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Alta rotatividade de profissionais na área da saúde pode ser resultado de má gestão

O especialista na área, Éber Feltrim, explica como evitar a evasão de talentos em clínicas e hospitais

Em hospitais e clínicas em todo o mundo, a alta rotatividade de funcionários, sejam eles enfermeiros, médicos, psicólogos, entre outras profissões importantes, pode ser um grande problema para o setor. Por essa razão, é necessário trabalhar para evitar essas evasões, que podem ocorrer por diversos motivos.

O especialista em gestão de negócios na área da saúde, Éber Feltrim, explica que é possível realizar ações que contribuem para que esses profissionais queiram continuar na empresa. “Os motivos para que os colaboradores optem por novos rumos são muitos, por isso é fundamental buscar as razões que causam a insatisfação. Cabe entender que ouvir as necessidades do colaborador traz mais resultados para o negócio, afinal uma gestão eficaz tem como diferencial o capital humano, que movimenta o negócio”, relata.

Entre as razões para a rotatividade, estão insatisfação com o salário, falta de benefícios e oportunidades de crescimento, excesso de trabalho, falta de alinhamento entre colaborador e empresa, pouca transparência na comunicação organizacional ou mesmo uma má liderança. O impacto do descontentamento também é perceptível através da queda de produtividade dos colaboradores, treinamentos menos efetivos e até mesmo um ambiente mais tenso.

Para garantir melhores condições de trabalho, é possível investir em treinamentos, um ambiente de trabalho saudável, equilíbrio entre vida profissional e pessoal, além de uma política de benefícios competitiva e remuneração justa. Éber ressalta que planos de carreira também podem atrair e reter talentos.

O especialista conta que a gestão humanizada pode fazer toda diferença ao buscar entender as subjetividades de cada colaborador. “Dessa forma a liderança considera as necessidades da equipe sem perder de vista os objetivos da empresa, garantindo boas condições de trabalho e o bem-estar dos colaboradores”, finaliza.

Sobre o Dr. Éber Feltrim

Especialista em gestão de negócios para a área da saúde, começou a sua carreira em Assis (SP). Após alguns anos, notou a abertura de um nicho em que as pessoas eram pouco conscientes a respeito, a consultoria de negócios e o marketing para a área da saúde. Com o interesse no assunto, abdicou do trabalho de dentista, sua formação inicial, e fundou a SIS Consultoria, especializada em desenvolvimento e gestão de clínicas.

Sobre a SIS Consultoria de Negócios

A SIS Consultoria pertence ao grupo SIS, com sede na cidade de Assis/SP. Com grande know-how e eficácia técnica na área de saúde, busca oferecer estratégias de qualidade para as empresas. Há mais de 30 anos no mercado, apresenta hoje significativa expansão e tem sua área de atuação em mais de 160 cidades do nosso país. A SIS busca, por meio de uma equipe ética e comprometida, promover o diferencial do seu negócio como ferramenta para o sucesso. Para mais informações, acesse https://www.sisconsultoria.net/ ou pelo instagram @sis.consultoria.

Museu da Língua Portuguesa promove o curso virtual Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação na Sala de Aula

Baseadas no conteúdo da mostra temporária sobre línguas indígenas do Museu, aulas gratuitas visam ajudar professores a preparar visitas à exposição com estudantes e incluí-la no planejamento curricular de 2023; a curadora Daiara Tukano ministra uma das apresentações

O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, promove o curso on-line Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação na Sala de Aula neste mês de novembro. Em três aulas virtuais e gratuitas, nos dias 9, 16 e 23 (sempre às quartas-feiras), das 19h30 às 21h30, pesquisadoras envolvidas na mostra temporária do Museu, que aborda as línguas e culturas dos povos originários no Brasil, vão falar sobre o processo curatorial da exposição, explicar como o seu conteúdo pode ser levado para a sala de aula e esmiuçar as características de algumas famílias linguísticas indígenas. 

O curso é voltado, principalmente, para professores, sem restringir a participação de demais interessados no assunto. Para participar, não é necessário fazer inscrição, basta acompanhar a aula que será transmitida, ao vivo, no YouTube do Museu da Língua Portuguesa – após a transmissão, elas ficarão disponíveis no canal. Uma lista de presença será disponibilizada em cada encontro: aqueles que assistirem às três aulas receberão certificado de participação. 

A primeira aula, intitulada Língua, Memória e Transformação, no dia 9 de novembro, será comandada pela ativista, educadora e comunicadora Daiara Tukano, curadora da exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação. Ela vai apresentar os principais conceitos que estruturam o projeto curatorial e abordar a importância da mostra no contexto brasileiro e mundial atual. 

No dia 16 de novembro, é a vez de Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da USP (Universidade de São Paulo), dar a aula. No encontro A Família Linguística Tupi e as Línguas Indígenas no Brasil, ela vai desfazer mal-entendidos sobre a classificação desta família linguística relacionados ao papel do Tupi-Guarani na história do Brasil e da América do Sul. Além disso, ela, que atuou como consultora especial de Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação, pretende elucidar a diferença entre o Tupi Antigo e as chamadas Línguas-Gerais (paulista e amazônica) e também apresentar outras famílias linguísticas, como Macro-Jê, Karib, Aruak e Tukano. 

Na última aula do curso, Pensar a Diferença em Sala de Aula, no dia 23 de novembro, a doutora em Antropologia Majoí Gongora, partindo do conteúdo sobre os povos indígenas encontrado na mostra Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação, vai destacar questões que podem ser abordadas em sala de aula, valorizando a riqueza e a diversidade dos povos originários. Coordenadora de pesquisa e assistente curatorial da exposição temporária do Museu, ela também visa discutir os desafios enfrentados hoje pelos povos indígenas. 

O curso é uma ótima oportunidade para professores já prepararem materiais para visitar a exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação com os estudantes no início do ano letivo de 2023. Com o conhecimento obtido nas três aulas, será possível também saber o melhor momento para, dentro do cronograma curricular, incluir um passeio ao Museu no primeiro semestre do próximo ano. A mostra ficará em cartaz até 23 de abril. 

A exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação conta com a articulação e o patrocínio máster do Instituto Cultural Vale, o patrocínio do Grupo Volvo e da Petrobras, e o apoio de Mattos Filho – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta, ainda, com a cooperação da UNESCO, no contexto da Década Internacional das Línguas Indígenas, e das seguintes instituições: Instituto Socioambiental, Museu da Arqueologia e Etnologia da USP, Museu do Índio da Funai e Museu Paraense Emílio Goeldi.  

 

Técnicas prometem queda na procrastinação com apenas cinco minutos de atividades

De acordo com Renato Alves, fundador da Memory Academy, estabelecer e cumprir metas pode trazer satisfação na hora de realizar as tarefas necessárias do dia a dia

Adiar as tarefas não ajuda em nada aqueles que querem otimizar o tempo e tirar o máximo proveito de um dia. No entanto, a procrastinação está enraizada em muitas pessoas que, simplesmente, não conseguem efetuar seus afazeres com agilidade e, frequentemente, são pegos em pensamentos dispersos ao invés de realizar as tarefas necessárias.

De acordo com Renato Alves, fundador da Memory Academy, escritor, pesquisador, palestrante internacional e o primeiro a receber o título de Melhor Memória do Brasil, além da criação de bons hábitos, o cérebro é capaz de criar e reforçar os hábitos que são ruins para qualquer pessoa. “Com isso, quanto mais deixamos as tarefas para depois, mais nossa mente reforça o hábito de procrastinar. Ou seja, mesmo que não se queira que a procrastinação domine sua vida, quanto mais alguém deixar as responsabilidades para depois, inconscientemente, está deixando a procrastinação dominar”, relata.

O palestrante afirma que existem técnicas que podem acabar com a procrastinação nos estudos, no trabalho e na vida pessoal. “Um desses truques é extremamente simples. Basta se forçar a trabalhar em uma tarefa por cinco minutos. O interessante dessa técnica é que, muito provavelmente, mesmo após cumprir os 5 minutos o indivíduo vai continuar motivado a fazer a tarefa, e o motivo disso acontecer é porque ele estabeleceu uma meta a ser cumprida. Funciona como um trailer de filme, que nada mais é que uma prévia que gera curiosidade e faz com que as pessoas queiram passar 90 minutos assistindo ao filme completo. Toda essa vontade é despertada com apenas alguns minutos de trailer. Por isso, partindo dessa mesma ideia, o truque dos cinco minutos vai convencendo a sua mente de que fazer aquela tarefa não vai ser tão ruim assim”, revela.

O fundador da Memory Academy acredita que o pontapé inicial é fundamental para evitar a procrastinação. “Isso vai acontecer porque a parte mais difícil para um procrastinador é começar algo. Quebrando essa barreira e colocando a mão na massa, aquela sensação de que a tarefa é chata vai sumindo com o passar do tempo e, aquele indivíduo que antes não conseguia executar uma tarefa, começará a realizá-la com facilidade”, pontua.

Renato Alves alerta que o ser humano é hedonista, ou seja, busca satisfação e prazer. Com isso, ao estabelecer uma meta e cumpri-la, as pessoas se sentem mais satisfeitas consigo mesmas. “Falo isso porque mesmo que alguém desista de fazer uma tarefa após os cinco minutos, já conseguiu fazer mais do que se não tivesse começado. Em apenas cinco minutos, é possível tornar o seu dia mais produtivo e sentir aquela sensação de que colocou a mão na massa e de que está mais próximo do seu objetivo. Afinal, de pouco em pouco, as pessoas conseguem chegar mais longe”, finaliza.

Sobre Renato Alves

O professor Renato Alves foi o primeiro brasileiro a receber, por meio de homologação oficial, o título de Melhor Memória do Brasil, certificado pelo livro dos recordes. A conquista inédita foi resultado da aplicação de um método inovador de memorização. Estudou Ciências Cognitivas e Filosofia da Mente pela UNESP, foi membro do GAEC (Grupo Acadêmico de Estudos Cognitivos) e tornou-se principal autor brasileiro nas áreas de aprendizagem, concentração e memória com 9 livros publicados, dentre eles: O Cérebro com Foco e Disciplina; Os 10 Hábitos da Memorização; Faça seu Cérebro Trabalhar para Você e Não Pergunte se ele estudou, que juntos já conquistaram mais 1 milhão de leitores. Em 2004, fundou a Memory Academy, que hoje é a maior escola online de memorização do mundo. Neste período capacitou mais de meio milhão de estudantes, levando milhares deles ao topo na lista dos aprovados em concursos públicos e vestibulares. Para mais informações, acesse https://renatoalves.com.br/

Filmagens de Deus Ainda é Brasileiro iniciam hoje em Alagoas

Ipioca é a cidade palco das primeiras gravações do 20º filme de Cacá Diegues

As gravações do longa-metragem “Deus Ainda é Brasileiro” do cineasta alagoano Cacá Diegues iniciam nesta segunda-feira (07/11) na cidade de Ipioca, em Alagoas. A nova obra de Diegues reflete o Brasil quase 20 anos após o primeiro “Deus” (como Cacá se refere ao “Deus é Brasileiro”, rodado em 2003) e será inteiramente rodado em Alagoas, tendo como palco lugares como o Parque Municipal de Maceió e cidades como Ipioca e Piranhas.

O novo longa trará novamente Antonio Fagundes no papel de “Deus” e contará com outras feras do teatro, do cinema e da televisão, como os atores Otávio Müller e Bruce Gomlevski, e as atrizes alagoanas Ivana Iza, que fará a protagonista Madá, e Laís Vieira, como a personagem Linda. O longa será distribuído pela Imagem Filmes e contará com 70% da sua mão-de-obra local.

“Foi uma honra receber o convite para fazer parte do 20º filme de Cacá Diegues, tive uma participação no longa de 2003, “Deus é Brasileiro”, e a gente espera que seja divertido como foi o anterior. Nesse spin-off,  venho tomando o corpo e voz da personagem Madá, interpretada anteriormente pela atriz Paloma Duarte. Madá é uma mulher política, determinada, à frente do seu tempo. O roteiro está imperdível e essa grande porcentagem de alagoanos envolvidos no elenco e produção é uma felicidade para nós, porque nos sentimos valorizados, ainda mais pelo Cacá que nasceu aqui e mantém sempre essa relação de afeto com o nosso estado e com as pessoas que vivem aqui”, ressaltou Ivana Iza, atriz que possui 27 anos de carreira.

Cacá define o filme como uma “comédia cívica” e um filme saído daqueles personagens e daquelas situações, mas que não se trata de uma continuação.

“Apesar de tudo, Deus Ainda é Brasileiro e, por isso, retorna ao Brasil para tentar recuperar a esperança na humanidade, parando justamente em Alagoas que é um paraíso na terra. Esse filme aborda uma outra etapa da nossa história, convidando o espectador a refletir sobre o nosso momento político e de que forma podemos contribuir para a sociedade brasileira”, finaliza.

A equipe da LC Barreto Produções ressalta que um dos propósitos do projeto é gerar empregos na região e movimentar a economia por meio do cinema. “Estamos orgulhosos de rodar um filme desse porte em Alagoas. “Deus Ainda é Brasileiro” naturalmente vai concorrer a prêmios e participar de festivais internacionais, já que leva a assinatura de dois monstros do cinema nacional – Cacá Diegues e Luiz Carlos Barreto. Alagoas ganhará uma visibilidade muito estratégica com o longa, pois vai divulgar o destino Alagoas para o mundo por causa das locações incríveis que esse lugar oferece, como o Ipioca Beach Resort, por exemplo, onde vamos construir uma oca de 40 m2 que ficará como legado para o empreendimento”, afirma Paula Barreto, produtora do filme.

 

Sobre o cineasta

Nascido em Maceió, Carlos José Fontes Diegues é o segundo filho do antropólogo Manuel Diegues Júnior e de uma fazendeira. Aos 6 anos de idade, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro e se instalou em Botafogo, bairro onde passou toda sua infância e adolescência. Cacá Diegues formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), tornou-se presidente do Diretório Estudantil onde fundou um cineclube e iniciou suas atividades de cineasta amador. Diegues é considerado um dos líderes do Cinema Novo, juntamente com Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni e Joaquim Pedro de Andrade. Em agosto de 2018, o cineasta foi eleito novo imortal da Academia Brasileira de Letras, na cadeira de nº 7, que já foi ocupada pelo escritor Euclides da Cunha.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE ESPECIAL.

1) 62 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) BEATIFICAÇÃO DE MENINA BENIGNA.

3) VISITANDO AMIGOS DE JUAZEIRO DO NORTE.

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

COSME ARAÚJO: DIA DO BLOGUEIRO JÁ EXISTE EM ILHÉUS, 04 DE ABRIL

Dia do Blogueiro é comemorado em Ilhéus em 04 de abril, mediante PL 063/2013 do ex-parlamentar Cosme Araújo.

(Lei Municipal nº 3.669/2013).

O Dia Do Blogueiro no município de Ilhéus é um reconhecimento aos profissionais que militam e desenvolvem um trabalho de extrema importância diante da velocidade da notícia. “Nada mais justo em reconhecer todos esses, indistintamente, que provam online a importância da precisão da informação, dos louros e das criticas construtivas, numa ferramenta altamente importante para a sociedade e para o mundo globalizado” pontua Araújo.

A data 04 de abril foi escolhida a pedido dos próprios profissionais da área, na época, por ter sido este, exatamente, o dia de inicio e colocação no ar-online do precursor de todos os sites/blogs de jornalismo na região sul da Bahia, www.r2cpress.com.br, produzido e editado pelo saudoso amigo jornalista Roberto Rabat Chame.

Fonte: Jornal do Radialista

A FAMÍLIA R2CPRESS AGRADECE CALOROSAMENTE AOS GRANDES AMIGOS.

DEUS ABENÇOE SEMPRE.

NAIANA RABAT

NOTÍCIAS DA AVEP

18ª RODADA COM EMPATE E VITÓRIA DA EQUIPE DO CAP. BIRA DA POLÍCIA
Domingo, 23.10.2022 a Associação dos Veteranos de Esporte Praiano (AVEP), entidade de ‘baba de praia’ quase centenária de Ilhéus realizou sua 18ª rodada da mencionada modalidade esportiva em que as equipes dos capitães Marconi e Claudio Assis empataram pelo escore de 0 a 0 e a do Capitão Bira da Polícia derrotou a do Capitão Renatinho dos Leais por 3 a 1, com gols de Adauto Negocinho(1), Nilton do BB(1) e Silva para vencedora e Charles Reis(1) para a perdedora. Os babas como de costume aconteceram pela manhã na praia da Av. Soares Lopes, no trecho adjacente aos campos de tênis da Associação Ilheense de Beach Tennis (AIBT) e foram apitados por Wilson Salviano no Campo Grimaldo e Ilmário Ursulano Rocha no Campo Martial, ambos filiados à Associação de Árbitros de Futebol de Campo de Ilhéus (AAFCI). Receberam Cartão Amarelo os atletas Junior Murta, Badunga, Daniel Murta e Moises; Cartão Azul, Badunga. A rodada esteve sob a coordenação como Diretor de Baba do Dia do associado Robertão, ele que é um apaixonado pelo Leão da Barra da capital baiana.

Equipes no Campo Grimaldo conforme súmulas:
(Cap. Marconi): Goleiro Marcelo, Gutemberg Trator(Cícero), Fred, Gagarin e Pedro Chama Gol; Jakson, Marconi e e Fabio Alan; Duda Pantera e Ismar Landgol.
(Cap. Claudio Assis): Goleiro Zeca do Espigão(Rosivaldo), Sizinio do Remo, Junior Murta, Gilson do Taxi e Silvio Reis(Isaqaue); Claudio Assis, Geraldo da Ceplac(Eldon do Ofertão) e Luis Jumberto; Rogério II, Artur ‘Alicate’ Kruschewsky e Crispa da Galera do Fla.

Equipes no Campo Martial conforme súmulas:
(Cap. Bira da Polícia): Goleiro Vando Paiaço, Eduardo Japonês, Djalma Peludo e Sizinio do Remo(Dinho da Van); Adauto Negocinho, Badunga e Nilton do BB; Bira da Polícia, Rocha e Silva
(Cap. Renatinho dos Leais): Goleiro Valmir, Mario Cabeça Branca, Cesar de Militão, Prof. Jorge Redis e Vado do Bradesco; Moisés, Franklin e Charles Reis; Daniel Murta(Carlão do Taxi) e Renatinho dos Leais. :: LEIA MAIS »

Escolas SESI promove revisão para o ENEM 2022 em Ilhéus

As aulas preparatórias acontecem nos dias 31 de outubro e 01 de novembro.

Quem busca uma vaga no ensino superior está na reta final da preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para apoiar os estudantes neste momento de revisão de conteúdos, a Rede SESI Bahia de Educação realiza, em novembro, a 3ª Semana do ENEM. Em Ilhéus, as aulas acontecem nos dias 31 de outubro e 01 de novembro.

O primeiro dia é voltado para a revisão dos conteúdos de Ciências da Natureza e Matemática. Já o segundo encontro será dedicado às áreas de Linguagens e Ciências Humanas.

Além dos estudantes do 3º ano das escolas da Rede SESI Bahia de Educação, o evento também é aberto para alunos da rede pública e de outras escolas privadas. Para participar, os interessados devem se inscrever pelo Sympla. O link de inscrição está disponível no site da Escola SESI (escolasesiba.com.br).

As vagas são limitadas. Para participar, a Rede SESI Bahia de Educação solicita a doação de 1kg de alimento não perecível. O material arrecadado será doado a instituições assistenciais.

 

 

Cibersegurança no governo: em ano de eleição, a segurança digital deve ir além das urnas

Em uma sociedade cada vez mais digital, em que os perigos de ataques e fraudes eletrônicas, bem como da disseminação massiva de fake news se multiplicam diariamente, é necessário estar cada vez mais atento à cibersegurança. Os sistemas de proteção devem garantir o tráfego da informação de ponta a ponta – isso engloba desde as questões físicas, como apagões, inundações, incêndios e outros acidentes no espaço de armazenamento, até as situações tecnológicas, como defeitos técnicos, bugs, vírus, invasões e ataques.

A 9ª Pesquisa Nacional de Segurança da Informação, realizada pela Modulo Security, aponta que 35% das empresas brasileiras tiveram perdas provenientes de incidências cibernéticas nos últimos 18 meses. Entre elas, 65% não conseguem quantificar o valor dos prejuízos, 22% apresentam danos de até R$ 50 mil, 4% entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão e 1% perdeu mais do que esse valor. No âmbito internacional, 71% afirmam já terem sofrido prejuízo de US$ 5 milhões.

Em um ano eleitoral, quando todo o cenário social se modifica, as possibilidades de fraudes podem aumentar. Os riscos vão desde a espionagem dentro de governos, roubo de dados para manipulação de pesquisas, roubo de identidade para duplicação de votos, ataques de notícias falsas, entre outros tipos de interferências.

Para evitar a manipulação ilegítima de dados e interferências indevidas na operação de empresas e governos, torna-se cada vez mais importante investir em tecnologia e inovação. No universo empresarial, a estratégia ainda diminui riscos para os negócios por meio da confidencialidade, disponibilidade, autenticidade e legalidade.

Em uma era de polaridade política, as urnas eletrônicas também foram alvo de muita desconfiança nos últimos meses. A questão é que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se adiantou nessa estratégia de proteção de ponta. Hoje existem mais de 30 camadas de tecnologia para garantir a idoneidade do processo eleitoral eletrônico e mitigar possíveis erros.

A urna eletrônica começou a ser usada em 1996, justamente com o objetivo de impedir a intervenção humana e a corrupção na contagem dos votos. Ela funciona de forma isolada, sem conexão com nenhum dispositivo de rede como internet, wi-fi e bluetooth – o que evita os ataques de hackers. Os únicos cabos do aparelho são o de energia e o que conecta o aparelho ao terminal do mesário.

Ditadura cívico-militar será tema de debate em simpósio organizado pelo CNPq

Entre os dias 25 e 28 de outubro acontece o X Simpósio Nacional de História Cultural, organizado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), trazendo um seminário temático sobre a imprensa como objeto de pesquisa, o qual terá presença do autor de “60+4. Outros Anos da Mesma Crise”, Paulo Sérgio Silva, mestre em História. A obra traz à tona uma análise dos quatro anos que antecedem o dia 1º de abril de 1964, lançada em agosto deste ano no formato digital pela editora e-Manuscrito.

O evento será realizado em formato virtual e quem desejar participar pode se inscrever até o dia 25/10/2022 pelo site: https://www.even3.com.br/xsndhc2022/. A inscrição custa cerca de R$23. O autor participará no dia 25/10 (terça-feira) às 14h para comentar as reflexões trazidas pela pesquisa realizada para compor a obra.

O livro é resultado da dissertação de mestrado de Silva pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), defendida em 2013, e conta com diversas análises que se confundem com o contexto atual. A obra ganha relevância no momento em que vivemos, por registrar naquela historicidade acontecimentos próximos do contexto polarizado atual, segundo Silva.

“É possível comparar os últimos anos com o período entre 1960-1964, porque o livro transpassa por vários temas que continuam atuais, por exemplo, o grande temor da reforma agrária; do comunismo; das políticas de demarcação de terras, entre outros. Tudo isso estava presente naquela época, assim como a polarização entre capitalismo e comunismo na atualidade”, comenta o historiador.

O livro possui o recorte temporal conduzido até abril de 1964, quando se deu a ocupação do poder pelos militares, mediante a aprovação do Ato Institucional nº 1. No entanto, é possível constatar que ecos dos acontecimentos, ocorridos nas próximas décadas, repercutem até hoje.

Quais os paralelos com a realidade atual?

Em 2022, um relatório elaborado pela UniRio apontou um crescimento de 335% nos casos de violência por motivação política nos últimos três anos. No 1º semestre deste ano, 214 casos foram contabilizados e 45 lideranças políticas foram assassinadas.

Buscando atenuar a questão, a Defensoria Pública da União (DPU) estabeleceu o Observatório de Monitoramento e Combate à Violência Política até o final das eleições de 2022, para que casos de violência desse tipo sejam denunciados.

Na obra, Silva aborda a polarização entre 1960-1964 nos jornais brasileiros da época. “Por meio da releitura de manchetes e reinterpretação de imagens do fotojornalismo que compuseram algumas das primeiras páginas/capas dos diários paulista e carioca, Folha de São Paulo e Última Hora, o livro lança luz sobre o sombroso e germinal pré-projeto ditatorial sustentado pela direita conservadora”, explica ele.

Segundo Silva, a literatura acerca da ditadura cívico-militar é bastante vasta e, com sua obra pretende complementá-la, trazendo fatos do panorama socioeconômico e cultural da história brasileira ali vivida.

“No livro, não voltamos a 1954. Usei o ano de 1960 como referência de ponto de partida para destacar a abordagem econômico-financeira, a dependência ao capitalismo estrangeiro, o atraso tecnológico-industrial, e o endividamento do país – no início dos anos 60, cerca de R$1,8 bilhão de dívida externa”, finaliza.

Idosas atendidas pela LBV visitam pela primeira vez Cidade da Música da Bahia

A cidade da música. Esse é um dos muitos nomes que a terra-mãe do Brasil, Salvador, tem em seu repertório. Aqui se encontram músicas que vão desde o pop ao rock, do samba ao pagode, do rap ao reggae movimentando a boa energia de nativos e visitantes à essa terra sagrada.

E tudo isso é explorado no museu da música, o casarão azul, que recebeu nessa última quinta-feira, 20, as idosas atendidas pelo serviço Vida Plena, da Legião da Boa Vontade, LBV.

A felicidade e o conhecimento das vovós foram garantidos ao adentrarem cada novo andar que contém estrutura e focam nos ritmos e instrumentos musicais locais, alusivos à cultura negra. Cada uma delas ficaram encantadas com os jogos de luzes, esculturas e ritmos musicais encontrados.

“Gostei muito da cidade da música e Deus tem um projeto na nossa vida e a gente não sabe. Se não fosse a LBV eu não estava aqui. Eu gostei de tudo aqui, até os tambores que ‘buliu’ com a gente”, destacou dona Maria Silva Rodrigues. E completou: “Eu agradeço muito a LBV, foram eles que nos trouxeram aqui, eu achei tudo muito bonito. Muito bom”.

Palmas, suspiros de animação, canto e muita dança foram algumas das reações das idosas entretidas na história contada musicalmente pelo professor Adilan, que por meio de instrumentos recicláveis deu vida ao som da chuva, do mar, dos ventos e ainda cantou, com as idosas, a música “Asa Branca”, composição do saudoso Luiz Gonzaga.

“Amei fazer a aula, um espetáculo pra elas. Amei estar com essas lindas e maravilhosas mulheres. Espero ver vocês aqui mais vezes”, destacou o percussionista e mediador, Adilan Santos.

Se depender da vontade delas, com certeza voltarão mais vezes. A Maura Santos Nascimento gostou muito do passeio, gostou de tudo e afirmou: “Quero continuar na LBV, ter [outros] passeios, porque vocês dão muita atenção a gente, cuidam tão bem de nós”.

Informações sobre o trabalho da LBV, acesse lbv.org ou siga a entidade nas redes sociais @LBVBrasil.

 

 

 

 

 

A Tabôa, em Serra Grande, é uma das 100 Melhores ONGs de 2022

Pela quarta vez, a organização está entre as vencedoras da premiação nacional 

O Prêmio Melhores ONGs anunciou, nesta sexta-feira (21), as 100 organizações brasileiras do terceiro setor vencedoras em 2022 e a Tabôa Fortalecimento Comunitário, sediada em Serra Grande, é uma delas. Na lista, que já está disponível no site www.premiomelhores.org, é possível conhecer o nome das organizações reconhecidas por suas boas práticas em quesitos como governança, transparência, comunicação e financiamento. O Prêmio Melhores ONGs é realizado pelo Instituto O Mundo que Queremos, pelo Instituto Doar e pelo Ambev VOA, com apoio de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Instituto Humanize e da Fundação Toyota do Brasil.
Essa é a quarta vez que a Tabôa é reconhecida pela premiação nacional. “Receber, mais uma vez, esse reconhecimento é importante para reforçar a necessidade de continuarmos a de seguirmos aperfeiçoando nossos processos de governança, gestão e transparência, comunicação, desenvolvimento de equipe, mobilização de recursos e monitoramento. É um reconhecimento também dos avanços já conquistados e do impacto de nossas ações junto às comunidades”, avalia Roberto Vilela, diretor executivo da Tabôa.
Criada em 2014, a Tabôa é uma associação civil sem fins lucrativos, que atua fomentando iniciativas de base comunitária, empreendimentos produtivos e socioeconômicos no campo e na cidade, valorizando culturas, saberes e vocações locais, a partir de Serra Grande, município de Uruçuca, sul da Bahia. Desde sua fundação, mais de 2.700 pessoas foram alcançadas e 196 projetos e iniciativas comunitárias já foram apoiados pelas ações institucionais. “O prêmio trouxe um reconhecimento importante junto aos nossos financiadores e também maior confiabilidade para estabelecimento de parcerias e ampliação da nossa atuação”, conta Vilela.
“A lista das 100 Melhores ONGs é uma homenagem às organizações que conseguiram atingir o grau mais alto de gestão e eficiência para ajudar a sociedade em suas causas. Elas são feitas de pessoas que tiveram a determinação e a liberdade para atuar em prol de uma causa justa”, afirma Alexandre Mansur, diretor de projetos do O Mundo Que Queremos. Ele ressalta que, essas organizações, com sua diversidade de áreas de atuação, mostram o papel fundamental que os cidadãos têm numa democracia para se reunir e atuar para melhorar a sociedade e o meio ambiente.
Os destaques nas categorias especiais serão conhecidos durante a cerimônia oficial de premiação, que este ano volta a ser presencial e já está marcada para o dia 25 de novembro, no Unibes Cultural, em São Paulo. Além das 100 melhores, serão premiadas as melhores ONGs por estado, causa, as dez melhores de pequeno porte e a melhor entre elas.
Sobre a Tabôa 
A Tabôa tem a missão de fortalecer comunidades pelo acesso a conhecimentos, recursos financeiros e estímulo à cooperação, para que pessoas, negócios e organizações realizem seu potencial, rumo à sustentabilidade, a partir de Serra Grande, Uruçuca (BA). Por meio do Programa de Desenvolvimento Rural, agricultores familiares são apoiados na construção de negócios sustentáveis, que promovam melhoria da qualidade de vida no campo e conservação da biodiversidade local, com foco no fortalecimento da agroecologia, da cadeia de valor do cacau e da meliponicultura. Já o Programa de Desenvolvimento Territorial de Serra Grande e entorno atua no fortalecimento da sociedade civil, investindo no desenvolvimento de suas capacidades e na articulação de redes de cooperação, contribuindo para ampliar o impacto de suas ações na transformação de realidades.
Sobre o Prêmio
Desde 2017, o Prêmio Melhores ONGs reconhece o trabalho fundamental prestado pelas instituições não-governamentais no Brasil e também funciona como um farol para orientar doações. Além disso, incentiva boas práticas, contribuindo também para a melhoria na gestão de todas as participantes, incluindo as que não são premiadas, que também recebem um feedback detalhado da avaliação.





















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