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NOMEAÇÃO E ASSUNÇÃO DE COMANDO

resaende bombeiroO MAJ BM JOELSON RESENDE GONDIM, após 25 anos servindo a Sociedade Ilheense e região, sendo 15 anos no 2º Batalhão da Polícia Militar na atividade de Policiamento, e 10 anos no 5º Grupamento de Bombeiros na atividade de Prevenção e Combate a Incêndio, foi nomeado pelo Exmº Sr. Governador do Estado da Bahia através do Diário Oficial do Estado de 14/02/14, como o novo Comandante do 11ª Grupamento de Bombeiros com sede no município de ITABERABA, que cobre a área abrangendo a Chapada Diamantina e região. A solenidade de passagem de Comando será no dia 13/03/14 na cidade Lençóis, com as presenças do Ilmº Sr CEL PM Carlos Sebastião de Oliveira Eleutério Filho , SUB Comandante Geral da PM e do Ilmº Sr. CEL BM André Bonfim Dias da Silva, CMT de Operações de Bombeiros do Interior.

VISÃO DE NEGÓCIO

Ouço, desde criancinha, que a propaganda é a alma do negócio. 
Se o negócio tiver duas almas, sem dúvida a outra alma é o ATENDIMENTO.
Adquiri um aparelho que necessita de mão de obra especializada para instalação. A loja dispõe desse profissional, que me trouxe o aparelho e instalou. Normal.
Dia seguinte, o proprietário da loja me ligou e perguntou se a instalação correu bem, se o aparelho estava funcionando perfeitamente e se eu estava satisfeito com o produto e com o atendimento, colocando-se à disposição para dirimir qualquer dúvida ou o que fosse necessário. 
Calma, a loja não é em Ilhéus e a atitude do proprietário não foi nada de extraordinária. É que, quem não está acostumado, estranha. O nomezinho da coisa é “atendimento pós-venda”, expressão talvez desconhecida da maioria dos comerciantes e prestadores de serviços da Terra da Gabriela.
O antenado lojista utilizou a ferramenta “pós-venda” para me fidelizar como cliente e desbancar a concorrência ilheense, cujas limitações de qualidade em atendimento ele provavelmente já conhece. 

“Pós-venda é a etapa que se inicia logo após o momento da aquisição de um produtoou serviço de uma empresa ou organização. A partir da entrega, o consumidor passa a usufruir do produto ou serviço adquirido.
Empresas focadas na satisfação do cliente não finalizam a relação de consumo somente até a aquisição de seus produtos ou serviços, elas focam na manutenção da relação pós-compra e da satisfação do cliente para garantir que este volte a comprar e se torne fidelizado.”
Fonte: Wikipédia

Nilson Pessoa

GOVERNO DA BAHIA

UCRÂNIA EM EBULIÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).


Fernando Alcoforado.

No BLOG DO GUSMÃO

QUADRO DE SAÚDE DE ABOBREIRA MELHORA

O ex-vice-prefeito de Ilhéus, José Henrique Abobreira, foi transferido para a UTI do Hospital Espanhol, em Salvador. Seu quadro de saúde já apresenta melhoras. A transferência foi articulada pelo prefeito Jabes Ribeiro, junto com o secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, e Thiago Feitosa. A foto do "rango" foi registrada por Fred Abobreira, ele nos informou que o pai pode deixar a UTI amanhã, mas, essa é apenas uma estimativa.

O ex-vice-prefeito de Ilhéus, José Henrique Abobreira, foi transferido para a UTI do Hospital Espanhol, em Salvador. Seu quadro de saúde já apresenta melhoras. A transferência foi articulada pelo prefeito Jabes Ribeiro, junto com o secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, e Thiago Feitosa. A foto do “rango” foi registrada por Fred Abobreira, ele nos informou que o pai pode deixar a UTI amanhã, mas, essa é apenas uma estimativa.


http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2014/03/08/quadro-de-saude-de-abobreira-melhora/

Abobreira em Salvador

ABOBREIRA JÁ SE ENCONTRA NA UTI EM SALVADOR.
COMO JÁ TÍNHAMOS ANUNCIADO NA MENSAGEM ANTERIOR.
ELE VIAJOU NOITE À NOITE COMO ESTAVA PREVISTO.
MAIORES INFORMAÇÕES ESTAREMOS PRESTANDO SEMPRE AQUI, POIS ESTAMOS EM CONTATO DIRETO COM SEU FILHO FRED ABOBREIRA.
NOTÍCIAS TRUNCADAS NÃO É BOM. — com José Henrique Abobreira.
José Henrique Abobreira

Por Rezende.

DeMolay / Dia da Mulher

mulher

O Grande Capitulo da Ordem DeMolay para o Estado da  Bahia,  subordinado ao Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, presta sua Homenagem a todas as Mulheres que, depois da Sagrada Família de Belém, é a mais forte  Coluna das nossas Famílias.

SOLIDARIEDADE FEMININA

Reproduzimos, a seguir, um artigo publicado no jornal A FOLHA DE S. PAULO a 22 de fevereiro de 2014, numa justa homenagem a esse fantástico ser, que é verdadeiro baluarte do gênero masculino. Sabiamente, Dr. Drauzio expõe os motivos da eterna dependência do homem, que não pode prescindir dos cuidados femininos. Meu beijo a todas.

JUVENTINO RIBEIRO

 SOLIDARIEDADE FEMININA

Drauzio Varella

Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.

Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.

Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.

Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.

Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.

Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.

Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo. Insistirá em que é preciso reagir, que esmorecer é desmerecer, que o pessimismo é metade do caminho para a sepultura, além de outras pérolas retiradas dos calendários seichonoiê.

Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é – e sempre foi – antes de tudo um fraco.

Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.

Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.

Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.

Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer a própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.

Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.

No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.

Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Desde pequena é estimulada a cuidar das bonecas doentes, a ajudar a mãe quando o irmãozinho está gripado. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.

Grande Oriente Estadual da Bahia

Dia Internacional da Mulher 

Foto: Divulgação

A Presidente da Fraternidade Feminina, Sra. Lucia Coelho Correia, inspirada em nossa Irmã Dulce, símbolo de fé e humildade, parabeniza todas as mulheres da família maçônica pelo seu dia. E deseja muitas alegrias e realizações plenas a cada uma.

“Quando estiverem em uma situação difícil, e sentirem que já não podem mais, não desanimem, e estejam seguros, que ainda que as coisas pareçam muito complicadas, não deixem que frustem seus sonhos e não percam nunca… nunca a esperança, e lembrem-se que quando a noite estiver mais escura, é por que já vai sair o sol.”

(Irmã Dulce)

Nascimento: 26 de Maio de 1914

Morte: 13 de Março de 1992 (77 anos)

Biografia: Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, mais conhecida como Irmã Dulce, Beata Dulce dos Pobres ou Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, tendo recebido o epíteto de o anjo bom da Bahia, foi uma religiosa católica brasileira. Irmã Dulce notabilizou-se por suas obras de caridade e de assistência aos pobres, mulheres e necessitados.

GOEB:

http://www.goeb.com.br/noticias.php?id=560

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) O CARNAVAL DOS RM (ROLA MU…) (1).
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (IV)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014

 1982 –  C E P L A C – 25  A N O S

                – O FIM OU  UMA  NOVA   INSTITUIÇÃO –

 

                   Quando recebi o convite para trabalhar na CEPLAC, surgiu a grande decisão, da então vida profissional, cheia de idealismo e trabalho.

CEPLAC para uns, era um novo órgão do Governo, tirando dinheiro dos produtores, com predominância em empreguismo e aplicação indevida dos vultosos recursos.  Para outros, era a decisão certa, a solução para uma economia forte, mas desgastada, de uma região promissora.

Quem conversava, naquele tempo, com Carlos Brandão, Paulo Alvim, José Haroldo e outros tantos idealistas pioneiros, tinha que aderir à segunda ideia.  Mas, em todos eles, agricultores, líderes e funcionários da então CEPLAC, havia a incerteza, a dúvida, quanto ao futuro da instituição.

Planos, ideias, esquemas de trabalho, vontade e idealismo, conhecimento crescente das coisas da região e da economia cacaueira, eram predominantes nas mentes dos primeiros dirigentes.

Lembro-me da decisão que devia tomar.  Abandonar dez anos de vida profissional em uma instituição, para ingressar em outra, que tinha de concreto, apenas os problemas e a vontade de solucioná-los da melhor maneira possível.  E quando, interroguei a alguns amigos conselheiros sobre a CEPLAC, ouvi: “Pode ser uma grande instituição ou pode acabar amanhã.”

Mas, mesmo neste clima de indecisões, confiei nos dirigentes, na capacidade de trabalho e na reação positiva que poderia vir destes produtores de cacau, que sempre conseguiram, com seu próprio esforço, vencer dificuldades. Assim, perdi uma estabilidade funcional, para meter-me numa aventura institucional tentadora.

Nos anos que se seguiram foram às avalanches de realizações, de explicações, de feitos, que atraíram os agricultores, os líderes, as autoridades regionais e estaduais.  Sempre questionada pelos grupos ou instituições que viam ameaçada sua situação dominante, buscou esta CEPLAC, na imparcialidade dos seus atos, na racionalidade dos seus feitos e no conhecimento técnico, solucionar alguns problemas e desenvolver um equilíbrio entre as forças que dominavam a economia e a vida sociocultural da região cacaueira.

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ILHÉUS / 68ª CIPM

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