Bem feito rsrsrsrsr
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XIX)
REALIZAÇÕES E HISTORIA DA CEPLAC – 1957-2014
1997 – CEPLAC + UESC:
COMO OPERACIONALIZAR A UNIÃO
A ideia que vimos defendendo, já há alguns anos, volta aos nossos pensamentos e reflexões. Estamos certos que o futuro mostrará este casamento, tornando esta união feliz, racional e produtiva.
As discussões da ideia com as lideranças serão vitais para o êxito do empreendimento, compreendendo o papel decisório das autoridades, uma vez que as instituições envolvidas estão sob sua supervisão e orientação política. As mudanças são complexas e de natureza político administrativa, exigindo, assim, uma recomendação favorável da liderança política baiana.
Aceita a ideia, deverá ser constituída uma Comissão Técnica para coordenas as atividades de estudo, planejamento e elaboração das propostas de alterações administrativas e legais.
Recomenda-se que, além dos representantes das instituições envolvidas, sejam incluídos profissionais de reconhecida experiência no campo da organização e desenvolvimento institucional e do conhecimento das regiões cacaueiras. Na coordenação, a predominância do saber do idealismo e da isenção de interesses próprios.
Uma fundamentação de direito privado, constituída por instituições governamentais, federais, estaduais e municipais, representantes da classe empresarial, agrícola, comercial e industrial, representantes do funcionalismo, será a mantenedora da nova instituição, regendo todo o estabelecimento de diretrizes, princípios e recursos financeiros, permitindo que a administração da nova “Universidade” possa desenvolver suas atividades com tranquilidade, eficiência e liberdade.
Desordem moral: ‘Chegamos ao fundo do poço’, diz líder maçônico
Por Redação RADAR 64
| Foto: Clic101 |
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| Sílvio Cardim, Grão Mestre da Oriente da Bahia |
Cumprindo agenda na Costa do Descobrimento, organizando os preparativos para o congresso maçônico a ser realizado em Porto Seguro, em novembro próximo, Sílvio Cardim, Grão Mestre da Oriente da Bahia, está em Eunápolis.
O líder da federação maçônica da Bahia chegou à cidade na terça-feira e aqui permanecerá até o domingo, fazendo contatos e revendo companheiros da Loja Maçônica Fraternidade 5 de Novembro e das lojas de cidades circunvizinhas. No sábado à noite, como último compromisso, Cardim prestigia as solenidades de iniciação de cinco novos maçons.
Como única atividade externa, o Grão Mestre teve um encontro com a imprensa eunapolitana na sede da loja 5 de Novembro, na manhã desta sexta-feira (28), quando concedeu entrevista coletiva e numa espécie de mesa redonda falou sobre os ideais maçônicos e debateu, com representantes da imprensa, ideias e problemas da sociedade de uma forma geral.
Difundindo os princípios maçônicos, o líder baiano e membros das lojas maçônicas Fraternidade 5 de Novembro e Fraternidade Itabelense falaram do trabalho secular da instituição em defesa da liberdade, igualdade e fraternidade.
Destacaram ainda o retrocesso social e humano que tem havido especialmente no Brasil, pela perda desses mesmos valores, que tem resultado no crescimento constante da criminalidade, da corrupção, na desagregação da família e da sociedade de uma forma geral. ‘Chegamos ao fundo do poço’, disse Cardim, ao explanar sobre a necessidade de haver uma mobilização da sociedade civil visando por um fim a essa desordem moral que toma conta do país.
| Foto: Clic101 |
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| Venerável da loja maçônica local, Sílvio Romero |
O venerável da loja maçônica local, Sílvio Romero, destacou problemas existentes na microrregião, como a falta de representatividade política e a dificuldade que a sociedade enfrenta para se organizar e formar novos líderes. ‘E esse é um papel precípuo da maçonaria”, destacou Aldair Neder, um dos coordenadores da maçonaria na microrregião.
Outro coordenador regional, o ex-venerável da Loja Maçônica Fraternidade Itabelense, Emerson Vasconcelos, relatou experiência vivida recentemente pela entidade maçônica de Itabela na organização da sociedade civil local.
Por sua vez, membros da imprensa expuseram também pontos de vista e sugestões, que foram bem recebidas pelos representantes das lojas maçônicas e consideradas como possíveis bandeiras para a ação da instituição na região.
Ao final do evento, o venerável Sílvio Romero afirmou que esse tipo de debate é muito positivo, pois, com ele, ‘melhoramos o nosso senso crítico; é normal, como os debates filosóficos que fazemos aqui na loja maçônica’.
Por sua vez, o Grão-Mestre fez uma breve avaliação do encontro com a imprensa: ‘Aqui debatemos muitos assuntos de interesse social, o que para nós é mais uma ajuda, porque vocês despertaram, mais ainda, aquilo que a gente quer fazer, nos propomos a fazer’, sintetizou Sílvio Cardim.
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RADAR64:
http://radar64.com/noticia/chegamos-ao-fundo-do-poco-diz-lider-maconico_23512.html
Nota de esclarecimento
A Reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz, professora Adélia Maria de Melo Pinheiro esclarece a comunidade acadêmica e comunidade externa estar sensível a pauta de reivindicação encaminhada pelo Diretório Central dos Estudantes – DCE.
Registra a interlocução constante com as diversas categorias, e nas últimas semanas, em especial com os estudantes, intensificada em virtude da pauta de reivindicações apresentada em 10 de março de 2014.
A Reitora reafirma que sempre esteve comprometida com a assistência estudantil, haja vista o incremento orçamentário que elevou a proporção de recursos vinculados a Assistência Estudantil Direta (bolsas permanências, bolsas moradia e subsidio ao restaurante universitário) em relação ao total dos recursos orçamentários destinados a rubrica investimento de 15,07 % em 2013 para 18,01% em 2014.
As ações da UESC nesta área são permanentemente qualificadas, implicando atender o maior número de estudantes.
No final da tarde de hoje, 28 de março, foi entregue ao representante do DCE, documento com os compromissos firmados, conforme ofício reproduzido na íntegra, a seguir.
Os estudantes deixaram a reitoria no edifício José Haroldo Castro Vieira, no campus Professor Soane Nazaré de Andrade, por volta das 20h30min desta sexta-feira(28).
JOJÓ DE OLIVENÇA VENCE EM FERNADO DE NORONHA
Por: Píupa Amaral – Juiz credenciado pela ISA (International Surfing Association).
O ilheense, Jojó de Olivença leva a melhor e vence a etapa de abertura do Circuito Pernambucano, encerrada na última sexta, 28, na Cacimba do Padre em Fernando de Noronha.
Manobrando forte, Jojó surfou muito e garantiu o lugar mais alto do pódio ao derrotar os cariocas, Arthur Gama, Marcos Monteiro e Pernambucano Saulo Carvalho.
Outros ilheenses que representaram a Bahia foram o vice-campeão mundial Grand Master (surfista acima dos 40 anos), Marcelo Alves da Praia do Norte, Jonathan Filho e Wilson Nora.
Na categoria Profissional, Jojó atual terceiro melhor do mundo na categoria Kahuna (surfista acima dos 45 anos), perdeu na semifinal para o campeão da prova, Patrick Tamberg e Wilson também na semifinal foi eliminado por Halley Batista, o vice-campeão.
Ainda na praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha, os ilheenses entrarão na água para a disputa do Circuito Brasileiro de Surf Master que tem como Presidente da Entidade o Saudoso Adalvo Argolo de Ilhéus.
Boa Sorte a todos!
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 58ª PARTE
Quem nunca passou por dificuldades na vida não sabe dar valor as coisas que tem? É muito fácil perceber quando temos ou nascemos ricos, quando mais ricos e menos passar por dificuldades parece que menos tomamos consciência do valor da vida, quem passa por dificuldades aprende a valorizar as coisas na vida, pequenas ou grandes, e quem desperdiça é por que nunca passou por dificuldades.
O homem mergulha pela vida a fora desde o seu nascimento buscando a sua sobrevivência. Encontra tantos estorvos que o deixa sem entender o porquê da sua existência e qual a direção a seguir. O ser humano se acha nessa hora em fase de falência do seu próprio eu, e muitos se apavoram pelos desencontros que a vida lhe trouxe momentaneamente. Mas, somente nas derrotas podemos proporcionar meios de calibrar nossos instrumentos e ideais para a conquista do mundo e precisamos ter reais objetivos nesse sentido transitório pela face da Terra.
O melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais, do que o resultado inevitável de uma sequencia de fracassos reavaliados e corrigidos. É assim que podemos transitar dentro de nós mesmos e medir o que praticamos para vencer ou ser derrotado. É necessário entender que o verdadeiro vencedor, não é aquele vence todas as tentativas, e sim aquele que apesar de inúmeras derrotas, nunca deixou de tentar novos caminhos e seguir firme adiante sem olhar para trás.
Então, se analisarmos bem, os verdadeiros perdedores são aqueles que desistiram da luta muito cedo e dessa forma jamais chegarão a vencer. Quantos caem antes de sentir a grandiosidade da sua força mental! Por pior que seja este momento, por maior que seja sua dor, ou por mais cruéis que sejam suas dúvidas de que um dia viveremos tempos melhores, tenha sempre a esperança viva no seu coração, domine e destrua os seus impulsos negativos.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE
1) RECORDANDO MINHA INFÂNCIA.2) AMIGOS QUE A GENTE NÃO ESQUECE.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
PETO 69º CIPM APREENDE DROGA E MUNIÇÃO
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CEPLAC: Uma pequena história
Caros amigos e colegas: Esta nota foi divulgada no R2CPRESS, em 2008.
Vale a pena ver de novo. Um abraço saudoso a todos.
O nosso amigo José Rezende, no alto da sua sabedoria, vem nos alegrando com seus artigos intitulados “eu sou do tempo”, revirando o baú da saudade e, em alguns momentos, nos levando a uma emoção. Uma emoção de lembrança, de saudade e a certeza de que muitas coisas de um passado não muito distante, foram criadas, praticadas e não faziam mal a ninguém. Parecendo até que eram feitas na mais pura inocência.
E porque não colocar a nossa CEPLAC, neste contexto do “eu sou do tempo”?
Do tempo em que os agrônomos, eram chamados nas comunidades de “doutor”.
Do tempo em que os agrônomos recebiam orientação da direção da CEPLAC para evitarem se ausentar das cidades nos finais de semana.
Do tempo em que os agrônomos eram considerados como os médicos de família. Da família que vivia da agricultura e não podia prescindir das orientações técnicas do “doutor”.
Do tempo em que os agrônomos eram procurados em sua própria casa, principalmente nos finais de semana, pois a necessidade do agricultor era tanta, que não esperava a visita que já estava programada.
Do tempo em que os agrônomos, depois do juiz, do prefeito, do médico, do delegado, era a próxima autoridade.
Do tempo em que os agrônomos eram convidados para padrinhos, para as festas de aniversário, para os churrascos, para as reuniões de igreja, para serem (os solteiros) apresentados às filhas dos grandes agricultores, eram, enfim, obrigados a se envolverem em todos os acontecimentos da comunidade. Da menor cidade, à de maior poder econômico.
MORADORES DA CEPLUS PEDEM SOCORR0
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VICTOR

































































