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FSB abre Processo Seletivo para Professor Substituto

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) abriu Processo Seletivo para Professor Substituto. No edital, são ofertadas 10 vagas para as cidades de Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. As vagas são para graduados em Letras, Medicina, Ciências Agrárias, Bacharelado Interdisciplinar em Ciências ou Licenciatura em Matemática. Alguns cargos necessitam ainda de especialização ou residência.As vagas podem ser para o regime de trabalho de 20 horas ou 40 horas semanais, a depender da área escolhida. A remuneração pode chegar a R$ 4.058,48, incluindo auxílio alimentação.

As inscrições já começaram e se encerram no dia 31 de janeiro, através do link https://sig.ufsb.edu.br/sigrh/. O valor é de R$ 100,00, podendo ser solicitada a isenção de inscrição. O Processo Seletivo tem a data provável para ocorrer no dia 12/02/2020 e terá duas etapas: a prova didática e a prova de títulos.

Para mais informações, acesse: Edital nº 02/2020 – Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto.

Salve Maria Fumaça 12 EF Ilhéus – Exposição Fotográfica

Encaminho o link para a exposição fotográfica de minha autoria “Vertigens e Ruínas de Uma Locomotiva – EF Ilhéus” para apreciação.

www.salvemariafumaca12ios.com.br

À disposição.
Clóvis Lunardi – Fotógrafo
José Clóvis Teles Lunardi
+55 73-98885-3650

A FAMÍLIA R2CPRESS LAMENTA ESSA PERDA IRREPARÁVEL DE VANDECO

ME SALVOU, ME ACUDIU, DEIXOU PRA DEPOIS , ERA ASSIM QUE ELE TRATAVA SEUS AMIGOS VIVOS OU NÃO… SENTIMENTOS SINCEROS DE TODA  ILHÉUS.

Heraldo Faskomy

UFSB oferece 841 vagas no Sisu que abrirá as inscrições no dia 21 de janeiro

Do dia 21 ao dia 24 de janeiro estarão abertas as inscrições para o Sisu 2020.1. A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) vai oferecer 841 vagas em 30 cursos diferentes de graduação, distribuídos nos campi Jorge Amado (Itabuna), Paulo Freire (Teixeira de Freitas) e Sosígenes Costa (Porto Seguro). A oferta consiste em vagas em cursos de Primeiro e de Segundo Ciclos. No Primeiro Ciclo estão os Bacharelados Interdisciplinares (BI) e Licenciaturas Interdisciplinares (LI).

Os BIs consistem em uma formação generalista, em que, ao final, o estudante poderá dar continuidade e ingressar em cursos profissionais, como Engenharia e Oceanologia. Já as LIs, preparam professores para atuação no Ensino Básico.

Os cursos de Segundo Ciclo são voltados para habilitação de trabalhadores e intelectuais em carreiras profissionais, atividades ocupacionais, culturais ou artísticas de nível superior, como as Engenharias e o curso de Oceanologia já mencionados.

O processo seletivo conta com vagas para modalidades de ações afirmativas da UFSB (indígenas aldeados; ciganos; pessoas de comunidades remanescentes de quilombos ou comunidades identitárias tradicionais; transexuais, travestis e transgêneros) e vagas nas modalidades previstas pela Lei Federal nº 12.711/2012 (Lei de Cotas).

Para encontrar a UFSB, basta escrever “UFSB”, “Universidade Federal do Sul da Bahia”, campus ou o curso de interesse.

Cursos ofertados:

LICENCIATURAS INTERDISCIPLINARES (1º CICLO)
* Artes e suas tecnologias
* Ciências da Natureza e suas tecnologias
* Ciências Humanas e Sociais e suas tecnologias
* Linguagens e suas tecnologias
* Matemática e Computação e suas tecnologias

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES (1º CICLO)
* Artes
* Ciências
* Humanidades

CURSOS PROFISSIONALIZANTES (2º CICLO)

* Antropologia
* Artes do Corpo em Cena
* Ciências Biológicas
* Engenharia Ambiental e da Sustentabilidade
* Engenharia Florestal
* Engenharia Sanitária e Ambiental
* Engenharia Agrícola e Ambienta
* História (lic)
* Oceanologia
* Som, Imagem e Movimento

Para mais informações, acesse: Edital nº24/2019 – Processo Seletivo SISU 2020

VAI UM CATCHUP NA PIZZA AÍ?

Nesses dias, um jogador de futebol italiano se mostrou indignado ao saber que muitos brasileiros usam catchup na pizza. Essa polêmica é antiga.
Na Itália, nem pensar. Em São Paulo também não – embora no passado isso tenha sido bem mais rígido – mas até hoje muitas cantinas italianas tradicionais ainda se orgulham de não servir o condimento vilão. Curioso é que, na mesma São Paulo, se come cachorro quente com purê de batata, enquanto o original americano é (ou era) somente pão, salsicha, olhe lá uma mostardazinha e nada mais.
Trata-se de questão cultural, devemos entender. Até concordo que o costume seja sempre preservado no país de origem, inclusive pelos turistas, em sinal de respeito à cultura local. Fora isso, que a liberdade e a criatividade do paladar criem asas e decolem.
 O Brasil é um país imenso, diverso, acolheu e acolhe toda sorte de imigrantes de inúmeras nacionalidades, incorporando diferentes culturas em todas as áreas, sobretudo na gastronomia. É natural que surjam algumas adaptações ou variações.
Um exemplo claro, mas que passa despercebido, é o nosso famoso acarajé. Originário da África faz séculos, o bolinho era recheado apenas de pimenta a gosto e servido num pedaço de folha de bananeira em vez de papel. Com o passar do tempo, dentro e fora da Bahia foram introduzidas outras opções de recheios, as mais variadas, até mesmo salada e marisco catado. Dizia um conhecido historiador baiano que “o acarajé virou acarabúrguer”. Aliás, nada de estarrecedor se o nosso quitute se popularizasse nos Estados Unidos (ou Itália) é lá ganhasse o recheio de… picles.
Pra finalizar, pode ser que você não acredite, mas conheço alguém que adora estrogonofe com farinha de mandioca. Esquisito, inimaginável, mas é só pensar que gosto não se discute e pronto. Vida que segue e cada um na sua.
Nilson Pessoa

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 60 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS (3).

2) AS RUAS RODOLFO VIEIRA E A ERNESTO SÁ VÃO VIRAR CALÇADÕES.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

CANAVIEIRAS: POLÍCIA APREENDE CAMINHÃO COM 17 MIL CARANGUEJOS NO DEFESO

DO ILHEUS 24HS

A Polícia Ambiental, em parceria com a Coordenação da Ressex Canavieiras (ICMBIO), realizou a apreensão de um caminhão que carregava cerca de 17 mil caranguejos no município de Canavieiras. Os animais estão em período de defeso e a sua captura neste intervalo de tempo é considerada ilegal.

O motorista do caminhão teve o veículo apreendido e a ocorrência foi registrada na delegacia de Canavieiras. Todos os animais foram devidamente retornados para o seu habitat natural.

Inscrições para Edital com foco em doenças que acometem população negra estão abertas

Um dos focos deste projeto, que é pioneiro entre as fundações de amparo à pesquisa no Brasil, é a doença falciforme

 

Estão abertas até o dia 17 de fevereiro (sexta-feira) as inscrições para o edital voltado para pesquisar soluções para as doenças prevalentes na população negra, entre elas, a doença falciforme. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é o maior problema de saúde pública do mundo. Em busca de reverter esta situação, o Governo do Estado, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), criou um edital que vai destinar R$ 1,1 milhão aos pesquisadores que investem conhecimento no tema. Os interessados podem se inscrever e acessar mais informações através do site http://www.fapesb.ba.gov.br/.

UMAS E OUTRAS DA CIDADE (XXXIII)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

Na parte anterior (a XXXII) dessas Notas nos prendemos à intimidade de Bebel com os Douglas DC-3 (aviões de companhias como Cruzeiro do Sul, Varig, Sadia etc.) e com os monomotores do tipo ‘teco-teco’, ‘cessna’, ‘piper’ entre outros, bem como às proezas de alguns de seus pilotos, como a registrada do aviador Rafael Tosto Filho. O foco desta é em Benedito Ambrósio e Juarez Cardoso, aviadores inseridos no contexto das façanhas e, como não poderia deixar de ser, profissionais da melhor qualidade.

De comportamentos diferentes, o primeiro –embora de tiradas de humor– era circunspecto, o oposto à conduta descontraída do outro. Para começar vale assentar que Benedito jamais frequentou aulas sistemáticas de pilotagem. A familiaridade com a ‘máquina voadora’ de Santos Dumont se deu quando a escarafunchava ao aprender sua mecânica na base do traquejo. Daí o relacionamento com pilotos experientes e, a aprendizagem. Como havia atingido no labor da aviação o limite de idade –idem, de horas de voo–, um lance curioso atingiu-lhe o sentimento: o de ter que viajar em companhia de um copiloto, imposição do Departamento de Aviação Civil–DAC. A princípio, a paixão pela aviação abrandou a aporrinhação que o fustigava, mas não demorou jogar o preceito legal ‘pras cucuias’ e ‘amarrar as chuteiras’, modo de dizer da aposentadoria no reino do futebol. À época Benedito pertencia à Bahia Taxi Aéreo –BATA, empresa em que trabalhou por considerável tempo e onde o mencionado órgão aeronáutico encontrara o registro para considerá-lo o piloto mais velho do Brasil em atividade.

Comunicativo, conversa alargada, o porreta é que com Juarez Cardoso – apesar da fama de excelente piloto–, circulava na cidade a notícia de ele nunca haver tirado o brevê. Comentavam que no tópico ‘prática’ dessas provas de permissão, a aprovação do homem se dava com louvor, no ‘teórico’, só levava cacete. Compensava esse desleixo com a perícia de suas acrobacias. Às tais manobras levava sempre um acompanhante, geralmente um amigo tirado a corajoso ou a valente. Aí, já nas alturas, e depois de umas piruetas, dizia-lhe: – Agora, meu caro, vamos visitar o túmulo do meu avô. E partia rasante em direção ao cemitério de Bebel. A verdade é que não existe informação de algum audacioso –mesmo aquele acompanhado de umas e outras na cabeça para estimular a coragem ou a valentia– tenha saído ileso do voo, ao contrário, o comentário dominante é que o participante pisava em terra literalmente ‘borrado’ e/ou mijado. Outro caso bem falado pelos belmontenses é o da decolagem na tora. Com os teco-tecos cruzando o ar e o cacau –numa boa época– dando nas raízes, despertou em alguns cacauicultores a necessidade de construir pistas de pouso nas fazendas. De um modo geral o revestimento inadequado do solo nessas construções, constituiu em preocupante fator na segurança, mas o maior problema nas que deram certo, ficou por conta mesmo do pequeno comprimento, especialmente para levantar o monomotor do chão. Para vencer o obstáculo a traquinice, a experiência e a habilidade do piloto tinham que falar mais alto. Juarez, dotado desses traços e mais algum, logo veio-lhe a ideia: Com as pontas de uma corda de material forte era só amarrar uma na cauda do avião e a outra num tronco de uma árvore robusta, em seguida imprimir potência

máxima ao motor e, acenar pro –previamente contatado– peão, significando o aceno, cortar a corda do rabo com um facão. Estava solucionada a decolagem em pista curta e mal-acabada no Jequitinhonha Cacaueiro. :: LEIA MAIS »

TEM QUE PRIVATIZAR TUDO MESMO?

“Tem que privatizar tudo”. Este é o coro puxado por Bolsonaro e Guedes, com apoio de boa parte da população.
Mas… privatizar até a água? Sim, eles querem. Até outros setores estratégicos, como portos, aeroportos e energia? Sim, é o que eles querem.
O Brasil, atrasado no bonde da História, faz agora o que grandes nações fizeram no passado e hoje se arrependem. Alguns países estão até em busca da reestatização de empresas que foram privatizadas lá atrás. Se você não sabe, uma das empresas que compraram aeroportos do Brasil é uma estatal espanhola.
Antes que me taxem de “comunista”, nada contra privatizações, desde que bem elaboradas e estritamente necessárias.
Aos meus olhos, o processo de privatização no Brasil funciona assim:
PRIMEIRO PASSO:
Sucateia-se a empresa que se pretende privatizar. Bloqueia-se investimentos, planos de expansão, enxuga-se o quadro funcional através de aposentadoria e desligamento incentivado (PDV), sem reposição do quadro. A empresa, carente de mão de obra, começa a prestar um péssimo serviço, se torna ineficiente, deficitária e entra em colapso.
SEGUNDO PASSO:
O governo, junto com a mídia corporativa, planta o argumento de que a empresa é mau gerida, cabide de emprego de governos anteriores, elefante branco, prejudicial ao País. A população embarca na ideia, já que está sendo pessimamente atendida pela empresa.
TERCEIRO PASSO:
O governo anuncia que pretende privatizar a estatal e conta com grande apoio do povo. A estratégia deu certo.
QUARTO PASSO:
A estatal é vendida a preço de banana, em suaves e intermináveis parcelas, isso quando o comprador não dá calote. O povo, satisfeito, aplaude e comemora a privatização.
Foi assim recentemente com os aeroportos e assim será (ou já está sendo) com os Correios e a Caixa Econômica, por exemplo.
E isso está acontecendo também com o INSS. Se querem acabar com a Previdência, pra quê INSS?
O INSS já foi ruim, é verdade, só que nos últimos anos melhorou muito em relação ao que era, mas agora está sendo estrategicamente sucateado. Aposentou 6 mil funcionários em 2019, sem realização de concurso público para reposição das vagas. O enxugamento do quadro é parte fundamental no processo de sucateamento para que o serviço, se bom ou ruim, passe a ser péssimo e a população “odeie” a empresa que futuramente será privatizada ou o órgão que será extinto.
No caso do INSS, a desculpa é “problemas no sistema de processamento de dados, por conta da transição da Reforma da Previdência”. Não creio que seja isso, ou só  isso. Está muito mais pra falta de pessoal do que qualquer outra coisa, tanto que o governo teve a “brilhante” ideia de convocar 7 mil militares reservistas pra tapar o buraco, a um custo alto, e ainda terão que ser submetidos a processo de treinamento. Fica uma pergunta no ar: por que não chamaram funcionários aposentados do próprio INSS? E vamos deixar clara uma coisa, não confunda Previdência com Bolsa Família. O benefício previdenciário do pobre coitado é dinheiro que ele recolheu a vida toda ao INSS,  a contrapartida é obrigação constitucional e não está sendo cumprida. Isso já resultou numa ação judicial contra o INSS movida pelo Ministério Público Federal.
Pra completar, o Secretário da Previdência declarou, com a cara mais limpa, que a situação só se normalizará daqui a OITO MESES, em setembro. Até lá, sabe Deus o que acontecerá com os idosos e doentes pobres que dependem desse parco benefício para sobreviver.
Claro, ia esquecendo: eles não gostam de pobres.
Nilson Pessoa

Sala do Empreendedor de Ilhéus promoverá mutirão com ações exclusivas para MEIs

POR SECOM

Acontece em Ilhéus, entre os dias 20 e 24 de janeiro, o primeiro mutirão de 2020 com uma série de ações exclusivas voltadas para os microempreendedores individuais (MEIs) na Sala do Empreendedor, das 8h30min às 18h. Local de atendimento da Prefeitura de Ilhéus, a Sala do Empreendedor.

Segundo o Superintendente de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio de Ilhéus, Júlio Melo, o ano de 2020 reserva avanços na continuidade das atividades com o objetivo de promover o aprimoramento e a capacitação do microempresário, através de cursos, consultorias especializadas e gratuitas, de forma simples e facilitada sobre gestão de micro e pequenas empresas.

Em janeiro, o enfoque da Sala é a realização da Declaração Anual do Simples Nacional para Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI). A declaração é uma atividade obrigatória para MEIs e deve ser realizada anualmente, no período entre 2 de janeiro e 31 de maio,  referente ao faturamento bruto de 2019.

Todos os anos Microempreendedores Individuais contam com auxilio extra da Sala do Empreendedor para realização da Declaração Anual de Faturamento. Em 2020, os microempreendedores contarão com o atendimento prioritário, vez que serão realizados mutirões de declaração durante os 12 meses do ano.

Interessados em participar dos mutirões devem comparecer à Sala do Empreendedor (Anexo de Secretarias), situado à Rua Santos Dumont, 51, Centro, com os seguintes documentos: certificado de Microempreendedor Individual (ou número de CNPJ) e o valor total da receita bruta referente a 2019.

Ausência de declaração – Os consultores alertam que a ausência de declaração enseja para o contribuinte o pagamento de uma multa, cujo valor da penalidade é de no mínimo de R$50 ou 2% ao mês-calendário ou fração, incidentes sobre o montante dos tributos decorrentes das informações prestadas na DASN-SIME.

Fé e emoção na Lavagem das Escadarias da Catedral de São Sebastião

 

POR SECOM

Uma das expressões da religiosidade da cultura local, a festa do sincretismo religioso ilheense, foi acompanhada por uma multidão na manhã desta quinta-feira (16). O cortejo de lavagem das escadarias reuniu fiéis de variadas religiões.  A festa, idealizada pelos estivadores, acontece desde a primeira metade do século XX, é uma manifestação marcada pela fé, emoção e homenagens ao padroeiro da categoria, São Sebastião.

O prefeito Mário Alexandre, prestigiou o momento festivo e afirmou que além de integrar o calendário turístico, o evento traz fortes marcas da cultura local. “A história confere a Ilhéus ser uma cidade plural, então, apoiamos a realização dessas manifestações. Queremos que as pessoas se sintam representadas dentro da sua própria cultura e com isso abolimos as indiferenças”.

O evento é uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura e do Turismo (Secult); Sindicato dos Estivadores de Ilhéus; blocos Afro Dilazenze, Mini Congo, Rastafari e Zambiaxé; terreiros Sultão das Matas, de Mãe Carmosina; Ilê Axé de Iemanjá, de Mãe Vilma; Ilê Axé Guaniá, de Oiá de Mãe Laura e terreiro Ilê Axé Ballomi, de Pai Toinho.

Das sacadas dos prédios ou varandas das residências, o público registrou de várias formas, o cortejo que partiu da Avenida 2 de Julho até a praça da Catedral, no Centro. Houve queima de fogos.

A mensagem de tolerância, união e respeito às religiões foi proclamada. Segundo o calendário, a celebração antecede a comemoração do dia de São Sebastião, em 20 de janeiro.

Depois de quase três horas de caminhada, as estrelas do evento, as baianas, desfilaram caracterizadas, carregando jarros com água de cheiro e as vassouras para o ritual da lavagem.

Percussionistas dos blocos afro e seus tambores marcaram a cadência do cortejo. No mini trio, a Banda Samba de Treta e o bloco de sopro embalaram a multidão, que não deixou a alegria e a descontração minuto sequer.

Turismo nas ruas – Adriana Soares, turista de São Paulo (SP) e uma das passageiras do navio Fantasia, da MSC Cruzeiros, relatou sua emoção em conhecer a Bahia e conhecer uma parte cultural de Ilhéus. “A cidade é muito linda, organizada e clima feliz. Foi lindo e especial quando vi durante a lavagem, baianas e seus adereços, os blocos afro, os ritmos e o povo num colorido muito especial”.

Da mesma forma, Sueli Estevão, turista do Rio Grande do Norte (RN), aprovou. “Adorei a festa que começou com o receptivo. Pra mim foi uma surpresa presenciar esses festejos, pois não conhecia. Falava para minhas amigas que meu lugar é esse, me encontrei em Ilhéus. Minha dica é para as pessoas que ainda não conhecem a cidade. Venham, porque voltarei mais vezes, podem me esperar”, contou irreverente.

Bençãos – “Essas manifestações representam uma luta contra a desigualdade, afinal, somos todos iguais, e é isso que estamos rogando, que Deus abençoe todo este povo e nossa família, na esperança que 2020, seja um ano de paz, amor e justiça, a fim de exterminar esse preconceito e essa violência que paira entre os povos”, externou Pai Toinho, do terreiro Ilê Axé Ballomi.

Efetivos da 68ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), Corpo de Bombeiros Militar e Guarda Civil Municipal (GCM) reforçaram a segurança no local. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) disponibilizou ambulância e corpo técnico. Como manda a tradição, um carro pipa no final da festa refrescou os participantes, aliviando o calor que fazia na cidade verão.





















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