:: 2012
Pistas da avenida Soares Lopes serão interditadas
A Secretaria Municipal da Segurança, Transporte e Trânsito (Setrans) da Prefeitura de Ilhéus executa a interdição de duas pistas da avenida Soares Lopes, no centro da cidade. As faixas de rolamento fechadas são as que dão o acesso ao bairro do Outeiro e atendem às questões de segurança para a realização dos shows musicais prevista para a noite desta sexta-feira (10) em comemoração ao Centenário do escritor Jorge Amado.
Segundo o secretário municipal da Segurança, Transporte e Trânsito (Setrans), Clóvis Cunha, o acesso ao bairro do Outeiro poderá ser feito através da rua 2 de julho, passando pela Praia do Cristo. Essa medida está sendo tomada durante todos os dias em que serão realizados os shows musicais em comemoração ao Centenário do escrito Jorge Amado.
POLUIÇÃO SONORA AFETA A ECONOMIA DO COMÉRCIO DE ILHÉUS
Amigo Rabat,
Venho através do seu glorioso site, para expressar o tamanho da minha revolta em função da poluição sonora que vem acontecendo em nossa cidade, sou um empresário ilheense instalado no centro da cidade com segmento na aera de Informática. E atualmente venho tendo prejuízos econômicos em função do barulho dos carros de som, que passam a cada minuto em frente a minha empresa. Pra piorar a situação, venho percebendo de que além de circularem com os carros de propaganda, tem alguns que estacionam o veiculo e deixam o som no maior volume por mais de 01 hora parado. Não temos condições de atender a clientela, fechar negociações, o telefone é impossível de atender e como eu. Existem muitos outros empresários que estão nesta situação, a minha resposta, será dada nas urnas, pois não irei voltar em nenhum candidato que tiver fazendo polução sonora na cidade. Existem diversos outros tipos de propaganda que eles possam explorar, porém a falta de criatividade e conhecimento do marketing político é tanto que esses pré candidatos ficam insistindo em suas musicas que só falam dos seus números. O problema infelizmente continuara por muito tempo, pois acredito que não tenha nenhuma lei que proíba este meio de propaganda e os vereadores não devem ter interesse em fazer tal lei, com isto os lojista que são peças fundamentais na economia da cidade, continuaram tomando os seus prejuízos até o fim destas eleições.
Alfredo Escobar
Prefeitura Municipal de Ilhéus
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Carmelita participa de seminário do MP e reafirma compromisso com educação
Durante o encontro foram debatidos temas como a importância da família e da escola na educação dos alunos. O seminário foi aberto com a apresentação artística do cantor Sérgio Nogueira, seguindo com os alunos do Colégio Santa Ângela, onde Carmelita estudou parte de sua infância, que entoaram o Hino Nacional Brasileiro. A secretária de Educação, Lidiney Campos, fez a saudação inicial do evento. Logo depois foi a vez da discussão do tema “Integração Família-Escola”, com a professora Marilene Araújo, tendo como debatedoras as professoras Célia Daud e Sandra Catharina santos. Ainda na parte da manhã foi realizada a palestra com o tema “Saúde do Profissional de Educação”, proferida pela professora e presidente da APPI/APLB-Sindicato, Enilda Mendonça, e que teve como debatedoras as professoras Edla Soares e Marlove.
ESCONDIDO DE BATATA DOCE, CHARQUE E BANANA DA TERRA
por Miguel Abreu
A Chef Maria de Lourdes, comandante da ampla cozinha do Valentina, restaurante a quilo anexo a um posto e gasolina à margem da rodovia Ilhéus-Itabuna, no Salobrinho, nasceu em Pau-Brasil mas viveu grande parte da vida em Sampa, trabalhando por onze anos numa residência burguesa do Ipiranga. Ali, aprendeu a refinar a cozinha brasileira nativa, tanto na apresentação quanto no uso de ingredientes mais leves e saudáveis. Segue aqui a sua mais recente surpresa, o excelente prato que nomeia, aí acima, este artigo.
O provei ontem e não resisti a lhe pedir a receita.
1) Corta miúdo um prato de charque magro, lava e deixa dessalgar, na água, por uma noite.
2) Frita a charque com as rodelas de uma cebola deixando escorrer todo o excesso do óleo.
3) Frita metades de rodelas de umas três bananas da terra.
4) Cozinha batata doce e pela, o quanto baste para encher uns dois pratos de sopa.
5) Amassa a batata com pouco sal, leite e umas duas colheres de manteiga.
6) Se for servir a um ente querido, adiciona creme de leite, à vontade.
7) Pode sofisticar ainda mais com uma pitada de noz-moscada, neste momento.
8) Arruma camadas da batata, banana, charque e mais batata, por cima.
9) Salpica, sem pena, queijo parmeson.
10) Assa, até escurecer o topo da mistura.
É só. Simples, saudável, econômico e delicioso.
Rua do Cano confirma certeza da vitória de Jabes e Cacá
“Você caminha por aqui porque gosta, pois não tem necessidade, todo mundo quer Jabes de volta”. O incentivo e o acolhimento revelados na frase da costureira Jurema, moradora da Rua do Cano, acompanharam a visita que os candidatos da coligação Por Amor a Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP) e Cacá (PMDB), fizeram ao local, na quinta-feira, 9.
Durante as visitas aos bairros e morros, Jabes consolida a relação de confiança e gratidão entre ele e os ilheenses. A aposentada Joana Santos exibiu com orgulho a edição 28 da “Ilhéus Revista”, que guarda há exatamente 30 anos, por conter matéria com foto de Jabes.
O desejo do retorno de Jabes à prefeitura está associado às realizações enquanto prefeito, somado ao abandono político e administrativo em que a cidade se encontra. A falta de tratamento de esgoto e o problema generalizado da saúde foram as queixas da ilheense Cecília, 51 anos. “Uma moça bonita, porém mal vestida e mal maquiada: é assim que vejo Ilhéus”. Já a aposentada Maria revelou estar feliz por Jabes ter se candidatado, pois “não houve prefeito melhor que ele na história da cidade. Fui funcionária pública durante seus três mandatos e nunca recebi o pagamento atrasado”, afirma.
Ditadura Vargas incinerou em praça pública 1.640 livros de Jorge Amado
Em novembro de 1937, militares baianos queimaram, a mando de Getúlio Vargas, centenas de livros de Jorge Amado onde hoje é a Praça Cayru, na Avenida Contorno
Foto: Reprodução

Jorge Ramos*
Especial para o CORREIO
Perplexas, centenas de pessoas se aglomeraram em frente à Escola de Aprendizes de Marinheiros, em Salvador, no fim da tarde daquela sexta-feira – 19 de novembro de 1937 – para assistir a um espetáculo inusitado. Em frente ao que hoje é a sede do Segundo Distrito Naval, na Avenida Contorno, uma grande fogueira de livros ardia, grossos rolos de fumaça escureciam o céu e um forte cheiro de papel queimado se espalhava pelas imediações da parte baixa do Elevador Lacerda e atingia até mesmo a parte alta, a Praça Municipal, a Rua Chile e a Praça da Sé.
Não era um incêndio comum, mas a queima de 1.827 livros considerados “propagandistas do credo vermelho”, como eram chamados pelos militares que, nos dias anteriores, tinham percorrido as livrarias da cidade e apreendido quantos exemplares encontraram. Entre os livros que viraram cinzas naquela tórrida tarde primaveril em Salvador, 1.694 – mais de 90% – eram de autoria de um jovem jornalista e escritor baiano: Jorge Amado.
Os militares baianos cumpriam ordens do interventor recém-nomeado para a Bahia, o coronel Antônio Fernandes Dantas, comandante da VI Região Militar. O episódio gerou curiosamente uma ata, que foi publicada quase um mês depois da fogueira literária pelo jornal Estado da Bahia, de propriedade dos Diários Associados, do magnata da imprensa Assis Chateubriand. O documento (veja reprodução ao lado) serve para demonstrar o quanto havia de intolerância e forte tensão naqueles anos que antecederam a eclosão da Segunda Guerra Mundial. Sob a lupa da repressão estavam os ideais do jovem Jorge.
Oprimidos
Então com 25 anos, ele já conquistara notoriedade como autor de uma temática fortemente social, de romances considerados “proletários”. Jorge Amado expunha as mazelas do capitalismo, a exploração do trabalho pelo capital e a luta de classes, dissecados em meio a uma saborosa prosa de feição modernista, nas quais exaltava, ao mesmo tempo, a sensualidade do povo baiano, suas crenças e tradições, o folclore e a cultura popular.
Jorge Amado começava a se destacar internacionalmente com a tradução de seus livros, inicialmente para países da América Latina. E era, justamente por isso, um dos mais visados entre os intelectuais brasileiros. Esquerdista,
ele já tinha sido preso no ano anterior pela polícia política de Getúlio Vargas, na repressão que se seguiu à Intentona Comunista, levante militar promovido pelo proscrito Partido Comunista Brasileiro (PCB) no Rio de Janeiro, antecedido por iguais sedições em Natal e Recife, movimentos revoltosos duramente reprimidos.
Colegas
Além dos militantes comunistas, passaram a ser perseguidos na época muitos jornalistas e escritores, poetas e artistas engajados na oposição a Getúlio Vargas, fossem ou não filiados ao PCB. Exemplo de José Lins do Rego, escritor paraibano que não era comunista, e até nutria simpatias pelo integralismo, mas teve vários de seus livros, como Menino de Engenho, arrastados para a fogueira.
Além de Jorge Amado, foram presos naquele ano o líder do PCB, Luiz Carlos Prestes, e a mulher dele, Olga Benário, o militar Agildo Barata, o jornalista Aparício Torelly (o “Barão de Itararé”), o advogado Hermes Lima e o escritor Graciliano Ramos, que retratou magistralmente a saga que vivera no clássico Memórias do Cárcere, onde está uma frase lapidar, que simboliza o eterno conflito entre a liberdade intelectual e o poder discricionário: “Começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social”.
Censura
Carmelita fala em projetos habitacionais e dignidade para moradores de áreas irregulares
“Sei o que é uma vida difícil. Aos 3 anos tive que deixar o convívio dos meus pais, na zona rural de Ibicuí, para ser criada por meus tios em Ilhéus. Meus pais, pessoas simples do campo, não tinham condições de me dar uma vida digna, de estudo e de oportunidades. O que ganhavam, mal dava para sustentar os seus oito filhos. Sinto na pele o sentimento de cada um ilheense que não tem uma casa digna, um trabalho decente e uma oportunidade de dar o seu melhor”. O desabafo emocionado foi feito pela candidata a prefeita de Ilhéus, Professora Carmelita, no início da noite de ontem (09), ao participar de um corpo-a-corpo nas invasões do Manguezal, Bambuzal e Vila Nazaré, todos na zona oeste da cidade.
Carmelita defendeu uma política pública de habitação onde as famílias possam ser ouvidas e participem de todo o processo de transferência. “Não é apenas tirar do local de onde vivem e achar que lhes foi dado dignidade”, afirma. Para Carmelita, durante seu governo, a construção de casas populares será uma prioridade. “A presidente Dilma e o governo federal, meus parceiros, vão me ajudar a reduzir o déficit habitacional na cidade”, garante. “Tem candidato aí que já tentou tirar a gente daqui sem nos dar uma opção de moradia. Era sair e ir para debaixo da ponte. Isso não vamos esquecer”, afirmou Luiz da Silva Oliveira, morador do Bambuzal. Carmelita e comitiva foram saudados com muita festa pelos moradores destes locais.
Postura elogiada – “Estar aqui e nos olhar de frente, assumindo compromissos com nossa comunidade é uma postura de quem está disposta a fazer por a gente”, disse a desempregada Mariângela Oliveira, dois filhos aos 26 anos. Além dos moradores, a candidata a prefeita da Coligação Ilhéus Mais Forte conversou com lideranças comunitárias e conheceu as principais dificuldades destas invasões. “Trago comigo e com a minha visita a convicção de que estas pessoas não podem mais ficar à margem das estradas, dos mangues e da própria sociedade. Vi nas crianças deste lugar a história da minha vida. Vi no olohar de pais e mães de família a desesperança nos governantes que os enxergam como um problema. Resolver o problema deles não é milagre. É aplicar com justiça social os recursos que chegam à Prefeitura”, desabafou Carmelita, sob os aplausos dos moradores.
Céu encoberto e chuvoso durante o final de semana na faixa leste da Bahia
No período entre os dias 10 (sexta-feira) e 12 (domingo) de agosto as condições do tempo na faixa centro-leste da Bahia continuam sendo influenciadas pelos ventos úmidos que sopram do Oceano Atlântico. Com isso, a previsão para as regiões do Recôncavo, Nordeste e Sul do Estado é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas fracas. Nessas regiões as temperaturas deverão se manter estáveis, com mínimas variando de 16°C a 18°C e máximas em torno de 29°C. Para a cidade de Salvador e região metropolitana, onde as temperaturas deverão variar entre 20°C (mínimas) e 28°C (máximas), a previsão também é de céu nublado a parcialmente nublado e com chuvas fracas a qualquer hora do dia.
Para as regiões da Chapada Diamantina e Sudoeste, onde são esperados os menores índices de temperaturas (mínimas de até 10°C), o céu deve predominar parcialmente nublado a claro e com pouca possibilidade de ocorrer chuvas.
Já nas regiões Oeste, São Francisco e Norte do Estado é a permanência de uma massa de ar seco que mantém o céu com poucas nuvens e sem chuvas. Vale destacar que os índices de umidade do ar previstos para essas regiões continuam atingindo níveis considerados críticos (em torno dos 20%), uma vez que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) os níveis considerados aceitáveis são em torno de 60%.
Maré
Entre os dias 10 e 12 de agosto a altura máxima da maré deverá atingir valores de 1,4 a 1,8 metros em torno das 10h30min e das 22h30min. Já as alturas mínimas deverão ser registradas em torno de 04h30min e das 16h30min, com valores variando de 0,7 a 1,0 metro. As ondas deverão ter agitação moderadas e fracas, com altura podendo chegar a 1,5 metros.
Índice de Radiação Ultravioleta (IUV’s)
Os Índices de Radiação Ultravioleta (IUVs) previstos para o período de 10 a 12 deverão variar de 08 a 10, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estão classificados na categoria Muito Alta. Com isso, cuidados como evitar exposição prolongada à radiação solar, principalmente nos horários das 10 às 16 horas, o uso de protetor/filtro solar, chapéus, bonés, óculos escuros e roupas leves são essenciais para minimizar danos à saúde, sobretudo a pele e aos olhos.
Fonte: Ascom/Inema
HISTÓRIA DE UM ILHEENSE / DENTRO DO CARANDIRU (II)
NO PRESÍDIO CARANDIRU II
por Tomé Pacheco

Tomé Pacheco
Continuo então com minha chegada ao Presídio Carandiru. Os domingos eram dias de visitas. Por um lado era bom por outro não. O bom era porque o domingo passava rápido; o ruim era porque o trabalho com revista aos visitantes, enfim com a segurança, redobrava. Tinha que ter atenção com tudo, com os visitantes e principalmente com os detentos.
Naquela época, no ano de 1978 até o de 1980, não havia a concessão para visita interna e, sobretudo de mulheres, então os detentos vaziam de tudo para burlar a vigilância dos agentes, até conseguirem.
Lembro que no Pavilhão 8 os detentos colocavam mesas altas ou cavaletes com tábuas em cima, forravam-nas com grandes lençóis, que ficavam tipo “casinhas” e colocavam campânulas. Na construção desses artifícios ficava um olheiro sempre atento, para quando a barra estivesse “limpa”, a mulherada cair dentro. E tinha mulheres que vinha da “zona” para se prostituir nessas “casinhas” que eram montadas no pátio desde pavilhão. O detento, portanto, era que comandava a vinda delas. Eu mesmo cansei de fazer vista grossa, fazendo de conta que não estava vendo nada. “Já pensou o cara detido num local a mais de vinte anos sem ter uma mulher para se relacionar?”, interrogava a mim mesmo. Pois é, se não fizesse vista grossa o sujeito iria entrar em desespero total. É, mas havia os que não gostavam de mulheres, mas eram poucos.
Depois que as relações íntimas foram liberadas, a cadeia ficou mais leve, diminuiu o número de estupros, de roubo no xadrez, dos crimes etc.
Protesto de produtores Rurais
Rabat,
Bom Dia! segue em anexo fotos do aparato policial hoje pela manha no aeroporto de Ilhéus, segundo informações é por causa de protesto de produtores rurais que vai acontecer hoje.
Tem polícia em todas as esquina do pontal, cerca de 10 aviaturas na pista do aeroporto e policias na ponte e etc
Marcos Souza Santos


































































