:: 2012
Prefeitura Municipal de Ilhéus
Prefeito inaugura pavimentação da avenida principal em Inema
III Conferência Municipal de Meio Ambiente será realizada nesta quinta-feira em Ilhéus
Shows e mega produção musical marcam a programação de março do Teatro Municipal
Grupo Ki Dance vence o V Concurso de Dança do Projeto Ilhéus Fitness
Zé Carlos Junior
De: Tyrone Perrucho
Assunto: Zé Carlos Junior
Corpo da mensagem:
Senti saudades da velha Ceplac ao ler sua matéria sobre a Ceplac de tempos idos. A cada vez que leio coisas assim, sinto mais saudades daqueles tempos gloriosos. Boas lembranças, as suas, que reativaram as minhas, sempre latentes. Envelhecer é o único meio que se encontrou de viver muito, já se disse por aí, e é envelhecendo que a gente sente saudades gostosas como essas, da querida Ceplac de antigamente, e de velhos companheiros de outrora, como você. Um abraço.
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Luiz Castro em: DECOLORES
AS SABADADAS
Lembro-me que até poucos tempos existia um grupo de amigos na cidade nova que se reuniam aos sábados para jogar conversa fora, a base de um bom whisky e um seleto almoço.
Também na casa de Sá Barretto tinha o habito de reunir seus amigos aos sábados para aquele bate papo . Os visitantes freqüentes moravam próximo a sua residência a exemplo de Hermilo Farias, Coronel Fonseca, Zito Cardoso, Cabo Asterio, Augusto Paraiso, Gastura, Chico do Povo, Mesquita, além da minha pessoa.
O bate papo era o mais variado possível. As bebidas eram servidas ao gosto do visitante, como também os deliciosos acepipes feitos pela cozinheira Alzira. Segundo Sá Barretto a cozinheira dormia com as mãos na virilha no intuito de acertar o tempero do manjar a ser servido.
Tive oportunidade de participar de vários encontros em sua residência, inclusive com os escritores Jorge Amado, Adonias Filho, Waldir Pires e a atriz Lucélia Santos, por ocasião de sua apresentação no Teatro Municipal de Ilhéus.
Sá Barretto sempre foi um homem espirituoso, tinha sempre uma estória para contar, era bastante versátil e engraçado.
Certa ocasião ele contou um episodio que aconteceu na pensão Vasco , que funcionava onde hoje é o prédio do Banco do Brasil.
BOAS NOTÍCIAS DO NOSSO PÓLO DE INFORMÁTICA
Notícia publicada no site da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração do Estado da Bahia, em www.sicm.ba.gov.br , e que transcrevemos a seguir, mostra que o nosso Pólo de Informática, apesar dos seus muitos problemas e do pequeno apoio que tem recebido tanto do Governo municipal como estadual, AINDA VIVE, e poderá ter vida longa e produtiva se as ações governamentais que vem há muito sendo discutidas, forem tomadas com urgência.
Vamos cobrar do Governador Wagner, os investimentos e as políticas públicas que vêm sendo apontadas, desde a criação do nosso Pólo, como necessárias para a sua consolidação.
27 fevereiro 2012
Positivo atinge 1 milhão de monitores em Ilhéus
Instalada no Polo de Informática de Ilhéus, a empresa produz monitores LCD e computadores
Saiu da fábrica de Ilhéus, no sul da Bahia, o monitor de número 1 milhão da Positivo Informática, maior fabricante de PCs e líder de vendas no país. Instalada desde 2008 no Polo de Informática de Ilhéus, a empresa produz na unidade baiana os monitores LCD com tecnologia LED de 15,6 e 18,5 polegadas que acompanham parte dos desktops da marca.
A Positivo chegou ao milionésimo monitor em meados deste mês. A fábrica da Bahia produz também computadores, que são comercializados no mercado doméstico e na Argentina. Atualmente são produzidos na Bahia 10 mil computadores e 70 mil monitores por mês. Além de Ilhéus, a empresa mantém fábricas em Manaus e Curitiba.
Fonte: Correio da Bahia
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008
De: VICTOR BADARÓ
Assunto: VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008
Corpo da mensagem:
VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008 COMPLETA! ÚNICO DONO, PERFEITO ESTADO DE CONVERVAÇÃO , KIT E PNEUS NOVOS E REVISADA! NÃO PERCA ESSA OPORTUNIDADE!
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Missa de 1 Ano
A família do saudoso advogado e professor DJALMA EUTÍMIO DE CARVALHO convida parentes, amigos e colegas para a Missa de Hum Ano do seu falecimento, que será celebrada nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro de 2012, às 18 horas, na Catedral de São Sebastião, Ilhéus, Bahia.
AABB – INAUGURAÇÃO
De: jose antonio ocke
Assunto: AABB – INAUGURAÇÃO
A AABB de Ilhéus tem a grata satisfação de convidar os seus associados e familiares para prestigiarem a solenidade de inauguração do seu campo oficial de grama sintética, que acontecerá no próximo dia 03.02 (sábado) a partir das 19 horas.
PROGRAMAÇÃO:
* solenidade de abertura com a participação da banda de música da Policia Militar;
* inauguração da placa com o nome do campo “Carlitão”, em memória a Luiz Carlos Barreto de Figueredo;
* Concessão de diploma de Sócio Honorário a ALDAIR, ilheense, atleta da Seleção Brasileira que foi tetra-campeão mundial em 1994;
* homenagem a atletas que se destacaram no futebol de Ilhéus;
* amistoso de inauguração: Veteranos de Ilhéus x Veteranos destaques no futebol nacional;
* seresta – som ao vivo – nos salões da AABB
José Antonio Ocké
vice-presidente
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MENSAGEM DA SEMANA
Caros amigos e amigas,
BONDADE DE DEUS
Nós somos mendigos de Deus.
Os que têm dinheiro, pedem paz.
Os que têm paz, pedem amor. Os doentes reclamam saúde. Os oprimidos exigem justiça. Os errantes querem pouso. Os infamados suplicam verdade. Os intranqüilos mendigam a fé. Os orgulhosos esmolam humildade. Os humildes vêm a Deus e aí se tornam pequenos grãos de milho.
Não há quem fique sem pedir. Mas, não há quem, pedindo, fique sem receber.
É a infinita Bondade de Deus à qual nós temos que agradecer. (J.S.Nobre)
Diante deste texto, procuremos em todas as horas agradecer a bondade e caridade do nosso Deus.
Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
A morte do tradutor de Guimarães Rosa para o alemão
Oi Rabat,
Só agora sei da notícia. Morreu em janeiro Curt Meyer-Clason, o grande tradutor de autores latino-americanos na Alemanha. Que coisa lamentável. Pessoas como Curt Meyer-Clason não deviam morrer. É uma perda sem tamanho para a humanidade, de grande tristeza para a literatura ocidental e, em especial, para os autores latino-americanos. A literatura brasileira chora muita essa perda.
Tive a sorte de ser traduzido por ele. E graças à sua tradução, meu livro “Zwanzig Gedichte von Rio und andere Gedichte” (Vinte Poemas do Rio e Outros Poemas” foi publicado na Alemanha, pela Projekte-Verlag, de Halle. Foi a maior alegria que tive em minha modesta carreira literária. O maior prêmio que recebi. Ele se correspondeu comigo. Guardo suas cartas como um tesouro que não tem preço. Pretendo publicá-las um dia.
Um grande abraço.
Cyro de Mattos
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Curt Meyer-Clason, que morreu em janeiro, foi um dos maiores divulgadores da literatura latino-americana na Europa. Traduziu para o alemão obras seminais como “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, e “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez
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Foto retirada por solicitação.
Ver comentário
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Curt Meyer-Clason, o grande divulgador da literatura brasileira, latino-americana e portuguesa na Europa no pós-Segunda Guerra Mundial, morreu em Munique, sul da Ale¬ma¬nha, em janeiro, aos 101 anos.
Meyer-Clason, tradutor, escritor, editor, ensaísta e crítico, deixou uma obra incomparável — cujo volume e conteúdo só aos poucos é conhecida em sua profundidade. Seu nome não constava nas manchetes de primeira página — só nos círculos editoriais, entre autores e leitores. Os estudiosos do ramo terão décadas de trabalho para pesquisar, analisar e interpretar a enorme quantidade de documentos, registros, apontamentos que Curt Meyer-Clason produziu e deixou para a posteridade. Em seu acervo encontram-se, além disso, milhares de cartas de autores que traduziu.
Sua biografia é tão diversificada como os livros que traduziu. Por uma invulgar casualidade do destino, sua vida enveredou por um caminho que jamais planejara.
Curt Meyer-Cla¬son nasceu em 1910 em Ludwigsburgo, cidade próxima à Stuttgart, no sudoeste da A¬le¬manha. Seus ancestrais eram da nobreza; seu pai era oficial no exército prussiano. Frequentou o ginásio em Stuttgart e, em seguida, matriculou-se numa escola de co¬mércio. Era a carreira que pretendera seguir. Partiu para o norte da Alemanha. Em Bremen encontrou trabalho numa firma americana que atuava no ramo de importação de algodão e tinha filial em Le Havre. O jovem empregado aprendera, segundo suas próprias palavras, a “classificar algodão”. Do¬minava o inglês e o francês e por isso foi incumbido de tratar da correspondência da empresa, trabalho este que tornava necessário seu constante deslocamento entre Bremen e Le Havre.
1° Domingo da Quaresma

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus
Na Quaresma celebramos a CF. No Texto base (n. 212-213) encontramos uma profunda reflexão sobre os enfermos dentro da Igreja: “Quem permanece por muito tempo próximo das pessoas que sofrem, conhece a angústia e as lágrimas, mas também o milagre da alegria, fruto do amor’. Com estas palavras, o Papa Bento XVI descreve uma experiência edificante do sofrimento. Na Igreja, os doentes evangelizam e recordam que a esperança repousa em Deus. Deste modo, no contexto eclesial, os doentes e os sofredores não se resumem a destinatários de atenções e de cuidados. Exercem o protagonismo na evangelização com um testemunho profundo, o do sofrimento aceito e oferecido, o milagre do amor”.
A Palavra de Deus, que ouvimos neste domingo, apresenta a destruição do mundo dominado pelo mal e pela morte e aponta o surgimento de um novo mundo e o nascer de uma nova sociedade. O dilúvio purifica o mundo do mal e faz surgir uma nova humanidade, plantada na gratuidade da aliança que Deus faz conosco.
A história do dilúvio é muito antiga. Está na Bíblia porque tem ensinamentos muito importantes. Encontramos um ensinamento eterno sobre a justiça e a misericórdia de Deus, sobre a maldade do homem e a salvação concedida ao justo. Deus não castiga os homens. Somente tem amor por eles e os quer felizes. Deus não fica indiferente diante das ações e projetos dos homens. Suas obras boas e também maldades, egoísmos e injustiças não passam despercebidos diante de Deus.
Como Pai, Deus intervém para criar uma nova sociedade. O dilúvio não é um desastre provocado por Deus, mas um retrato da ruína que os pecados provocam.
No Salmo responsorial, cantamos: Deus eternamente fiel e amoroso, mostra-se como o Deus da salvação.
São Pedro proclama o kerigma, isto é, o conteúdo essencial da fé cristã: a morte do Cristo pelos pecadores e sua ressurreição. Acrescenta, todavia, um elemento original: “Ele foi também pregar aos espíritos na prisão”. O Catecismo nos ensina que: “Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados” (n. 632).
CEPLAC
Se aconteceu uma coisa boa na minha vida, foi o bom tempo da minha vida que passei na CEPLAC, dela recebi a régua, o compasso e o rumo na estrada.
Desfrutei do seu projeto inicial, de suas conquistas, dos inúmeros colegas professores, da sua estrutura e de sua meta social em benefício da região cacaueira da Bahia, Espírito Santo e outros estados do nosso Brasil.
Claro que dificuldades sempre existiram, mas eram passageiras e a gente tinha o domínio da situação e não dependia do governo central.
Neste sábado batendo um papo com amigos aqui no Bar de Leleco, inúmeros fatos foram lembrados dos bons tempos da CEPLAC, todos reconhecendo a importância que a empresa teve na região.
A conversa também girou nas dificuldades que os recém formados têm para encontrar um emprego e aí lembrei-me daqueles tempos que jamais voltarão.
Naquela época os concursos mais disputados na região eram os do Banco do Brasil e CEPLAC, e quem conseguisse passar era como tivesse tirado um prêmio gordo na loteria.
Os agrônomos formados na UFBA/Cruz das Almas e de outras universidades e os Técnicos e Práticos Agrícolas da EMARC/Uruçuca, ao concluírem seus cursos eram admitidos pela CEPLAC, passando por um pré-serviço e em seguida eram lotados nos diversos escritórios locais espalhados pela região.
Um detalhe interessante da admissão desses recém formados, era que os mesmos ao se apresentarem tinham a oportunidade de ter em mãos, via financiamento subsidiado, um veículo que serviria para os serviços de extensão rural e também para sua locomoção particular.
A maioria jamais tinha possuído um veículo, muitos nem a carteira de habilitação possuía, mas o veículo era um equipamento indispensável para a contratação do funcionário.
Não tenho conhecimento de que outra empresa tivesse esse tipo de procedimento.
Alguns ficaram tão excitados por ter em mãos um veículo próprio que na primeira viagem sempre acontecia algum imprevisto, tipo batidas, barbeiragens, fatos oriundos da felicidade e também ansiedade em segurar o volante do seu veículo.
A chegada de um agrônomo ou técnico agrícola numa cidade do interior era coisa de notícia em todos os locais, todos queriam conhecer o doutor que acabara de chegar.
Os escritórios locais tinham uma equipe da qual fazia parte o bravo pessoal administrativo, que era o grupo de apoio total e irrestrito ao pessoal de campo.
E com esse pessoal e o excelente trabalho realizado, a CEPLAC conquistou toda a região e tornou-se um modelo em assistência técnica, pesquisa e ensino.
E sua fama espalhou-se pelo país e no exterior.
Lá pras tantas da conversa no Bar de Leleco, alguns pitacos foram lançados quanto ao que restou da CEPLAC, dessa conversa me esquivei de participar, pois o que quero é ter na lembrança a CEPLAC que eu conheci, com sua estrutura sólida, com seus investimentos na mudança do perfil de uma região, dos inúmeros colegas que praticamente deram a vida pela instituição e da marca registrada de uma empresa vitoriosa no seu intento.
No concurso interno realizado para eleger uma frase que imortalizasse a empresa, saiu-se vitorioso o colega Florisvaldo Galvão (Flori), com a seguinte frase: “Aqui se faz sentir a força de uma lavoura.”
Se essa força ainda existe, só os colegas que ainda se encontram na ativa podem afirmar.
No mais, joguei num time que foi por várias vezes campeão, dando um show de capacidade técnica, administrativa e que contribuiu para a realização de inúmeras e importantes obras na região cacaueira da Bahia.
É muito bom lembrar o passado, principalmente quando esse passado foi cheio de glórias.
ZÉCARLOS JUNIOR





























































