:: ‘Espaço do Leitor’
DA RIN em: Como fazer uma mulher muito feliz
A história começa assim…
No mais alto Pico do Tibet vive o mais sábio homem do mundo.
Certa vez um rapaz foi à sua procura e perguntou-lhe:
– Mestre dos mestres! Qual o caminho mais curto e seguro para o coração de uma mulher?
O mestre respondeu-lhe:
– Não há caminho seguro para o coração de uma mulher, filho.
Só trilhas à beira de penhascos e caminhos sem mapas, cheios de pedras e serpentes venenosas..
– Mas, então, mestre… O que devo fazer para conquistar o coração DA minha amada?
Então lhe disse o Grande guru:
– Fazer uma mulher feliz é fácil.
– Só é necessário ser:
PFN em “A MOTO”

O INVENTOR DA MOTO HARLEY-DAVIDSON, ARTHUR DAVIDSON, MORREU E FOI PARA O CÉU.
Ao chegar lá, São Pedro disse-lhe:
– Meu filho, foste um bom homem e as tuas motos mudaram o mundo, podes fazer um pedido:
Arthur pensou um pouco e disse:
– Quero encontrar-me com Deus!
São Pedro levou Artur até a sala do trono e apresentou-o a Deus.
Deus reconheceu Arthur e disse-lhe:
– Então inventaste a Harley-Davidson?
Arthur respondeu: – É verdade, fui eu ..
Deus comentou: Não foi uma boa invenção…
É um veículo instável, barulhento e poluidor. Manutenção complicada, alto consumo…
Arthur ficou aborrecido com o comentário e retrucou:
– Desculpe-me, mas não foi o senhor que inventou a mulher?

– Sim, fui eu! – Responde Deus.
– Bem, aqui entre nós, de profissional para profissional, você também não foi nada feliz na sua invenção!
– Há muita inconsistência na suspensão dianteira;

– É muito barulhenta e tagarela em altas velocidades;

– Na maioria dos casos, a suspensão traseira é muito macia e vibra demais;

– A área de lazer está localizada perto demais da área de reciclagem;
– Os custos de manutenção são exorbitantes.
Deus refletiu e respondeu:
– Sim, é verdade que o meu invento tem defeitos, mas de acordo com os dados que levantei, há muito mais homens montados na minha invenção do que na tua
COMO DESPERDIÇAR UMA MEDALHA DE OURO
Essa foi a “aula” que a nossa seleção olímpica brasileira de futebol masculino nos deu hoje.
Não foi novidade. Há alguns anos, seja a olímpica ou a principal, ambas as seleções têm mais decepcionado do que agradado. Quando vencem, não convencem. A já costumeira situação de time que tem estrelas (cada vez menos) mas não tem conjunto. A já sacramentada realidade de time que não tem raça nem garra. Um time apático e um técnico mais ainda. Pra completar, o goleiro; sei perfeitamente que não é o titular da posição, mas eu não queria um desse nem como terceiro reserva do Colo Colo.
A chance de ouro, literalmente, foi desperdiçada, num torneio tecnicamente sofrível, com adversários que variaram de ridículos a fracos e o fraco Brasil (ou ridículo?) entregou o ouro ao fraco México.
E pensar que, tudo indica, essa vai acabar sendo a seleção que disputará as copas das Confederações e do Mundo. Podiam, ao menos, mudar de técnico…
Nilson Pessoa
JORGE – “AMADO OU ODIADO”
O Blog do Pimenta de Itabuna, publicou no dia 09 próximo passado, a ficha de inscrição de Jorge Amado na Associação Bahiana de Imprensa, de 1944. Nesta ficha Jorge Amado se declara filho de Ilhéus, e isso tem causado muito mal estar aos amigos itabunenses.
Inclusive no espaço sobre comentários, existem várias declarações de nossos vizinhos como estas: “Esse ilustre cidadão renega a terra onde nasceu, eu, hein… pra mim a fama dele acaba aí.” – “Não é culpa do povo de Ilhéus, foi Jorge Amado que preferiu ser cidadão de lá. Na cédula funcional é bem clara a sua vontade (natural de Ilhéus). Isto porque vários leitores itabunenses colocaram a culpa em Ilhéus. Outro itabunense comentou: “A pergunta é, por que perder tempo com um escritor que não estava nem aí com a cidade que nasceu? Politicamente, quando esse escritor tornou notoriedade, Ilhéus, daria a ele outro destaque. Pobre escritor! Não era original nem nas suas decisões”. Vejam que este nem fala o nome de Jorge Amado, trata-o como apenas “esse escritor”.
Percebam que o nosso AMADO JORGE, não é o mesmo JORGE AMADO para boa parte dos itabunenses.
Não há nenhuma dúvida que Jorge Amado nasceu em Itabuna, em 1912, portanto dois anos depois que Itabuna se desmembrou do município de Ilhéus em 1910. O que acontece é que, Jorge Amado veio com 4 anos para Ilhéus, e uma criança de 4 anos não se lembra muito do seu passado.
Aqui em Ilhéus, ele cresceu, estudou e vivenciou toda uma época dos coronéis. Jorge Amado só deixou Ilhéus quando tinha 19 anos, isto quer dizer, que sua infância e adolescência foram aqui. Não foi por acaso, que ele escreveu aquela declaração de amor por Ilhéus, onde ele dá o título de: “A TERRA DA MINHA VIDA”, ISSO SE REFERINDO A ILHÉUS. Foi uma decisão dele de ser ilheense, mesmo nascendo em Itabuna.
Este documento publicado no PIMENTA é mais uma prova disto, ou seja, ele relegava Itabuna, agora não sei por quê. Ilhéus se aproveitou disto e faz tudo em sua homenagem, é só isto.
Se você é itabunense faça questão de ler o texto “A TERRA DA MINHA VIDA”, e não terás mais dúvida disto.
Agora, como ilheense nato, adoro Itabuna e acho que uma cidade completa a outra, e digo mais, ai de nós se não tivéssemos Itabuna tão próxima, pois seu comércio e sua rede hospitalar/ médica é invejável em comparação a nossa Ilhéus. E para compensar te oferecemos nossas praias e vamos viver em paz.
Para quem não conhece o texto
A Terra da Minha Vida – Jorge Amado, 1997
Nota de pesar
O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, lamenta profundamente a morte, na noite desta sexta-feira, 10, da médica Maria Conceição Benigno, esposa de nosso camarada e presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães. Ela foi uma mulher de muitas batalhas.
Uma das tantas lutas, que orgulha não só Itabuna, mas todo o sul da Bahia, foi a participação na campanha para que o Hospital Manoel Novaes conquistasse, na década de 90, o título de Hospital Amigo da Criança, concedido pelo Fundo das Nações Unidas para Infância e Adolescência (Unicef). Neste momento de muita tristeza, prestamos os nossos pêsames aos familiares e amigos e pedimos a Deus que conforte a todos.
Antônio de Anízio
Prefeito de Itacaré
Novo crente (os demais são gente boa pra caramba).
Rapaz, parece pirraça: toda vez que eu falo (com carinho) sobre Zoinho de Mãe e do calunduzento do JC o mesmo aprendiz de evangélico (crente) entra no circuito e detona meio mundo Lá de Cima. Por mais que eu diga que ele está certíssimo e que somente os crentes serão salvos e que a única verdade está alí ele não se conforma e continua detonando. Eu, com uma ruma de janeiro, que continua perdendo a primeira foto da saída de São Jorge na procissão (treme), que quando estou atacado ouço a Ave Maria e alegre em forma de samba (Jorge Aragão), com uma ruma de símbolos aqui na redação e no quarto, que quando o bicho pega eu fecho os olhos e ELE ‘aparece’ e resolve (nunca na hora rsrsrsrsrsrss, mas resolve) e o tal do novo crente atazanando meu juízo.
Bem, já que ele está decidido a infernizar o meu juízo (não acredita e afirma que não existe NOSSA SENHORA) vou continuar errado e colado com a minha barca (imagine se ela existisse) e, vou cuidar desse crente chato da seguinte maneira: Toda vez que ele detonar Zoinho vou colocar umas coisas que eu tenho aqui a exemplo da …
… A Transferência do CRENTE…
ASSUNTE:
Um dia, muito sem jeito e com os olhos cheios de lágrimas, Idalina anunciou que ia embora. O médico, a mulher, os filhos ficaram em pânico:
– O que é que aconteceu, Idalina? Algum problema? Salário pequeno? Vamos conversar. Quem sabe a gente aumenta seu ordenado?
– Não é nada disso não, doutor. É a igreja. Nós somos evangélicos, a nossa igreja transferiu meu marido para o Paraná e eu tenho que ir com ele.
– Seu marido é pastor?
– Não, doutor. O pastor é que vai nos levar com ele.
– Se seu marido não é pastor, pode muito bem ser substituído por outro.
– Não pode não, doutor. O pastor só confia em meu marido.
– O que é que ele faz?
POLUIÇÃO SONORA AFETA A ECONOMIA DO COMÉRCIO DE ILHÉUS
Amigo Rabat,
Venho através do seu glorioso site, para expressar o tamanho da minha revolta em função da poluição sonora que vem acontecendo em nossa cidade, sou um empresário ilheense instalado no centro da cidade com segmento na aera de Informática. E atualmente venho tendo prejuízos econômicos em função do barulho dos carros de som, que passam a cada minuto em frente a minha empresa. Pra piorar a situação, venho percebendo de que além de circularem com os carros de propaganda, tem alguns que estacionam o veiculo e deixam o som no maior volume por mais de 01 hora parado. Não temos condições de atender a clientela, fechar negociações, o telefone é impossível de atender e como eu. Existem muitos outros empresários que estão nesta situação, a minha resposta, será dada nas urnas, pois não irei voltar em nenhum candidato que tiver fazendo polução sonora na cidade. Existem diversos outros tipos de propaganda que eles possam explorar, porém a falta de criatividade e conhecimento do marketing político é tanto que esses pré candidatos ficam insistindo em suas musicas que só falam dos seus números. O problema infelizmente continuara por muito tempo, pois acredito que não tenha nenhuma lei que proíba este meio de propaganda e os vereadores não devem ter interesse em fazer tal lei, com isto os lojista que são peças fundamentais na economia da cidade, continuaram tomando os seus prejuízos até o fim destas eleições.
Alfredo Escobar
HISTÓRIA DE UM ILHEENSE / DENTRO DO CARANDIRU (II)
NO PRESÍDIO CARANDIRU II
por Tomé Pacheco

Tomé Pacheco
Continuo então com minha chegada ao Presídio Carandiru. Os domingos eram dias de visitas. Por um lado era bom por outro não. O bom era porque o domingo passava rápido; o ruim era porque o trabalho com revista aos visitantes, enfim com a segurança, redobrava. Tinha que ter atenção com tudo, com os visitantes e principalmente com os detentos.
Naquela época, no ano de 1978 até o de 1980, não havia a concessão para visita interna e, sobretudo de mulheres, então os detentos vaziam de tudo para burlar a vigilância dos agentes, até conseguirem.
Lembro que no Pavilhão 8 os detentos colocavam mesas altas ou cavaletes com tábuas em cima, forravam-nas com grandes lençóis, que ficavam tipo “casinhas” e colocavam campânulas. Na construção desses artifícios ficava um olheiro sempre atento, para quando a barra estivesse “limpa”, a mulherada cair dentro. E tinha mulheres que vinha da “zona” para se prostituir nessas “casinhas” que eram montadas no pátio desde pavilhão. O detento, portanto, era que comandava a vinda delas. Eu mesmo cansei de fazer vista grossa, fazendo de conta que não estava vendo nada. “Já pensou o cara detido num local a mais de vinte anos sem ter uma mulher para se relacionar?”, interrogava a mim mesmo. Pois é, se não fizesse vista grossa o sujeito iria entrar em desespero total. É, mas havia os que não gostavam de mulheres, mas eram poucos.
Depois que as relações íntimas foram liberadas, a cadeia ficou mais leve, diminuiu o número de estupros, de roubo no xadrez, dos crimes etc.
Comissário de bordo DA RIN …
NUM VÔO …
Num vôo comercial, o piloto liga o microfone e começa a falar aos passageiros:
– Bom dia senhores passageiros, este é o vôo Nº 2426, com destino a Corumbá e escala em Ribeirão Preto. Neste exato momento estamos voando a 9 mil metros de altitude, velocidade de cruzeiro de 860 Km/hora, e estamos sobrevoando a cidade de…
OHHHHHHH,
MEU DEUS!!!
E os passageiros escutam um grito pavoroso, seguido de um barulho infernal…
NÃÃÃÃOOOOOOO!!!
Segundos depois, ele pega o microfone e, rindo sem graça, se desculpa:
Me desculpem, eu esbarrei na bandeja e minha xícara de café caiu em cima de mim. Vocês precisam ver como ficou a parte da frente da minha calça!!!
E um dos passageiros grita:
Filho da puuuuuuutaaaaaaaaa!!! Você precisa ver como ficou a parte de trás da minha!!!
































































