:: ‘Espaço do Leitor’
Lembrança! (Bairro Jardim Savóia)
Há quase uma década, nós moradores do bairro Jardim Savóia com residências na Av. central, Itacanoeira e travessas, vivemos a lembrança do passado, quando nos foi anunciado naquela oportunidade, um projeto de urbanização do nosso bairro.Era o prefeito, o Sr Jabes Ribeiro(Morador do bairro) e faziam parte do governo, os secretários Srs. Isaac Albagli e Antonio Vieira. Através da associação do bairro convidamos os referidos secretários, para uma explanação do projeto de urbanização, que dizia-se ser uma maravilha para o bairro. Sentamos com os secretários em uma reunião aberta e bem discutida e naquela oportunidade,vale salientar, que compareceram um quantitativo substancial de moradores. Reunimos na escolinha da estimada Profª Rita, sempre receptiva quando solicitada e ela cedeu o espaço como sempre fez. Foi apresentado o projeto de urbanização com uma projeção em data show. O projeto surpreendeu-nos, fizemos muitas perguntas e dentre todas,uma que não ficou esquecida! Srs. secretários perguntamos! Não vimos no projeto a drenagem de água pluvial! E em dia de chuva para onde irá essa água? e a resposta técnica veio! ”Não será preciso porque o nivelamento será feito direcionando as águas para o rio Itacanoeira” Não éramos técnicos da área e assim engolimos a resposta.Continuou a apresentação e para nossa alegria,nos chamou a atenção,quando vimos o projeto da praça da av. Central, com jardins,bancos,parquinhos,iluminação com postes centrais e baias de estacionamentos ,realmente encheu os olhos de todos que estavam presentes,pois imaginávamos num futuro próximo vermos a possibilidade dos filhos e netos dos moradores terem um local para brincar e se divertir. Em seguida, mostraram-nos a pavimentação com asfalto e como ficariam as duas avenidas e travessas. Foi só alegria e naquele momento os ilustres representantes do executivo foram ovacionados pelos moradores presentes, todos satisfeitos com o que viram no projeto ora apresentado. Veio a execução, que nem inaugurado foi, e hoje a realidade está aqui para todos que quiserem vir e ver, quando chove é um Deus nos acuda, as águas acumulam-se na Avenida Itacanoeira, entrando nas residências e também na praça além de algumas transversais e dentre elas a do condomínio Ita que viveu anos sofrendo com alagações e teve que ser providenciado uma drenagem,senão nenhum morador conseguiria entrar em seus apartamentos.
A praça está abandonada e precisando de podas das árvores e a iluminação central prometida no projeto nunca aconteceu e vivemos as escuras naquele local. Voltando a falar da Av. itacanoeira e transversais nas imediações do condomínio solar do Savóia até aproximadamente 50 metros do CAMAIC, encontra-se sem calçamento ou asfalto e com muitos buracos acumulando água em dia de chuva e não sabemos porque não o fizeram a pavimentação naquela época , pois estava no projeto que foi mostrado com detalhes, para todos os moradores presentes.
Durante esses anos, passaram-se gestores como Valderico e Newton Lima e nada foi feito, e hoje, o prefeito Jabes Ribeiro está de volta ao governo com os citados secretários da época e nós moradores do Jardim Savóia, ainda esperançosos e confiantes em uma possível atenção especial para com o nosso bairro, que acreditamos ser uma maneira de corrigir o erro do passado que nos deixou felizes em curto momento ,mas posteriormente tristes com o que foi executado e deixado para nós moradores e por conseqüência, estamos vivendo uma situação de desagrado até hoje, seqüela da má execução do projeto que achávamos que se bem executado, seria a realização de um sonho,quiçá a consolidação de uma aspiração de todos nós moradores.Quero aqui, nesta oportunidade,deixar meu protesto e ao mesmo tempo solicitar, que o Exmo. Prefeito Jabes Ribeiro, visite nosso bairro e veja de perto, a realidade daqui.
Ilhéus-Ba, 13 de abril de 2013
Eduardo
Forte, mas nem tanto…
Por Walmir Rosário

Walmir Rosario / Foto by Waldir Gomes
A célebre frase dita pelo engenheiro militar, jornalista e escritor Euclides da Cunha, afirmando que “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” não tem sido levada ao pé-da-letra pelas nossas maiores autoridades.
Para eles, o nordestino teria o dom da ressurreição ou da imortalidade. Certo que alguns nordestinos ostentaram e ostentam o título de imortal, concedido por algumas academias, inclusive a conceituada Academia Brasileira de Letras.
Talvez, quem sabe, vendo a longevidade do ex-tudo José Sarney, maranhense, e, portanto, nordestino, esse povo de Brasília confunda a assertiva de Euclides da Cunha lá em Canudos.
Essa confusão tem criado sérios problemas para os nordestinos que teimam em viver no polígono das secas (se é que ali se vive). De fome e de sede eles não morrerão, acreditam aquela gente que se instala na presidência da República.
Mas não é assim que a banda toca e a cada dia presenciamos o tratamento desigual proporcionado aos nordestinos. Mas se eles já ganham o Bolsa-família, que querem mais? Devem perguntar.
No balaio de bondade distribuído pela presidenta Dilma Rousseff para os nordestinos está a prorrogação das dívidas com os bancos, como se bastasse na próxima chuva “chover em abundância rios de leite e ribanceiras de cuscuz”.
Não é bem assim, dona Dilma, falta água para beber, tanto para as pessoas (gente, mesmo…) e os animais, que já foram considerados pelo ministro Magri (portanto de Brasília) seres humanos.
Falta comida, pois as plantações têm sido perdidas há anos, e agora nem mesmo semente existe para ser plantada. O nordestino pode ser um forte, mas, com fome é difícil lutar. O nordestino também sente muita piedade e dor profunda de ver seus animais morrendo de fome, de sede.
E sabe o motivo, presidenta: Porque desde que Dom Pedro (os dois) eram monarcas que prometem acabar com a seca no Nordeste. E essas promessas passaram a ser feitas pelos presidentes desde que o império ruiu.
DEMARCAÇÃO: O TERRIVEL PESADELO DAS INVASÕES.
Por Edgard Siqueira
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
MUDANÇAS
Vocês não acham que a nossa sofrida cidade já precisa passar por algumas mudanças?
Estamos vivendo em uma época plena de mudanças e precisamos aproveitar a oportunidade e entrar nessa onda.
As pessoas estão discutindo intensamente as mudanças no meio ambiente, em sustentabilidade, em crescimento ordenado, tudo isso está mexendo com a cabeça de muitas organizações, principalmente as não-governamentais.
Enfim, estamos ávidos por mudanças. O povo quer mudanças, quer ver novidades, quer a cidade enfrentando novos desafios.
E a nossa prefeitura topa entrar nessa onda e começar a discutir e colocar em prática algumas mudanças?
Acredito que sim, o momento é favorável, mesmo tendo encontrado uma cidade totalmente agredida física e moralmente, o novo gestor público e sua equipe poderão dar início a uma nova era.
Como ouvi uma pessoa afirmar: “os erros que cometemos no passado não mais serão repetidos”, portanto, vamos dar a largada para as mudanças.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) NOSSA SALVAÇÃO SERÁ O CEMITÉRIO DO BASILIO.
2) VISITA DE UM GOVERNADOR DA BAHIA A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ILHÉUS
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
Apelando para o prefeito Jabes
Olá Sr. Roberto.
Meu nome é Fumio Miazaki, moro na cidade de Osasco – SP, tenho um amigo chamado LUIZ que mora em Banco Central, distrito de Ilheus, o mesmo está desesperado com a enchente que invadiu a sua casa.
O senhor um Jornalista de renome, poderia interceder junto ao Sr. Prefeito para providencias cabíveis, talves uma limpeza nas GAPs e BLs da rua.
Atenciosamente.
Miazaki
“ E AGORA? “
O assassinato do estudante de jornalismo durante um assalto que se transformou em latrocínio na porta da sua residência em um bairro da zona leste de São Paulo e que causou comoção nacional pelo ato de covardia do menor de idade que praticou o crime, nos trouxe mais uma vez, e de forma mais acalorada, o velho assunto que estava varrido para debaixo do tapete da sociedade brasileira; De que forma agir e qual o rigor que deve-se aplicar no que diz respeito às punições dos menores envolvidos em crimes hediondos, os chamados “menores infratores”. Tal tema traz à tona a já tão discutida redução da maioridade penal para crimes dessa natureza. Para a grande maioria dos especialistas no assunto, tal atitude seria um ato de desumanidade, seria inútil, seria cruel, etc….
Todos sabemos que o sistema prisional do país não recupera os bandidos adultos, é de caráter apenas punitivo, o que fazer então com os menores infratores protegidos pelo ECA, que se transformou em uma lei muito mais importante que a própria Constituição Federal? Um ESTATUTO INTOCÁVEL, através do qual esses adolescentes se valem para cometer crimes bárbaros, dignos de filmes da idade média, pois sabem que sofrerão, na pior das hipóteses, três anos com pena privativa de liberdade. É de consenso geral que o fator está diretamente relacionado aos inúmeros problemas sociais, uma vez que esses infratores geralmente são provenientes de famílias violentas, de pais alcoólatras, drogados, violentos, entre outros, onde a valorização da sua vida é inexistente, o que os leva, também, a não valorizar a vida dos outros.
E agora? O que deveremos fazer com essa violência crescente por parte dos menores infratores? Famílias estão perdendo seus entes queridos, sendo destruídas quando esses “marginais” ceifam, sem qualquer sentimento, a vida de pessoas inocentes, que querem apenas o direito de viver, de ir e vir, de serem cidadãos. No momento, quem está pagando essa conta altíssima pela falência da família, pela falência do Estado na pessoa dos seus governantes, pela falência dos legisladores, dos juristas, dos especialistas de acadêmia que ficam tão somente no campo da teoria, dentre outros, somos nós, a sociedade. Devemos permitir o assassinato dos nossos parentes e amigos como solução para tal problema, ou devemos todos nos mudar para presídios de segurança máxima, ou dos mais simples mesmo, onde quem ali habita não morre assassinado? Parece-me que, morar num presídio se tornou mais seguro para a sociedade.
Vamos debater esse assunto, debata aqui, comente nas reuniões sociais, no bate-papo,………..Vamos fazer esse assunto chegar a aqueles que podem e devem tomar atitudes práticas, pois não se perde parentes e amigos dessa forma só em São Paulo.
Romilson A. Santos.
Mares do Sul pede socorro (II)
Boa Tarde! Rabat
Conforme entrei em contato ontem a noite com vc. segue as fotos da Rua D, loteamento Mares Sul. veja o absurdo.
Aproveitando a oportunidade gostaria que vc. chamasse atenção da autoridade competente para o assunto que agora vou abordar nas primeira imagens:


Um morador plantou uma bananeira no meio do passeio para impedir que as pessoas utilizem seu passeio para passar antes ele havia colocado uma corrente cercando o referido passeio fiscais da PMI retiraram, agora plantou esta bananeira e várias árvores, agora colocou um fio vermelho como se vê na foto nº 2 formando uma cerca elétrica para impedir que crianças com suas traquinagem de colher frutas no quintal alheio pule a cerca como mostra a foto nº 3 colocando vidas em risco.


Até onde saiba este tipo de cerca com fio descoberto é crime e se acontecer um acidente? o morador do referido imóvel mora em Salvador, os vizinho não querem conversa com ele pois é tirado a valentão, pois tem um filho que é policial civil em Aracaju ai ele acha que tudo pode, não respeito o direito dos outros.
As outras fotos são da rua esburacadas e alagadas.
Agradeço sua atenção e um forte abraço
————————–
CONFORME SOLICITADO.
Um passeio pelo comercio de Ilhéus.
Amigo Rabat
Hoje pela manha caminhando pelo centro de Ilheus me bateu uma saudade no meu coração, ao passar pelo nosso comercio e nao ver mais aquelas casas que fizeram parte de nossas vidas. Agora mais ainda com proposito de meu amigo Ney encerrar as atividades da nossa Livraria A Nacional. Lembra-se de onde voce, Rabat, comprava os Gibis daquela epoca: O Fantasma, Pato Donald, alias nunca mas vi falar em Gastão e nem Tio Patinhas, pois a Nacional deixou de vender revistas e tem poucos livros em suas prateleiras. Vejo hoje suas prateleiras cheias de brinquedos, perfumes e relogios. Ta certo Ney voce cumpriu com o seu papel.
Abraços
Eduardo – Siri
—
Hoje, 11 de abril, às 7:45hs sair da minha da minha casa à rua Conselheiro Dantas, centro, com destino ao trabalho, que fica na av.Almirante Linhares, Galeria de Ilhéus Hotel. No meu passei pela Praça JJ SEABRA, onde fica o Palácio Paranaguá. Em vez de seguir pela Prado Valadares, onde esta estabelecido Franzino Foto resolvi passar primeiro pela Rua Almirante Barroso para ver o nosso amigo Ademar do Bolo. Encontrei a turma dos conferentes, em frente à Casa da Manteiga, esperando a famosa umbuzada preparada por D.Nilza feita de polpa de umbu e creme leite, uma verdadeira refeição para aqueles que teriam que enfrentar o trabalho em nosso Porto. Outros preferiam o pão quentinho da Padaria Minerva do Aroaldo Mendonça. Cumprimentei a todos e entre eles estavam Quincas, Gobira, Raul Clement, Zito Macarrão. Segui em frente encontrando-me com o Zé Perelo, o mais novo funcionário da Padaria Luso Brasileira, alias Padaria e Armazéns de Secos e Molhados. Muitas famílias faziam suas compras da semana neste estabelecimento, pois não tínhamos ainda muitos supermercados. A Padaria Lusa foi o primeiro emprego de Zé Perelo, o terror das gatas da Cidade Nova. E por falar em Supermercado, após duas casas chego ao estabelecimento dos Hage, que veio a ser o primeiro Supermercado de Ilhéus, à frente o amigo Magib Hage, onde atento fiscalizava os clientes que entravam para pegar a mercadoria diretamente nos gandulas indo direto ao caixa para pagar. Estranho isto não é! Mas Supermercado é assim. Logo após sugiram outros, como o Supermercado de Paulo Pinto na Avenida Dois de Julho, o Supermercado de Sobral, embaixo do Hotel Central do nosso amigo Castor, nada menos que cunhado do meu amigo Grimaldo da Casa dos Retalhos. Continuando o meu percurso passei em frente do Brilhante para cumprimentar o Ailton e resolvi subir a D. Pedro II. Em sua esquina as duas lojas charmosas de Ilhéus, uma dirigida pelo amigo Omar Rabat e outra pelo amigo Antonio Luz que de vez enquanto me presenteava com umas mangas rosa, tirada do terreno de Liberio Menezes, la no alto Outeiro São Sebastião. Uma loja vendia roupas para homens escolhido a dedo por Berá e a outra Moveis de Primeira Linha (Casas Arnaldo) vinda diretamente de sua filial que ficava no Rio de Janeiro. Na Rua D. Pedro II encontro seu Elias Ocke da Loja Gaucha, mas antes cumprimentei o João da Paulista. Mas a frente à Loja de D. Anizinha, que estava a posto, a espera do amigo Cid para fazer seu deposito do dia anterior no Bancrelar, de onde o mesmo era gerente. Naquele momento me deparo com João, que apressado corria para Loja dos Mendonça Irmãos para não perder o seu horário de trabalho. Na esquina da Loja Geni, o Bel Zaidan, resmungando clamava por Djalma, seu único funcionário, para chegasse no horário para levantar as suas portas. Daí passei pela Nacional e como sempre no horário o Araujo de prontidão para atender os alunos do Colégio Afonso de Carvalho, que procuravam lápis e canetas para comprar. Vou eu seguindo, parando antes na Padaria São Jose do Sr.Acidalio Mendonça, padaria esta que Jofre comprava todo dia 100gramas de manteiga, em mãos de Waldemar. Encontrei também nesta padaria o amigo Jair, sub-tabeliao no Cartorio de Sá Barreto, que tomava seu cafezinho servido pelo amigo Asterio. Como não precisava comprar panos, passei direto pela Pernambucana e na outra esquina já sentia o cheiro de comida gostosa do Samburá do nosso amigo Jorge, que já pensava em se mudar para as bandas do Malhado. Para finalizar meu percurso pela D. Pedro II fui ate o Barril de Maynart encomendar para noite os famosos robaletes fritos, tinha que chegar antes de Antonio Olimpio, pois ele era um dos fregueses assíduo do Maynart. Como estava fechado, resolvi voltar para empresa, pois já passava 10 minutos das 08h00min.
No retorno já na esquina da Paranaguá com a D. Pedro II encontrei com o meu irmão Zé Fininho, que apressado nem me cumprimentou por que estava atrasado para o seu expediente no Banco de Ilhéus, do Sr. Ananias Dorea. Era colega dele Tavares, Ranni, Arnon, Colo, Humberto, Toinho Dorea e muitos outros. Por fim chego ao largo do Prédio da Pensão Vasco, na sua esquina a direita Sapa Veiga, na esquerda o Walmir Duarte funcionário padrão da Casa Brasil. Vizinho a Farmácia de Nildo da Academia Vigor eis a Lanchonete dos Lagos, à frente o nosso amigo Zé Lago parceiro inseparável do Zé Leite. Por fim chego ao majestoso prédio do Ilhéus Hotel, o com seu moderníssimo elevador. Tínhamos a honrar de ter um prédio único no interior do Estado servido por um elevador, alem da Lavanderia do nosso amigo Nobre companheiro da Professora Cidelia do Afonso. Como não bebo apenas cumprimentei Darival Gila, que servia uma legitima destilada de Itaranti, na própria Galeria do Hotel.
Mas meus amigos, isto tudo me veio memória hoje pela manha. Mas o que me levou a pensar no passado foi uma placa, fixada na fachada da Livraria A Nacional, que dizia: ALUGA-SE.
Esta Livraria com certeza cumpriu com o seu papel na educação de muitos jovens da nossa cidade. Desde a época do seu primeiro dono, Sr. Carlos, depois o Sr. Guy e por ultimo o meu compadre e amigo Ney Melo que resolveu encerrar as atividades da nossa querida Livraria a Nacional. Agora eu me pergunto onde vou comprar minhas revistas A Realidade, Pato Donald, e O Fantasma? Não tem problema, pois todos nos estamos antenado na Internet e temos em nossas mãos a Biblioteca Virtual GOOGLE onde você encontra de tudo.
Vai deixar saudades…
Eduardo – Siri
|
Denúncia
Rabat, bom dia!
Venho, a vários dias, percebendo que aquele esgoto da Av. 02 de julho, entre a Catedral e o Cristo (dois pontos turísticos da nossa cidade), está jorrando seu líquido fétido e impregnado de doenças, na nossa bela praia da Avenida.

Peço que divulgue isso, para ver se nossas autoridades responsáveis (MP, Prefeitura, Ibama e, principalmente a EMBASA), adotem providências. Não aguentamos mais!! Antigamente, nossa taxa de esgoto era irrisória. Hoje ela é 80% do consumo da água. Uma fortuna, que não vemos retorno, pelo menos em Ilhéus e região (olhe as cidades ribeirinhas, despejando seus esgotos no leito dos rios – Ilhéus se torna a fossa destas cidades).

Cadê o Bahia Azul???
——–
***

































































































