:: ‘Espaço do Leitor’
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) MEUS ARTISTAS PREFERIDOS NAS DÉCADAS DE 1950-1960 (2).
2) O SAUDOSO DIÁRIO DA TARDE, UM GRANDE JORNAL.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
PONTAL CRIATIVO – CONVITE
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SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
No Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito do CONTRAN, está regulamentada a utilização da famigerada placa de PROIBIDO ESTACIONAR, a ser tratada daqui para frente, conforme o manual, por placa – R-6a -.
Tem validade ao longo da quadra, antes ou depois da placa, mas não é simples assim.
Face de quadra de ATÉ 60 m. – deve-se colocar uma placa aproximadamente no meio.
Face de quadra de MAIS de 60 m. – duas ou mais placas
Quando a proibição é em apenas um trecho ou parte da quadra, deve vir acompanhada de informação complementar – “INÍCIO” / “TÉRMINO” ou “NA LINHA AMARELA”. E para trechos em que a limitação final é a esquina, basta colocar a placa R-6a no início, contendo, claro, a informação INÍCIO, outras R-6a ao longo da via e não precisa colocar a de término, porque o término é a esquina.
Sendo assim, vamos analisar a placa R-6a que fica logo abaixo da sede do R2CPRESS e que está gerando confusão:
Se tiver alguma placa junto das farmácias permitindo o estacionamento, então torna-se obrigatória a informação complementar “Início” na R-6a, porque óbvio, a proibição passa a ser de apenas um trecho da quadra.
Se não, ou seja, se for proibido estacionar ao longo de toda a quadra, deve-se colocar mais placas R-6a (sem a necessidade da informação Início e fim), e porque de uma esquina à outra tem mais de 60 m.
Além do mais, no início do Manual tem as orientações básicas que estão acima de todos os detalhes que regem as placas:
LEGALIDADE, SUFICIÊNCIA, PADRONIZAÇÃO, CLAREZA, PRECISÃO E CONFIABILIDADE, VISIBILIDADE E LEGIBILIDADE, MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO.
Sobre SUFICIÊNCIA, consta: Permitir fácil percepção do que realmente é importante com quantidade de sinalização compatível com a necessidade.
Sobre CLAREZA: Transmitir mensagens objetivas e de fácil compreensão.
Então, se está gerando dúvidas, a sinalização não está cumprindo seu papel fundamental, principalmente quanto aos itens SUFICIÊNCIA E CLAREZA, o que é fácil de corrigir.
Reynaldo Rabat Chame
PONTAL CRIATIVO – REUNIÃO COM O PREFEITO
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Rezende.
Engarrafamento monstro.
Em pleno meio dia (horário de pegar filhos na Piedade) os agentes de trânsito inventaram de fazer uma operação na subida da rua do Café.
Vejam no que deu.

Rua do Café.
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Ciso Boy.
UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE ( X)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Embora o Umas e Outras estivesse pronto para acionar o gatilho e mudar o assunto futebol inserido nas partes VIII e IX, recentes passagens provocaram o adiamento.
O gol de corner – “gol olímpico” no jargão desse esporte – do belmontense Janderson Rodrigues pelo Duque de Caxias dia 25 de janeiro contra o Flamengo no Maracanã foi uma delas.
E não venham, caros flamenguistas, com a lamúria do “aconteceu de cagada” –como se diz no popular a um feito praticado sem intenções–, porque os meios de comunicação da área esportiva não hesitaram em afirmar que o cara conscientemente tentara algumas vezes na partida antes de colocar a redonda no filó. A possível hipótese, obviamente, não contabiliza as testemunhais provas presenciais e televisivas. Aliás, a de marcar de bola parada no time rubro-negro carioca, já se tornara uma praxe do atleta. Registre-se que em março de 2012, em Macaé, em jogo dessas duas agremiações pela Taça Rio, Rodrigues deixou o dele, gol que lhe rendeu a recompensa das chuteiras do consagrado meia, Ronaldinho Gaucho.
PSICOMUNDO <> COISAS IMPOSSÍVEIS… MAS… ACONTECEM <>
A Lei que leva a termo a denominação de “Via Preferencial” deixou mesmo de ser regras para valer nas leis de trânsito, desaparecendo o respeito ao livre acesso aos condutores de carros em muitas cidades, e Ilhéus jamais poderia ficar de fora dessa triste ocorrência. A pressa vem trazendo muitas dificuldades para ser controlada e banida das pessoas que sabem que nada representa essa ação nociva. Somente após acontecer o acidente é que vêm os possíveis entendimentos dos graves acontecimentos e muitos elementos procuram fugir da responsabilidade criada por ele próprio, fugindo dos prejuízos causados por impensadas façanhas.
A cidade de Ilhéus possui atualmente um bom contingente de prepostos espalhados pelas ruas, alguns debaixo das marquises de casas comerciais, às vezes longe dos semáforos! Todos ligados à organização das vias de acesso no centro em nossa cidade, e notamos que passam dificuldades para fiscalizar as ações de condutores de veículos em Ilhéus. É visível se verificar que são poucos os motoristas que fazem a gentileza de abrir mão à preferência de outra pessoa que passa dirigindo, acenar para que as pessoas circulem livremente, prevalecendo sempre às pressas que somente deixa muita gente irritada.
Mas, existe o outro lado da questão: muitas pessoas acham que os agentes de trânsito que atualmente estão prestando os seus nobres serviços na proibição de irregularidades nas circulações de veículos, precisam da presença ao seu lado da policia militar. Então, vem a natural pergunta: para que ajude no cumprimento das regras do trânsito? Achamos que sim, deve fazer parte dessa ação de segurança nas ruas e também porque tem certos indivíduos que não mede esforços de mostrar-se pronto a desrespeitar a população que transita nas ruas. A polícia significará a autoridade de inibe e controlar o comportamento de muita gente agressiva, principalmente quando estão sob o efeito de bebida alcóolica.
Chuva pela primeira vez
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
Estamos sem décimo terceiro
Bem meu querido Rabat, como eu havia te falado os contratados da prefeitura municipal de Ilhéus,que trabalham pela secretaria de assistência social não receberam o décimo terceiro salário, e ainda estão sendo humilhados, ou seja se quiserem trabalhar vai ser assim,sem décimo sem direito algum,o salário atrasa e ainda temos que ficar calados senão” voarão” do emprego.
Luiz Castro em: DECOLORES
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO, COM MAIS DE 50.000 PARTICIPANTES
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores, Advogados, Magistrados, Senadores, Deputados, Vereadores, Operários, povo simples de todas as partes de nosso país, Engenheiros, Administradores de Empresa, Jornalistas e outros formadores de opinião, Donas de casa, Empresários, empregados de todas as categorias, inclusive Sindicalistas, políticos em geral e alguns em particular,
Tema: ” Como vencer a pobreza e a desigualdade”
Autora: Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ
“PÁTRIA MADRASTA VIL”
PEQUENO DETALHE
Dia desses, precisei fazer uma ligação telefônica para uma empresa administradora de cartões de crédito, via atendimento eletrônico. Comecei a seguir aquele passo a passo: “para serviço tal, disque 2, para serviço tal, disque 3…”. Foi aí que me dei conta que essa palavrinha, disque, vem do verbo discar, ou seja, do tempo do telefone a disco! Lá se vão décadas que o antigo telefone virou peça de museu, não existe mais comercialmente e o disco foi substituído pelo teclado (pelo menos por enquanto).
Alguns serviços de atendimento eletrônico adotaram, sabiamente, os termos “tecle” ou “digite”, mas muitos permaneceram lá atrás, ainda no “disque”.
Estiquei mais meu pensamento e fui parar no DDD (Discagem Direta à Distância) e no DDI (Discagem Direta Internacional), siglas que também pararam no tempo.
Tudo bem, é apenas um pequeno e esquecido detalhe que não influi nem contribui em nada – só serve mesmo como curiosidade aos mais jovens, que não alcançaram o ultrapassado telefone a disco – mas que soa estranho, em plena segunda década do século vinte e um, isso soa.
Nilson Pessoa





















































