom
Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio “milho-crescido”. Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
“Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?” – perguntou o repórter.
Por que ?”
– Disse o fazendeiro,
– “Você não sabe ?
O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.
Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivarem milho bom”.
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós:
Se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivarem milho bom.
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Enviado por Paulinho Paleta.
Fique sabendo …
Que o nosso Henrique Abobreira é muito querido todo mundo sabe, mas ficou evidenciado quando do seu sufoco iniciado aqui em Ilhéus e que terminou no Hospital Espanhol em Salvador.
A torcida sempre foi para que t udo desse certo e ele voltasse pro nosso convívio o mais rápido possível e, por conta disso, algumas situações GRAVÍSSIMAS foram deixadas de lado porque a meta era resolver o problema e Abobora ficar bem e promover, assim, a alegria dos familiares e amigos.
Abobreira passou um sufoco aqui em Ilhéus.
Agora, já bem melhor e praticamente restabelecido, ficamos sabendo o que realmente aconteceu e motivou a sua ida, com URGÊNCIA, para Salvador.
Quando isso acontece (ida para Salvador) geralmente é por conta de aparelhagem de ponta, recursos diversos, enfim, como se diz: Levar para um grande centro. Não foi por isso que ele foi para Salvador.
Felizmente alguns anjos se instalaram ao seu redor.
Parabéns para esses ANJOS nominados na cronologia abaixo.
Fiz a diálise normal na quinta dia 27/2 e já na sexta senti sinais de dor no antebraço esquerdo onde a fístula está instalada para permitir a filtração do sangue. No sábado, na clínica, já para fazer a sessão seguinte a enfermeira constatou a falência da fístula e não pude dialisar.
A médica nefro de plantão dra. Flávia Batista de imediato acionou o cirurgião vascular da clínica dr. Humberto Sergio Neto solicitando as providências referentes a instalação de um cateter provisório para fazer a diálise enquanto se providenciava a restauração ou troca da fístula avariada. Ele respondeu que na segunda faria o procedimento e que eu estivesse na clínica a partir das 13 hs.
Cheguei por volta das 12.30 hs e aguardei até as 18 horas e nada dele aparecer nem mandar um comunicado avisando da impossibilidade de comparecimento e nisso eu já estava completando o quarto dia sem dialisar.
Fui pra casa e retornei na terça, quando a Dra. Flávia decidiu fazer, ela mesma, o procedimento da instalação do cateter para a imediata diálise pois já entrara no quinto dia sem fazer e, realmente, após o procedimento passei muito mal e aí em diante foi uma série de problemas.
Na segunda um dos diretores da clínica me acompanhou a tarde inteira imensamente constrangido pela atitude ausente do vascular que não foi localizado e mesmo agora depois de tudo isso sequer recebi explicações a respeito do seu não comparecimento, se foi por motivo justo ou não, ficou no ar a interrogação.
Quero ressalvar nisso tudo a atitude firme e correta da Drª. Flávia que providenciou, de imediato, a minha internação na UTI no São José me assistindo por 3 dias naquele hospital e procurando de todas as maneiras fazer a minha remoção para a capital no hospital espanhol, e tomando todas as providências cabíveis para o meu tratamento juntamente com a equipe do Dr.Juvenal Mascarenhas Nassri coordenador daquela UTI em Ios
Um criminoso. Acho isso uma falta de respeito ao próximo.
Rapaz!, deduza você mesmo:
Uma coisa que tinha de ser providenciada por ele pois é o perito contratado pra tal mister me deixa cinco dias sem atendimento acumulando toxinas no sangue e daí todo o desdobramento.
Já estive colhendo informações sobre ele e um ex diretor do Regional me falou que já teve embates com ele pelo não cumprimento de suas tarefas como profissional médico e questionou: “ Você vai ter que manter isso com ele“?.
José Henrique Abobreira.
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XV)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1988 – CEPLAC – A EXPLOSÃO DO FIM
A proximidade de meus 25 anos ceplaqueanos, do começo da saída e a intensidade dos sentimentos, puros e leais, levam-me a esta explosão.
Planejam acabar com a CEPLAC! Medidas estão sendo tomados, acordos sendo feitos, interesses políticos e econômicos se associam para desmontar esta grande instituição.
Foram poucos, os que a tiveram como inimiga; só um pequeno número de insatisfeitos e invejosos contrariou as suas ações e feitos. A grande maioria, a aplaudiu, defendeu-a e beneficiou-se com os resultados do seu trabalho.
Agora, o clima mudou. Os maquiavélicos, interesseiros e incapazes administrativamente, conseguem tomar o comando. Sob um manto de “processo democrático e participativo” impõem e dirigem a instituição sob a mais violente forma de autoritarismo.
Os produtores de cacau, estes idealizadores da instituição e parte vital da sua razão de ser, não mais são ouvidos, não mais participam dos planos, projetos e decisões. O Conselho Deliberativo, órgão que congrega governo federal, estadual, produtores e funcionários, não se reúne a mais de oito meses. Decisões de sua competência são tomadas à revelia; orçamento, crédito suplementar, alterações estruturais, etc.etc., não mais são levadas a discussões, análise e decisão.
O poder agora parece absoluto do dirigente maior ou de outra fonte política orientadora. E, diga-se que estamos em um ambiente democrático e participativo.
























































