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:: ‘Espaço do Leitor’

Ponte Ilhéus-Pontal

Rabat
 Ponte?
Foi divulgado pela imprensa da Bahia que no mês de março 2013 começariam as obras da nova ponte ligando a Ilha ao continente (Ilhéus-Pontal)
Mas o que estamos vendo é um canteiro de obras pronto há mais de 90 dias, embora tenha começado em Julho de 2013
Nove  meses se passaram e até agora nenhum sinal de inicio da construção propriamente dita.
Caro jornalista pergunto: será que , como diz o dito pupular, “ enterraram uma caveira de burro em nosssa cidade?”
Porquê nada   nao sai do papel  : a Ponte, o Porto. o Aeroporto, a duplicação da estrada Ilhéus – Itabuna e a também, promessa do Governo do Estado,o recapeamento
asfáltico da cidade !
Cadê a Cemara de Vereadores que não se prenuncia? ou suas reuniões são realizadas, apenas, para conceder titulos de cidadão ? Cadê as nossas lideranças?
– Ou estamos nos acostumando com esta inercia que atinge atualmente a região cacaueira ?
OI! gente vamos clamar , gritar cobrar dos nossos goverrnos, das nossas lideranças para que eles estejam sempre lembrados de que nao esquecemos da promessas
nao cumpridas  e que:
Nossa única e verdadeira arma é o VOTO
Fernando Bohana

VIDA DE PORCO

Vida de porco. É isso que o Município me proporciona, em troca dos impostos que pago, independente de quem seja o gestor. Nenhum deles resolveu os problemas do Santo Antônio de Pádua e Faelba. Lá se vão anos a fio.
Num raio de apenas 50 metros, a partir da praça do Santo Antônio de Pádua, temos três problemas gritantes: a buraqueira/lamaçal da praça, o Lixão do CAIC e a creche escola que teve sua obra paralisada e abandonada, num típico exemplo de “elefante branco”, desperdício de dinheiro público (traduzindo: nosso dinheiro).
Há um processo judicial movido pelos moradores contra o Município, cujo teor abrange as condições sub-humanas a que somos submetidos no convívio diário com lama e lixo, como se porcos fôssemos. Não se sabe a quantas anda o tal processo.
Há um projeto na Prefeitura, de alguns anos, fruto de insistentes reivindicações dos moradores, para construção de uma nova praça que acabaria com a buraqueira e o lamaçal. Ninguém sabe onde foi parar.
O que nos resta? Apelar para organismos federais e internacionais? Mostrar ao mundo esse lado podre de Ilhéus, recheado de descaso e desrespeito à dignidade humana? 
A propósito, está no dicionário: 
Atrocidade – s.f. Crueldade, desumanidade, ação atroz, impiedade, maldade.
LAMA, é impiedade.

LAMA, é impiedade.

LIXO, é crueldade.

LIXO, é crueldade.

OBRA DA CRECHE ABANDONADA, é desumanidade.

OBRA DA CRECHE ABANDONADA, é desumanidade.


Nilson Pessoa

O SILÊNCIO – Estado de quem se cala

Pois é! Os dias estão passando, a grave denúncia foi feita e o silêncio da casa do povo já está incomodando.

A inquietação dos ilheenses decentes que querem ver o caso apurado é grande, mas nem isso está levando a mesa diretora da gloriosa câmara de vereadores a adotar medidas urgentes para devolver à população uma resposta adequada e, acima de tudo, convincente.

O que deixa a todos apreensivos é que o cidadão que apresentou a denúncia não quis apenas jogar flores no ventilador, ele foi ao vivo em plenário e deu seu depoimento, não se preocupando em omitir nomes e nem que a denúncia pudesse também lhe atingir, haja vista que não apresentou nenhuma prova naquele momento.

A mesa diretora da câmara tem instrumentos legais para apurar os fatos, apenas a população está questionando a demora em fazer com que a verdade nua e crua apareça.

Se o acusador tem provas que apresente, seja à própria câmara ou às autoridades judiciárias, se os acusados são inocentes, que também saiam da toca e apresente suas versões, o que não se pode admitir é esse disse-me-disse, e o caso sendo empurrado pela barriga.

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P A R A B É N S !

aniversário zé maria por cosme araújo

Próximas eleições

Amigos ilheenses , se aproxima as eleições de outubro/2014.

Vamos eleger representantes de ilhéus para as câmaras estadual e federal.
Não vamos na conversa de estrangeiros que se dizem comprometidos com Ilhéus,  e depois de eleitos com boa parcela de votos conquistados em Ilhéus na verdade começam a trabalhar contra a nossa cidade.
NÃO VAMOS PERDER MAIS ESTA OPORTUNIDADE DE COLOCAR NOSSOS REAIS REPRESENTANTES NO LEGISLATIVO ESTADUAL E FEDERAL.
Jose Alberto Maia

Luiz Castro em: DECOLORES

NAVEGANDO PELA INTERNET

Encontrei esse pequeno artigo que dá a idéia do que possa ser um bom político. E achei interessantíssimo. Na realidade é exatamente o que acontece em nossa cidade, no nosso país. O bom político é aquele cara simpático, que come galinha pé duro la no interior, que bebe cachaça no bar com o Zezinho, com Raimundinho, com os inhos todos…É aquele que vai lá naquela comunidade e com cara de taxo sai pelas mesinhas e distribui aquela simpatia dissimulada pra aquela pessoinha simples que desiludida da vida e quando tal cara de pau dando um sorriso dissimulado acredita no infeliz. Isso parece anedota, mas é a mais pura verdade. Esses espertinhos se aproveitam da pobreza, da necessidade, da falta de instrução desse povo pra ludibriar e tentar dar o golpe comprando os votos desses pobres de diversas formas.

Fico indignado com esses caras de pau que tem por ai. Pessoas que não se pode dar a menor possibilidade que já sabemos qual será o resultado. Gente precisamos deixar de ser bobos. Até quando vamos permitir que infelizes com essas qualidades norteiem nosso futuro? Dizemos que estamos mais rigorosos em nossas escolhas, mas não posso concordar que isso esteja acontecendo de fato. Ainda falta muito. É verdade que as pessoas já estão mais esclarecidas, mas mesmo, assim se deixam comprar com facilidade.

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XX)

                      REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014.   

 2001 – AS REAÇÕES À IDEIA DE UNIÃO CEPLAC + UESC

                       Desde 1971 tenho escrito pela necessidade de uma Universidade na região sul baiano.  Universidade para a sociedade, para a Bahia e para  o  Brasil.

                        Com o lançamento do meu livro “Idéias e idealismo no mundo do Cacau” e as entrevistas com políticos e autoridades baianas, com cacauicultores, profissionais, professores e líderes regionais, este tema foi abordado.  Troca de experiências, de apoio e entusiasmo e também de reações contrárias. Nenhuma destas manifestações negativas diminuiu meu otimismo e minha convicção sobre a melhor solução institucional para os dois órgãos, “notadamente”  baianos.

                        Por algum tempo fiquei a meditar nas oposições e nos aspectos de risco e dúvidas para a concretização ideológica, especialmente neste país de incertezas e gestões políticas interesseiras.  Finalmente cheguei a uma análise bem realista.

1 – Bom número dos questionamentos, afetando a aceitação da idéia referia-se

a problemas pessoais de funcionários preocupados com sua situação funcional- servidor federal, estadual ou o que seremos? – aliada à insatisfação sobre o atual salário vergonhoso pago pelo  Ministério da  Agricultura.  E o medo de um desmantelamento institucional, podendo ocorrer transferências para qualquer parte do Brasil, à semelhança de um cenário do “apartar da boiada”. Ainda mais, o receio da perda da posição, do cargo, do DAS que hoje é mais necessário que a formação e experiência tecnológica, intelectual e cultural; a autodefesa dos dirigentes na manutenção dos seus cargos.

                        A resposta a todos estes pontos está na proposta de manutenção do status de servidor público federal, atendendo a legislação existente até sua aposentadoria; em nenhum momento se propõe prejuízo econômico. Quanto ao lado técnico, a oportunidade será de um ganho substancial pois  o ambiente de trabalho será a  Universidade – centro de estudos e pesquisas em diferentes ramos da ciência; local de discussões livres no contingente humano mais intelectualizado da região. Haverá progresso mesmo que por “osmose”.

                        2 – A reação contrária dos companheiros do tempo áureo da Ceplac devido ao sentimento arraigado de amor à instituição que foi sua escola e de maior tempo de vida profissional.  Organização que lhe prestigiava, que reconhecia seu trabalho, por mais humilde que fosse que lhe dava orgulho em pertencer ao seu quadro de funcionários. Saudosismo justo e belo. Só depois de algumas recordações e questionado sobre o presente e o futuro, eles começam a aceitar a necessidade de mudanças e alterações do modelo organizacional, sem a perda dos princípios de honestidade, seriedade, entusiasmo e sentimento para com os problemas da sociedade sulbaiana, em especial dos cacauicultores.  Neste momento, temos mais adeptos à ideia, talvez não muito fervorosos, mas conscientes de que esta é a melhor solução.

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O planejamento familiar

Luís Eugênio Sanábio e Souza*

Mãe, mestra e perita em humanidade, a Igreja Católica considera que por razões justas, os esposos podem querer espaçar os nascimentos de seus filhos. Devem, porém, verificar se tal desejo não procede do egoísmo, e se está de acordo com a justa generosidade de uma paternidade responsável. A Igreja também considera que um justo planejamento familiar não deve ser ilimitado e radical a ponto de tornar impossível a procriação. Deve-se sempre respeitar o aspecto procriativo do casamento. Não é justo resolver a questão do planejamento familiar a partir de uma mentalidade meramente utilitarista, pragmatista e nem hedonista.

A fecundidade do amor conjugal é uma dimensão profunda e natural da vida matrimonial. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização. Chamados a dar a vida, os esposos participam do poder criador e da paternidade de Deus (Gênesis 1,28). O amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo e essa fecundidade deve ser acolhida como um dom benéfico para a vida do casal e não como um peso a ser descartado a partir de uma mentalidade contraceptiva que nasce do egoísmo ou do medo. O dom da fecundidade é um dom de Deus. Assim, “usufruir do dom do amor conjugal, respeitando as leis do processo generativo, significa reconhecer-se não árbritos das fontes da vida humana, mas tão somente administradores dos desígnios estabelecidos pelo Criador. De fato, assim como o homem não tem um domínio ilimitado sobre o próprio corpo em geral, também o não tem, com particular razão, sobre as suas faculdades geradoras enquanto tais, por motivo da sua ordenação intrínseca para suscitar a vida, da qual Deus é princípio” (Papa Paulo VI).

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DEMARCAÇÃO: TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, UMA ETNIA FABRICADA PELA FUNAI – 4ª PARTE.

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS )LADO DIREITO).


Edgard Siqueira

NETO OLIVEIRA em: Insuperável Walt Disney…

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.

Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.

Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.

Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.

Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de”amigo”.

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.

Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas… Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.

E desde aquele dia já não durmo para descansar… simplesmente durmo para sonhar.

Walt Disney

MULHERES (BAIANAS) NO PODER

Durval Pereira da França Filho

Durval Filho - diretor da Biblioteca Afrânio Peixoto - Foto Walmir Rosário.

Durval Filho – diretor da Biblioteca Afrânio Peixoto – Foto Walmir Rosário.

No contexto das discriminações existentes entre os seres humanos, é possível que uma das mais antigas seja contra as mulheres. Desde priscas eras, porém, a luta pelos direitos da mulher tem sido uma constante, seja através de correntes filosóficas, seja por meio de segmentos religiosos, como o cristianismo primitivo, por exemplo.

Os movimentos em defesa dos direitos iguais para homens e mulheres, que começaram de forma tímida no final do século XIX, a partir das décadas de 1960/1970 ganharam forças capazes de impactar as sociedades ocidentais. Essas forças foram se tornando mais efetivas, tanto no campo da cultura como no campo do direito, principalmente com relação aos direitos políticos (votar e ser votado), direito à autonomia, direitos trabalhistas etc.

Na constituinte da República (1890-1891), um projeto favorável ao voto feminino foi derrotado pelos positivistas que consideravam a atividade política desonrosa para a mulher. Contudo, a História do Brasil está repleta de ações de mulheres que se destacaram pela resistência a toda e qualquer forma de opressão.

Para efeito das nossas considerações, colocamos em evidência mulheres baianas, a começar com Maria Felipa de Oliveira, escrava da ilha de Itaparica, no Recôncavo Baiano, mulher guerreira, em todas as acepções do termo, que liderou os baianos em lutas decisivas pela independência, em 1823.

De igual maneira, a abadessa Joana Angélica de Jesus (1761-1822) e Maria Quitéria de Jesus Medeiros (1792-1853): a primeira, de Salvador, tornou-se a protomártir da independência; a segunda, de Feira de Santana, foi a primeira mulher brasileira a integrar uma unidade militar no país. Embora muitas mulheres baianas tenham lutado pela independência do Brasil, essas três entraram para a história como símbolos da luta que culminou no Dois de Julho.

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Bem feito rsrsrsrsr


Enviado por Marcelo Ribeiro.





















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