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:: ‘Espaço do Leitor’

ORLA DO PONTAL – O alerta continua

Um dos pontos da nossa cidade onde a natureza nos brindou com uma beleza estonteante, que leva as pessoas a passar horas meditando e apreciando esta orla que mesmo sofrendo todo tipo de agressão, continua imponente e enchendo os olhos de quem por ali passa e principalmente dos moradores do Pontal.

Não tenho nada contra o trabalho ou maneira de trabalhar das pessoas, mas acredito que tudo tem um limite, uma ordem.

Como cidadão por diversas vezes publiquei aqui no R2CPRESS, alertas sobre o estado de abandono e degradação por que vem passando a nossa orla do Pontal.

Já participei de reunião do CONDEMA, fiz pedido ao presidente da Maramata, fiz comentários no programa Alerta Geral, discuto com moradores do Pontal, mas parece que ninguém quer me dar atenção.

A orla do Pontal pouca ou quase nenhuma atenção merece do poder público, sequer uma fiscalização, falar de lixo e violência contra a natureza praticadas naquele local já se torna uma coisa comum.

Nas imediações do Bar Chinaê, existe um “ estaleiro “, por sinal funcionando há bastante tempo, onde toda ameaça ao meio ambiente acontece diariamente, nada contra de quem vive desse trabalho, mas a coisa está desordenada.

Por último construiu-se uma pequena barraca, o morador limpou a área e fez a sua plantação.

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DEMARCAÇÃO: TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, UMA ETNIA FABRICADA PELA FUNAI – 3ª PARTE.

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).



Edgard Siqueira.

HISTÓRIA DE FLORINDA SANTOS, A “MULHER DE ROXO”

01

A MULHER DE ROXO

Sempre de roxo, com roupas que lembravam o hábito usado pelas freiras, ela costumava perambular e dormir pela Rua Chile e imediações. Teria nascido em 1917 e morrido em 1997, aos 80 anos. Dizem que foi moça instruída, de boa família e que teria enlouquecido por causa de uma grande desilusão amorosa. O final da vida da Mulher de Roxo foi triste, assim como a sua imagem em vida, marcada pelo abandono de todas as coisas.

A DAMA DE ROXO RUA CHILE_2A história de Florinda Santos, a conhecida Mulher de Roxo, se transformou numa lenda urbana, uma figura mitológica conhecida por todos da localidade. Não importava se o dia era de chuva ou de sol, ela nunca faltava. Era só as portas do comércio da Rua Chile abrirem e dona Florinda já se encaminhava para a entrada da Slopper. Vestido com roupa de veludo violáceo, iniciava o ritual diário. Andava de um lado para o outro, falava sozinha e sempre pedia dinheiro. Tudo com muita educação. Afinal, dizia-se que a Mulher de Roxo, personagem dos tempos diários do centro da cidade, vinha de boa família.

Andava descalça com longas mantas, um torço e um enorme crucifixo. Tudo isso dava a ela um ar meio santo, meio louco, meio andarilho e meio mendigo. Algumas vezes a dama desfilou com uma roupa de noiva, com direito a buquê, véu e grinalda. Com todos esses componentes cênicos, contraditórios e demasiadamente humanos, a mulher de roxo despertou sentimentos em toda a cidade, medo e respeito, pena e carinho.

Qual sua origem? Poucos sabem direito. Uns defendem a tese de que havia perdido a fortuna e enlouquecido; outros apregoavam que teria visto a mãe matar o pai e depois suicidar-se; terceiros garantiam, ainda, que ela perdera a filha de consideração e a casa, na Ladeira da Montanha, numa batalha contra o jogo. Outros ainda contam que ela enlouqueceu porque teria sido abandonada no altar. Em outros depoimentos, aparece como uma bela mulher, a mais cortejada dentre as freqüentadoras do chá no final da tarde na Confeitaria Chile e como ex-professora em Paripe. Florinda, que nunca contou a ninguém, sua verdadeira história, perambulava com suas vestes roxas, inspiradas nas roupas das suas santas de devoção.

Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”

Cezar Amorim de Almeida

Cezar Amorim de Almeida

              Ontem, 21 de março de 2014, viajou para o reino dos céus meu querido primo, Cezar nasceu em 26 de janeiro de 1929, em Ilhéus, era filho de Firmino Eloy de Almeida e Alice Calasans de Amorim, tinha 9 irmãos: Luiza (Liste) casada com Pedro Ribeiro filho, Gastão, Amilton, Avani (Naní), Euler, João Alfredo, Dion, Maria Luiza e Manoel Carlos.

                Em junho de 1956 casou-se com Deinha (Maria Andréia) com quem teve três filhos: Henrique, Luiz Cezar e Maria Tereza, que lhe deram dez netos.

            Trabalhou em Brandão Filho por 22 anos em Itabuna, na compra de cacau, depois se transferiu para a Cargil onde se aposentou.

Era um grande gozador. Certo dia chegou na farmácia onde comprava seus remédios e pediu a vendedora: Eu quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina não entendeu o pedido, pensou que era “uma prá c…” ele repetiu “Quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina continuou a não entender, aí ele explicou “é que estou gripado e preciso de um apracur para a gripe, foi aí a menina entendeu.

            Tinha um amigo, membro dos “R M” da Barrakítika, que tinha a mania, toda vez que passava uma mulher bonita ele falava “Ó praí ó, ó praí ó”, certo dia foi Cezar que falou “Ó praí ó, ó praí ó”, quando o amigo olhou era a sua neta, e ele reclamou, “é minha neta” e Cezar repetiu “Ó praí ó”.

Seu corpo foi enterrado no cemitério de Nossa Senhora da Vitória, no mausoléu da família.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) JORGE AMADO CHEGOU NA SUA RUA.
2) CARNAVAL DOS RM (ROLA MUCH..) FINAL.
3) COELBA E OI “EMBELEZANDO” A CIDADE (2)
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XIV)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014

 1987 – RETROSPECTIVA   CEPLAC- 87

 DECEPCIONANTE

                   Esperança era a palavra chave no inicio de 87.  Uma nova administração, técnica e originária da casa, proporcionava uma expectativa otimista para a instituição, castigada nestes últimos anos.

Foi em momentos de repouso, lendo a “Perestroika” de Gorbachev, que decidi fazer este artigo.  A coragem do líder soviético, ao analisar friamente e publicamente os problemas do seu país e a necessidade de uma “reorganização”, levou-me a correr o risco de fazer uma avaliação da CEPLAC, sobre o tumultuado ano de 1987.  Uma fotografia, sem retoques que evitam encobrir os defeitos e a realidade.

As críticas, os comentários ou as análises do desempenho de uma instituição sempre existiram: nos corredores, onde surgem poucas verdades, muitas incertezas e um excesso de especulações, maldosas ou não, a depender do comentarista; existem também aquelas análises de relatórios bem feitos, preparados para um determinado público, após seleção de textos, fotos ou dados estatísticos. Nem sempre revelam a verdade verdadeira.

A minha avaliação também terá deficiências e erros; ela é pessoal, mas, tem a característica da imparcialidade.

Como já disse, a esperança campeava por toda a instituição, no desejo de ver superados, os problemas surgidos na administração passada e com o advento da Nova República.  O ano de 1987, contudo, teve reveses nesta expectativa tão otimista.  Vamos aos rápidos comentários sobre:

Política de pessoal – embora já constatado anteriormente, o quadro de pessoal da CEPLAC considerado como excessivo numericamente e carente em algumas áreas especializadas, admitiu 341 novos funcionários; atendimento às deficiências dos setores especializados, através de processo seletivo e democrático?  Atendimento a interesses ou recomendações políticas?  Estas são algumas das interrogações que pairam no ar.

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Rolando no face

Henrique de Almeida
É assim q nós vamos lembrar dele, o Cezar moleque e alegre, aqui na Sagarana pelas lentes de Bruno Moreira de Almeida meu mais velho, um dia agente se encontra, bj pai
É assim q nós vamos lembrar dele, o Cezar moleque e alegre, aqui na Sagarana pelas lentes de @[100002369834023:2048:Bruno Moreira de Almeida] meu mais velho, um dia agente se encontra, bj pai

PSICOMUNDO <> MUNDO INUSITADO DAS PESSOAS AFLITAS NAS RUAS <>

Na cidade de Ilhéus as pessoas continuam nas aflições de encontros estranhos com marginais fazendo rondas para a prática de furtos e procurando as suas vítimas para subtrair os seus pertences. O mais complicado nessa ação de tantos bandidos assaltando em nossa cidade são as violentas atitudes que lançam contra as pessoas de forma fácil.  Tudo em detrimento da pouca segurança por toda a nossa boa Terra, quando delinquentes aproveitam a multidão circulando por todo centro da cidade e ruas com recheadas sacolas de compras. Os olhares maldosos dos bandidos que assaltam estão lado a lado de todas as pessoas e causando pavor ao dobrar uma esquina, ao entrar numa loja ou rede bancária, ao entrar em seus veículos, e muito mais ao chegar a suas residências, quando são abordadas traiçoeiramente!

Nesse estágio de crescentes furtos, quantos elementos maldosos, menores protegidos pela lei, estão sempre pilotando motos sem documentação e não sabemos se a policia está procurando essa turma para também abordar e fiscalizar, verificando suas origens e se são homens de bem. Muitos marginais procuram suas vítimas com duras abordagens e escolhidas apenas pessoas que estão desatentas, as quais sem saber os constantes perigos que estão enfrentando e quais os locais frequentados por agentes criminosos. Quando essas pessoas estão conduzindo bolsas, sacolas e carteiras ali estão os mapas das minas, são bastante observadas e seguidas, e os malandros esperam os momentos de negligencia e agem de forma inesperada e saem sorrateiramente. São frios, calculistas e caras de pau com aptidões de pouca vergonha na cara, pois perderam o medo da ação policial.

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Nota de falecimento

HERON AUGUSTO MENDES DE ALMEIDA – (ROCKY LANE) 

Nascido em 02/03/1929

Faleceu hoje a tarde, às 13:10 horas. Neste momento o seu corpo estar sendo velado no anexo da Igreja Santa Isabel. Sepultamento estar marcado para as 14:00 horas de 21/03/2013. 14 horas.
Eduardo Carvalho – Siri

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XIII)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014

 1985 –  DECEPÇÃO   NA   AGRICULTURA

                        Um Ministro, sem linha e emburrado, recebe pela primeira vez, oitenta e três Sindicatos Rurais e produtores de cacau da Bahia e da Amazônia.

De uma parte, o desejo de conhecer a nova autoridade brasileira para a Agricultura; a vontade de expressar sua satisfação pela Nova República e as esperanças para o campo; a demonstração do apoio de uma classe que constrói este Brasil.  Ainda mais, a busca, coerente e unânime, por um consenso na seleção do dirigente maior da CEPLAC.

Do outro lado, um Ministro, demonstrando a todos, o desinteresse pelo assunto, o receio ou talvez, o medo da pressão destes produtores autênticos.  Como que, por força da obrigação, recebe os produtores e em poucos minutos, decepciona e irrita os homens do campo, que vieram à Capital Federal, às suas custas, com o simples propósito de quererem ser ouvidos, de opinarem nos problemas que lhes são afetos, e com a bondade típica do baiano, lutarem por um nome de conciliação.

Um clima de desconfiança estabeleceu-se, quando o Ministro demonstra que a política agrícola será feita, com a mistura dos órgãos e instituições; como, se uma sopa de verduras com caldo de carne e adoçada com chocolate, levasse à fortaleza do Ministério da Agricultura.

Esquece o Ministro que política agrícola não se faz assim; as instituições, os produtos, os aspectos regionais, caracterizam as unidades, os projetos e programas específicos, as ênfases e prioridades; tudo isto, dentro de uma diretriz nacional e sob uma coordenação competente, gera uma política agrícola.

Eliminar a autonomia das instituições, razão de uma maior eficiência, concentrando no Ministério, geraria uma superprodução, não de alimentos, mas de burocracia e autoritarismo, não condizente com os ideais da Nova República.

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Luiz Castro em: DECOLORES

EXERÇA SUA CIDADANIA

A idéia de cidadania surgiu na Idade Antiga, após  Roma conquistar a Grécia (séc. V d. C.), e  expandiu  para o resto da Europa. Apenas homens adultos e proprietários de terras (desde que não fossem estrangeiros), eram cidadãos. Diminuindo assim a idéia de cidadania, já que mulheres, crianças, estrangeiros e escravos não eram considerados cidadãos.

A etimologia da palavra cidadania vem do latim civitas, cidade, tal como cidadão.

O habitante da cidade no cumprimento dos seus deveres é um sujeito da ação, em contraposição ao sujeito de contemplação, omisso e absorvido por si e para si mesmo, ou seja, não basta estar na cidade, mas agir na cidade. A cidadania, neste contexto, refere-se à qualidade de cidadão, individuo de ação estabelecido na cidade moderna.

A rigor, cidadania não combina com individualismo e com omissões individuais frente aos problemas da cidade: a cidade e os problemas da cidade dizem respeito a todos os cidadãos.

O que é cidadania? Ser cidadão é respeitar e participar das decisões da sociedade para melhorar suas vidas e a de outras pessoas. Ser cidadão é nunca esquecer das pessoas que mais necessitam. A cidadania deve ser divulgada através de instituições de ensino e meios de comunicação para o bem estar e desenvolvimento da nação.

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VAMOS DAR BANANA PARA O PESSOAL

DEPOIS DE LER ISSO, VOCÊ NUNCA MAIS VERÁ A BANANA DO MESMO JEITO

DEPRESSÃO

De acordo com uma recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, muitas se sentiram melhor depois de comer uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de proteína que o corpo converte em serotonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, geralmente, fazer você se sentir mais feliz.

TPM

Esqueça as pílulas – coma uma banana. A vitamina B6 regula os níveis de glicose no sangue, o que pode afetar o seu humor.

ANEMIA

Ricas em ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

PRESSÃO SANGUÍNEA

Este fruto tropical é muito rico em potássio, mas reduzido em sódio, tornando-se perfeito para combater a pressão arterial. De fato, a Food and Drug Administration, dos EUA, acaba de permitir que a indústria da bananas oficialmente informe a habilidade da fruta em reduzir o risco de pressão arterial e acidentes vasculares cerebrais.

FORÇA CEREBRAL

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