:: 23/maio/2012 . 12:17
ACHADO O PONTO FRACO DA VASSOURA DE BRUXA
Descoberta abre caminho para o desenvolvimento de drogas capazes de matar a principal praga que afeta a produção de cacau no país. Doença derrubou produção de cacau no Brasil (divulgação)
Achado o ponto fraco da vassoura de bruxa
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – A estratégia usada pela praga vassoura-de-bruxa – principal doença que afeta a produção de cacau no país – para resistir ao ataque da planta hospedeira e aos mais potentes fungicidas do mercado foi desvendada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A descoberta, publicada na revista New Phytologist, abre caminho para o desenvolvimento de novas drogas capazes de combater a doença de forma efetiva.
Causada pelo fungo Moniliophthora perniciosa, a vassoura-de-bruxa tem esse nome porque deixa os ramos do cacaueiro secos como uma vassoura velha. As áreas afetadas não conseguem realizar fotossíntese e, para piorar, liberam substâncias tóxicas que diminuem a produção de frutos. Os poucos frutos produzidos se tornam inviáveis para a fabricação de chocolate.
“Na fase inicial da infecção, a planta tenta deter a ação do invasor liberando grandes quantidades de óxido nítrico (NO), substância capaz de bloquear a cadeia respiratória do fungo. Mas descobrimos que a vassoura-de-bruxa possui um mecanismo alternativo de respiração que lhe permite resistir a esse ataque”, explicou Gonçalo Amarante Guimarães Pereira, coordenador do Laboratório de Genômica e Expressão da Unicamp, onde a pesquisa foi conduzida.
Ironicamente, a própria planta acaba sofrendo os efeitos tóxicos do NO. Os galhos infectados morrem e viram banquete para a M. perniciosa. “O fungo tem uma fase biotrófica, na qual vive dentro da planta ainda viva, e outra necrotrófica, em que se alimenta do tecido morto”, disse Pereira.
A equipe coordenada pelo pesquisador descobriu que, durante a fase biotrófica, quando está sob o ataque da planta, a vassoura-de-bruxa produz uma enzima chamada oxidase alternativa. Essa proteína lhe permite gerar uma quantidade mínima de energia e garante sua sobrevivência.
“Nesse período o fungo praticamente não cresce, pois a energia disponível é pequena, mas ele consegue resistir ao ataque”, disse Pereira.
Quando a planta finalmente dá a batalha por vencida, envia sinais para as células do galho infectado se suicidarem – processo conhecido como apoptose. Como o óxido nítrico deixa de ser liberado, o fungo desliga o mecanismo alternativo de respiração e entra na fase necrotrófica, passando a devorar vorazmente o tecido morto.
Em duas frentes
O grande projeto e ecologia
De: Raymundo Santos
Assunto: O grande projeto e ecologia
Corpo da mensagem:
Li um artigo na página “Mercado do Cacau” a respeito do Porto Sul, então resolvi emitir minha opinião naquele espaço:
Senhor redator:
Vem aí o Porto Sul.
Todos os argumentos emitidos são válidos, no que diz respeito à preservação ambiental nesta diminuta área da Floresta Atlântica. O impacto ambiental é a questão. Todavia, não há desenvolvimento de uma parte, sem trazer, de alguma forma, prejuízos para a outra, felizmente isto acontece.
É válido que se faça duras exigências aos governos (estadual e federal) no cumprimento de normas compensatórias e preservativas à ecologia regional.
Próximo do mar, em qualquer região do Brasil, vão ocorrer distorções. Ninguém quer em nenhum lugar um porto dessa grandeza. Como ficará a situação? No Brasil não se instalará os eventos projetados, particularizando o sul da Bahia, repito como vai ficará a situação? Ilhéus FOI o eldorado do Teobroma, não é mais e não será tão cedo. Hoje o desenvolvimento municipal é menos zero e a comunidade pobre cresce muito bem graças a Deus. Só me expressando assim!
A resistência à instalação de uma ferrovia, um porto e um aeroporto mudaria em muito a Capitania de São Jorge dos Ilhéus. Aliás, hoje Ilhéus, sem amparo das administrações (estadual e municipal). Por falar em administração municipal, ela tem sido um caos a cada gestão e ninguém tem feito quaisquer manifestos para cobrar os cuidados que se deve ter com as comunidades urbanas e rurais, a fim de não continuar uma cidade e um município carentes de infraestrutura e outros serviços. Ninguém olha para as necessidades dos menos pobres, ninguém observa o aeroporto mais perigoso do país. Alguém argumentará: eu não viajo de avião! Tudo bem, e as comunidades próximas a ele, estão tranquilas?
Precisamos unir forças na busca de instalações que trarão o emprego e renda para milhares famílias que habitam e habitarão próximas ao novo projeto. Nós empregados que ganhamos o necessário para viver, não podemos protestar contra este projeto para o sul da Bahia.
Vamos procurar agir de forma sensata, exigir o cumprimento efetivo das normas ambientais, acompanhar com mais rigor, o que já não se faz com a sofrida Ilhéus. O curioso é que os reativos defensores da ampla ecologia, não protestam contra o desleixo a que estão submetidas as comunidades ilheenses! Isto é grave!
É bom que se trate o grande projeto com a devida sensatez e que haja equilíbrio no desempenho das ações, para não haver destruição do meio ambiente em todos os seus aspectos. Nós defendemos a natureza sem impedir que o desenvolvimento seja relegado ao segundo plano porque aí sim, será instalada a desordem econômica e social de um povo que luta , com dignidade, pela própria sobrevivência. O veto abrupto aos projetos porto, aeroporto e ferrovia trarão resultados negativos aos homens que precisam de empregos para a manutenção de sua gente. Volto a dizer é necessário sensatez para discutir a implantação do projeto. Ilhéus tem que sair desta posição de “o balneário das cidades vizinhas”. Também é preciso que Ilhéus projete uma ação turística forte de excelente qualidade. A cidade tem tudo para deslanchar, mais não acontece! Aí chega o turista, visita a cidade e arredores e vai embora envergonhado pelo que viu. Vale salientar que quem fica com vergonha é o visitante!
Peço desculpas aos leitores se fui veemente. É a opinião de quem mora em outra cidade e tem residência também em Ilhéus.
Grato.
Raymundo.
rymundovet@ig.com.br
Ilhéus em DESTAQUE

No ultimo dia 20 de maio(domingo) foi realizada a 3ª copa cidade de salvador, segundo evento mais importante do calendário oficial da federação esportiva baiana de tae kwon do.
A equipe ilheense representada por 36 atletas da Associação Leandro Ferreira de Tae Kwon Do fez historia ao ser campeã geral do evento em sua primeira participação, alem de ser a 1ª equipe fora da Região Metropolitana de Salvador a ganhar um evento oficial da entidade.
Todos os atletas da equipe trouxeram medalhas, sendo 28 de ouro, 7 de prata e o1 de bronze.
Alegria da equipe na divulgação do resultado geral
Respeitosamente,
___________________________________
LEANDRO FERREIRA DOS SANTOS – 1º DAN
PRESIDENTE DA ALFTKD
VISITA PORTO DE ILHÉUS/BA
SUBCOMISSÃO ESPECIAL DE PORTOS
Comissão de Viação e Transportes
Câmara dos Deputados
Programação – VISITA PORTO DE ILHÉUS/BA
(Programação sujeita a alterações)
Dia 23/05/2012 (Quarta-feira)
15h07 – Embarque Brasília_ Ilhéus – Vôo JJ 3560 – TAM
18h10 – Desembarque Ilhéus – Recepção e traslado para o Hotel (HOTEL PRAIA SOL)
20h00 – Jantar
Local: Restaurante Bataclan – Av. 2 de Julho, 77 Centro.
Dia 24/05/2012(Quinta-feira)
08h00 – Visita da Comitiva ao Porto de Ilhéus
09h00 – Reunião da Comissão com Convidados
Local: Auditório da Associação Comercial de Ilhéus
12h00 – Almoço de encerramento
13h30 – Deslocamento para o Aeroporto de Ilhéus
14h30 – Embarque para Salvador – Vôo OC 6326 – Avianca
15h04 – Desembarque no Aeroporto de Salvador
Membros e convidados da Subcomissão Especial de Portos:
Dep. Geraldo Simões;
Dep. Alberto Mourão;
Dep. Luiz Argolo;
Dep. Jaime Martins;
Admar Pires dos Santos, Consultor Técnico da Comissão de Viação e Transportes;
Cláudio Moura, Consultor Legislativo da Comissão de Viação e Transportes;
Flávio Peruzzi;
Aurélio Maduro;
Márcia Leite ;
MOÇÃO DE APOIO AOS ÍNDIOS DE OLIVENÇA
Embora não tenha formação de jurista ou antropólogo, o avô da minha avó era neto de uma Tupinambá do Buquim e, por isso, me intrometo neste assunto.
Todos sabemos, desde a escola primária, que até Abril de 1500 toda esta terra pertencia aos índios, aqui chegados em diferentes levas há muitos milhares de anos.
É claro que, como seres humanos, estes não viviam em plena harmonia e entendimento. Lutavam entre si, contra grupos próximos ou distantes, mas a terra era só deles.
Chegaram os europeus com suas armas de fogo e a sua promessa na salvação, no paraíso, essas coisas. É claro que os trouxeram costumes mais evoluídos, como o de não comer carne humana, mas, no geral, parece que as suas perdas foram maiores que os seus ganhos. Foram quase totalmente dizimados como povo e como gente. Aqueles já cristianizados, para se distinguirem dos parentes que ainda viviam nas matas, caçando a arco e flecha, adotaram a identidade de “caboclo”. Afinal, este termo era originado da mais pura língua tupinambá: “karaíba-oka”, isto é: “casa do homem mau”. Assim chamavam os curumin que saíam das ocas habitadas pelos homens brancos que, no início do contato, viviam em muitas aldeias do litoral (kara=homem; ayba=mau; oka=casa). Daí, a palavra “curiboca”, que depois virou “caboco” ou “caboclo”, como se pronuncia no português erudito do sul do país.
A IMPORTANCIA DA VALIDADE DO ÓLEO
O casamento de um velhote (+ de 80) com uma rapariga de 20, foi o motivo de todas as conversas na cidade…
Um ano depois do casamento, o casal apresenta-se no hospital para o nascimento do seu primeiro filho.
A parteira sai da sala de partos para felicitar o velhote e diz-lhe:
«- É espantoso!.. Como é que o Sr. consegue na sua idade?…»
O velho sorri e diz :
«- Tem de se manter o motor a trabalhar….
No ano seguinte, o casal aparece de novo no hospital para o nascimento do segundo filho.
A mesma enfermeira acompanha o parto e sai para felicitar o nosso velhote, dizendo-lhe:
«- O Senhor é incrível!…. Como é que consegue?…»
O velho sorri e diz :
«- Tem de se manter o motor a trabalhar….
Mais um ano e o casal aparece no mesmo hospital, para o nascimento do terceiro filho.
A mesma enfermeira acompanha uma vez mais o parto e, após o nascimento, vai de novo ter com o velhote, sorri-lhe e diz:
«- O Sr. é mesmo incrível!… Como é que consegue?…»
O velho sorri e diz:
«- É como já lhe disse… tem de se manter o motor a trabalhar…»
A enfermeira continua a sorrir… dá-lhe uma pancadinha nas costas e diz-lhe :
«- É bom trocar o óleo… este já saiu bem preto!…»
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Enviada pelo Rei CAK (diretor do hospital).





















































