:: ‘Espaço do Leitor’
Protestos e Rolezinhos
Está acontecendo em nosso país uma verdadeira desordem chamada “rolezinho”. Muito bem, nada contra àqueles que fazem seus protestos com discurso e decência. É muito bom ver o retorno dos jovens brasileiros se mobilizando por uma nação mais igual para todos. O mundo nos tem mostrado que a luta armada nunca levou nem levará jamais a qualquer conquista importante.
E os “rolezinhos”? Nome que a mídia nacional batizou o movimento social em que alguns vândalos se infiltram, como bons moços, para fazer bagunça, quebrar lojas e até roubar mercadoria em shoppings. Por que essa juventude não faz movimento mais inteligente, dando lição de moral àqueles que dizem governar o nosso país? Vamos fazer “rolezinho” em bancos de sangue, bibliotecas, creches, asilos, hospitais e outros locais onde a sociedade clama por ajuda. Insisto na ideia de realizar protestos com discurso e inteligência, nunca com baderna!
Luciano Suedde
Secretario de Comunicação e Informática do Grande Oriente Estadual da Bahia.
Luiz Castro em: DECOLORES
AVANTE ILHÉUS
Deseja-lhes: Os três padroeiros: São Jorge, Nossa Senhora das Vitórias e São Sebastião, que juntos abençoam as terras dos sem fins; Os morros de Pernambuco, Outeiro e Pacheco, que lá do alto enviam sinais de paz e prosperidade. As praias do norte e do sul, que com suas belezas resplandecem nossas vidas; O Cristo Redentor, que de braços abertos acolhe a todos que o procuram; As Igrejas São Sebastião, Piedade, São Jorge , Vitória e Nossa Senhora de Lourdes, templos que anos acolhe na fé e na esperança; As Lojas Maçônicas Regeneração, Elias Ocke e Vigilância, abençoadas pelo Grande Arquiteto do Universo, aperfeiçoam o homem para a Liberdade, Igualdade e Frate3rnidade; o Porto do Malhado, através da importação e exportação do cacau, promove divisas para nossa região; A Avenida Soares Lopes, cartão postal da nossa cidade; Praça Castro Alves, ponto de encontro da juventude Ilheense; Bairro do Pontal, através da Ponte Lomanto Junior, uns seu povo, sua gente; Estância Mineral de Olivença, que com suas águas medicinais, curam as vidas daqueles que ali buscam vida saudável; A Associação Comercial de Ilhéus, que reúne seus dirigentes no intuito de engrandecer nossa cidade ; O Diário de Ilhéus, que vem divulgando o progresso da região; Os Colégios IME, CEAMEV e PIEDADE, colégios que há várias décadas vem educando crianças e jovens; O Estádio Mario Pessoa e o Ginásio de Esportes Herval Soledade, que tanto contribui para formação esportiva de nossos atletas; O Palácio Paranaguá, sua imponência, sua forças e sua bravura;Os Clubes Social de Ilhéus e Yate Club, que promovem festas inesquecíveis; Os Hospitais São José, São Jorge, Coci e Regional, que acolhem os enfermos com amor e dedicação; o Lions, Rotary, Apae, Abrigo São Vicente de Paulo, Movimento de Cursilhos de Cristandade e Encontro de Casais com Cristo, promovendo a interação humana; A Academia de Letras de Ilhéus, Casa dos Artistas, Tenda Circo Popular, Casa de Cultura Jorge Amado, Bataclan, Uesc e Fundação Cultural de Ilhéus, incentivando a cultura grapiuna; A Câmara de Vereadores, sempre atenta aos interesses da Comunidade; O Distrito Industrial, produzindo alimentos para a humanidade; O Bar Vesúvio, onde os turistas deslumbram-se nas histórias da cidade de Gabriela; Os saudosos escritores Jorge Amado e Adonias Filho, famosos pelas histórias pitorescas sobre a saga do cacau; a Ceplac, pesquisando o passado, o presente e o futuro da região cacaueira; Os rios Cachoeira, Almada e Itacanoeira, fontes inesgotáveis do liquido precioso que abastece nossa cidade; O Distritos e Bairros de Ilhéus, que abrigam sua população e finalmente todos os santos que protegem nossa terra e nossa gente.
PARA REFLEXÃO
“Deus é caridade e quem vive na caridade vive em Deus e Deus nele” João
Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa – Aposentado
CABANAS DE PRAIA QUE ESPANTAM CLIENTES
O verão é uma época boa para se falar das nossas cabanas. Não agravando a todas, claro, mas à maioria.
Pra se ter uma ideia, entre as dezenas de cabanas da orla urbana de Ilhéus, só costumo frequentar duas ou três, e isso após anos de tentativas, pesquisas e experimentos. O critério de seleção é simples: o tripé da qualidade cardápio/atendimento/preço. Convenhamos, duas ou três cabanas, num universo de dezenas, é muito pouco. Por conta disso, ainda insisto, na teimosia, tentar conhecer e aprovar novas opções. Em vão. Não adianta, é só decepção e aborrecimento. Vou contar, aqui, minhas três últimas experiências.
1) Certa vez, escolhi uma cabana aleatoriamente e adentrei. Sem som ambiente, bom sinal (melhor nada do que certas “músicas” e a certos volumes). Puxei a cadeira para sentar, o garçom se aproximou. Foi quando, nesse exato momento, o “DJ” botou um “som” a todo volume, bem naquele estilo. A “música” era “Puta que Pariu” (alguém ainda lembra dessa?). Não deu tempo nem de sentar. Dei meia volta, fui embora e o garçom não entendeu nada. A tal cabana pode até agradar a alguns, mas espanta muitos.
2) A famosa cabana que não aceita cartão. Cheque, ninguém mais aceita; ainda bem que já está quase em desuso e, em se tratando de pessoas físicas, não tardará a virar peça de museu. Já os cartões de débito/crédito nunca estiveram tão em voga como atualmente, pela facilidade, praticidade e segurança de não precisar andar com o bolso cheio de dinheiro. Mas a cabana que não aceita cartões não pensa assim. Eu mesmo não volto lá. Aliás, essa cabana deveria ser incluída no roteiro de turismo histórico de Ilhéus, como “a cabana do século dezoito: só no dinheiro vivo”. Seria uma atração, pois é a única cabana que conheço, em praias urbanas do Brasil, que não opera cartões. O pior é que o proprietário parece não imaginar que a fama de “cabana que não aceita cartão” vai muito mais além do que a de “cabana do sanitário limpinho”.
3) Essa foi hoje. Além da famosa tabuleta bem visível “Não aceitamos cheque”, garçons de cara amarrada e o aviso verbal de “pagamento com cartão, só acima de vinte reais”, estabelecendo valor mínimo, numa afronta explícita ao Direito do Consumidor. Mais uma, riscada da lista.
Enfim, estamos ainda na pré-história do bom atendimento. Essa é, sem dúvida, nossa maior deficiência em toda atividade comercial, como se fosse uma praga, uma doença sem cura. Imagine essa praga instalada numa cidade que almeja projeção no turismo…
Nilson Pessoa
Heckel Januário em: NEM AÍ NEM CHEGANDO
Aqui na Capitania dos Ilhéus o descaso das autoridades pelo item preservação de memória parece ser mais acentuado do que em outras localidades. Falo especialmente dessas que possuem um relevante passado histórico.
Dedução imposta pela lembrança do chamado “Trenzinho” expelindo fumaças de recordações, pousado nas imediações do IME e da Avenida Canavieiras. Por volta de 1990 fora parar no pátio da Ciretran.
Lá se vai mais de 20 carnavais que José Rezende denunciou ao jornal A Tarde o seu abandono; de igual modo à Câmara de Vereadores e ao Executivo Municipal, legais responsáveis, incrivelmente. Mais pra cá Anízio Cruz entusiasmado com as promessas de sua recuperação, imaginou-o, com o emprego de tecnologias modernas, no pedestal de uma praça apitando de hora em hora.
CEPLAC NOS SEUS 50 ANOS
Prezado Rabat espero que esteja bem de saude e de trabalho. Quando estava em Ilhéus um dia fui visitá-lo mas voce estava repousando e deixei para outro dia. Estou em Brasilia e devo retornar na próxima semana.
Li seu artigo sobre – A quem interessa matar a CEPLAC?. Gostei muito e acho que funcionários e ex funcionários deveriam se manifestar publicamente sobre esta situação. Gostei da manifestação do Luiz Ferreira e de outros ai da região.
Desde 1978 nos quinze anos da Ceplac que venho escrevendo sobre o desenvolvimento desta organização e o seu futuro. Voce pode encontrar meus artigos nos meus dois livros – Ideia e Idealismo no Mundo do Cacau e Região Cacaueira do sul da Bahia – ideias ainda presentes. Escreivi nos 15, 20, 25, 30, 40 e 50 anos de vida da Ceplac. Estou novamente concluindo um outro sobre a Extensão Rural e também a ausência dos Produtores de Cacau na defesa dos seus interesses e reação contra os políticos regionais que NADA têm feito em beneficio da instituição. Saudades do CNPC com vários lideres que brigavam aqui, com os dirigentes da Ceplac e entre eles mesmo, mas tinham CORAGEM para pegar um avião e ir a Brasilia defender seus interesses e a organização que criaram. Agora não se ouve uma voz.
Estou enviando o artigo sobre os 50 anos de vida da Ceplac escrito em 2006.
Um grande abraço de Jorge Raymundo Vieira – aposentado da CEPLAC – ex Diretor e ex Secretário Geral Adjunto.
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
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Jorge Raymundo Vieira
Rolando no face …
“Se engana quem acha que riqueza e status atraem inveja.As pessoas invejam mesmo é o sorriso fácil, a felicidade sincera, a alegria exagerada, as amizades que o outro atrai, a boa energia que transmite, o brilho ofuscante no olhar, a sinceridade espontânea, a positividade pela vida, a leveza no andar e a paz interior…”
Desc. a Autoria
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
S A U D A D E …

Só lembrando. O que está acontecendo na Justiça, independe da vontade de JEAN e MARIA JOSÉ e todos nós familiares. São fases do inquérito.
Agora estão sendo ouvidas todas as pessoas que prestaram depoimento na Delegacia, para o Ministério Público. As que não foram ouvidas ainda, ou se negaram, ou estavam em casa quando da intimação, ou simplesmente receberam via Correios, mas não compareceram. Tudo que está sendo feito, são trâmites legais para que a Justiça possa absorver ou não o réu de culpabilidade dolosa ou culposa.
Nada tem seus pais a haver com a questão, e foram prestar depoimentos para cumprir o que determina a lei. Faço aqui esta ressalva, pois algumas pessoas, até de um certo nível, já disseram por aí, que meu filho não devia mexer mais com isso, pois isto não traria a vida de meu neto de volta.
Então fica aí os esclarecimentos. A justiça leva o caso até o fim para se evitar que haja uma injustiça, tanto por parte do réu, como da vítima. O código de trânsito ainda tem suas falhas, e com isso, leva-se muito tempo para se realizar os desfechos finais. E quando retorna ao caso é feri duas vezes.
Por fim alerto aos desavisados, que se a justiça não agisse assim independentemente das dores de quem perdeu um filho, a impunidade seria bem maior. Pense nisso. Pense que você também tem filhos, netos e bisnetos, ou outro qualquer parente que poderá ser vítima, destas imprudência no trânsito, pois mesmo que o condutor da retroescavadeira não tenha culpa com o acidente, ele é cúmplice por aceitar da empresa, pilotar um trator deste, sem carteira de habilitação para tal, além dela ser amador classe B, e ainda ser provisória, apenas com dois meses de tirada.
É só isso, o resto cabe a justiça dizer o desfecho final.
José Rezende Mendonça
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 52ª PARTE
Quando o silêncio se transforma no maior dos males, alguém já parou para analisar esse ato de bondade em todos os sentidos? O silêncio, ou a falta de comunicação destrói boas amizades, e de amigos faz estranhos e inimigos declarados ou ocultos. Olhando o lado da existência de um Ser Supremo, se alguém fizer uma parada vai encontrar várias respostas sobre o silêncio! Não é por falta de poder que Deus permanece no silêncio. O silêncio de Deus não indica Sua ausência no trono. O silêncio de Deus não é por falta de fé por parte do Seu povo. É que estamos sendo sondados em nossas atitudes e não paramos para usar uma reflexão diante dos direitos que as outras pessoas têm e nós os destruímos. Quem não gosta do silêncio em sua expressiva qualidade de respeitar os direitos das outras pessoas?
Se fizermos uma retrospectiva vamos verificar que houve um tempo (e faz tempo) em que o “Código de Posturas”, funcionava mesmo e proibia a utilização de carros de som e assemelhados nas ruas das cidades tirando o sossego das pessoas! A coisa vem “afrouxando” de tal maneira que a classe política em seu exagerado sadismo auditivo, parece que passou a ser algo que precisa de tratamento endêmico, criando provocante, que já existe, uma guerra sonora entre vários concorrentes da bagunça. No lado comercial são grandes lojas anunciando seus produtos em promoção ou ofertas. O barulho virou manifestações estressantes e quantas pessoas estão exaustas e deprimidas diante dessas tamanhas adversidades colocadas no mundo da zoada, com emissão de som forte e confuso!
DINAMITAR OU DINAMIZAR A CEPLAC? EIS A QUESTÃO.
Luiz Ferreira da Silva
Pesquisar aposentado da CEPLAC, Ex-Diretor do CEPEC e da CEPLAC-Amazônia.

Luiz Ferreira
Em fins de dezembro de 1962, recém-formado (UFRRJ/Escola Nacional de Agronomia), fui até à sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organização, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe de Pedologia (MAPA) que iria iniciar os estudos de solos na região cacaueira, marco inicial das pesquisas do recém-criado CEPEC, contratado por aquela. Conversei um bom tempo com o Secretário-Geral, Carlos Brandão, que me colocou uma série de exigências e dureza no trabalho, enfatizando por diversas vezes um tal “espírito de corpo”.
Não sei por que, preferi o desafio, mesmo com a passagem nas mãos enviada pela SUDENE que, inclusive, ficaria mais perto de casa, Maceió/AL, minha origem.
Cheguei à região no dia 22 de janeiro de 1963, com o furor da juventude, ávido em aprender e crescer na ciência que escolhera, a do solo, conseguindo tal intento a expensas dos “frutos de ouro”, a quem sou grato eternamente, abençoado por esta ESCOLA-CEPLAC.
E em pouco tempo, a Instituição se agigantou, abriu novos escritórios de extensão, edificou o CEPEC, treinou seu pessoal e passou a prover a região de informações e apoio, repercutindo as suas ações em produção e produtividade para a lavoura, além das melhorias infraestruturais.
Além da disponibilidade e flexibilidade dos recursos, a CEPLAC contava com cabeças pensantes, tanto vindas do Banco do Brasil, Organização que primava pela decência e ética profissional, como os iniciantes na Casa e, sobretudo, a vinda do Dr Paulo Alvim, que estabeleceu a Doutrina da Excelência Profissional, facultando treinamentos, viagens e congressos àqueles com vocação para a Pesquisa.
Dessa forma, a CEPLAC passou a ser um exemplo Institucional, que norteou a implantação da EMBRAPA e até foi “carimbada” em livro pelo IICA/OEA.
CEPLAC
Com muita alegria, recebo do amigo e colega DERVAL MAGALHÃES essa mensagem (abaixo).
Querido!,
Valeu mesmo!!!!!!
Fraternal abraço e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.’.
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A importância da CEPLAC no Brasil (Bahia, Espírito Santo, Amazônia, Rondônia e Pará) é significativa em face de revitalizar e colocar o País no patamar de um dos maiores produtores e exportadores do cacau algo representativo para a balança comercial e na continuidade das pesquisas para erradicar as epidemias da cultura; dando novo ânimo para os cacauicultores; revitalizando a mão de obra rural; contratação de novos funcionários para a revitalização da expressiva representatividade que a CEPLAC que foi um marco de tecnologia, extensão rural, pesquisa e ensino técnico. Não se pode deixar a Ceplac na inanição. É uma falta de política de crescimento e desenvolvimento não regional, Bahia, mas sim, nacional. Que reflitam os políticos das regiões produtoras! Há um clamor e necessidade de o País crescer! Reflitam! Ajam e apresentem projetos na Câmara e no Senado. http://www.avaaz.org/po/petition/para_o_ministerio_da_agricultura_e_pecuaria_do_BrasilMAPA_peco_que_contrate_funcionarios_para_a_ceplaccomissao_da_lavour/?fbdm























































