BAILANDO NA CHUVA
Anísio Cruz – abril 2018
Dançando em êxtase entre poças d’água,
Com os pingos frios a lhe lamber o corpo desnudo.
Sorria zombeteira ante olhares ávidos,
Que a seguiam por detrás dos vidros.
Na noite molhada que lentamente escorria,
Da sua alma penada.
Dançava rindo, e sozinha girava.
Cantava a música que só ela ouvia.
Inebriada, ainda bailava,
Quando a luz do dia a amanheceu mulher.
VEM SÃO JORGE ACUDIR A TEU POVO!
HINO DE SÃO JORGE
- Ó valente soldado romano, mais valente soldado da Cruz!
Tu venceste os ardis do tirano, deste a vida por Cristo Jesus.
Vem São Jorge acudir o teu povo, contra a insídia do fero Dragão.
Refalsado ele ataca de novo, na heresia e no culto pagão.
- O teu sangue orvalhou Nicomédia, arrancando-a ao poder de Satã.
E na Ilíria e Dalmácia e na Média floresceu a seara cristã.
- Quatro séculos já se escoaram, desde o dia no qual nossos pais
a São Jorge esta Igreja sagraram em tripúdios de fé sem iguais.
- Teu louvor nunca foi interrompido, Santo Mártir,
no povo de Ilhéus fiel sempre e cristão destemido, pois que velas por ele nos céus.
- Teu constante favor, tua benção, este povo bem sente e bem vê.
Sê, tu, a guarda à pureza da crença e ao tesouro divino da Fé.
—
Por Paulo Costa
PASCOM – Diocese de Ilhéus
LUIZ CASTRO EM: DECOLORES
História de Ilhéus
A história de Ilhéus remonta a época das capitanias hereditárias, quando D. João III doou vasta extensão de terra, 50 léguas de largura, ao donatário Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da corte real. Instalada em 1535 na Ilha de Tinharé, antigo domínio da Capitania de Ilhéus, a sede administrativa logo se mudou para a região da Foz do Rio Cachoeira, a chamada Baía de Ilhéus. Ainda que se falasse da terra as maiores maravilhas, o donatário da Capitania preferiu o luxo e o fausto da corte, enviando o déspota espanhol Francisco Romero para representá-lo na admini- stração da capitania, ademais, enfrentar e depois pacificar a bravura dos índios tupinambás.
Vila de São Jorge dos Ilhéus Logo, a amizade dos colonizadores com os nativos tornou possível a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus, que se transformou em freguesia em 1556 por ordem de D. Pero Fernandes Sardinha. Considerada por Tomé de Sousa como “a melhor coisa desta costa, para fazenda” a região se tornou produtora de cana-de-açúcar e ganhou muitas construções. Mas, com a chegada dos ferozes índios Aimorés, que passaram a atacar as plantações, Ilhéus sofreu o declínio econômico que resultou em decadência. No século XVIII com a importação de mudas de cacaueiros da Amazônia e sua notável adaptação à condições climáticas da região, Ilhéus viu brilhar diante de si um novo eldorado. O cultivo do cacau passou a gerar um número sem fim de histórias, receadas de cobiça, amores e lutas pelo poder, formando um terreno fértil para os romances de Adonias Filho e Jorge Amado, onde narram as paixões desenfreadas dos coronéis por dinheiro, mulheres e terras.
Doação da Capitania de Ilhéus – 1534 A carta da doação da Capitania de Ilhéus a Jorge de Figueiredo Correia foi assinada em Évora a 26 de junho de 1534. O donatário mandou em seu lugar o preposto Francisco Romero, que primeiro se instalou na ilha de Tinharé, onde fica o Morro de São Paulo e depois, quando descobriram o que seria mais tarde a Baía do Pontal, se encantaram e fundaram a sede da capitania, dando o nome de São Jorge dos Ilhéus, uma homenagem ao donatário Jorge e Ilhéus, devido à quantidade de ilhas que encontraram no seu litoral. Além das que existem ainda hoje, como a Pedra de Ilhéus, Ilheusinho, Pedra de Itapitanga e a Ilha dos Frades, os morros de Pernambuco e o atual Outeiro de São Sebastião também eram ilhas. :: LEIA MAIS »
COMO VENCER NA VIDA FAZENDO FORÇA.
Luiz Ferreira da Silva
Engenheiro-Agrônomo e Escritor
luizferreira1937@gmail.com
Em 1964, Shephered Mead publicou o livro – Como vencer na vida sem fazer força – mais tarde transformado em peça teatral de sucesso. Por ilação, deve ser o manual de cabeceira da maioria dos políticos brasileiros. Mas com certeza, jamais o foi de Maurício de Sousa, “bipai” da Mônica.
Digo isso depois de ler o livro – Maurício, a história que não está no gibi – gentilmente a mim enviado no final de 2017. Uma leitura gostosa de ler; uma lição de vida para se aprender; um manual para a juventude se orientar.
Peço permissão ao Maurício de Sousa, doravante Maurício, para socorrer grande parte dos jovens que se encontra desnorteada, idolatrando Neymar e Aniita, sem se aperceber o mundo exigente e cada vez mais requerente de pessoas mais capacitadas.
Para se vencer na vida é preciso ter talento. E Maurício possuía nas mãos – habilidade – e na cuca – criatividade, dando ao desenho uma vida ao gosto, sobretudo das crianças, incentivando-as à leitura.
Mas esse dom é importante, porém não é suficiente. Seu pai o tinha, entretanto lhe faltava o que o filho dispunha de sobra. É preciso a decisão, traduzida em força de trabalho – suor, persistência e foco. Talento sem vocação não provoca efeitos positivos. São interdependentes e convergem ao foco fixado. Maurício nos prova com maestria.
Além desses dois “inputs”, há que se munir de uma base para alavanca-los, facilitando a sua sinergia. E o Maurício não perdeu tempo, buscando conhecimentos através de uma base literária e desenvolvendo a arte da escrita, que lhe permitiu atuar em jornais e desenvolver textos para o seu objetivo de ser um profissional de qualidade. :: LEIA MAIS »
Terror no ônibus em Itabuna: bandidos armados e violentos roubam e agridem passageiros
O bairro Nova Itabuna parece ser mesmo um dos “points” mais “badalados” do crime. O local tornou-se palco, mais uma vez, da ação de bandidos, que espalharam pânico dentro de um ônibus da empresa Sorriso da Bahia. O veículo, que fazia linha Hospital de Base/Nova Ferradas/Jubiabá/Gabriela, transportava uma média de 30 pessoas.
PSICOMUNDO <> ENCONTROS PELOS CAMINHOS DA VIDA
O que significa ter “vida independente” em uma sociedade produtiva e caracterizada, dentre outros atributos, como a “sociedade da comunicação”? Não importam os desenlaces entre o amor e a ausência da paz, ou mesmo, os desencontros entre a verdade e a mentira, pois os caminhos são os mesmos para se chegar ao denominador comum das necessidades humanas. O certo na observação da necessidade pessoal de cada pessoa, não é somente aos deficientes, mas também aos que pouco acredita na prosperidade da vida. Necessitam manifestar a força na busca do seu próprio ideal, embora tenha alguns que acham difícil!
Existe sempre a fórmula de levar uma vida com autonomia de poder fazer escolha em todas as esferas da vida, desde a roupa que quer vestir, a comida que deseja comer e até exercer seu papel de forma ampla e irrestrita, com manifestações magníficas dando suportes de qualidades da sua harmonia, tirando a individualidade nas ajudas que devem ser recíprocas e verdadeiras na sociedade em que vivemos. Lamentar que os artifícios das incompreensões humanas vivessem inesperadamente nas patologias mentais de seres humanos, pouco vale. É preciso a sustentabilidade das nossas boas ações no sentido de fazer a nossa parte salutar que traga sustento ao Universo do qual nascemos e vivemos.
Na prestação de serviços e pela tecnologia assistiva, podemos verificar as diferenças entre dependência e independência, quando vemos mais ainda, muitas pessoas sem deficiências físicas nada fazer em beneficio da sociedade em que vive! É muito significante quando podemos observar a salutar vida de pessoas que alcançam o milagre da independência física. E assim como exemplo, verificamos quantos atletas em diversas modalidades de esportes, profissionais liberais, administradores de empresas, e em outras atividades, estão tendo continuidade em sua vida trabalhando e trazendo benefícios para si e para o mundo. :: LEIA MAIS »
EX-SUPERINTENDENTE DESMENTE NOTA DA SUTRAN
O ex-superintendente da SUTRAN, Paulo Machado, desmentiu de forma categórica nota da Sutran informando que o atual governo teria recuperado 10 motos que se encontravam “sucateadas” pela gestão anterior. Em verdade, segundo Machado, o governo anterior entregou as motos em perfeitas condições, com apenas uma em manutenção. As motos foram adquiridas em dezembro de 2015, e, portanto, tinham apenas um ano de uso. “Chega a ser patética essa informação, já que a própria população é testemunha do que afirmamos, pois viram as motos circulando nas ruas no início do atual governo”- disse o ex-superintendente.
Inscrições gratuitas – Festival Internacional de Gastronomia e Artes será no CEEP

Organizado por jovens voluntários, para outros jovens, o evento gratuito é realizado por um consórcio internacional com participação do Brasil, Itália, Cabo Verde e Grécia nos segmentos do turismo de base comunitária e empreendedorismo social. O SFEST – Festival Internacional de Gastronomia, Sabores e Artes terá oficinas temáticas de artesanato, dança, música, ecobijuterias e aulas-show de gastronomia, de 2 a 5 de maio, de 8h30 às 17h, na Escola do Chocolate Nelson Schaun (CEEP), no Malhado, em Ilhéus. No domingo (06), de 8h30 às 22h, o encerramento incluirá atividades esportivas, Feira de Artes e Artesanato, apresentações de dança, teatro, música e comidas típicas no Festival de Gastronomia na Avenida Litorânea Norte, ao lado da escola.
A participação nas oficinas e no festival de rua é gratuita. As inscrições devem ser feitas, antecipadamente, pelo email cooperbomturismo@hotmail.com ou pelos telefones 73 9 8833 1064 e 73 9 9156 0474. Também é necessária a confirmação no local e dia das oficinas.
Polícia Civil de Ilhéus, é homenageada na Câmara de Vereadores













































































