:: ‘Espaço do Leitor’
FALECIMENTO
A Rua do Café perdeu um dos seus mais antigos moradores.
Faleceu o nosso grande amigo SALÚ (Salustiano), aos 97 anos de idade.
Figura que conheceu a história da lendária Rua do Café.
Todos os moradores e amigos de SALÚ, vão ficar na memória com a imagem desse amado vizinho.
Descanse em paz meu amigo SALÚ. Que Deus na sua infinita misericórdia o receba na morada eterna.
ZÉCARLOS JUNIOR
PSICOMUNDO – ÉTICA E PROFISSIONALISMO NA POLITICA
Não poderia deixar de enfatizar com muita satisfação, a observação dos queridos internautas que nos honram com seus acessos através da internet, divulgando com justa modéstia e fazendo justiça sobre o comportamento do nosso site “R2CPRESS”, tão bem comandado pelo vibrante e digno Jornalista Roberto Rabat Chame.
Sempre utilizando esse tão importante espaço de comunicação com ética e a postura do jornalismo sério, diante de tantas manipulações de propagandas políticas espalhadas por toda a nossa cidade, onde presenciamos inúmeros candidatos procurando mostrar suas qualidades para assumirem seus cargos, caso sejam eleitos. Primou a imparcialidade, pois somente a nossa população poderá destinar no dia 7 de outubro, através do seu voto, esse ou aquele político que merece ser o seu legítimo representante.
Imparcialidade é um dos tripés de sustentabilidade da ética. Sem imparcialidade, a ética é manca. E a ética, inegavelmente, é a melhor provisão de viagem que podemos oferecer para a notícia chegar até o seu destino final: na qualidade das pessoas que estão observando o nosso trabalho de informação: o leitor, o ouvinte, o telespectador. O que tem que existir é a expressão da soberana verdade, detentora da qualidade do trabalho oferecido aos que nos cercam de muita atenção e com seu carinho, depositam em nós a sua importante e autentica confiança nos serviços que prestamos a nossa comunidade.
Agora façamos a mesma comparação com um jornalista que não use de imparcialidade no exercício de sua profissão. Cabe ressaltar que a imparcialidade a qual nos referimos, consiste em oferecer espaço igualitário para críticas e elogios às pessoas e organizações, caso elas venham a merecê-las. Essa prática de justiça e retidão, imprescindível para a credibilidade do profissional, nem sempre é vista nos veículos de comunicação, a saber: jornais, revistas, internet, televisão e até mesmo no rádio.
E assim, deveria ser sempre em todos meios de comunicações, criando uma fórmula mágica para que os eleitores, principais responsáveis por mais uma jornada de escolha de políticos, tenham a consciência tranquila, fazendo uma escolha determinada pela sua espontânea vontade. A essa altura, com certeza todos já estão preparados para sufragarem seus votos nas urnas em todo nosso País.
Nesse momento que antecede às eleições, vale a pena fazermos a seguinte reflexão: “Às vezes, passamos uma vida inteira dando credibilidade a quem só se manifesta favoravelmente a um determinado político ou grupo partidário. Em outras ocasiões, nos deixamos influenciar pelas ideias dos que só sabem jogar pedras, dos que pertencem ao time do quanto pior, melhor”. Um dos aspectos mais relevantes trazido por quase todas as eleições no que tange à evolução e o amadurecimento de nossas instituições democráticas é a questão da imparcialidade da mídia. O que se exige em termos éticos, no tocante à dimensão opinativa desses veículos, é apenas a declaração de sua intenção.
Sendo assim, cabe às pessoas usarem a sua maneira de interpretação sobre as informações que chegam ao seu cotidiano e procurar colocar em prática o seu bom senso crítico, fazendo justiça e se posicionando no julgamento correto que deve ser honesto e sem rodeios. Estejamos, portanto, atentos a quem manipula as informações de forma tendenciosa, mascarando a verdadeira notícia.
Cabe a partir de hoje, a efetivação de uma reflexão de todos os eleitores, formando as suas opiniões finais para determinarem as suas escolhas. O voto nunca deixará de ser uma consequência boa e má para a transformação da democracia no mundo político.
“QUEM NÃO LUTA PELOS SEUS DIREITOS, NÃO É DIGNO DELES”. Rui Barbosa
Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia
CHEGOU O DIA
Estamos às vésperas de conhecer o novo mandatário do município de Ilhéus.
Os eleitores com os seus votos irão definir quem assumirá tão importante cargo, como também o destino da então sofrida e maltratada cidade da Gabriela.
Seja quem for o eleito, desse ou daquele partido, será o prefeito de fato e de direito de TODOS OS ILHEENSES.
O momento de campanha acabou, muitas promessas jogadas no ar, os desafios e a dimensão dos problemas passam a ser agora a meta do novo alcaide.
Como enfrentá-los e resolvê-los será o grande teste a partir do início do ano, com certeza necessitará de muito trabalho, determinação, equipe comprometida.
Ninguém em sã consciência irá exigir que em um mês a cidade esteja limpa, que os problemas irão acabar, teremos que ter paciência e acompanhar passo a passo as atitudes do recém eleito gestor público.
Nessa hora cabe a cada ilheense pensar seriamente em exercer a sua cidadania, com direitos e obrigações, pois a nossa cidade deve estar acima de qualquer partido ou grupo político.
Fala-se muito em compra de voto. O cidadão que vende seu voto é indigno e está praticando uma ação nefasta, vergonhosa.
Se existe a corrupção, é porque existe um desgraçado corruptor fomentando esta prática indecente.
Expurgar o corruptor e o corrupto da face da terra é difícil, já faz parte da nossa cultura, mas não devemos entregar os pontos, temos de denunciar, criticar, cabendo à justiça fazer a sua parte ao rigor da lei.
Amanhã é o dia. Que os ilheenses eleitores tomem a decisão certa, que o voto saia da sua razão, deixando a emoção de lado, pois o que está em jogo é a vida de uma cidade imensamente importante e que está necessitando urgente de novos olhares, novos ares.
QUE VENÇA O QUE O ELEITOR DECIDIR.
VOTO não tem preço, TEM conseqüência.
ZÉCARLOS JUNIOR
CHICO XAVIER ELEITO O MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS
A grande final de O Maior Brasileiro de Todos os tempos
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE
1) A REGIÃO DA BAHIA QUE PRETENDO CONHECER ANTES DE MORRER.
2) CLICANDO POR AÍ COM MINHA MÁQUINA FOTOGRÁFICA.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
IRRESPONSABILIDADE
Por inúmeras oportunidades aqui no nosso vigilante R2CPRESS, sempre cobrei da prefeitura municipal mais atenção, organização e planejamento durante as faxinas na cidade.
Inclusive nesta semana fiz a nota com o título “Recado para o secretário Benilson Veloso”, alertando sobre este procedimento.
Porque sempre bati nessa tecla, que todo tipo de serviço a ser executado deve ter princípio, meio e fim, ou seja, planejar, realizar, concluir.
O que sempre a prefeitura faz, por sinal repetidas vezes, é definir um local para fazer a faxina, os operários deixam os montes de entulho na margem das pistas/ruas e o veículo coletor quando pega é após três e até cinco dias.
Nesse período o entulho já se espalhou, já causou transtornos e demonstra uma péssima qualidade na execução do trabalho.
Não deu outra, aconteceu um acidente com um veículo na Avenida Itabuna, que poderia resultar em situação de maior gravidade.
O procedimento correto e mais racional, é a realização do serviço e durante a sua execução o veículo coletor recolher todo material, evitando qualquer tipo de ocorrência, principalmente como a que provocou este acidente.
Aqui na orla do Pontal tem vários amontoados de lixo e entulho na beira da pista, amanhã sábado, domingo dia de eleições e ninguém sabe quando serão retirado estes entulhos.
Sinceramente não sei o que se passa na cabeça do pessoal encarregado dessa tarefa, por várias vezes falei com algumas pessoas que conheço e que fazem parte da equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, mas infelizmente não obtive nenhum retorno.
Espero que o secretário atente para o que aconteceu e reveja sua postura na realização das faxinas pela cidade.
ZÉCARLOS JUNIOR
A FARRA DO BOI
Eleição deveria acontecer de dois em dois anos ou até em menos tempo.
Razão na falta para que o movimento de candidatos fique mais intenso, pois acabaria uma campanha e começaria outra em seguida. Bom pra todo mundo.
Boa parte do nosso comércio foi envolvida durante a campanha para prefeito e vereador.
As empresas de produção de mídia, cartazes, faixas, locuções, gravações, carros de som, letras e músicas, santinhos.
Ninguém pode reclamar de não ter ganhado um bom extra nesse período, do posto de combustível, às oficinas mecânicas, aos instaladores de som, aos motoristas, aos motoboys, aos coadjuvantes de passeatas e carreatas.
Os candidatos extasiados e já sem nenhum raciocínio para coordenar suas idéias, cansados e exaustos de tanto subir e descer ladeira, mas todos acreditando que conseguirão atingir o tão sonhado objetivo, ou seja, sentar na poltrona do palácio e nas cadeiras da casa do povo, como eles assim definem a câmara de vereadores.
Os gastos de campanha são impublicáveis, é muito dinheiro que rola nessa hora, verdadeiros investimentos para uma causa futura, porque não consigo entender como um cidadão (ã) gasta tanto dinheiro para assumir um mandato que pode ter apenas quatro anos de duração e que o salário não será suficiente para cobrir as dívidas contraídas.
Por falar em dívidas, no dia 8 de outubro as cobranças começam a chegar e aí começa a agonia de não saber onde arranjar dinheiro para cobrir o prejuízo, principalmente para a turma que não conseguir ser eleita.
Mas tenho certeza que a farra da campanha foi excitante, cansativa, mas que deixou a todos com um pouco de dever cumprido, de ter mostrado a cara, de ter participado do processo eleitoral.
Para os vencedores resta, além da alegria da vitória, um pouco de vaidade já que o poder está próximo e os quatros anos prometem novos capítulos e episódios nos bastidores da política.
A soberania do povo é que vai decidir os vencedores, espera-se apenas que os mandatos sejam cumpridos com decência, ética, responsabilidade, honestidade e com o pensamento voltado para o bem comum, pois a ninguém é dado o direito de prestar contas apenas ao partido político, tem sim, que prestar contas ao povo, razão pelo qual foram eleitos.
Aguardemos, pois a chegada do mês de janeiro de 2013, quando a poltrona e as cadeiras serão ocupadas, daí em diante ninguém pode apostar no que poderá acontecer.
VOTO não tem preço, TEM conseqüência.
ZÉCARLOS JUNIOR




































































