Uma gorila, Ndakasi, é particularmente próxima a Bauma. Ela o vê como mãe. Apesar de ser homem, humano, Bauma assumiu o papel. “Nós compartilhamos a mesma cama, eu brincava com ela, eu a alimentei… Então, posso dizer que eu sou sua mãe”, diz ele.
Eles se conheceram em circunstâncias terríveis. Ndakasi era um bebê de dois meses de idade quando sua mãe foi baleada à queima-roupa na parte de trás da cabeça – o parque descreveu a ação como uma “execução”. Ndakasi ainda estava agarrada à mãe morta quando Bauma a encontrou. “Ela era pequena, pesava apenas uns dois quilos”, diz Bauma.
Desde que a resgatou do chão da floresta, o guarda tem dedicado sua vida a salvar a dela.
Andre Bauma e um de seus ‘filhos’: guarda florestal cuida de quatro órfãos. “Cada gorila é crucial, porque é uma espécie em vias de extinção – por isso, tivemos que cuidar dela”, conta.
Ndakasi nasceu em um renomado grupo de gorilas da montanha, a família Rugendo, que teve quatro de seus membros mortos no ataque em 2007.
Acredita-se que o comércio ilegal de carvão seja o motivo por trás do ataque. O ex-superintendente de Virunga, Honore Mashagiro, foi acusado de envolvimento com atividades ilegais, mas nunca foi condenado.
A lei diz que nenhuma atividade humana é permitida dentro do parque – e os guardas estão lá justamente para evitá-las.
130 guardas assassinados








































Como muita gente ainda não sabe, então vamos lembrar uma das funções do vereador, inclusive para os próprios que estão aí batendo cabeça.























