Tiros e morte em blitz do Detran em Ilhéus
Chacina com quatro mortos em Ilhéus; duas das vítimas eram de Itabuna

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AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Edição 671 – ANO XIV -Nº 41 – junho de 2018
O IMORTAL MARCELO CÂMARA
Informamos, com orgulho, a ascensão do colega Marcelo Câmara ao mundo das letras. Parabéns dos Editores e demais Ceplaqueanos que conviveram com ele em sua passagem profícua pela CEPLAC, Brasília. :: LEIA MAIS »
QUINTO DE SOUZA FAZ PROMOÇÃO PRA VOCÊ ASSISTIR A COPA E CURTIR OS FESTEJOS DE SÃO JOÃO COM TODA FAMILIA .
ENCONTRO DE COMPOSITORES AGITA O TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS NA SUA ÚLTIMA MOSTRA DIA 14

A quarta e última mostra do Encontro de Compositores do Litoral Sul da Bahia apresenta pocket shows com performances inéditas de compositores individuais e bandas autorais. As apresentações acontecem dia 14 de junho, às 20h, no Teatro Municipal de Ilhéus. O ingresso custa 1kg de alimento não perecível, que e será doado para a Fundação Fé e Alegria – Ilhéus.
Nesta edição, se apresentam as bandas Jacau e Drink de Mandrak, ambas de Itabuna, e os compositores Andressohn, de Ilhéus, e Moses, de Buerarema. Com direção musical de Cabeça Isidoro, a noite promete fazer o público passear pela MPB, passando pelo swing do samba-rock, pelas batidas folk e por diversas vertentes do rock n’roll.
Único evento sul baiano voltado somente para a promoção de compositores, o Encontro de Compositores já reuniu um público de mais de 700 pessoas que assistiram apresentações de artistas de seis municípios do Litoral Sul da Bahia, nas mostras que acontecerem em março, abril e maio.
“Fãs, profissionais e amantes da música têm presenciado performances cheias de estilo e diversidade musical, representando o cenário musical atual da região. Essas apresentações consolidam o Encontro de Compositores como o espaço do novo”, comenta a produtora, Eloah Monteiro.
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Apicultor faz etanol a partir de mel e dribla crise dos combustíveis

O apicultor Luiz Jordans Ramalho Alves pode não ter sido o único motorista do Brasil que não passou aperto durante a greve dos caminhoneiros. Mas difícil é achar um que, a exemplo dele, ande por aí com o tanque cheio de etanol caseiro feito a partir do mel. Ele já foi noticia em uma publicação de 2015 sobre o mesmo assunto.
O apicultor de 46 anos é autossuficiente em etanol desde 2015, quando, por insistência em aproveitar todo o descarte do mel, acabou descobrindo que era possível obter o combustível a partir do produto.
Na zona rural de Barra do Choça, cidade de 34 mil habitantes vizinha a Vitória da Conquista, Jordans possui um entreposto por onde passam de cerca de 10 toneladas de mel por mês. Na mesma área, ele tem ainda mais de 100 mil pés de café.
O mel vem de seus apiários e de dez cidades da Bahia, Estado cuja produção é de 3,5 mil toneladas ao ano, ou 9% da produção nacional, segundo dados referentes a 2016, os mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Reaproveitamento
“Eles voltam por pequenos defeitos, como uma embalagem que trincou e gerou risco de contaminação, então, recolhemos para manter o controle de qualidade do mel”, disse.
Descartar mel no meio ambiente, conta o apicultor, é um risco às próprias abelhas, pois elas podem consumir o produto fermentado e acabar morrendo, o que prejudicaria a atividade. Jordans é apicultor há quase 30 anos, mas o descarte só virou preocupação maior nos últimos dez anos, quando no entreposto aumentou seu movimento para 10 toneladas mensais.
Em 2012, ele contratou uma consultoria que o auxiliou a montar um projeto sobre aproveitamento do descarte para produzir extratos de mel, como álcool etílico (conhecido como alimentício ou nobre) e, com isso, fazer cachaça ou aguardente de mel.
Enviado para a Fapesb (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia), o projeto foi aprovado com verba de R$ 185.052,40 para o apicultor, que usou o dinheiro para comprar os equipamentos necessários ao processo de produção do álcool etílico.
O financiamento público ocorreu por meio de uma proposta da fundação de abrir a pesquisa para empresas. A consultoria entrou como responsável técnica da pesquisa, já que o apicultor não é da área – é especialista em apicultura, com diversos cursos realizados, e tem formação técnica em administração.
Produção caseira
Nesse período, ocorre a primeira destilação do álcool, que dura 24 horas. É daí que surge o álcool etílico, que rende por ano mais de 600 litros, usado por Jordans para fazer aguardente de mel e comercializar por R$ 60 a garrafa de meio litro – valor cobrado ainda hoje.
Ele ainda usa a mesma aguardente para fazer licores de café e chocolate, o que lhe rende uma renda extra neste mês de junho, de muitos festejos relacionados ao São João em todo o Nordeste.
O financiamento da Fapesb durou até 2014, mas, apesar de satisfeito por estar produzindo álcool etílico e faturando mais, Jordans se sentia incomodado por ver que 30% do descarte não estavam sendo aproveitados para nada. Ele decidiu continuar as pesquisas por conta própria, fazendo aguardente e estocando o que restava.
Até que, em 2015, teve a ideia de enviar o produto restante para testes num laboratório de Salvador, que apontou que o líquido tinha graduação alcoólica de 80%, próximo às normas da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para o etanol hidratado, utilizado em veículos – que deve ter 94,5% de álcool.
“Fiz um teste com meu carro e funcionou”, disse Jordans, informando, em seguida, que notou redução da potência do motor do veículo enquanto rodava. “Ele perde força, sobretudo em ladeiras ou durante ultrapassagens, aí tem de pisar mais no acelerador. Com o álcool hidratado, da cana-de-açúcar, o carro faz 7 km com um litro, e com esse meu álcool de mel chega a 5 km”, ele contou.
Por semana, Jordans produz cerca de 50 litros de etanol, mas não vende nenhum – e nem poderia, porque seu produto não atende às normas da ANP. “Mas o que tem de amigo querendo que eu venda não dá nem pra contar. Para uso em veículo, só no meu”, declarou.
Mercado potencial
Se estivesse dentro das normas, Jordans até poderia comercializar seu álcool como produtor independente. Isso é permitido pela Resolução Nº 19, de 15 de abril de 2015, da ANP, sobre as regras da produção, comercialização e especificação do etanol hidratado e o anidro, misturado à gasolina.
Mas Jordans não pensa em produzir para vender. O objetivo dele, aproveitar todo o descarte do mel, já foi alcançado. O produto, que é uma fonte de energia limpa, vem sendo utilizado no carro que ele divide com a esposa e em outros dois da empresa, todos flex.
*Com informações da BBC Brasil
Ilhéus: Delegado afirma que crime da usina asfáltica foi sabotagem

Coordenador da Polícia Civil em Ilhéus, o delegado Evy Paternostro, responsável pela investigação do crime de sabotagem cometido contra a usina asfáltica do município, disse hoje (5) que, para os investigadores, está clara que foi uma ação executada por criminosos com o único objetivo de danificar o patrimônio público. De acordo com o delegado, a polícia já iniciou a investigação e trabalha no sentido de identificar a autoria. O inquérito policial tem um prazo de 30 dias para ser concluído, mas é possível ser prorrogado caso a polícia não chegue, neste prazo inicial, aos criminosos.
No próximo dia 14, o secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (Seintra), Átila Dócio, será interrogado pelo delegado para explicar as condições em que foram encontrados os equipamentos da usina. “Cabos de alimentação e controle, caríssimos, foram cortados e não foram levados, situação que caracteriza elementos de sabotagem”, adiantou Átila. “Lamentamos profundamente o ocorrido, sobretudo porque a grande prejudicada com este atraso é a população de Ilhéus, que aguardava o início da produção da usina para recuperação de várias vias públicas da cidade”, assegurou. :: LEIA MAIS »
Caminhoneiros ameaçam nova greve se tabela de preços mínimos de frete for alterada

Enquanto as empresas transportadoras se movimentam para mudar a tabela do frete mínimo, os caminhoneiros acompanham – ressabiados – o andamento das negociações em Brasília. Nas redes sociais, os motoristas temem que o lobby dos grandes grupos consiga derrubar a tabela recém instituída pelo governo como contrapartida ao fim da greve. Mas eles prometem resistir. Enquanto as empresas transportadoras se movimentam para mudar a tabela do frete mínimo, os caminhoneiros acompanham – ressabiados – o andamento das negociações em Brasília.
A tabela de preço mínimo do transporte rodoviário – definida às pressas pelo governo para interromper a greve na semana passada – é considerada a maior vitória dos caminhoneiros nos últimos tempos. Mas, diante da reação do empresariado (principalmente representantes do agronegócio), eles começam a temer que essa conquista esteja com os dias – ou horas – contados.
“Não vejo coisa muito boa vindo pela frente, mas vamos lutar para encontrar um meio-termo para ambas as partes”, afirma o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José Fonseca Lopes, que esteve à frente das negociações com o governo na greve encerrada na semana passada. Ele deverá participar nesta quarta de uma reunião com a Casa Civil para discutir o assunto. Segundo Fonseca, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) está refazendo os cálculos e deverá apresentar em breve o resultado. “Esperamos que se encontre um denominador comum e não prejudique o caminhoneiro. Caso contrário, podem esperar uma nova rebelião.”
O presidente da Abcam afirma que uma tabela de preço mínimo vinha sendo negociada no Congresso antes da greve e da medida provisória ser emitida. Schmidt afirma que desde 2016 essa proposta vem sendo negociada, sem sucesso – ignorando as condições precárias nas quais vivem os motoristas de caminhão no Brasil. “Hoje, não existe categoria mais massacrada que o caminhoneiro. Há 30 anos esse profissional vem sendo explorado”, diz Schmidt, do CNT. Na avaliação dele, se os motoristas autônomos permitirem que o governo elimine essa tabela em favor dos transportadores, eles estarão perdendo uma grande oportunidade de melhorar a qualidade de seu trabalho.
DO ESTADÃO
PSICOMUNDO <> TRATAMENTO SÉRIO VIROU COISA DO PASSADO <>
Tenho recebido inúmeras mensagens que chamam a minha atenção pelo grau de agressão ao pudor e ao respeito com a nossa população. E não sei se esse povo a que me refiro, já parou para pensar sobre esse grande atentado imoral que se instalou em nosso Município, Estado e País. Nada é fiscalizado a fim de que os brasileiros não sejam perniciosamente prejudicados. Somente carruagens de arrochos nos custos de vida e salvem-se quem puder. O juízo da população brasileira requer novas diretrizes nas eleições e ninguém deve perder de vista os algozes que diariamente vem destruindo o Brasil em sua essencial ética em nome da moral e respeito à nossa sociedade.
Quem atualmente quer pagar a sua conta de fornecimento de energia elétrica, quando habitualmente procura as casas lotéricas, recebe a noticia de foi cancelado esse beneficio pela responsabilidade da Coelba. O cidadão é informado de ultima hora, no dia pagamento, isto quando não recebeu o recibo há alguns dias após o vencimento, casas comerciais e locais completamente alheios aos conhecimentos de muitas pessoas.
Pessoas comentam pelas ruas que no escritório da Coelba, em Ilhéus, também se efetua o pagamento, porém, os consumidores terão que ter em mãos um cartão de crédito para quitação em débito e não aceita pagamento em dinheiro. Fica então a necessidade de providencias cabível por parte dos órgãos de defesa do consumidor, verificando de que forma as pessoas que residem em distritos, povoados, e locais de difíceis acessos, poderão efetuar a quitação de suas dividas de fornecimento de energia elétrica, ocasionado pela dificuldade livre acesso, sem acréscimos com penalidades desairosas e abusivas multas. Basta à cobrança do IPTU que não sabemos quais os benefícios vem trazendo aos ilheenses. :: LEIA MAIS »





































































