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:: ‘Notícias’

Rui anuncia novo centro de incentivo ao esporte na Bahia

O canoísta baiano Isaquias Queiroz será recebido pelo governador Rui Costa em seu retorno à Bahia, após a conquista de três medalhas no Rio de Janeiro. No encontro com o maior medalhista brasileiro em uma mesma edição dos jogos olímpicos, ele vai assegurar a construção de um novo centro de incentivo ao esporte na Bahia. “Anunciei o Centro de Treinamento para o Boxe […] e vou anunciar o Centro de Treinamento para a Canoagem, para que a gente possa, a partir dessas duas práticas esportivas, multiplicar os casos de sucesso”, antecipou Rui no programa Digaí, Governador!.

“Eu tenho a convicção, assim no fundo de minha alma, que a educação associada ao esporte são as duas ferramentas que nós vamos revolucionar, mudar, transformar a vida das pessoas, a vida da nossa juventude”, acrescentou o governador, que concedeu a entrevista na maior UPA [Unidade de Pronto Atendimento] do interior do Estado, inaugurada em Vitória da Conquista nesta segunda-feira (22). “Ela vai qualificar, melhorar o atendimento aqui, garantindo que todos os pacientes, com menor gravidade, sejam atendidos. Com isso, nós vamos melhorar o perfil de atendimento da população e deixar o hospital usar todos os seus recursos para os casos mais urgentes, mais necessários.”, destacou o governador.

Mutirão de Cirurgias

Ainda sobre saúde, o governador confirmou o início dos procedimentos do Mutirão de Cirurgias no dia 2 de setembro em Ipiaú e Jaguaquara. Rui também reafirmou o compromisso feito por ele no lançamento do projeto, no dia 15 de agosto. “Aquela cidade que conseguir cadastrar mais pessoas [na lista única de pacientes aptos à cirurgia] será sempre a próxima etapa. Em Ilhéus, Ipiaú, Jequié e Jaguaquara, nós vamos monitorar. Aquela região que tiver o maior número de cadastrados, será a próxima região”, garantiu.

As obras de construção, reforma e ampliação de hospitais baianos pelo Governo do Estado também tiveram destaque na entrevista. De acordo com o governador, os equipamentos já estão sendo instalados no HGE 2, que deve ser inaugurado em setembro. Outra unidade que deve ser concluída ainda este ano é o Hospital da Mulher, localizado no Largo de Roma, em Salvador.

Também em 2016, o governador pretende dar início à construção do Hospital Metropolitano, na cidade de Lauro de Freitas. “Isso se complementa com a estratégia da construção das policlínicas regionais, que nós já iniciamos nas regiões de Teixeira de Freitas, Guanambi, Jequié e Irecê. Eu inicio as obras, ainda este ano, nas regiões de Valença, Santo Antônio de Jesus, Feira de Santana, Alagoinhas e, também, na Região Metropolitana de Salvador, na cidade de Simões Filho”, concluiu.

O programa Digaí, Governador! é produzido pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), veiculado pela Rádio Educadora FM 107,5 MHz e reproduzido por diversos veículos de comunicação. Está disponível no site www.secom.ba.gov.br e pelo telefone 0800-071-7328.

Justiça acata pedido do MPF e condena ex-gerente de banco por operações financeiras irregulares em Coaraci (BA)

Gilton Borges Martins foi condenado por renovar diversas vezes o limite de seu cheque especial para encobrir despesas pessoais com recursos da instituição; réu trabalhava na agência do BB daquele município

A Justiça Federal atendeu à denúncia feita pelo Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) e condenou o ex-gerente da agência do Banco do Brasil (BB) de Coaraci (BA), Gilton Borges Martins, por crime contra o sistema financeiro. O réu foi acusado de operar, durante todo o ano de 1998, o sistema da agência com o objetivo de encobrir suas dívidas pessoais, utilizando recursos do banco de forma fraudulenta.

O ex-gerente renovou, por diversas vezes, o limite de seu cheque especial em até 39 mil reais. Entretanto o valor de sua renda mensal, em torno de 1.900 reais, era incompatível com os sucessivos aumentos. Martins também foi condenado por abrir ilegalmente contas-correntes, contrair empréstimos em nome de terceiros e posteriormente transferir os valores, superiores a 20 mil reais, para sua conta bancária.

O réu foi condenado com base no artigo 4º da Lei nº 7.492/1986, sobre os crimes contra o sistema financeiro nacional. A pena fixada foi de 3 anos de reclusão e 10 dias-multa, cada um no equivalente a um salário mínimo vigente ao tempo do fato delituoso, que deve ser corrigido até a data do pagamento.

Número para consulta processual: 2008.33.00.012168-00001 – Subseção Judiciária da Bahia.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia

SOS CACAUICULTURA

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador da CEPLAC/Solos, aposentado.

luizferreira1937@gmail.com

sementes cacau luiz ferreiraO nosso livro- TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC. INSTITUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA – é apenas um elo da cadeia CACAU. Não basta a sua revitalização que deve ser vista globalmente; entendendo – se a planta, quem labuta com a terra e quem dá suporte técnico. Ou seja: O CACAUEIRO, O CACAUICULTOR E A CEPLAC.

Neste contexto, a solução financeira do produtor de cacau vem em primeiro lugar, condição fundamental à sobrevivência da Cacauicultura, pois sem a capitalização dos Cacauicultores, o cacaueiro pode entrar na lista de espécies em vias de extinção como o jacarandá ou o mico leão dourado. E a CEPLAC, seguir o mesmo caminho. AMBOS À REBOQUE.

Portanto, se o Brasil deseja ter chocolate, auferir dólares e distribuir rendas tem que imediatamente implantar um programa amplo em atendimento a esse tripé, sobretudo aos seus requerimentos financeiros. Afora isso, são remendos políticos que se rasgam constantemente.

E o país tem uma dívida com os produtores de cacau, sejam pelo trabalho dos pioneiros e posteriores abnegados empreendedores e, principalmente, pelos muitos anos de manutenção da lavoura cacaueira a expensas de uma taxa contributiva. A Cacauicultura tem que ser vista como Patrimônio Nacional e deve ser “tombada” em termos pragmáticos.

E haveria recursos para se injetar nesta lavoura, que gira em torno de 1 bilhão de reais, como estimativa? Ora, o Brasil gastou 3 bilhões para “comprar” 17 medalhas olímpicas, numa festa-fantasia, possivelmente enriquecendo a muitos, como sói acontecer em eventos comandados pelo governo. Vamos aguardar a Lava Jato.

Mas, muitos me perguntarão:

– quem vai pegar essa bandeira de reconstruir a lavoura cacaueira nesta visão global?

– Quem é o macho, na acepção da palavra, que vai entrar nessa de solucionar a descapitalização da Região?

– Seriam os Vereadores, os Deputados, os Senadores, os Governadores das regiões cacaueiras? Qual o interesse deles? O que fizeram até então?

– Políticos regionais e até oriundos da própria CEPLAC, omissos e até algozes?

– Os atuais dirigentes da CEPLAC? Que força tem ante à submissão política pelos seus cargos?

– O MAPA, Ministério de segunda categoria?

Não. Nenhum deles. Só o povo seria capaz.

  • E quem é esse povo? – OS CACAUICULTORES.

Cabe-lhes e só a eles resolverem a questão. Se o MST sem objetivo que não seja o tumulto e com um bando de radicais bota o bloco na rua, fecha estradas, depreda repartições públicas e peita governadores, porque legítimos agricultores que geram riquezas não são capazes de virar “povo nas ruas”?

Os políticos falharam. Poderiam ser bons intermediários, mas a história registra a sua incapacidade.

Os intermediários dos Cacauicultores são as suas associações sob a ARTICULAÇÃO da FAEB, que teria a condição de levar a bola à cesta, via CNA, com seu poder formal e acesso ao Governo, munido de documentação contundente e irrefutável, diferentemente das conversas fiadas que só denigrem a região do cacau e seus produtores.

É preciso que líderes, como Paulo Cortizo Falcon e Carlinhos Macedo, dentre outros eficientes empreendedores, ajuízem a essas organizações, em cujo contexto deve estar os Sindicatos Rurais, evitando dispersão de esforços e lampejos de vaidade, que tem sido a tônica regional, não havendo mais lugar para isso.

 EM SÍNTESE, A SOLUÇÃO TEM QUE SER GLOBAL E URGENTE.

Governo destaca medalhistas e parabeniza baianos da Rio 2016

Na maior competição esportiva do planeta, a Bahia esteve representada com 16 nomes.


O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), parabeniza os 16 baianos que participaram das disputas dos Jogos Olímpicos Rio 2016, encerrado neste domingo 21.

Na maior competição esportiva do planeta, a Bahia esteve representada com 16 nomes, entre os quais, os medalhistas olímpicos: Robson Conceição (ouro no boxe), Isaquias Queiroz (duas prata e um bronze) e Erlon Souza prata (ambos na canoagem).

O pugilista Robson Conceição foi o primeiro brasileiro a conquistar medalha de ouro nas Olimpiadas; enquanto Isaias Queiroz foi o primeiro brasileiro a entrar na história dos Jogos Olímpicos ao conquistar três medalhas em uma só edição.

FUTEBOL

No futebol masculino, o treinador Rogério Micale e o meia Walace lutaram pela medalha de ouro. Micale não recebeu a medalha assim como nenhum outro treinador olímpico, mas Walace recebeu a sua, a primeira dourada da equipe brasileira.

Já no futebol feminino, três nomes representaram as cores do Estado: Rafaelle Leone (zagueira); Fabiana Simões (lateral direita) e Miraildes Mota, a Formiga (meia) e ficaram em quarto lugar.

Nas maratonas aquáticas entraram na Praia de Copacabana os atletas Ana Marcela Cunha e Allan do Carmo; na maratona feminina pelas ruas do Rio de Janeiro participaram a feirense Graciete Carneiro e a alagoana radicada na Bahia, Marily dos Santos; enquanto no basquete feminino esteve em quadra Isabela Ramona.

No boxe, além do medalhista de ouro Robson Conceição também subiram ao ringue elevaram o nome da Bahia Adriana Araújo, Robenilson de Jesus e Joedison Teixeira.

Centro de Monitoramento On-line, da Sefaz-BA, gera R$ 145 milhões em autos de infração

Os cruzamentos de dados em tempo real promovidos pelo Centro de Monitoramento On-line (CMO), da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), geraram R$ 145 milhões em autos de infração desde 2015 e tornaram inaptas 3.599 empresas irregulares. Especializado na identificação e na inabilitação dos chamados ‘hackers fiscais’, assim denominados por utilizarem as facilidades da internet para fraudar o fisco com a criação de empresas fantasmas e a emissão de notas eletrônicas falsas, entre outras irregularidades, o CMO integra o programa Sefaz On-line, criado para aumentar a eficácia do fisco estadual frente à nova realidade de dados digitais.
“Com o Sefaz On-line, a fiscalização passou a contar com ferramentas poderosas para o combate à sonegação”, afirma o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, ressaltando que o CMO atua em todo o estado e mantém unidades de monitoramento em Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista. O trabalho busca indícios como simulações de vendas de produtos sem cobertura de estoque e faturamento sem recolhimento de impostos e/ou acima dos limites permitidos em lei, no caso do Simples Nacional.
A não conformidade dessas informações com o cadastro do contribuinte na Sefaz-BA pode tornar a empresa inapta até no mesmo dia, ensejando ainda uma ação fiscal que reclamará créditos tributários devidos. “O sistema seleciona empresas a partir de filtros parametrizados pelo fisco e consegue identificar de forma rápida os casos suspeitos. Uma empresa que vende e não compra nada, por exemplo, pode estar somente fabricando notas para acobertar operações irregulares”, explica o superintendente de Administração Tributária da Sefaz-BA, José Luiz Souza.

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Estado forma mais 172 novos técnicos de nível médio em Itabuna

O Governo do Estado diplomou mais 172 novos técnicos de nível médio no interior. Foram diplomados os novos técnicos em Alimentos, Enfermagem, Análises Clínicas, Biotecnologia, Gerência em Saúde, Segurança do Trabalho e Nutrição e Dietética, formados pelo Centro Estadual de Educação Profissional em Biotecnologia e Saúde (Ceep), de Itabuna (445 km de Salvador). A solenidade ocorreu no espaço de festas Terceira Via Hall, com a presença de familiares, professores e gestores.

O momento foi de muita comemoração para os jovens e trabalhadores que estão aptos a exercerem suas atividades profissionais no mundo do trabalho, atendendo e se beneficiando das demandas geradas pelo desenvolvimento socioeconômico e ambiental do Território de Identidade onde vivem. Este é o caso da técnica em Enfermagem, Tais Dias Lemos, 25 anos, que já está trabalhando na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, desde que concluiu o estágio na instituição. “Estou muito feliz por já estar trabalhando na área. Tenho orgulho de dizer que fiz o curso, pois no Ceep tive uma educação de qualidade, onde os professores sempre estiveram realmente preocupados em nos ensinar e preparar para o mundo do trabalho e, principalmente, a cuidar de vidas”, revela emocionada.

Para Adalberto Tavares dos Santos, 36, concluir o curso técnico em Segurança do Trabalho vai possibilitar novas oportunidades profissionais. “Sinto-me bem preparado para atuar na minha área porque tive aulas teóricas e práticas com professores bastante capacitados e empenhados. Gostei muito do curso e agradeço a todos que colaboraram para que eu chegasse até aqui”, comemora.

A diretora do Ceep, Josonita da Silva Marinho, afirma que a cidade de Itabuna e região estão recebendo profissionais qualificados. “Não temos dúvidas de que os formandos estão saindo do Ceep em Biotecnologia e Saúde com domínio de conhecimento em suas áreas e preparados para tratar o outro com amor”, destaca a gestora.

A rede es­ta­dual de Edu­cação Pro­fis­si­onal da Bahia é a 2ª maior do País na oferta de cursos téc­nicos de nível médio. Os cursos de formação técnica e de qualificação profissional ofertados pela rede estadual são alinhados às demandas socioeconômicas e ambientais dos 27 Territórios de Identidade. Para a expansão da rede, o Governo do Estado da Bahia criou 38 Centros Estaduais e 33 Territoriais de Educação Profissional, além de ofertar os cursos em unidades escolares compartilhadas.

Agrissênior Notícias – Nº 586 – 23 de agosto de 2016

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Programa municipal de cirurgia de catarata será executado em Ilhéus

A Secretaria de Saúde de Ilhéus, visando prevenir e controlar a cegueira, realiza de 22 a 27 deste mês e de 19 a 24 de setembro, o Programa Municipal de Cirurgia de Catarata, que também tem como finalidade identificar outras patologias, a exemplo de glaucoma, retinopatia e oclusões arteriais do usuário cadastrado nos projetos Hiperdia e Saúde do Idoso, O público alvo são pessoas com idade a partir de 60 e acuidade visual inferior a 0.4, que residam em Ilhéus e em outros municípios pactuados. A triagem para o atendimento ocorre de 1º a 20 deste mês de agosto e de 1º a 17 de setembro.

Mutirão de catarata realizado em parceria com o Governo do Estado. foto Gidelzo Silva

Mutirão de catarata realizado em parceria com o Governo do Estado. foto Gidelzo Silva

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Antonio Ocké, para ter acesso ao serviço, os pacientes devem apresentar carteira de identidade, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência. Se constatada a doença, eles serão encaminhados para exames pré-operatórios e agendar o atendimento cirúrgico. “Os testes complementares serão agendados na própria clínica. Inclusive, o de eletrocardiograma e diagnóstico em laboratório clínico visando assim, maior efetividade para a realização cirúrgica”, disse ele.

Ocké destacou que um dos desejos da atual gestão é que os pacientes com catarata possam “ver o mundo com outros olhos”. Quem sofre da doença terá oportunidade de voltar a enxergar com o Programa Municipal de Cirurgia de Catarata, viabilizado pela Secretaria de Saúde. O objetivo é reduzir eventuais filas e facilitar o atendimento à clientela do Sistema Único de Saúde (Sus).

As cirurgias serão realizadas nas unidades credenciadas, que são o Centro de Olhos Especializados (Cenoe), situado na avenida Antonio Carlos Magalhães, 1.724, bairro Cidade Nova; Hospital de Olhos, localizado na rua Visconde de Mauá, 128, alto Teresópolis; e Clínica Oftalmosul, com sede na praça Coronel Pessoa, 89, no centro de Ilhéus. Caso seja confirmada a necessidade de cirurgia, os exames clínicos e cardiológicos serão realizados na unidade credenciada, a Clínica/Laboratório Médico Center, situada na praça Antonio Muniz, 73, centro.

A catarata é a doença mais comum a partir dos 60 anos de idade e acomete todas as pessoas, mas em graus diferentes. Entre os fatores que podem contribuir para o seu estão herança familiar, diabetes, traumas ou cirurgias oculares, medicamentos, exposição solar e dieta alimentar. O único tratamento disponível é a cirurgia para remover o cristalino que se tornou opaca e implante de lente intra-ocular. A catarata é a causa principal de cegueira no adulto, com 50% de casos. Os sintomas são percepção de luz reduzida, turvamento das cores e objetos, perda do campo visual e cegueira temporária.

Municípios pactuados – O município de Ilhéus está habilitado à condição de gestão plena do (Sus) e integra a 6ª Região Administrativa de Saúde (6ª Dires), que abrange um total de 324 mil e 629 habitantes, que além de Ilhéus, e os municípios de Arataca, Santa Luzia, Mascote, Canavieiras, Una, Uruçuca, e Itacaré.

ILHÉUS / ELEIÇÕES 2016

O programa Tropa de Elite apresentado pelos radialistas Marinho Santos e Robertinho Scarpita na rádio Baiana AM 1310, começa hoje (19) uma série de entrevistas com os candidatos á prefeito de Ilhéus.

Serão 20 minutos para cada candidato, apresentar suas propostas e falar do programa de governo para nossa cidade. Hoje o entrevistado será Gurita do PSC 20.

Tropa de Elite – A metralhadora da informação!

ELEIÇÕES 2016

CEPLAC

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CEPLAC / ENCONTRO / SALVADOR

CARTA DE SALVADOR

AO GOVERNO E AO POVO BRASILEIROS

POR UMA CEPLAC REVIVIDA

 

Os servidores aposentados da CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, criada em 1957, que construíram e viveram a sua História, vem manifestar a sua indignação, ante a decadência de uma instituição agrícola, outrora exemplar, de prestígio internacional, que inegável desenvolvimento e grandes benefícios econômicos e sociais proporcionaram à Nação. Esta lamentável situação de sucateamento e paralisia da CEPLAC, inviabilizando-a como instrumento insubstituível de progresso, deve-se à negligência do Governo Federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA – a partir da chamada Nova República (1985), e ao descaso e descompromisso dos políticos com o setor, com as Regiões Produtoras e suas populações.

Há um total desconhecimento do que representou um modelo institucional único, razão maior do sucesso da CEPLAC, dotada de uma estrutura dinâmica, que promove ações integradas de desenvolvimento rural, capazes de recuperar a Lavoura Cacaueira do Sul da Bahia, e de implantar novos e importantes polos de produção na Amazônia, incorporando 11 mil brasileiros à atividade. Também se ignora e são desprezados o poder e a eficiência da CEPLAC, uma organização de Pesquisa, Extensão, Ensino e Desenvolvimento, comprovadamente eficaz, exitosa, que apoia e impulsiona a Cacauicultura que gera milhares de empregos, viabiliza a distribuição de riquezas, vital para a Agricultura, para a Economia Brasileira.

A organização CEPLAC, cujo modelo sistêmico é formado por unidades que se alimentam mutuamente, que agem harmonicamente, sob um comando único, transformou o Cacau em um dos mais importantes produtos da nossa economia. O trabalho de excelência, planejado e persistente da CEPLAC, unindo e articulando Pesquisa, Extensão e Ensino, fazendo ciência, criando e aperfeiçoando tecnologias no Centro de Pesquisas do Cacau–CEPEC e suas unidades experimentais, o mais importante do mundo, transferindo tecnologias através de uma ampla e eficiente rede de Extensão, especializando seus técnicos, cientistas e pesquisadores, formando e treinando técnicos e práticos agrícolas – fez com que a produção brasileira de Cacau chegasse, no ano agrícola 1984-5, a 457 mil ton., o equivalente a uma receita cambial perto de 1 bilhão de dólares. As lavouras de Cacau são florestas de árvores perenes, que requerem sombreamento de outras espécies, constituindo-se em fator de preservação e desenvolvimento ecológico, de sustentação e compatibilidade ambiental, e se caracterizam, ainda, por apresentar uma grande demanda de mão-de-obra, constituída, regularmente, por uma média nacional de 250 mil postos de trabalhos formais, e 500 mil empregos indiretos.

Com a CEPLAC, de 1960 a 1985, o Cacau mudou a paisagem socioeconômica, o Índice de Desenvolvimento Humano, das Regiões Produtoras do Sul da Bahia. Diversificou a produção agrícola com a pesquisa e assistência aos cultivos tropicais perenes; à pecuária e à piscicultura de interior; desenvolveu programas e implantou unidades de preservação ecológica como a Estação Pau-Brasil com espécies da Mata Atlântica. A CEPLAC fortaleceu a infraestrutura regional (estradas, pontes, eletrificação e escolas rurais, hospitais, poços artesianos, indústrias de calcário); expandiu e modernizou o Porto Internacional do Malhado, em Ilhéus; criou a Universidade Santa Cruz; e incentivou a organização dos produtores e o cooperativismo. A CEPLAC ensejou a criação do FUSEC, que permitiu a inserção dos pequenos produtores no PROCACAU, gerando, de 1976 a 1985, 120 mil empregos diretos; fez a cobertura aerofotogramétrica para fins de estudos pedológicos, geológicos, florestais, hidrológicos e uso da terra; implantou uma base genética do Cacau, através de excursões técnicas pelas várzeas amazônicas. A Estação de Recursos Genéticos José Haroldo (ESJOH), no Pará, possui o maior patrimônio genético do mundo, com 21.475 genótipos, fonte indispensável ao futuro da Cacauicultura mundial. Criou Escolas Médias de Agricultura de alto padrão educacional.

A CEPLAC está em agonia, sangra. Sem recursos de toda ordem, sem programas, sem metas. A sua singular estrutura vem sendo desmantelada, agredida a cada dia. A instituição, combalida, é achincalhada em sua honra e história, humilhada, vilipendiada pela insensatez, a incúria, o transvio, a degenerescência, a obtusidade do Governo Federal. A CEPLAC vem sendo diminuída, obrigada a renunciar às suas nobres atribuições que justificam a sua imprescindível existência, desfigurada pela incompetência contagiosa e os incríveis crimes de lesa-pátria contra ela perpetrados. O seu valoroso e brilhante corpo técnico e científico, os seus recursos humanos, seu maior patrimônio, se avilta. Com tratamento indigno, parte dele se omite ou se corrompe nas conveniências e submissões políticas, a fim de praticar a disputa por cargos e funções comissionadas. O outrora “espírito de corpo” da CEPLAC vem sendo atingido pelos “espíritos de porco”, que odeiam a Cacauicultura.

Na verdade, o abatimento e declínio institucional e operacional da CEPLAC iniciaram-se com a perda da sua autonomia financeira e administrativa, ocorrida, respectivamente, em 1980 quando a sua receita passou a integrar o Orçamento da União, e em 1990, quando os seus recursos deixaram de vir da taxa de exportação de amêndoas e derivados do Cacau. A dolorosa derrocada da CEPLAC não foi causada por ela, ou pelos seus servidores, ou pelos Produtores de Cacau. Mas, sim, pela cegueira política e irresponsabilidade criminosa dos governos democráticos que se sucederam a partir de 1985. Pior que a terrível doença vassoura-de-bruxa que, grassa e mata as lavouras da Bahia desde 1989, é o lento suplício que o Governo Federal submete a CEPLAC há trinta anos, tentando inviabilizá-la de todas as formas, seja privando-a de recursos financeiros, materiais e humanos, seja tentando esvaziá-la institucionalmente, como agora, quando a reduziram a um mero departamento, uma repartição pública subalterna, debilitada, indigente, sem condições de realizar. Hoje, passamos de grandes exportadores de Cacau a importadores de um produto brasileiro, de uma árvore que floresceu e frutificou, que, onde foi cultivada, gerou e multiplicou riquezas, desenvolvimento socioeconômico.

Nós, eternos ceplaqueanos, atingidos por tanta infâmia e sordidez, nos levantamos, nossas mentes e corações, com todas as energias, em defesa da CEPLAC e da Cacauicultura. Convocamos todos os agricultores, lideranças e as comunidades das Regiões Produtoras a não nos curvarmos, não nos rendermos frente à injúria, ao absurdo e aos desmandos. A não compactuar com a omissão torpe e covarde de alguns. Mas, sim, a reagir, refletindo, discutindo e assumindo as propostas que o livro, hoje lançado, oferece para vencer a inanição, a apatia, o declínio, o desânimo, a desesperança. Principalmente, a agir contra os inimigos da instituição. Vamos lutar pelas conquistas, pelo soerguimento da CEPLAC. Por uma CEPLAC única, unida, forte, atuante e produtiva, como ela mesma se construiu e se consolidou.

Salvador, 18 de agosto de 2016.

No lançamento do livro Tributo à antiga CEPLAC – Instituição agrícola única, durante o I Encontro de Ceplaqueanos Aposentados.

Mais 800 agricultores familiares vão vender a produção através da Prefeitura, em Ilhéus

A Prefeitura de Ilhéus amplia o número de famílias oriundas da agricultura familiar inseridas no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal. O programa foi iniciado em Ilhéus, em 2014, com 62 produtores cadastrados, e, a partir de setembro vai atingir a marca de 900 famílias beneficiadas, incluindo pescadores e indígenas, movimentando recursos da ordem de cinco milhões de reais destinados a pequenos produtores da zona rural do município. A coordenação é da secretaria de Agricultura e Pesca (Seap).

Aipim, bananas da terra e da prata, farinha de mandioca, quiabo, abóbora, laranja, jaca, mamão, abacaxi, peixes e outros produtos agrícolas são entregues quinzenalmente e vendidos pelas 35 associações rurais de agricultores e pescadores cadastradas no programa. Toda a produção adquirida é distribuída entre instituições filantrópicas e religiosas que atuam em projetos de combate à insegurança alimentar e nutricionais, atendidas pelas redes socioassistenciais e pelos equipamentos públicos de alimentação e nutrição.

Assistência ao Campo – “Todas as regiões rurais de Ilhéus estão, neste momento, beneficiadas pelo programa que gera oportunidades para o homem do campo”, destaca o secretário municipal de Agricultura e Pesca, Sebastião Vivas. Além da aquisição da maior parte da produção do pequeno agricultor, a Prefeitura também avança na prestação de assistência técnica para a melhoria da qualidade na produção. Em parceria com o governo do estado, três técnicos já acompanham as famílias beneficiadas. “Mas vamos ampliar este leque. No recente concurso público realizado pela Prefeitura foram abertas vagas para a efetivação de mais três técnicos e três agrônomos”, assegura o secretário.

O PAA integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN e tem como finalidades a promoção do acesso à alimentação e o incentivo à agricultura familiar. O apoio aos produtores opera-se por meio da aquisição de produtos, com dispensa de licitação, gerando renda e minimizando possíveis desperdícios no campo. O teto anual de venda de cada agricultor junto ao PAA é de 6 mil e 500 reais. Mas em Ilhéus, além do PAA, cerca de 40 produtores também estão integrados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que contribui para o crescimento, desenvolvimento, aprendizagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, através da oferta da alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional. São atendidos pelo Programa os alunos de toda a rede de escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. No caso específico dos pequenos produtores de Ilhéus, eles podem negociar com a Prefeitura até 20 mil reais por ano em venda de produtos alimentícios pelo Pnae.





















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