JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (V)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014
1983 – P R O C A C A U – II
(Documento apresentado ao Secretário Geral)
O PROCACAU representou para a instituição Ceplac e para a economia nacional do cacau um marco divisório das ações governamentais impostas ao setor.
Desde a formação de técnicos, a aglutinação de dados e informações, a análise crítica de uma situação até a projeção futura de medidas estratégicas, o Procacau contribuiu significativamente para uma tomada de decisão de grande importância econômica, social e política.
Todos estes reflexos de um Plano Decenal para uma economia agrícola e de exportação deram à Ceplac méritos e aplausos pela sua elaboração, execução e avaliação periódica, ajustando à nova realidade que se criava ou que se conhecia, através dos seus estudos e pesquisas.
De todos os planos, acreditamos, foi, apesar dos seus erros, o que mais contribuiu para o crescimento institucional e fixação dos rumos básicos, no seu principal objetivo.
Essas premissas vêm mostrar, ao lado de várias avaliações feitas, e após quase oito anos de execução, a importância de possuir na instituição um Plano Básico, a médio e longo prazo, que caracterize seus procedimentos e quantifique suas ações e metas.
O momento, isto é, o ano de 1983, induz, sugere ou mesmo exige antes do término do PROCACAU- 1976/85, que se elabore um novo plano: que estamos denominando – PROCACAU II .
A relativa experiência existente quando foi estruturado o Procacau permitiu que alguns aspectos, de grande importância para o futuro da economia cacaueira, fossem deixados de lado, ou, pelo menos, não recebessem a atenção e prioridade necessária. Optou-se por uma linha de ação, tendo como base a Implantação de Novas Plantações e a Renovação de Cacauais Decadentes.
Hoje, após uma experiência maior, resultado de estudos e pesquisas e conhecimento da situação internacional, a Ceplac poderá elaborar um novo Plano, em médio prazo, que dê continuidade às ações desenvolvidas no Procacau e que fixem diretrizes e metas para outros aspectos importantes da economia cacaueira.
No GOTAS DE PAZ
Dores inexplicáveis
Há pessoas que num determinado período da vida passam a sentir dores por todo o corpo. Passam em consulta com médicos de todas as especialidades em busca da causa de suas dores. Fazem todos os tipos de exames possíveis e a resposta é sempre a mesma, ou seja, os exames não acusam qualquer anormalidade na parte física. Ainda assim tomam analgésicos e outros medicamentos, sendo que as dores persistem. Desesperam-se e perguntam-se: Por que não há uma melhora? O motivo é simples. Em algum momento da vida essas pessoas sentiram-se profundamente feridas, não no corpo físico, mas na alma, em seus sentimentos. Essa dor permaneceu na alma porque essa pessoa não conseguiu perdoar o seu ofensor. Eis a razão de tanta dor. Para as dores sem causa física só há um remédio: o perdão. O perdão liberta, tornando o espírito e o corpo leves. Saibamos que toda doença física tem sua origem no espírito, por isso, cuidemos do essencial que é o espírito e nossos sentimentos, perdoando, amando, sendo pacientes, tolerantes, entendendo as limitações dos outros e tudo se tornará melhor, sendo certo que não haverá espaço para doenças. Lembremo-nos: “Mente sã, corpo são”.
GOTAS DE PAZ:
http://www.gotasdepaz.com.br/mensagem.asp?MsgID=2588&Msg=Dores%20inexplic%E1veis&utm_source=Mensagem+10%2F03%2F2014&utm_medium=email&utm_campaign=Mensagem+10%2F03%2F2014
Santa Casa de Itabuna se prepara para celebrar o Dia Mundial do Rim
Para celebrar o Dia Mundial do Rim, comemorado na quinta-feira, 13 de Março, o Serviço de Diálise e Transplante Renal da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI) adere a campanha anual da Socidedade Internacional de Nefrologia e da Federação Internacional de Fundações do Rim, com o objetivo de conscientizar e alertar a população sobre a importância da prevenção da doença renal, que já é considerada uma epidemia silenciosa.
Esta Campanha 2014 que está relacionada a importância dos cuidados com os rins frente ao envelhecimento: “1 em 10. O Rim envelhece, assim como nós”, terá como ponto alto o dia 13 de Março, na área externa do Hospital Calixto Midlej Filho (HCMF), com ações de prevenção da doença renal. Já nos dias 11, 18 e 25, sempre no período da manhã, as ações serão no Ambulatório do Hospital Manoel Novaes, voltadas para os pacientes que realizaram transplante renal, com o objetivo de aumentar a sobrevida do enxerto renal, mobilizar a comunidade local sobre os cuidados com os rins e a importância da doação de órgãos.
Notícias de Abobreira.
“Acabo de falar [ontem] com o Fred Abobreira e as notícias são maravilhosas. O nosso querido José Henrique Abobreira passou o dia muito bem, continua na UTI, mas não existe febre, se alimentou e amanhã o médico estará dando alta da UTI e ficará no apartamento. Graças a Deus!”
Maria do Socorro Mendonça
Jamesson Araujo disse:
“Quero acordar desse pesadelo!
Fui reconhecer o corpo de Paulinho no DPT, coisa horrível. O cheiro da morte penetra na alma, e nesse momento vem a tona que nos não somos nada. Vi ali meu irmão que peguei no colo, dei carinho, cheio de sonhos junto com minha irmã Laisa Soares…Ele falava pra mim e Luciana Mota que queria ser desembargador, mas antes advogado como meu pai.
Apesar de ser meu irmão por parte de pai, eu tinha um carinho paterno. Mas eu falei um dia que o amava, talvez isso seja o maior conforto. Foi confortante saber pelas tias dele, que ele só falava de mim, e me amava. De todos os filhos, o que mais parecia com meu pai, era Paulinho. Que meu Pai e Minha avó Nina recebam ele no braços do pai, e conforte nossa dor”.
Começa agora, direto do Chinaê, PARA OUVIR NA PRAIA…, com Adocival Araújo. Direção geral, Tony Neto.
por Elias Reis
Ele nasceu no dia 31 de janeiro de 1936 no distrito de Itapé, quando ainda fazia parte do município de Itabuna. Logo cedo veio para Ilhéus com os seus pais. Adocival Santana de Araújo, o velho Dodô Araújo, católico, aquariano, torcedor do Fluminense e um saudosista apaixonado do Barravento Hotel, do já falecido Jorge Maia, quando dali muitas vezes apresentava o Programa líder de audiência da Rádio Bahiana, PARA OUVIR NA PRAIA. A audiência era insuperável nas manhãs de domingo, logo após o antigo Projeto Minerva, do governo federal.
Com sua voz grave e potente, Adocival Araújo iniciou a trabalhar com o microfone em 1952, na Rádio Cultura, fazendo parte do programa de Altamiro Viana, o Zé Tiro Seco, quando a emissora ainda funcionava, naquela época, no 1º andar do sobrado onde havia o Posto de Herval Soledade, na Praça Cairu, no coração da cidade de Ilhéus, isso, nos tempos quando circulava as Marias Fumaças da antiga Rede Ferroviária. “Tempo bom e de fartura”, afirma com os olhos brilhando.
MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
PACIÊNCIA
Não seja impaciente!
Não tenha pressa em chegar ao fim.
Deixe que o tempo amadureça os frutos, de modo que possa colhê-los amadurecidos.
Caminhe com segurança e constância, porque tudo nos chegará na hora exata e mais oportuna.
Os frutos amadurecidos à força não são tão saborosos quanto os que amadurecem naturalmente.
Saiba esperar com paciência e não desanime. (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ e LUZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
CLUPESIL / CAMPEONATO INDIVIDUAL 2014
O Clube de Pesca de Ilhéus realizou hoje, na praia do sul, nas imediações da AABANEB a 1ª etapa do Campeonato individual de Pesca, edição 2014.
Aproximadamente 50 atletas disputaram a etapa.
Carlos Mascarenhas – a quem o CLUPESIL agradece penhoradamente – documentou, fotograficamente, o evento.
Valeu, Masca!
As FOTOS – by Mascarenhas – você confere no link abaixo:
Agrissênior Notícias – Nº 466 – 12 de março de 2014
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
Hans Schaeppi em H O T E L A R I A E T U R I S M O
por Hans Schaeppi

Hans Schaeppi
O PORTO DE ILHÉUS É NOSSO!
Não sei se todos os ilheenses já sabem, mas o nosso Porto de Ilhéus está previsto para ser vendido, leiloado, pregoado ou concedido a terceiros, ainda neste semestre. Creio que não é justo, o governo da Bahia deixar de administrar um porto que durante muitos anos gerou a maior receita à Codeba, e quando o cacau detinha o segundo lugar na pauta de exportação do Brasil, ajudou a Bahia e até outros estados a crescer. Lembrando ainda que o nosso Porto tem história. Lembrar a luta de Demostinho e do povo de Ilhéus para que ele fosse construído. Creio que deveríamos fazer um movimento junto ao governador Jaques Wagner e ao Ministro dos Transportes, o baiano Cesar Borges, lembrando que o Porto de Ilhéus é nosso! O início desse movimento deverá caber ao Prefeito, Câmara de Vereadores, Associação Comercial de Ilhéus e outras entidades representativas de nossa cidade.
O PORTO DE ILHÉUS É NOSSO! – 2
Se não for possível vencer essa batalha, pelo menos que se exija que no Edital de Licitação, conste a obrigatoriedade de manter o nome de Porto de Ilhéus. Será uma maneira do mesmo voltar a divulgar o nome Ilhéus pelo mundo.
PONTE ILHÉUS-PONTAL
Outra coisa que pouca gente sabe, é que a construtora da Ponte Ilhéus-Pontal está impedida de iniciar a construção da fundação dos pilares da ponte. Mais uma vez, é aquela mesma entidade que vem atrasando o crescimento do país, que exige a contratação de uma empresa para verificar se existe no fundo da baía, algum caramujo em extinção. Foi assim que ela atrasou em quatro anos a dragagem do porto e mais três meses depois de assinado o contrato. Esperamos que dessa vez a demora seja menor.
PERDI UM AMIGO
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (V)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014
1985 – INICIO DO PROCACAU – 1976
Era inevitável o seu nascimento. Uma instituição, criada para sanar problemas imediatos e agir no sentido de modificar o panorama técnico-econômico-social do cacau, não poderia viver sem uma diretriz, uma linha, trilha ou plano de trabalho.
O oportunismo de cada instante, as análises do momento, ou mesmo, as decisões baseadas no “eu acho”, não suportariam mais as gestões e as responsabilidades que aumentavam para os dirigentes.
Trabalhar com um produto, gerado por uma planta que leva entre quatro a cinco anos para produzir, que tem características próprias de meio ambiente e exigências físico-químicas, cujo produto é essencialmente exportável e com um processo de negociação específico, do momento e do futuro, não poderia jamais identificar-se com ações diárias ou mesmo anuais.
Por algum tempo viveu-se de instantes, de “safras” e das suas perspectivas e propósitos de obtê-las ou negociá-las convenientemente. As análises do mundo cacaueiro querem produtor ou consumidor, eram puras computações de estatísticas, constatando uma situação, sem, contudo, o desenvolvimento de ações modificadoras.
E foi nesta compreensão, normal em todos aqueles de visão aberta, que se constatou o fato e a necessidade de propósitos futuros, estabelecendo esquemas e meios para obter um produto.
Tinha-se o instrumental básico. Dados e informações, mais ou menos satisfatórias, uma equipe de técnicos em vários campos da ciência e, mais que isto, um desejo de ordenar as ações, estabelecer metas e planos em médio prazo.
Planos estes, que orientassem o comportamento institucional e as relações intergovernamentais, visando a conquista de um reconhecimento da importância do programa e o registro internacional das projeções brasileiras sobre o desenvolvimento da cacauicultura.
































































