ASSEIO POPULAR DE RESPEITO COMO CIDADÃO – Tenho recebido inúmeras mensagens e uma chamou a minha atenção pelo grau de agressão ao pudor e ao respeito com a população brasileira. São inúmeras coisas ligadas à administração pública, tendo como base o gerenciamento de forma geral, que deixa de ser levado a sério em nosso país e a população nada reclama atualmente. E não sei se esse povo a que me refiro, já parou para pensar sobre esse grande atentado imoral que se instalou no Brasil com o nome de corrida à caça de compra dos votos eleitorais! As eleições representam para os brasileiros uma grande esperança para trazer de volta um sistema ético e moral permeando a vitória da soberania nacional. Prevalecerá à fórmula respeitosa de devolver a dignidade como prática normal de respeito à cidadania da nossa Pátria.

O Brasil necessita de urgentes e inteligentes reformas gerais, porque há limites para aturar tantas irresponsabilidades reinantes em todas as camadas sociais. Em outros países existem regras democráticas em que os cidadãos observam que a guerra fica a cargo do estamento militar e político, e o que verificamos são representantes populares que se elegem para tal função. No entanto, de um lado observam-se os que têm a arte de manobras de guerra e dessa forma os inimigos são tidos como principal foco de eliminação. Porém, quando se olha para os homens que tem a formação na arte da política, os opositores são reconhecidos como adversários com quem se convive tomando como base os valores constitucionais comuns.

A falta de responsabilidade e ausência de decoro de determinados políticos criam momentos insuportáveis contra a valorização da moral e da ética. O que surge sempre é a lembrança de tomada do poder semelhante a 1964! Alguém já pensou nisso? Passamos por intensas divergências em razões dos deveres entre a Justiça e os direitos dos cidadãos. O ponto da segurança do direito público é um descalabro, porque faz tantas vítimas que são exterminadas por falta de condições econômicas. Ficou difícil manter firmes as aquisições dos bens de consumo para uma vida social digna, diante da situação financeira em que se encontra o nosso país.

A classe política vive momentos de desconfiança e desmoralização, pois boa parte de seus membros foram capturados pelas teias da Lava Jato, assim como, alguns ministros do atual governo e dos anteriores! Dessa forma, as instituições estão frequentemente em conflito entre elas e internamente. O dilema que alimenta tanta criminalidade é o fato de que quem tem bens e dinheiro, jamais serão trancafiados em celas de delegacias ou presídios; ficam em suas mansões usando tornozeleiras e são bem vigiados por fortes contingentes de seguranças pagos pela população. Quando esse estado de coisa acontece, serão logo soltos, e estarão novamente andando pelas ruas do maravilhoso país das maravilhas. E continuam os saques aos cofres públicos praticados por pessoas promotoras de assaltos ao erário público, que muitas vezes são poupadas pela justiça comum.

Assim é o destino das práticas criminosas inveteradas no mundo de tantas pessoas insensatas. De que valem as cadeias ou presídios muito mal administrados no Brasil, pois são altos os custos dessas prisões. Nada representam tanta gente serem torturadas, maltratadas de várias formas, mortas ou destruídas, pois valerá para que? Em outra visão, muitos indivíduos que as interrogam e as tratam com tanta violência, talvez sejam piores do que elas em suas condutas imorais. O procedimento melhor, em nosso país, seria tomar de volta o dinheiro subtraído da Nação Brasileira e investir em outras necessidades no Brasil. Até mesmo em escolas pré-determinadas para a aprendizagem da conduta da justiça e da moralidade, criando meios para os homens sejam honestos e dignos de si, sua família e seu País. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia