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:: ‘Espaço do Leitor’

C O N V I D A N D O

pontal criativo  convite


Abobreira.

ANOS-LUZ ENTRE AQUI E ALI

Recentemente, coisa de mês e pouco, tive que ir a Itabuna comprar um produto fácil de encontrar, mas que não encontrei em Ilhéus ( clique aqui ).
Pois bem, precisei comprar um outro tipo de produto que, salvo engano, é vendido em apenas uma loja de Ilhéus. Consultei preço e condições de pagamento por telefone e achei muito caro. Comentei com um colega, que adquiriu o mesmo produto há pouco tempo, e este me disse ter pesquisado antes em Itabuna e que, ao chegar à mesma loja para a qual liguei, em Ilhéus, ele notou a diferença de preço e deu uma “chorada”, argumentando que em Itabuna era mais barato e com parcelamento maior. A loja de Ilhéus não deu a mínima, não demonstrou nenhum interesse em conceder um desconto ou facilitar o parcelamento e o cidadão preferiu, óbvio, comprar em Itabuna.
Sem maiores delongas, resolvi também fechar negócio em Itabuna. É lógico que gostaria que o dinheiro ficasse no município onde resido mas, pela segunda vez em 40 dias, não foi viável.
O detalhe é que nem precisei ir a Itabuna. Telefonei, o vendedor me passou todas as características e especificações do produto e, constatados melhor preço e condição de pagamento, negócio fechado. A loja me trouxe o aparelho no dia e horário marcados e instalou (nenhum custo adicional). Moral da história: adquiri a mercadoria por um preço mais em conta, um prazo maior, efetuei o pagamento e concluí a transação sem sequer botar os pés fora de casa.
Os especialistas, em bom economês, dizem que “…é uma questão do mercado aquecido de Itabuna, dada a demanda do conjunto de municípios do entorno, favorecidos pelo acesso rápido e fácil àquele centro de comércio regional…”.
Sei não… a maneira de atender e negociar tem que mudar tanto assim em vinte e poucos quilômetros?

Nilson Pessoa

ILUMINADOS

MANDELA
MAHATMA GHANDI
MARTIN LUTHER KING
ENQUANTO OS TRES ILUMINADOS CONSEGUIRAM UNIR AS RAÇAS, NO BRASIL É O OPOSTO. LULA E DILMA, COM AS COTAS PARA OS NEGROS, DISTANCIA-OS DOS BRANCOS, CRIANDO UM APARTHEID, QUE FORA COMBATIDO PELO NELSON MANDELA NA ÁFRICA DO SUL. TANTO ESTE COMO KING E GHANDI OPERARAM COM A VISÃO DE UM PAÍS ÚNICO, PLENO E SOLIDÁRIO, SEM DISTINÇÃO DE COR. AQUI, É O PRÓPRIO GOVERNO QUEM DISCRIMINA.
PENSEM NISSO!!!!
SDS,

LUIZ FERREIRA

Luiz Castro em: DECOLORES

                                 CONSELHO  DO SÁBIO

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobre viver na pobreza e longe de tudo.

– O senhor vê aquela vaca? – disse o homem. Dela tiramos o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:

– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

-Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

– Vá lá e empurre a vaquinha.

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Menina de Ilhéos, c.1888

MENINA DE ILHÉUS_GUILHERME ALBAGLIChamava-se Alice, filha de uma sergipana de Estancia que para aqui migrou em 1875, com seus pais e irmãs. A mãe era cega, de tanto chorar a morte do seu filho caçula, o soldado “Quincas”, um dia depois de terminada a Guerra do Paraguai. Um pequeno guarani pegou uma arma e o matou com um tiro certeiro. O Governo devolveu à família suas condecorações, armas e demais apetrechos de soldado, envoltos numa bandeira do Brasil Imperial. Passaram uns tempos no Cabula mas, logo, desceram “aos Ilhéos” comprando uma casa que ficava junto ao atual “Cine Theatro Ilhéos”, este construído no terreno baldio que era anexo a esta casa, pois as janelas laterais deste edifício se abriam a este tal terreno. Compraram, também, um sítio, o “Esperança”, que um dia fora dos Jesuítas e, depois, do primeiro Lavigne a vir aqui morar. Seu pai era um caboclo nativo, o Alfredo, filho de “Zé Pinto”, aliás, José Pinto da Silva Amorim, português do Porto, da rua de Santo Ildefonso, N.7, bem ao lado da igreja dedicada ao citado santo, logo acima da ladeira que nos leva ao rio Douro. A mãe de Alfredo, a cabocla Yazinha, era da Una Velha, hoje Pedras de Una, antes uma promissora vila um dia invadida pela água do mar… No dia 13 de Maio de 1888, saía da casa do avô, pela porta dos fundos, com sua tia Mariquinhas, sua irmã Adalgisa e a prima-irmã Maria Luíza, avó da querida M.L.Heine, quando viram uma grande muvuca acompanhada de batucadas e muita gritaria provocada pela cachaça que, então, corria solta. Duas baianas com seus braços estendidos, gritavam: “Hoje, é Dia da Pura Cerveja”… Na Ilhéos daquele tempo já passava pelo litoral brasileiro uma linha de telégrafo e navios nos traziam cerveja que era gelada em canteploras de madeira com maravalha dentro para conservar a temperatura ideal para consumo da bebida. Nesta ruela, ficavam as casas das “mariposas”, como eram chamadas aquelas santas sofredoras… Alice fez barrigas até muito depois dos quarenta; seu antepenúltimo filho foi o meu pai. Não sou nenhum Matusalém, mas sou neto de uma mulher que viu o contentamento da população Negra local com a assinatura da tão esperada Lei, que deu início ao longo processo de real libertação de um povo oprimido e humilhado que, hoje, faz sua desforra nos derramando arte e beleza nas ruas, nos fins de semana e nas muitas festas que nos ocorrem todo o ano…

Guilherme Albagli.

Não à venda de espaços públicos…

Todo cidadão esclarecido sabe que uma cidade não pode ser um depósito de construções coladas umas às outras, sem espaços verdes que refresquem o ar e o olhar…

Áreas verdes ou áreas livres, em Ilhéus, quase sempre foram tratadas como reserva de áreas disponíveis para favores políticos de toda espécie. Me recordo muito do dia em que, na frente de uma das duas únicas áreas verdes do Malhado, uma pequenina praça arborizada, foi derramado um caminhão de brita, outro de areia e vergalhões de ferro, para a construção de uma  casa para esposa de um vereador vindo de um distrito…uma mente consciente demorou em dar andamento ao processo, lá mesmo dentro da PMI, a imprensa chegou, estragando toda a festa da pobre coitada…

A lista destes desacertos é longa; são 4:17 da madrugada e não estou com a cabeça totalmente ligada para tratar desse assunto com o cuidado e atenção que ele merece…vou chegar ao finalmente: Não quero Ilhéus transformada num Guarujá Nordestino…Temos muita terra realmente livre no entorno da cidade para a sua expansão…Pois as comprem, no mercado imobiliário… Parem de ficar de olho grande nas áreas verdes que possuímos para a montagem de circos, feiras, parques, eventos de curta duração… parem de fazer vista grossa às construções de  concreto e tijolos nas nossas praças e praias. Parem de lotear ao comércio comum edifícios públicos, como o Bataclan, restaurado com duas generosas verbas da Petrobrás, para a finalidade exclusiva de ocupar um espaço cultural de uso COLETIVO. Me contaram que o que se vê, hoje, lá, é um apinhado de lojas com um quarto no fundo para enganar turistas, dizendo ser o quarto da Maria Machadão… Esta viveu, realmente , ali pelo começo da Ladeira do Outeiro, perto donde viveu Lili Cartomante… Disneylândia pura e História Zero…

Chega de construções esquentando a centro da cidade e congestionando as suas  ruas apertadas, abertas por volta de 1690… Revejam a documentação do imóvel construído para Central de Turismo, já no seu terceiro pavimento, hoje… Aquilo, ali, deve ser ARRENDADO àquelas sanduicherias, nem sempre cidadãs, que tratam clientes como cachorros quando se pede que a sanduicheira ponha luva plástica para pegar no pão, ou deixam seus sacos de lixo fora do horário combinado, para os catadores de latinhas o espalhar, diante do local mais bucólico do centro de Ilhéus, apesar da dolorosa ruína do Grupo Escolar General Osório, ali bem ao lado… Muita coisa ainda pode ser feita, por Ilhéus, sem as verbas vultuosas costumeiras, senhores governantes… Não revisei este texto para que este saia mais da emoção que da racionalidade seca… Nada de vender, a ninguém, o Mário Pessoa: apenas, dinamite, caminhões para levar os escombros para quem dele precisa para novos alicerces de casas e o planto de um grande gramado com espécimes da nossa flora praiana… Pronta revogação da louca lei que,  agora, permite grandes edifícios ficarem colados às calçadas, sem os recuos pensados e exigidos desde o tempo de Eusínio Lavigne (o Velho)… O FENG SHUI e Ilhéus anda realmente mal, mas ainda pode ser consertado, com decisões corajosas e conscientes… Sem reler este breve discurso,

Guilherme Albagli de Almeida
Universidade Estadual de Santa Cruz

NOTA DE FALECIMENTO DE FRANCISCO REZENDE MENDONÇA

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AAS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

Descaso da Prefeitura de Ilhéus

Prezados,

A Prefeitura de Ilhéus, através das suas Secretarias, tem demonstrado um total descaso para com as Comunidades Rurais. Residimos na Zona Norte de Ilhéus, na localidade do Recanto dos Pássaros, em Mamoan e nós, os moradores, cansamos de esperar.

Comunidade em ação


Estamos fazendo os serviços – Iluminação e Manutenção das Ruas – por conta própria pois as Secretarias responsáveis por tais serviços, só fazem promessas.
Estivemos, por diversas vezes, expondo nossas necessidades ao Sr. Zé Vitor – da Secretaria do Interior – e chegamos ao final do ano sem nenhuma intervenção na nossa Comunidade.
Nem mesmo as fortes chuvas que caíram recentemente foram capazes se sensibilizar aquela Secretaria.
Por isso, a Comunidade decidiu não mais esperar e está agindo por conta própria, conforme demonstram as fotos.
Só para que se tenha uma ideia da situação, a Caçamba que aparece nas fotos ficou atolada naquele trecho da rua. Carros pequenos, por ali não conseguiam mais passar.
Atenciosamente,
Antonio Moura
Representando a Comunidade.

ESPAÇO ABERTO PARA OS CITADOS – QUERENDO – SE MANIFESTAR.

Resultado da enquete para Governador da Bahia

Não tem valor científico. Á intenção é  SABER como está a peleja nesse comecinho…

APENAS ISSO!!!!

‘Nestante’ entra uma sobre o Estádio  Mário Pessoa.

ESSA VAI SER IMPORTANTÍSSIMA PRA BOTAR “PILHA” NESSA QUESTÃO LEVANTADA PELA PREFEITURA.

Peraí, viu?

Para GOVERNADOR da Bahia voto em:

  • ACM Neto; (30%, 129 Votes)
  • Nenhum deles. (27%, 117 Votes)
  • Paulo Souto ; (12%, 52 Votes)
  • Walter Pinheiro; (9%, 37 Votes)
  • Geddel Vieira Lima; (7%, 31 Votes)
  • Lídice da Mata; (6%, 24 Votes)
  • Rui Costa; (3%, 11 Votes)
  • Jorge Solla; (2%, 10 Votes)
  • Otto Alencar; (2%, 7 Votes)
  • João Henrique; (1%, 6 Votes)
  • José Sergio Gabrielle; (1%, 3 Votes)
  • Luis Caetano; (0%, 2 Votes)

Votos: 429

A FIGURA PROVIDENCIAL DE NELSON MANDELA NA ÁFRICA DO SUL

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO)



Fernando Alcoforado.

AUSÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

ITABUNA / BIBLIOTECA DO SÃO CAETANO

ITABUNA BIBLIOTECA SÃO CAETANOEu trabalhei no ano de 2005 na Biblioteca Comunitária do São Caetano. O prefeito era Fernando Gomes, era um grupo feito por Gringo Cordier, primo de terceiro grau meu,que tomava conta da associação de moradores. Apesar das dificuldades, eu tive uma grande experiência lá. Fiz grandes amigos entre os alunos e pais. Gringo fez uma gestão até boa, quando existia a humildade. Naquele tempo ele havia dito que a prefeitura ia me pagar um salário, 350 reais, passei quase o ano letivo recebendo 100 reais. Mas adorei ter trabalhado lá, adoro livros, adoro o ato de ensinar. Lá eu escutava que era um centro cultural, pois eu passava minha experiência de estudo para os outros alunos, eu dava até banca de inglês e redação. Professores e pais doavam livro e enciclopédias por causa do meu humilde serviço. Até advogados aposentados doavam livros de direito e filosofia. Foi um tempo bom. Mas como tudo que é trabalhoso e digno gera inveja, eu fui perseguido pelos que me colocaram lá. Sei que desde o que eu sai, com certeza, não foi a mesma biblioteca, eu dava minha alma e meu coração. Abria todo os dias às 7 e meia e tinha dias que fachava às 18 horas. Viviam lotada, cheia mesmo. Fico triste com a situação da biblioteca que na época era na praça Simão Fitterman.

Luciano Cordier Hirs – Itabuna – Bahia





















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