:: ‘Espaço do Leitor’
Missa de 30º dia
Helder Valiense e família convidam todos os amigos para a missa de 30 dias de falecimento do seu pai, Carlos Valiense, ex-secretário de finança do município de Ilhéus, que será realizada às 19 horas, do próximo domingo, dia 26, na Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Bairro do Malhado.
Desde já agradeço a todos,
Helder Valiense.
POR QUE NADA MUDA?
No programa Alerta Geral, a palavra foi concedida ao secretário Isaac Albagli.
Como sempre teve coragem de enfrentar o debate, discutir os inúmeros problemas que a cidade enfrenta, reconhece os erros, mas tem uma habilidade fora do comum para apresentar suas justificativas e defender o alcaide, exercendo seu direito como secretário municipal, o que respeitamos.
Só que o secretário Isaac deve saber que o cidadão, principalmente o cumpridor de suas obrigações, tem o direito constitucional de emitir comentários, cobrar, criticar, enfim, não aceitar goela abaixo o que vem do poder e simplesmente bater palmas.
As coisas têm que ser ditas sem ofender ou atingir a moral de qualquer cidadão que esteja desempenhando cargo público.
Gosto demais do Dr. Isaac, conhece como poucos o município de Ilhéus, mas existe também o cidadão que está atento a tudo.
Vai e volta e não conseguimos sair do lugar, parece até pirraça.
Grua gigante que cobre o espaço superior de uma dezena de lotes, no Pontal
Amigo Rabat:
Poucos podem imaginar a aflição de dezenas de moradores das vizinhanças do antigo terreno da família do Dr, Zilson Bittencourt, na Lomanto Júnior. Uma grua gigante, com uma torre fina e um braço exageradamente longo fica 24h por dia parado, com o seu longo braço apontando na direção que segue o vento Nordeste, bem na direção da minha casa…Teria este risco o aval da nossa querida PMI? Se não, que esta mande-os imediatamente a desmontarem, de modo que ela cubra, apenas, o terreno da futura “construção de nível Internacional”… Acho que isso não é, ainda caso de queixa ao Ministério Público mas, se for demorada a solução, na certa nós vizinhos tomaremos outras providências em nome da nossa segurança e tranquilidade. Vejam, abaixo, texto sobre este mesmo problema, em São Paulo.
Att.
Guiherme Albagli de Almeida
CEPLUS! A NOVELA CONTINUA… Ate quando?
Novamente recorrendo a esse veiculo de comunicacao para mostrar a condicao da entrada do Ceplus. O descaso parece nao ter fim.
BURRACOS NA CEPLUS EM ILHÉUS VENCE PODER PÚBLICO
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VICTOR
CUIDADO. ELE ESTÁ DE VOLTA
RAHAMAT BIN ALLY
Não temos foto, mas esse “refugiado de guerra” está na região. Passou por Ilhéus querendo arrecadar dinheiro para chegar até Vitória (ES) onde, segundo ele, tem um amigo.
Vai tentar te convencer. Não amoleça o coração porque é golpe.
Em 28 de março de 2005 ele foi denunciado no blog SUBVERSIVA num matéria intitulada Iraquiano Farsante
Até um faculdade/universidades ele consegue entrar e contar sua “história” para os incautos.
Mais uma do “refugiado” em quarta-feira, 16 de março de 2005:
DE VOLTA AOS URUBUS
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DE “ZÂMBIA” A “LIXÃO DO CAIC”
Atendi a uma sugestão do meu amigo José Rezende Mendonça e não mais chamarei o vergonhoso lixão pelo nome “Zâmbia”, e sim “Lixão do CAIC” (clique aqui).
O amigo Rezende e mais duas pessoas que me haviam tocado no assunto estão cobertos de razão. O país do continente africano não merece ser lembrado ou comparado a um lixão, por mais miserável, subdesenvolvido e sofrido que seja. A intenção era, na verdade, simplesmente associar o lixo à miséria e ao subdesenvolvimento, nunca macular o nome ou a imagem do país. É o perdão à Zâmbia real e o fim (ainda que só no nome) da “Zâmbia” fictícia.
Doravante, o colégio CAIC, por ser vizinho e a mais absurda vítima do lixão – já que é frequentado por crianças e adolescentes em sua maioria – servirá não só de referência geográfica, mas como lembrança a todos nós de onde fica encravado esse verdadeiro atentado à saúde e à qualidade de vida dos estudantes e dos moradores do Santo Antônio de Pádua, Faelba e URBIS, sem falar na segurança dos voos que chegam e saem do nosso aeroporto, por causa dos urubus.
Seja muito mal-vindo, Lixão do CAIC.
Nilson Pessoa
PONTAL CRIATIVO CONVITE
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Abobreira e Rezende.
Automedicação x Atendimento Médico

Eduardo Pachalski
A maioria dos adultos sabe ou no mínimo deve estar atento às consequências da automedicação e os riscos eminentes que esta prática pode trazer à nossa saúde. A leitura da bula pode evitar desde reações alérgicas até, em casos graves, trazer a pessoa à morte. É corriqueiro trazer este tema para a grande mídia, assim como o investimento em campanhas de conscientização contra a automedicação. Mas o quão sensato e oportuno esse tema pode ser no Brasil?
Tão indiscutível quanto o risco é o vínculo desta prática à falência das instituições médicas no país. Como tentar convencer os usuários das classes trabalhadoras a esperar semanas para marcar uma consulta, chegar com uma hora de antecedência, ser atendido com mais duas ou três horas de atraso, para consultas onde raramente o Doutor encosta uma mão no paciente, consultas que às vezes são tão rápidas que sequer a cadeira chega a esquentar, deixando quantias cada vez mais absurdas como pagamento de um serviço tão rápido, superficial, mal prestado, esdrúxulo.
Ironicamente, os melhores serviços médicos atuais estão nos prontos-socorros e instituições que admitem estagiários e profissionais submetidos à avaliações periódicas, sejam das faculdades ou órgãos de formação técnica. Parece que uma vez formados a maioria resolve cobrar da sociedade com juros cada minuto dedicado à residência. No momento em que teoricamente o período de aprendizado se encerra e apresenta-se o profissional qualificado no mercado seus valores morais são trocados pelos financeiros. Lastimável.
Sim. A classe médica, com raríssimas exceções é esdrúxula, pífia, patética. Os novos Doutores fiam-se na necessidade do ofício para justificar a falta de caráter, respeito e valores proclamados no juramento solene. Onde estão os verdadeiros representantes da medicina? Trancafiados nos bolsos e carteiras, nos cartões de crédito e concessionárias de carros de luxo.
Em um país onde se importam médicos cubanos, porque os médicos brasileiros não se importam mais, onde as leis protegem as empresas de planos de saúde, onde se desvia verba de medicamentos do Sistema Único de Saúde, dedicar tempo para criticar automedicação é no mínimo ridículo. Saúde vai além da leitura de uma bula, porém, pra quem se preocupa em lê-las parece uma opção plausível, muitas vezes necessária e sensata devido a tanto descaso e abuso da classe médica e das autoridades.
Viva Fidel! Viva Cuba! E leia a bula!
Eduardo Pachalski
ILHÉUS- ONDE OS URUBUS E AVIÕES VOAM JUNTOS
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Rezende.























































