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:: ‘Cultura’

Gente nossa BRILHANDO !!!!

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ILHÉUS / SÃO JOÃO 2011

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Estamos montando o álbum “ILHÉUS – SÃO JOÃO 2011”.

Veja as fotos – by Mary Melgaço – clicando AQUI e depois em apresentação de slides.


Estaremos atualizando o álbum com a chegada de novas fotos.
Fique atento.

BAIANO BURRO NASCE MORTO, MEU REI!

José QUEIROZ

Salvador precisa urgentemente de um amplo debate, ou uma campanha, que esclareça para os envolvidos com a política da cidade, e do estado, o nível de conhecimento, informação e politização do seu povo! Estamos perdendo tempo, desperdiçando recursos e comprometendo seriamente a sociedade com essa postura de políticos. Em todos os três últimos eventos relacionados com o Pelourinho e o turismo, que reuniram o povo e o governo, e em todas as entrevistas dos políticos que estão aí, o único culpado de todos os problemas de Salvador, é o Antonio Carlos Magalhães! Que destruiu a cidade, o povo, a cultura, o passado, o presente e o futuro! Agora tem que reconstruir tudo! Haja dinheiro para estudos, projetos, planos e eventos!

É impressionante a maneira como subestimam as pessoas que vivem na cidade, principalmente os que estão envolvidos diretamente com as ações do governo, como é o caso do Pelourinho, da cultura, seja popular ou erudita, e do turismo, que é uma atividade que exige bom nível de conhecimento, inclusive político, econômico e social. Todos os partidos políticos dizem a mesma coisa! Salvador precisa de ações, administração, resolver os problemas do presente, e planejar melhor o seu futuro! Mas, se a população não disser aos governantes “conhecemos vocês, assim como as mentiras, as desculpas e a maneira como vocês exploram o povo e a cidade”, ela não sairá disso.

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A Alma da Quena (1)

Por Abraham Waldelomar (1888 / 1919 )

Foto ilustrativa/Fonte:Internet

O Inca, sentado no terraço, viu sair a Lua, na paz da noite, ouvindo a mesma rara melodia que escutara no caminho da véspera. Havia detido a sua comitiva. Os músicos interrogaram com as suas flautas, a vanguarda se internou no vale, mas o Inca não soube se aquela melodia dolorosa e estranha era de um homem ou de uma ave. Agora, ouvia algo mais clara, ainda que imperfeita, e aguçava os seus ouvidos para percebê-la melhor.  Era um som mesclado de alegria e dor, como um doce protesto, como uma queixa musicada em voz baixa, notas que se filtravam nos nervos como um punhal que avivava recordações insepultas e dores que o tempo não conseguira cobrir, em cujo conjunto morriam nos lábios as palavras, nos olhos nasciam lágrimas e, na alma, a profunda sede de estar triste. Era uma ave? Era um homem? O Inca Sinchi Roca mandou apagarem as resinas aromáticas e se retirarem os seus guardas.

 

O que soa? O que vibra? O que canta? – disse à sua esposa.

-É tão divina esta música, Pachacámac ( 2 ) – respondeu a Coya Chimpu (3) -, que não parece o canto de um homem nem o som de uma quena. Eu diria que é uma ave que vem chorar debaixo da lua. Nestas noites, das distantes montanhas profundas, chegam aves raras a povoar os jardins do palácio. Eu vi, ontem, uma avezinha, vermelha como uma ferida, a pousar-se nos milharais sagrados…

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O Encontro com o escritor

Cyro foi cercado pelos pequenos leitores e distribuiu autógrafos

Em sua visita à Biblioteca Estadual nos Barris para o Encontro com o Escritor, o autor Cyro de Mattos foi ao Setor Infantil e falou um pouco sobre sua trajetória e obras para o público.

O autor também leu um trecho do livro “Roda da Infância” e comentou a história contida nele: “esse livro é focado na memória do menino que um dia o autor foi, mas também há imaginação e fantasia”.

Cyro respondeu as perguntas dos pequenos leitores e deu autógrafos.

ATORES E DIRETORES ILHEENSES IRÃO SE APRESENTAR NA SALA DO CORO DO TEATRO CASTRO ALVES EM SALVADOR.

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SE RETRATE ILHÉUS! Este será o pocket que os atores e diretores ilheenses, alunos do projeto de REqualificação dos TRAbalhadores de TEatro do Interior – Retrate Interior, irão exibir na Sala do Coro do Teatro Castro Alves no próximo dia 20/06/11.

A performance é uma visão crítica de Ilhéus, através de jogos cênicos desenvolvidos em algumas das oficinas teatrais do projeto, mais especificamente a de Mímica Corporal Dramática. O trecho escolhido foi adaptado pelos atores a fim de atender ás exigências do tempo estabelecido e do caráter crítico que os alunos optaram em imprimir. No evento ENCONTRÃO DO RETRATE INTERIOR, que ocorrerá nas dependências do referido teatro soteropolitano, as cidades envolvidas no projeto, estarão desenvolvendo diversas atividades conforme a programação oficial:

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Cyro de Mattos fala sobre vida, trabalhos e doa livros à Biblioteca Estadual nos Barris

Autor escreve dedicatória à Biblioteca

Durante o “Encontro com o Escritor”, um projeto da Fundação Pedro Calmon,  realizado no fim de maio passado,  na Sala de Projeção Luiz Orlando, da Biblioteca Estadual dos Barris, em Salvador,  o escritor Cyro de Mattos  falou sobre sua infância em Itabuna, a juventude solitária em Salvador, os trabalhos como advogado, jornalista e escritor, além do seu processo de criação. O autor também comentou sobre a falta de valorização e espaço para escritores baianos. “Falta uma política institucional mais arrojada para através de co-edições, por exemplo, fornecer certa condição para que a editora baiana que está nascendo tenha, assim, algum suporte para sobreviver e crescer”.

 

Ao final da palestra, Cyro de Mattos recitou o poema “O Menino e o Mar”, um dos vencedores do 5º Concurso Poético Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa, Almada, Portugal, e anunciou a doação das obras “Poemas Escolhidos”, “Alma Mais que Tudo”, “O Velho Campo da Desportiva” e “Viagrária” para a Biblioteca. Leia o poema:

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Poesia, música e documentário registram as Memórias do Rio Cachoeira

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A história nos lembra que, muitas vezes, as cidades tem um rio cujas águas garantem a vida humana ao seu redor. Para celebrar e registrar as Memórias do Rio Cachoeira (MRC), rio que banha Itabuna, está sendo realizado um projeto com este mesmo nome. Para isso, três linguagens serão utilizadas: a poesia de autores itabunenses, a música da banda Manzuá e um documentário áudio-visual realizado pela parceria entre o NúProArt e a Panorâmica Produções.

A proposta é transformar 12 poemas de autores da cidade em canções que irão compor dois produtos finais: um CD com todas as faixas na íntegra e um documentário que as traz como trilha sonora. A escolha dos poemas já foi feita e conta com obras de Daniela Galdino, Ruy Póvoas, Cyro de Mattos, Iana Carolina e Lorenza Mucida, dentre outros.

A tarefa de musicá-los é da banda Manzuá, outro fruto da arte grapiúna. O grupo é atuante no cenário musical da região, já ganhou vários prêmios e participou de inúmeros eventos universitários e culturais.

Cinco músicos dividem o palco na atual formação, que está solidificada desde 2009: Laísa Eça e Brisa Aziz (vocais), Marcelo Weber (baixo e violão), João Solari (guitarra e violão) e Mither (voz, bateria e percussão).

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Os Coronéis do Cacau

Cyro de Mattos

A região cacaueira baiana vem se prestando de uns anos para cá a estudos de historiadores e sociólogos. Nota-se a essa altura uma bibliografia que preenche lacunas e torna mais amplo o conhecimento sobre a Bahia. A historiografia da Bahia sempre privilegiou Salvador e o Recôncavo, deixando de lado um de seus capítulos importantes localizado no sul da Bahia, região outrora de ricas plantações de cacau.

O sociólogo Gustavo Falcón entende que o coronelismo como manifestação singular do poder privado no Brasil lastreia-se nas origens patrimonialistas do Estado nacional. Foi gestado em tempos coloniais e alcançou o ponto máximo na República Velha. Tomou curso em nosso regime federativo, que requeria pretensa base representativa para consolidação de um fato social revestido de conteúdo econômico e político.

O coronelismo sobreviveria depois da Revolução de 30, conservando em seu raio de ação social, entre outros elementos configuradores, o clientelismo, a falsificação de votos e o filhotismo. Fixava suas bases no território de Ilhéus quando o município era o maior produtor de cacau no sul da Bahia. Reunia durante a República Velha, para se consolidar no mandonismo local, três elementos essenciais ao controle do poder: a força econômica, o prestígio político e a violência.

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OQUADRO de significados

A banda OQUADRO solta o verbo sobre a música que exercem e na mesa do Bataclan, em Ilhéus, desvelam sentidos e visões que tem de si mesmos, do hip hop, da negritude, e da arte.

Texto: Anna de Oliveira
Fotos: Arthur Maroto

Uma hora antes que o dia virasse, e maio chegasse ao seu último domingo do mês, portas altas e de duas bandas, interceptadas por movimentações humanas pairavam a ante sala do show. O Bataclan, em Ilhéus, desta vez regado a sonoridade formidável de OQUADRO, me apressava a saborear a cremosidade de um chopp e a sentir a instrumentalidade da música destes homens. Destes que transportam em sua arte a expressão da raiz de uma cultura que atravessa o tempo, e se atualiza viva, soando ritmo e harmonia aos sentidos do corpo e da alma.
Nesses instantes sublimes de absorção cultural, tudo começa a partir de uma geração descendente dos Estivadores de Ilhéus, representada pela presença de dois integrantes d’ OQUADRO, Ricô Santana e Victor Barreto, no Bataclan a exercer sua música com a banda. Esse cenário representa uma história que já fora encenada pelos atores sociais de uma dada sociedade e época, onde certamente muitos Estivadores conviveram neste universo sociocultural e político. “Existem estereótipos que tentam colocar sobre o negro, na própria história de Ilhéus. Eles também têm sua história que ainda não foi registrada. Sabemos da importância que vários tiveram e o fato d’ OQUADRO estar tocando no Bataclan aqui hoje, tem um grande fundamento”, explica o Mc da banda e filósofo, Jef Rodrigues. Hoje, o Bataclan se reconfigura com manifestações culturais pós-modernas, e cria novos significados através de gerações e gerações que participam da construção de uma nova cena.
Nessa viagem do tempo, uma melódica harmonia dos instrumentos, que de mãos negras saem sons flamejantes, senti estática e sentada a alma bailando por dentro. Das mãos de Ricô com suas linhas de baixo, as mãos de Jax na percussão e o berimbau, inquietos dedilhados de Rodrigo Dalua com sua guitarra falante, no tempo das baquetas em pratos metálicos da bateria de Victor Barreto, somavam a música eletrônica no pano de fundo, por vezes de frente, arranjos formidáveis de se ouvir. Uma experimentação que trouxe sentidos do jazz, dub, afro, bossa, rock, e algo que possa ser entendido como expressão musical contemporânea baiana.

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TERCEIRO ESTÁGIO NA TVE DIA 05 DOMINGO AS 19 HORAS

Show Filhos da Terra

Trata-se de um projeto para a realização de uma apresentação , no dia 3 de junho de 2011, com dois irmãos de família ilheense, meninos que cresceram e se desenvolveram com saudáveis brincadeiras nas margens do rio da Sapetinga, e que têm o interesse de mostrar o que fazem hoje aos amigos da terra, divulgando assim valores artísticos dessa cidade que continua sendo berço de artistas com reconhecimento internacional.

O evento será realizado em dois momentos; na abertura uma exposição de desenhos feitos por Tiago Hoisel, artista premiado no Brasil e em outros países. Em seguida um show com o cantor e compositor Pedro Hoisel, acompanhado por mais quatro músicos da UFBA, que tocarão instrumentos como o violino, piano, clarineta, flauta, violão e outros.

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