:: ‘Espaço do Leitor’
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XIX)
REALIZAÇÕES E HISTORIA DA CEPLAC – 1957-2014
1997 – CEPLAC + UESC:
COMO OPERACIONALIZAR A UNIÃO
A ideia que vimos defendendo, já há alguns anos, volta aos nossos pensamentos e reflexões. Estamos certos que o futuro mostrará este casamento, tornando esta união feliz, racional e produtiva.
As discussões da ideia com as lideranças serão vitais para o êxito do empreendimento, compreendendo o papel decisório das autoridades, uma vez que as instituições envolvidas estão sob sua supervisão e orientação política. As mudanças são complexas e de natureza político administrativa, exigindo, assim, uma recomendação favorável da liderança política baiana.
Aceita a ideia, deverá ser constituída uma Comissão Técnica para coordenas as atividades de estudo, planejamento e elaboração das propostas de alterações administrativas e legais.
Recomenda-se que, além dos representantes das instituições envolvidas, sejam incluídos profissionais de reconhecida experiência no campo da organização e desenvolvimento institucional e do conhecimento das regiões cacaueiras. Na coordenação, a predominância do saber do idealismo e da isenção de interesses próprios.
Uma fundamentação de direito privado, constituída por instituições governamentais, federais, estaduais e municipais, representantes da classe empresarial, agrícola, comercial e industrial, representantes do funcionalismo, será a mantenedora da nova instituição, regendo todo o estabelecimento de diretrizes, princípios e recursos financeiros, permitindo que a administração da nova “Universidade” possa desenvolver suas atividades com tranquilidade, eficiência e liberdade.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 58ª PARTE
Quem nunca passou por dificuldades na vida não sabe dar valor as coisas que tem? É muito fácil perceber quando temos ou nascemos ricos, quando mais ricos e menos passar por dificuldades parece que menos tomamos consciência do valor da vida, quem passa por dificuldades aprende a valorizar as coisas na vida, pequenas ou grandes, e quem desperdiça é por que nunca passou por dificuldades.
O homem mergulha pela vida a fora desde o seu nascimento buscando a sua sobrevivência. Encontra tantos estorvos que o deixa sem entender o porquê da sua existência e qual a direção a seguir. O ser humano se acha nessa hora em fase de falência do seu próprio eu, e muitos se apavoram pelos desencontros que a vida lhe trouxe momentaneamente. Mas, somente nas derrotas podemos proporcionar meios de calibrar nossos instrumentos e ideais para a conquista do mundo e precisamos ter reais objetivos nesse sentido transitório pela face da Terra.
O melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais, do que o resultado inevitável de uma sequencia de fracassos reavaliados e corrigidos. É assim que podemos transitar dentro de nós mesmos e medir o que praticamos para vencer ou ser derrotado. É necessário entender que o verdadeiro vencedor, não é aquele vence todas as tentativas, e sim aquele que apesar de inúmeras derrotas, nunca deixou de tentar novos caminhos e seguir firme adiante sem olhar para trás.
Então, se analisarmos bem, os verdadeiros perdedores são aqueles que desistiram da luta muito cedo e dessa forma jamais chegarão a vencer. Quantos caem antes de sentir a grandiosidade da sua força mental! Por pior que seja este momento, por maior que seja sua dor, ou por mais cruéis que sejam suas dúvidas de que um dia viveremos tempos melhores, tenha sempre a esperança viva no seu coração, domine e destrua os seus impulsos negativos.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE
1) RECORDANDO MINHA INFÂNCIA.2) AMIGOS QUE A GENTE NÃO ESQUECE.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
CEPLAC: Uma pequena história
Caros amigos e colegas: Esta nota foi divulgada no R2CPRESS, em 2008.
Vale a pena ver de novo. Um abraço saudoso a todos.
O nosso amigo José Rezende, no alto da sua sabedoria, vem nos alegrando com seus artigos intitulados “eu sou do tempo”, revirando o baú da saudade e, em alguns momentos, nos levando a uma emoção. Uma emoção de lembrança, de saudade e a certeza de que muitas coisas de um passado não muito distante, foram criadas, praticadas e não faziam mal a ninguém. Parecendo até que eram feitas na mais pura inocência.
E porque não colocar a nossa CEPLAC, neste contexto do “eu sou do tempo”?
Do tempo em que os agrônomos, eram chamados nas comunidades de “doutor”.
Do tempo em que os agrônomos recebiam orientação da direção da CEPLAC para evitarem se ausentar das cidades nos finais de semana.
Do tempo em que os agrônomos eram considerados como os médicos de família. Da família que vivia da agricultura e não podia prescindir das orientações técnicas do “doutor”.
Do tempo em que os agrônomos eram procurados em sua própria casa, principalmente nos finais de semana, pois a necessidade do agricultor era tanta, que não esperava a visita que já estava programada.
Do tempo em que os agrônomos, depois do juiz, do prefeito, do médico, do delegado, era a próxima autoridade.
Do tempo em que os agrônomos eram convidados para padrinhos, para as festas de aniversário, para os churrascos, para as reuniões de igreja, para serem (os solteiros) apresentados às filhas dos grandes agricultores, eram, enfim, obrigados a se envolverem em todos os acontecimentos da comunidade. Da menor cidade, à de maior poder econômico.
MORADORES DA CEPLUS PEDEM SOCORR0
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
—
VICTOR
Pedido de Providência
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
—
Enault Freitas da Rocha Filho
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XVIII)
Comemoração 50 Anos da CEPLAC
1997- C E P L A C H O J E
40 ANOS PASSADOS.
No inicio predominava a incerteza sobre o futuro. Depois, os trabalhos, a ação, a compreensão e apoio da sociedade cacaueira garantiram uma vida prolongada e efetiva.
Foram os anos felizes para todos – produtores, funcionários, políticos e a população dependente da economia do cacau.
Resistindo aos 40 anos (fevereiro/57), a Ceplac, com uma saúde precária, foi atingida por uma sequência de enfermidades, que a levou a uma situação de “fase terminal”.
Neste aniversário de quatro décadas, o diagnóstico parece não oferecer esperança de vida. O meio ambiente de sua efêmera existência, nestes últimos anos, está poluído, carregado de tremores, incertezas e desânimos. Uma bruxa invadiu seu território, dominou o campo, as árvores e a animação dos produtores. A incapacidade de reverter esta situação, expulsar esta doença, ainda perdura em suas entranhas.
Técnicos, com a escassez de equipamentos, recursos e conhecimento, procuram, na última esperança que resta, uma solução para o problema biológico.
Os produtores, angustiados, desanimados despedem trabalhadores e abandonam as plantas dos frutos de ouro. Alguns buscam na transformação em pousadas ou lojas de artesanato, suas residências citadinas, como meios de sobrevivência. De plantio e renovação no passado à erradicação de cacauais no presente. Chegou-se até a imaginar que a urina das vacas eliminaria as bruxas das árvores do cacau.
E as suas organizações? Inoperantes, incapazes de lutar e demover a crise que paira em toda comunidade cacaueira. Os líderes que existiam no passado, faleceram ou abandonaram esta causa. Não surgiram outros.
A defesa do processo de comercialização e industrialização, a presença e luta internacional, tornaram-se apagadas. O prestigio, a liderança e a mostra de um programa nacional, técnico e coerente com a realidade, desapareceram. Aceitam-se pacificamente todas as resoluções e fixação de preços. Voltamos ao passado, ao inicio dos anos sessenta.
GUIOMAR BRANDÃO NERY COMPLETA 100 ANOS NESTA SEXTA-FEIRA, EM ILHÉUS
Dona Guiomar Brandão Nery, a moradora mais antiga da Av. Princesa Isabel, em Ilhéus, vai completar um século de vida nesta sexta-feira. Na oportunidade, o padre Alvino Cristo celebrará uma missa em ação de graças na Capelania São Paulo Apóstolo, às 18 horas, com a presença de amigos e familiares.
Filha de Leonel Marques Brandão e Cristália Matos Brandão, ela nasceu na sede do distrito de Sambaituba e cresceu no meio de dez irmãos. Cursou até o antigo 5º ano Primário, e, a partir daí, virou professora, porque foi convidada a lecionar as primeiras letras às crianças que iam chegando à escola.
Casada com Manoel Castro Nery, a 31 de janeiro de 1937, na cidade de Itabuna, teve quatro filhos: Jorge Adilson (falecido em 1993), Joilson “Pupu”, Gilson e Wilma. Ela revela que sua maior emoção aconteceu quando do nascimento do primeiro filho, Jorge Adilson (falecido em 1993).
Em Sambaituba, as festas aconteciam quase o ano inteiro e em uma dessas festas conheceu o seu futuro esposo, senhor Manoel Castro Nery “que era conhecido como Nezinho”. Por conta do casamento, Guiomar passou a residir na Ponta da Pedra, área do início da Av. Princesa Isabel.
A Casa Guiomar, fundada por seu marido, em sua homenagem, foi o primeiro ponto comercial do bairro. Também foi Guiomar quem incentivou seu esposo a fundar a Voz da Ponta da Pedra, investimento realizado para alavancar as vendas dos produtos comercializados por Nezinho na Casa Guiomar. O serviço de alto-falantes fazia a comunicação na comunidade, formada basicamente de estivadores, ferroviários e doqueiros que se instalaram nessa localidade.
Através da Voz, eram veiculadas informações úteis, dedicatórias de apaixonados e notas de falecimento. A visibilidade também se fazia através da Festa do Caranguejo, com brincadeiras de quebra-pote, pau de sebo, corrida de saco e corrida de ovo na colher, e do bumba meu boi, realizados no mês de janeiro, além dos programas de calouros, que aconteciam aos domingos.
Sobre a Velhice
Missa de sétimo dia
Hoje às 17:00 horas na Igreja da Maternidade Santa Isabel vai ter a missa de 7º dia do primo querido Cezar Amorim de Almeida,
Por favor divulgue.
Obrigado
Alfredo
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XVII)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1991-MEUS 395 DIAS EM DISPONIBILIDADE
No inicio desta atual administração, uma esperança de melhora. Dirigente da casa, liberdade de diálogo, perspectiva de uma união e um grande esforço para a solução dos problemas.
Logo em setembro, os sinais de decepção, de afastamento das contribuições técnicas e administrativas, das confirmações sobre as inverdades ditas e a formação de conchavos políticos e interesseiros.
O ambiente triste, atitudes e comportamentos instáveis e parciais, a ausência de espirito progressista, cooperativo e a falta de um rumo que visualizasse benefícios para os produtores de cacau.
Neste clima, só uma alternativa. Sair. Sair deste momento nefasto, para a instituição e para o funcionalismo.
Lutar era impossível. O Deputado protetor tinha as graças da Presidência da República e o administrador subserviente tomaria qualquer medida prejudicial, conscientemente ou apenas, para agradar o seu mentor.
Assim, partir, para não ficar em uma sala, rodeado dos meus livros e documentos, sem poder falar, discutir, participar quanto mais viajar, supervisionar e orientar algo técnico. As ordens tinham sido dadas: “não viajar, não participar de qualquer atividade executora e não ter contato com outros órgãos ou instituições.” Sim, estas foram as determinações expressas do Secretário Geral Joaquim Cardoso para mim e para o companheiro Frederico Afonso.
Nesta prisão ceplaqueana, não era possível viver, enxergando e ouvindo, nas travessias dos corredores, os acontecimentos deprimentes, o desmoronamento institucional, as degolas dos recursos humanos sem nenhum constrangimento e respeito à experiência, ao conhecimento técnico, á idade, ao sexo, à antiga amizade ou ao reconhecimento das ajudas e apoio recebidos no passado.
Nossa Ilhéus
Caro Rabat

A cidade de Ilhéus vive a mesma sina do governo do estado e de todo o pais, pois nos resumimos as eternas promessas do PT.
As maciças propagandas entre elas de se fazer uma pista que passa em frente a ABB, de ambos os lados, continua interditada e com amontoados de entulho.
O trevo da Ceplus está praticamente intransitável, a pista em frente ao Supermercado Meira na entrada no Nelson Costa é um caos, bairros afastados como Jardim Atlântico, Loteamento Praia Dourada, Jardim Pontal estão com atoleiros.
A iluminação moderna da Orla do Pontal foi apenas propaganda, isso sem querer citar as maiores obras que foram tema de campanha.
A cidade de Ilhéus não está apenas se tornando um caos devido ao alto volume do transito, que é critico no verão e nos feriados, mas sim, devido ao asfalto que está se deteriorando com seus inúmeros buracos, as ruas de paralelepípedos que não possuem nenhuma manutenção. Nossa cidade não pavimenta uma rua nova com paralelepípedo deve ter mais de 4 anos.
Ao entrar e sair da ponte há uma enorme fenda, a rua 13 de Maio no pontal possui vários buracos, assim como a Avenida Itabuna, o trevo que entra no Teotônio Vilela, a ponte da entrada da cidade, existe uma rua lateral de paralelepípedo que dá acesso a praça do pontal e ao aeroporto que está com diversas crateras que foi direcionada exatamente como um novo acesso para dar mais fluidez no transito.
Você anda na orla do pontal desde o seu inicio na Praia do Miachê passando pela Maramata e não existe mais passeio praticamente. Não cito aqui outros bairros, porque não ando com frequência, mais imagino que devam estar igual ou pior, dos exemplos citados acima.
Nossa cidade está afundando e entrando em um buraco que dificilmente conseguiremos sair, ou começamos a fazer algo agora, ou será tarde demais para recuperarmos o tempo perdido que já são de quase 20 anos.
Quanto ao lixo parece que estamos tendo um serviço de uma qualidade aceitável, os funcionários estão devidamente fardados, com equipamentos adequados e mantendo os serviços em dia, espero que continuem.
Eu me pergunto: se os vereadores, os secretários andam com seus veículos por Ilhéus ? Será que o prefeito já está andando de helicóptero e não está vendo a situação da cidade ? Que Deus nos ajude !
Abçs,
Rodrigo Laguárdia
























































