:: ‘Espaço do Leitor’
O SOCIAL SUCATEADO
Eis aí uma amostra do que chamo de “sucateamento do social”. A construção de uma creche escola no Santo Antônio de Pádua/Faelba, inacabada e abandonada, parceria entre Governo Federal e Município, obra do PAC, orçada em mais de 1,2 milhão de reais.
PROPOSTA NATAL PONTAL CRIATIVO
PONTAL BAIRRO CRIATIVO-o Movimento Pontalense de Cidadania promove articulações junto ao Sebrae, Prefeitura Municipal,CDL, e artistas plásticos locais no sentido de se organizar no bairro pontalense uma festividade de NATAL criativa, com o envolvimento de parcela da comunidade na decoração natalina das fachadas das residências e pontos comerciais do bairro, além da decoração da praça São João aonde será instalada a FEIRA CRIATIVA DO PONTAL,com a realização de oficinas para ensinamento aos interessados em aprender a arte de decoração com garrafas PET(a artista plástica Suca Moreira se dispões a fazer essas oficinas). Possivelmente na segunda quinzena de dezembro estaremos instalando a feirinha, bem próximo do período natalino. Desenvolvemos também sugestões para que os órgãos promovam um cadastramento de todos os estabelecimentos comerciais do bairro para uma interatividade maior a respeito do projeto PONTAL BAIRRO CRIATIVO além de facilitar futuras ações voltadas para o desenvolvimento e fortalecimento do comércio local.
—
De: Pontal Criativo <pontalcriativo@gmail.com>
Data: 21 de novembro de 2013 10:48
Assunto: Proposta Natal Criativo Pontal – Movimento Pontalense de Cidadania
Para: paulo.atto@ilheus.ba.gov.br, jrezendemendonca@gmail.com, jabroeira@ba.sefaz.gov.br,alcideskneto@hotmail.com, admcdlilheus@gmail.com, pcganem@uol.com.br,socorroilh@hotmail.com, cacacolchoes15@hotmail.com
Caro Paulo Ganem/ Paulo Atto / Alcides / Cacá,
O coletivo de Boa Vontade – Pontal Criativo está desenhando e protagonizando iniciativas para a apropriação pelo Bairro Pontal da criatividade como instrumento de conexão cidadâ, solução de problemas, estímulo ao empreendedorismo e valorização da história e da cultura do bairro.
Uma das idéias surgidas para o alcance dos objetivos citados acima, tendo em vista o início do Festejo Cristão do Natal, foi a realização do Concurso Natal Criativo Pontal com vistas a estimular para a criatividade e sustentabilidade das decorações de Natal.
Gostaríamos de verificar o interesse da participação da CDL e das Secretarias de Cultura, Indústria e Comércio e de Turismo no apoio a referida proposta. Em caso positivo, agendaremos uma reunião para detalharmos a proposta e fazer possíveis ajustes sugeridos pela entidade.
Segue um abaixo um breve esboço da proposta que ainda se encontra na fase final de desenho:
Festival de Arte Negra em Ilhéus
Os Negros tomaram de nós, Brancos, porradas, chibatadas, humilhações incalculáveis e nos devolvem hoje, no dia da Consciência Negra, pura Arte e Beleza, em vez de saírem por ai quebrando tudo, como fazem os “black-blocks”. Isso é que é “coisa de negro”.
A Civilização Ocidental, se é que merece, mesmo, este nome, que foi conduzida, em grande parte, pela ótica do homem branco, está apodrecida, todos vemos pelos noticiários.
Precisamos mais Negros em todos os setores da nossa vida social pois a sua história de vida os habilita a ver as coisas de novos modos. Viva Obama, Viva Joaquim Barbosa, Viva a Querida Negrada. Os seus tambores, tocando em conjunto, transformam facilmente a minha emoção em lágrimas.
E, por fim, nos lembremos que o Conde d’Eu, marido da Princesa Isabel, viajava com frequência aos arredores de Paris para caçar raposas vermelhas, ali ficando por até quatro meses longe da sua mulher. O grande confidente desta era o Negão José do Patrocínio, com quem tinham longas reuniões, até a noite, sozinhos, no gabinete trancado da “Redentora”. Foi ele, através de alguma mágica ( ou bozó) realizados com a sua vara de condão, quem a convenceu a assinar a tal lei no dia 13 de Maio de 1888. O Redentor dos Negros foi, na verdade, um Negro.
guilherme a.a.
Sobre a garota desaparecida
… esta garota se chama Ana Luiza; ela está DESAPARECIDA desde setembro e foi vista pela derradeira vez na praça do bairro Nossa Senhora da Vitória.
A família dela morava aqui em ilhéus mas hoje em dia reside em MG.
Segundo informações, ela teria se envolvido com alguns “hippies” e estaria em companhia dos mesmos.
Por favor, quem puder auxiliar com alguma informação …
—
IMC
Centenário de Mário Oliveira Reis
Breve biografia
Por Carlos Octávio Nascimento Reis
Em 13 de julho de 1926, Mário Oliveira Reis, aos 13 anos de idade, aportou em Ilhéus, acompanhado de sua única irmã, Elza Reis, bem como de sua mãe, Alice Oliveira Santos, e de seu padrasto, Manoel Santos, posteriormente conhecidos como “Dona Lili do Pontal” e como “Manoelzinho Telegrafista”. Mário Reis ficara órfão de pai aos 7 anos, quando faleceu precocemente Octávio Ferreira Reis, um bravo oficial da Polícia Militar.
Mário Reis amou Ilhéus à primeira vista. A partir daí, de corpo e alma, por mais de 73 anos, dedicou-se a esta cidade. Nascido no Distrito de Parafuso, município de Camaçari, no Recôncavo Baiano, ninguém foi mais ilheense do que Mário Reis. Como cacauicultor, não só regou o solo fértil dessa terra com o seu suor e trabalho, como ajudou a plantar no seio da mata virgem a civilização cacaueira.
Mário Reis não se entregou a passagem do tempo. Dedicou-se, no seu crepúsculo, como se fosse um jovem, ao difícil e espinhoso combate às terríveis agruras vivenciadas pela cacauicultura, revivendo, por assim dizer, a disposição, a energia incomum e a laboriosa experiência do seu heróico primórdio. Com têmpera e tirocínio brilhante, levou vitalidade econômica ao Vale do Ouro, quer através de abertura de estrada, que hoje integra a malha viária daquela região, quer liderando a interiorização de energia, tendo como companheiros figuras ilustres: Dr. Paulino Torres, Dr. João Aguiar, Sr. Cordolino Cosme de Oliveira, Sr. Antônio Batista, além de outros pecuaristas tão progressistas quanto ele.
ILHÉUS- PRAÇA CAIRU – ONDE TUDO ACONTECE
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
—
Rezende.
Duas Mensagens a Paulô Amorim de Carvalho
Dias atrás, passava por uma rua transversal da Soares Lopes quando vi, sem os óculos, ao longe, o Mano Menezes dando instruções ao seu time de craques. Mais perto, percebi meu engano: era você, que me cumprimentou com a alegria por rever um primo e ex-colega do IME. Afinal, foi você quem me deu a primeira aula de futebol: haviam me colocado numa posição da defesa e, não sabendo eu nada das regras daquele jogo, chegando-me a bola, a chutei para dentro do meu gol. Com didatismo e paciência, V. me explicou esta regra tão básica. Defesa defende o gol das chegadas das bolas. Afinal, meu querido finado pai quase só levava Isaac ao Mário Pessoa, ficando eu no atelier de costura da minha mãe aprendendo “dente de cão”, “ponto atrás” e, até, o bordado “rococó”. Esta prática, em vez de soltar de vez a minha munheca, tornou-a mais firme para pegar nos pincéis e, em cada vinte telas que pinto, uma delas me agrada profundamente. Sempre grato por aquela primeira aula, agora lhe passo a segunda parte desta mensagem.
Nossa prima Maria Luisa Heine (que Deus conserve a sua bôa saúde para ainda governar, por quatro anos, com lisura, a nossa aldeia), no seu afã de historiadora e escritora descobriu, em jornais de 1915, notícias de que foi o benemérito Coronel Virgilio Calazans de Amorim, seu avô, quem doou a frente do seu terreno ao município para a construção do Prédio Escolar General Osório, a pimeira escola mista construída na cidade, pois a escola mista pioneira, mesmo, foi a da nossa tia Mariquinhas, no casarão onde esta viveu alguns anos, ao lado do Cine Teatro Ilhéos. Parece que parte da despesa da obra, também, saiu dos dividendos da “Fazenda Primavera”, criada pelo seu Bisavô João. Perceba que o edificio atrás do General Osório é, ainda hoje, “Edificio Primavera”, também por sua familia construído. Esta gleba saia da praia e se limitava com a fazenda de D. Adelaide Schawn Brasil, hoje convento da Piedade. Entre a “Ladeira do Café” e a escadaria “Sétimo Céu”, tudo era dele, contou-me o finado querido escrivão Tom Lavigne.
Na foto da inauguração do prédio, no topo da escadaria, estava um jovem louro de 35 anos, o doador do terreno e de parte da sua construção, repito.
O prédio serviu por décadas a toda a população local e, eu mesmo, frequentei a pequena biblioteca infantil do seu subsolo, onde trabalhava a D, Olga, a mãe de Ana Fontes.
A típica tradição brasileira de dar manutenção inconveniente às nossas construções, para demolir logo e construir algo novo no seu lugar, arruinou o prédio e este, hoje, se sencontra realmente abandonado pelo municipio, servindo de covil à novíssima classe da sociedade brasileira, os novos “pedreiros”, ou “cracudos”, como chamam por aí estes infelizes abandonados pela sorte; outro dia, me contaram, estes iniciaram um incêndio no interior da ruína.
Finalizando, uma pergunta, pois perguntar não agrava: porque Maria Marta, Toneca, o Arquiteto Dodó, Tuvinha, Você, Alvinho e Virgilinho (mais os descendentes do finado Carlô) não procuram bons advogados e requerem o retorno deste bem à familia que o doou à comunidade com o fim especifico do seu uso como escola municipal? Esta não existe há décadas.
A Conservação, Restauro e Valoriização de prédios históricos é uma realidade nos meios civilizados e, esta jóia da Arquitetura Eclética poderia ser reforçada, renovada, onde funcionariam lojas de luxo. Se a grana do cacau anda curta, porque não uma parceria com algum grupo italiano que detém tecnologia suficiente para por de pé edificios quase pulverizados pelo tempo?
Aquele edificio com tres andares que foram, aos poucos, ampliando do “Centro Municipal de Informações Turísticas”, não pode ser brecha para a urbanização do lado Leste da Avenida Soares Lopes, que deverá, para sempre, ser a grande área livre da cidade para ali armarmos os nosssos circos, parques, feiras e áreas de esporte para a nossa população dos morros que não tem suas casas de praia com piscina para o seu lazer. Este prédio, também, fica na areia que se acumulou na frente do terreno do Coronel, e a lei brasileira é clara em afirmar que novos terrenos ganhos da Natureza em constante transformação pertencem ao dono da antiga terra firme adjacente. Averiguem melhor isso.
Isso tudo é só sugestão mas, por favor, a encaminhe aos seus irmãos e primos para melhores discussões deste assunto de alto interesse comunitário.
Guilherme Albagli de Almeida
Associação dos malhadores da avenida Soares Lopes
Associação dos malhadores da avenida soares Lopes
SEDE PROVISORIA
Exmo. Sr.
Dr. Isaac albagli
Md secretario serviços urbanos – pmi
Nesta
Senhor secretário,
Vimos através do presente, solicitar a V.Sª. que se digne autorizar a recomposição total do passeio da avenida Soares Lopes, tendo em vista das crateras existentes por toda extensão, impossibilitando aos malhadores de fazer sua caminhada normal, sem previsão de um provável acidente.
Por outro lado salientamos que estamos próximos as festas natalinas e inicio da temporada de verão, onde o citado local é bastante movimentado pelos turistas e nativos.
Na certeza que nosso pleito será atendido, antecipadamente agradecemos.
Cordialmente,
Luiz Castro
Luiz Castro em: DECOLORES
EMBAIXADOR DO CEARÁ
Tenho certeza que se o Padre Cícero fosse vivo procuraria conhecer José Leite de Souza, pelo fato do mesmo ser o maior divulgador de Juazeiro do Norte – Ceara principalmente das obras do famoso Padre.
Esse notável Cearense chegou a Ilhéus ainda jovem, cheio de esperanças, morou na Rua Carneiro da Rocha com seus familiares vindos também do norte e aqui fincou seu bastão.
Como bom Nordestino iniciou sua atividade comercial vendendo relógios, pulseiras e anéis de porta em porta, até que surgiu um anjo de Deus chamado Dona Elisinha, que lhe deu a mão. Daí em diante tudo começou a melhorar e novos horizontes foram se abrindo. Mesmo já estabelecido comercialmente, não se deu por vencedor, procurou servir o exercito mesmo como refratário (fora de tempo) e no período noturno estudou no IME onde concluiu o curso ginasial e logo adiante enfrentou o vestibular na FESPI, vindo a concluir o curso superior na área de Ciências Sociais. O interessante é que mesmo no Tiro de Guerra, IME e na FESPI , ele não deixou de vender suas bugigangas aos seus colegas. É o espírito do Cearense que veio vencer no Sul da Bahia.
Outras oportunidades comerciais foram surgindo e o Cearense foi ampliando seus negócios não somente no ramo de jóias e óticas, ele diversificou para o ramo hoteleiro, sendo maravilhosamente bem sucedido.
A vida continuou progressivamente para o empresário, sendo convidado para fazer parte de Diretorias do CDL e ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ILHÉUS, que sem sombra de duvidas foi uma das melhores em termo de atuação em prol do comercio e do município.





























































