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:: ‘Espaço do Leitor’

E A HISTÓRIA SE REPETE

Há algum tempo um candidato a prefeito da vizinha cidade de Tabocas, alardeava pra todo mundo que o cumpanheiro Lulla era seu cumpadre.
Lembro que quando falava essa grande frase jorrava da sua boca um pouco de vaidade, se achava o porreta do pedaço.
Se era cumpadre ou não, pouco me interessava, apenas achava que o tal cumpadre iria dar uma mãozinha na sua gestão à frente da prefeitura de Tabocas.
Por ser o candidato meu colega na CEPLAC, esperei também que o cumpadre fizesse alguma coisa para tirar a empresa de algumas situações vexatórias.
Para decepção do povo de Tabocas nadica de nada foi feito pelo cumpadre em benefício da cidade nos seus oito anos de mandato, com relação à CEPLAC, sem comentários, deixa pra lá.
Aí a gente vê que não se faz mais cumpadre como antigamente, passaram-se os oito anos e NADA foi dado ao cumpadre grapiúna.
Lendo as notícias de campanha dos candidatos a alcaide da nossa cidade, deparei com a foto da cumpanheira Professora Carmelita, minha irmã em Cristo, com o cumpanheiro Lulla, aquele mesmo que foi anunciado cumpadre de GS.
Aí eu pergunto: será que vai se repetir a história da vizinha Tabocas? Será que o cumpanheiro Lulla vai ajudar a nossa candidata a tirar Ilhéus dessa confusão político/administrativa? Será que irá jorrar em Ilhéus novos investimentos federais? Ou trata-se de mais uma peça da campanha eleitoral?
Cumpanheira Professora Carmelita! Paciência com algumas atitudes, o povo de Ilhéus não está mais vivendo olhando para trás, a não ser assistindo os capítulos da novela Gabriela, estamos em outros tempos e atentos a tudo e a todos, principalmente a promessas envolvendo pessoas que nunca fizeram nada pela cidade e nem pela região, ninguém mais agüenta essa de forçar a barra para implantar um governo com prazo indeterminado para o nosso pais, o nosso Brasil.
Os candidatos estão por aí anunciando e prometendo realizar tudo o que a cidade precisa, também sabemos que é humanamente impossível cumprir todas essas promessas eleitorais, se for feito um feijão com arroz agora com um novo tempero, já está de bom tamanho, não se pode colocar o chapéu onde a mão não alcança, devagar com o andor que o santo é de barro.
Lembro mais uma vez que o Governador da Bahia não é governador do PT, é governador de todos os baianos, a Presidente do Brasil não é presidente do PT, é a presidente de todos os brasileiros e o cumpanheiro Lulla é apenas um ex-presidente.

VOTO não tem preço, TEM conseqüência.

ZÉCARLOS JUNIOR

Rolando no face …


Enviada por Marcelo Ribeiro.

CURSO DE RADIO OPERADOR NA BAHIA

Caros amigos!!

Estarei na Bahia em setembro de 2012,para ministrar mais um Curso de Radio Operador, o curso terá ,aulas de legislaçao,conhecimento tecnico,operaçao radio telefonia,aula pratica em VHF ,USSB,maiores informaçao no email wilde_acre@hotmail.com
O certificado e a carteira será dada pela ANATEL,pois Wilde Acre terá o compromisso de marcar as provas dos alunos na ANATEL em Salvador. Noa damos garantia de emprego e sim:Wilde Acre lhes dará endereços de empresas onde vc podera enviar seu curriculum para analise.
O Pré Sal é uma realidade no nosso pais e Rodovia leste/oeste,SAMU,Corpo de bombeiros, aeroporto
Eles irao precisar de mao de obra qualificada, e credenciadas pela ANATEL.Com otimos salarios.
Nao precisa de ingles para ser RADIO OPERADOR.

SALVADOR -BAHIA DE 19 A 22/09/2012
VITORIA DA CONQUISTA -BAHIA 25 A 28/09/2012
GUANAMBI- BAHIA- 08 A 11/10/2012.

INFORMAÇAO ATRAVÉS DO email wilde_acre@hotmail.com
Aguardo vcs no Curso.
Att Wilde Acre
Coordenador geral

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra foto não há argumento.


Vida de Deputete (Paródia “Vida de Empreguete”)


Juventino achou e mandou.

AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE


AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE


A nossa Avenida Lomanto Júnior no Pontal, é o acesso obrigatório de quem procede da zona norte, oeste e centro da cidade para a zona sul. É uma das principais, como cartão de visita da nossa Ilhéus, mas não tem a devida atenção do poder público municipal. Não quer dizer com isso, que as demais não mereçam o mesmo tratamento. Isto demonstra que uma avenida como esta, se encontra desse jeito, imaginem as demais vias da cidade. Ela é passagem obrigatória de quem chega e sai da cidade via aeroporto.

AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE

Vendo as fotos, fica mais claro o descaso. São bueiros entupidos em toda orla, são as águas pluviais acumulada, que são jogadas na calçada, ficando uma imundice ou imundície de deixar qualquer cidadão ilheense indignado. Sem se falar no mato que se espalha na calçada, junto com palhas de coqueiros e a falta de pedras portuguesas em toda sua extensão e outras porcarias mais.
O que nos deixa incomodado e por se tratar de um caso tão simples de ser resolvido. Basta desentupir os bueiros, e também as drenagens que dão acesso a Baía do Pontal, sem nenhum problema, pois são águas de chuvas, e o trecho é pequeno, que compreende entre o Pontal Praia Hotel até a entrada da Sapetinga.
Para contrastar com tudo isso, vem o que de belo esta avenida tem, que é sua admirável paisagem. E agora sendo implementada com edifícios que estão sendo construídos e que naturalmente embeleza a orla, apesar de que sabemos que no presente, já está com o trânsito congestionado, e no futuro bem próximo estes prédios serão habitados. Neste caso, serão mais veículos circulando, então virá o caos total, pois ninguém de sã consciência acredita que esta nova ponte (projeto) seja totalmente liberada ao trânsito em menos de dois anos.

AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE

Para completar a atual ponte já está abandonada na sua conservação. São postes de iluminação sem Lâmpadas, outros com suas bases comprometidas, além de um poste que vai cair a qualquer momento e Deus queira que não aconteça o pior.

AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE


AV. LOMANTO JÚNIOR ENTRE O BELO E A IMUNDICE

Rezende

Situação dos Tecnologos em Segurança do Trabalho

Bom dia.

Gostaria de saber se você alguma informação atualizada sobre a situação dos Tecnologos em Segurança do Trabalho.
Li uma reportagem do ano de 2011 que fala sobre o assunto.
Sou tecnica em segurança e estou cursando o tecnologo. Queria mais ficar mais por dentro dessa situação.

Você sabe me dizer algo?!

Obrigada!!


Lívia Fernanda Lobão de Araújo
Téc. em Segurança do Trabalho

FILIAÇÃO

ATENÇÃO SENHORES ATLETAS,

O LINK FILIAÇÃO DO SITE DA FBFut www.brasiliafutevolei.com.br está em operação, e todos que até agora não se filiaram devem fazê-lo, gerando o BOLETO BANCÁRIO e quitar na REDE BANCÁRIA ou INTERNET BANK até o dia 27/08.

Ps. OS NOVOS FILIADOS DEVERÃO APRESENTAR O BOLETO DE PAGAMENTO NO ATO DA RETIRADA DAS CAMISETAS, SEJA NO TORNEIO QUALIFYNG, SEJA NO TORNEIO PRINCIPAL.

INFORMAÇÕES
7816-4680
Luisinho.

Graça … Aliás, GRACINHA …

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VIRAR INDIO SE TORNOU UM EXCELENTE NEGOCIO – PARTE II

A farra das demarcações indigenas é o resultado da ganancia e da falta de controle que propiciaram o surgimento de uma aberração cientifica. Antropologos e indianistas brasileiros inventaram o conceito de “indios ressurgidos”. Eles seriam herdeiros de tribos extintas há 200 ou 300 anos. Os laudos que atestam a sua legitimidade não se preocupam em certificar se esses grupos mantem vinculos históricos ou culturais com suas pretensas raizes. Apresentam somente reivindicações de seus integrantes e argumentos estapafurdios para justifica-las. Com esta maneira fraudulenta de reconhecer terras indigenas, a Av. Paulista e Copacabana estão seriamente ameaçadas. Por isso que comunidades como a de Olivença se apresentaram como “indios ressurgidos” de tribos desaparecidas.

Casos assim escandalizam até estudiosos benevolentes que aceitam a tese dos “indios ressurgidos”. “Não basta dizer que é indio para se transformar em um deles. Só é indio quem nasce, cresce e vive num ambiente de cultura indigena original”, diz o antropologo Eduardo Viveiros de Castro , do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Conceito que não corresponde a realidade dos “ressurgidos” Tupynambás de Olivença. Declarar-se indio, no entanto,  alem de facil é uma farra.

O problema é que quem tem sede quer beber e quem tem fome quer comer, por essas carencias, as pessoas são facilmente cooptadas para se tornarem indios. Pela ausencia do Estado na implementação de politicas publicas, é preciso virar indio para ter acessso as benesses da civilização. O governo gasta mais de 250% com a saude de um indio verdadeiro ou generico, do que com qualquer cidadão que (ainda) não decidiu virar indio, “Essas vantagens fizeram as pessoas assumir artificialmente uma condição etnica, a fim de obter serviços que deveriam ser universais”, constata o sociologo Demetrio Magnoli.

Indio que não é indio, negro que não é quilombola. Por esta politica disceminadora  de conflitos e sofrimentos,  os Peq. Agricultores não podem continuar pagando a conta, como os de Olivença, legitimos proprietário que hoje, injustamente, são taxados de grileiros e invasores, numa inversão da realidade. Agricultores que são obrigados a deixar os seus afazeres cotidianos na roça, fugindo das suas rotinas com prejuizos para protestar no aeroporto, clamando por justiça. E, ainda são vitimas de simpatizantes indianistas que criticam a sua civilizada manifestação.  Indianistas, que não sabem o que é ter uma arma apontada para a sua cabeça e de seus familiares. Que não sabem o que é ser expulso do seu lar em plena madrugada. Que não sabem o que é ficar sem ter daonde tirar o sustento da sua familia. Que não sabem o que é ficar sem ter a quem recorrer para fazer valer um direito constitucional, o direito de propriedade.

Em tempo:  Indigenista é uma classe extinta no Brasil. Tivemos alguns verdadeiros, Anchieta, Nobrega, os Irmãos Villas-Boas, Marechal Rondon, Darcy Ribeiro. Indigenista era quem verdadeiramente cuidava dos indios  Hoje o que temos são fabricantes de indios, portanto, indianistas.         Até quando os Peq. Proprietários serão vitimas desses falsarios?

Edgard Siqueira

UM  AFRODESCENDENTE,  AGORA,  “INDIO”   TUPYNAMBÁ

 

índio_ônibus

 

 

A foto acima parece estranha – e é. O baiano José Aílson da Silva é negro e professa o candomblé. Seu cocar é de penas de galinha, como os que se usam no Carnaval. Silva se declarou pataxó, mas os pataxós disseram que era mentira. Reapareceu tupinambá, povo antropófago extinto no século XVII. Ele é irmão do também autodeclarado cacique Babau, que vive em uma área que nunca foi habitada pelos tupinambás. Sua “tribo” é composta de uma maioria de negros e mulatos, mas também tem brancos de cabelos louros. Há seis anos, o grupo invade e saqueia fazendas do sul da Bahia, crimes que levaram Babau à prisão. Seu irmão motorista também esteve na cadeia, por jogar o ônibus sobre agricultores. As contradições e os delitos não impediram a Funai de reconhecê-los como índios legítimos e de oferecer-lhes uma reserva gigantesca, que englobaria até a histórica Olivença, um das primeiras vilas do país.

Fonte: Veja  

Enviada por Edgard Siqueira

MAIS UMA CHANCE PARA ADRIANO

Rapaz de sorte, esse. Quando se pensa que ele já deu motivos de sobra para todas as portas se fecharem à sua carreira, eis que surge o Flamengo, novamente, com mais uma oportunidade pra esse jogador que nasceu, simplesmente, com o dom da bola (não que seja fenomenal) e só. Disciplina, dedicação, seriedade e outras tantas características essenciais a qualquer profissão, sobretudo à de atleta, infelizmente lhe faltam e isso ele já demonstrou seguidas vezes.
O cara é um exemplo real daqueles casos em que o sujeito nasce “virado pra lua”. E milhões dormindo e acordando, rezando, orando, pra ter só uma, umazinha das tantas oportunidades que ele teve e não soube aproveitar. Que essa seja a sua redenção. Afinal, pau que nasce torto morre torto, mas milagres acontecem…

Nilson Pessoa

Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.

Waldemar Monteiro de Carvalho

Natural de Salvador (Ba.) onde nasceu em 14 de novembro de 1908, era filho de Cirilo Monteiro de Carvalho e Rita Alves Monteiro com que tinha mais um filho, Edgard Monteiro de Carvalho.

Filho de família humilde, formou-se em medicina na Faculdade de Medicina da Bahia (UFBA) em 1936, junto com Rosa Oisiovici, Nelson Costa, Waldeck Oliveira Fernandes Badaró; em 1937 trazido por uma família amiga foi trabalhar no distrito de Água Preta (Uruçuca).

Em 1942 casou-se com Gisélia Ferreira Pessoa com quem teve cinco filhos, Ronaldo, Roberto, Renato, Regina Célia, casada com Jabes Alves Dantas e Rita de Cássia, casada com Paulo Paranhos de Magalhães.

Durante a segunda guerra, em 1942, foi nomeado Tenente Médico da reserva de 2ª classe para servir na 6ª Região Militar.

Em 1943 transferiu-se para Ilhéus indo trabalhar na Caixa de Aposentadoria e Pensão dos Ferroviários (CAPFESP), depois no INSS, também trabalhou no Hospital São José, chegando a ser Diretor Médico na década de 1970, e no Abrigo São Vicente de Paulo, foram 51 anos de dedicação à medicina.

Médico e agricultor, por ter vivido uma infância muito pobre, jamais admitiu receber pagamento por seus serviços profissionais de pessoas pobres. Todo final de semana atendia, em sua fazenda, situada junto à vila de Palmira (Itajú do Colônia), à pessoas necessitadas. Às vezes, além da receita e dos remédios, dava também algum dinheiro para que o paciente pudesse comprar comida. Em sua homenagem deram o seu nome a um pequeno hospital maternidade de Palmira.

Faleceu em 27 de outubro de 1987 em Salvador, seu corpo está enterrado no Cemitério de Nossa Senhora da Vitória em Ilhéus.





















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